O CHURRASCO NA CASA DE DÓRIS – Parte 2
Em resumo, Nicolau visitou a família de Dóris pela primeira vez, fez amizade facilmente com todos e acabou se tornando quase um membro daquela família. Depois, fodeu selvagemente Dóris no quarto dela, fazendo da buceta dela seu depósito de porra. Melissa e Bernardo espiaram toda a cena, e Bernardo dificilmente esqueceria aquele momento de sexo.
Enquanto os pais de Dóris e os amigos comemoravam mais um gol da seleção, Dóris e sua amiga se encontravam na piscina, tomando um suco.
— Eu nunca gostei de futebol, não vejo graça nisso... apesar de eu gostar de bola. — disse Melissa.
— Como assim? Tu odeia futebol, mas gosta de bola? Não faz sentido. — disse Dóris.
— Eu tô falando das bolas dos homens no meio das pernas, aqueles testículos murchos e peludos. — Melissa riu.
— Ah, Melissa, você e esse seu humor ácido. Nunca sei quando tá falando sério.
— Como foi o sexo com o namorado? Não me esconde nada.
— Por que eu iria contar se eu sei que tu ficou espiando?
— Não só eu. Seu irmão também viu você fodendo.
— Não sei o que fazer com meu irmão. Ele tá ficando bem pervertido. Depois daquele bordel, ele não é mais o mesmo.
— Poxa, amiga, se era pra ter tirado o cabaço do seu irmão, era só ter me chamado que eu iria tirar com a minha bucetada.
— Melissa...
— Ah, amiga, é piada. Aff, ninguém entende o meu senso de humor. — disse Melissa, revirando os olhos.
Nicolau, usando apenas uma cueca, entrou na piscina e se aproximou da namorada.
— Amor, não vai ver o jogo?
— Prefiro passar a tarde toda com a minha namorada. — ele apalpou os seios dela.
— Ain, Nicolau, acabamos de fazer sexo. Você nunca tá satisfeito?
— Eu sou insaciável. Sou tipo um animal sempre no cio. Também é difícil resistir com uma namorada tão gostosa assim. Talvez você precise usar uma burca, pra cobrir todo esse seu corpo tentador. Talvez assim eu fique menos excitado e consiga me controlar.
Melissa começou a rir.
— Não sou a única com senso de humor. Seu namorado também é comediante, adora fazer piada ácida.
Nicolau olhou sério para a amiga de Dóris.
— Quem disse que eu tava contando piada? — depois ele aliviou o clima pesado, rindo. — Hahaha... é óbvio que é piada, né...
Nicolau queria mais uma sessão de submissão. Dóris, no começo, não queria, pois não estavam no motel e aquele não era o local perfeito para aquilo. Mas Nicolau acabou convencendo a namorada. Eles saíram da piscina e foram até o quarto.
— Nicolau, só se for algo rápido. Se for chicotada, tem que ser baixo e devagar pra não fazer barulho. Se for imitar animal, que seja algum animal que não faça som alto.
— Nada disso. Essa sessão vai ser diferente. Por isso que eu trouxe sua amiga.
Melissa apareceu no quarto.
— Melissa, o que faz aqui?
— Não sei, Nicolau me chamou. Tô tão surpresa quanto você.
— É simples, sem enrolação. Eu quero que vocês se beijem na boca.
Dóris riu.
— Nicolau, você é engraçado. Apesar de ser uma piada de mau gosto.
— Não tô brincando. Eu quero você beijando sua amiga. É algo simples, é só juntar a boca das duas e beijar.
— Isso é loucura. Não vou beijar a minha amiga.
— Por que não?
— Será porque ela é minha amiga? É algo tão óbvio.
— Fala sério, Dóris. Se lembra de quem você é? Você é DÓRIS, A SUBMISSA. Vai fazer o que eu mandar. Senão...
— Senão o quê? — provocou Dóris, já irritada.
Nicolau abaixou ao lado da cama e tirou dali o chicote.
— Senão eu vou te chicotear com tanta força, mas com tanta força, que vai sair cagar sangue pela bunda.
Dóris ficou assustada com a expressão séria do namorado. Melissa interveio naquele clima tenso.
— Calma, Dóris, não é algo tão ruim assim. É só um beijo.
— Amiga, até você?
— Por que não? Afinal, a gente já se beijou.
— Beijamos, não... No máximo, tivemos um selinho.
— E o que é um selinho senão um beijo?
Dóris respirou fundo e se aproximou da amiga para beijá-la, mas desistiu.
— Não dá, não dá... Eu não sou sapatão. Se fosse um homem, até dava pra encarar, mas uma mulher? Eca...
Nicolau estava perdendo a paciência. Chicoteou o chão com o chicote e se aproximou da namorada, segurando o rosto dela com uma mão e erguendo o chicote com a outra.
— Olha aqui. Ou tu faz o que eu mandei, ou agora mesmo vou chicotear tua bunda, tuas costas, teu corpo todo. Decide. Chicote ou beijo? Beijo ou chicote?
Bernardo escutou um barulho e correu até a porta do quarto, espionando. Ele viu a irmã se aproximar da amiga e beijá-la na boca. Ficou espantado; nunca tinha visto duas mulheres se beijando, duas pessoas do mesmo sexo.
“Minha nossa... Dóris é sapatão? Não sabia que ela gostava disso...”, podia-se ouvir o pensamento de Bernardo.
Nicolau, sentado na cama, colocava a mão dentro da calça, acariciando o pau duro.
— Isso, continuem beijando... coloquem a língua, isso... mais intenso agora...
Ele pôs o membro duro para fora e começou a se masturbar, vendo a namorada beijar a melhor amiga.
— Dóris, pra quem não é lésbica, até que leva jeito pra coisa.
Dóris parou de beijar a amiga e olhou para o namorado.
— Já beijei, Nicolau...
— Eu não mandei parar. Continuem beijando.
Melissa puxou o rosto da amiga e continuou a beijá-la. Os lábios úmidos de saliva se tocaram, deslizando um sobre o outro, devorando a boca num beijo intenso. As línguas se tocavam; a de Dóris, meio tímida, não arriscava muito, já a de Melissa se enfiava toda na boca da amiga, percorrendo o céu da boca, os dentes e, se houvesse qualquer vestígio de sujeira, ela limpava com a língua.
Nicolau se levantou com o pau duro e ereto. Aproximou-se da namorada por trás. Puxou os cabelos dela para o lado e começou a beijar sua nuca, descendo os beijos pelas costas e fazendo uma trilha de saliva até chegar à beira da bunda. Puxou o biquíni para baixo e abriu as nádegas dela, afastando aquelas colinas de carne macia para ver de perto aquele enorme cu piscando tão rápido que demonstrava o quanto ela estava tensa.
— Não existe um cu tão lindo quanto o seu, Dóris... — disse ele, enfiando a cara na bunda da namorada e se lambuzando daquele cu apetitoso.
— Oh, Nicolau... — gemeu Dóris, tremendo toda ao sentir a língua do namorado em seu cuzinho.
“Meu Deus, o que diabos tá acontecendo aqui?”, pensou novamente Bernardo, não aguentando o membro dentro da calça. Quando percebeu, já estava com a mão dentro dela, excitado com aquilo. Era muito melhor do que um vídeo pornô.
Melissa desceu os beijos pelo queixo da amiga, deixando um rastro de saliva pelo pescoço suado de Dóris, passando a língua pelos ombros largos e descendo até os peitos, puxando o biquíni, onde ainda se via a marca da roupa.
— Melissa, o que tá fazendo? — perguntou Dóris.
Dóris sentiu a chupada nos seios. Sua amiga sugava seus mamilos duros. Ela segurou firme os cabelos negros e lisos de Melissa, gostando de ser mamada e, ao mesmo tempo, adorando a lambida no cu. Quando Melissa desceu a mão até a buceta da amiga, era como se Dóris estivesse num sonho, adorando aquela sensação única e, ao mesmo tempo, tão estranha.
Nicolau levantou ainda com o gosto do cu de Dóris na boca. Ele puxou a namorada até a cama, jogando-a sobre o colchão.
— Melissa fica por baixo, Dóris em cima, as duas abraçadas... isso, assim, tá perfeito. Continuem se beijando como duas lésbicas safadas e pervertidas.
Nicolau foi por trás da namorada, metendo na buceta dela. Dóris mal conseguia falar; sentia a buceta ser fodida ao mesmo tempo em que beijava a amiga intensamente. Nicolau teve uma ideia e acabou indo ao banheiro. Ao voltar, viu as duas esfregando uma buceta na outra.
— Isso, Dóris, é assim que se faz... assim que as lésbicas fazem sexo... — disse Melissa, continuando a esfregar a buceta na da amiga.
— Oh meu Deus... que coisa boa... nunca senti tamanho prazer como agora...
Dóris se contorcia toda na cama, sentindo seu clitóris ser esfregado contra outro clitóris. Por pouco ela não teve um orgasmo.
Nicolau chegou, acabando com a diversão das duas.
— Fique de quatro, Dóris.
Dóris se ajoelha na cama e olha por cima do ombro para o namorado.
— Vai comer de novo a minha buceta?
— Melhor que isso... vou comer o seu cuzinho virgem — disse Nicolau, passando gel lubrificante no rabo da namorada.
Dóris ficou nervosa, se ajoelhou assustada e olhou para o namorado.
— Por favor, Nicolau, não... no cuzinho não...
— Chega, cansei de esperar. É o momento perfeito, até romântico. Vamos, Dóris, me dá o seu cu.
— Já conversamos sobre isso. Tem que ser um momento especial.
— É um momento especial, porra. Não vê que estamos no final da Copa do Mundo? O Brasil pode ser hexacampeão a qualquer momento. Existe momento mais especial que esse pra tu dar o cu pela primeira vez?
— Nicolau tem razão, Dóris. — disse Melissa.
— Está bem... eu também tava louca pra perder a virgindade do cu. Tá bom, Nicolau, vou liberar o meu cuzinho. Mas promete que vai fazer devagar? Tenho medo de doer...
— Pode deixar comigo...
Nicolau passou saliva no cuzinho da namorada, lubrificando. Aproximou o pau da entrada; bastou encostar a cabecinha para Dóris reclamar.
— Aiii, Nicolau...
— Calma, eu nem entrei. Relaxa, se acalma... Melissa, masturba sua amiga, deixa ela bem excitada.
Melissa se abaixou por baixo da amiga e passou a mão na buceta dela, tocando o clitóris. Enquanto isso, Nicolau se preparava, entrando devagar naquele orifício tão apertado. No começo não foi tão fácil; demorou para entrar, pois a cada investida do pau Dóris gritava e reclamava.
"Puta que pariu... minha irmã da dando o cu... isso é loucura..." disse ele batendo punheta enquanto via aquela cena atrás da porta.
Aos poucos, aquele cu foi se acostumando com o cacete de Nicolau, num vaivém lento e, ao mesmo tempo, tenso. Nicolau cumpriu sua promessa; foi devagar no começo. Assim que o ânus foi perdendo as pregas e se acostumando com aquela pica grossa, ele aumentou o ritmo.
Dóris, bastante excitada, aos poucos foi perdendo o nervosismo. Entre os beijos da amiga e a mão em sua buceta, ela foi sentindo a pica entrar e sair mais rápido em sua bunda. Sentia os testículos do namorado baterem nela por trás, fazendo um barulho forte e alto.
— Aaaah, porra... que gostoso... não sabia que era tão bom dar o cu...
Dóris, de repente, sentiu todo o corpo tremer, como se tivesse levado um choque. Não conseguia controlar as pernas, que pareciam ter vida própria, tremendo sem parar. Seus olhos viraram e ela sentiu um intenso prazer invadir seu corpo, soltando um grunhido alto enquanto caía sobre a amiga.
— Caralho... o que foi isso? — disse Dóris, ofegante, tentando se recuperar.
— Foi um orgasmo, amiga... nunca sentiu isso antes?
Dóris abriu um sorriso, relaxando. Nicolau tirou a pica da bunda da namorada, já terminando com uma bela gozada, na qual se via o gozo escorrer pelo cuzinho de Dóris.
Nicolau foi até o banheiro, limpou o pau e voltou pra cama.
— Falei que seria algo bom. Agora não tem mais cu virgem... — ele deitou ao lado da namorada, massageando a bunda dela. Aproximou-se e beijou sua bunda. — Agora que seu cu se acostumou, vou comer bastante.
— Eu tô tão feliz de ter perdido a virgindade do cu... — disse Dóris, abraçada com a amiga na cama, ainda tentando se recuperar do orgasmo.
Bernardo aproximou mais pra ver a bunda da irmã, aproximou dando que desequilibrou e caiu dentro do quarto ainda segurando o seu pau duro.
— Olhar que temos aqui. Bernardo, o voyeur. — disse Nicolau rindo.
— Irmão, seu pervertido de merda. O que faz espiando? — disse Dóris vestindo o biquíni.
— Deixa o menino, não ver que ele dá apenas curioso. Então Bernardo, aproveitou a cena? Deu pra dar uma bela gozada?
Bernardo saiu envergonhando dali sem responder nada e foi por quarto esconder a vergonha em ser descoberto, mas ainda com o pau duro com aquela cena.
No fim daquela tarde ouviu um intenso grito de comemoração. O brasil tinha ganhado o hexa, e mesmo tempo Dóris por outro lado comemorava por der perdido a virgindade do cu.