Eu sou uma mulher de muita sorte. Meu marido me ama, me apoia, meus filhos também. E isso é tudo o que importa. Eu sempre me defini como uma mulher livre. Convenções sociais? Essas eu uso só pra limpar o chão quando derrubo café.
Depois daquela conversa quente na sala, os meninos perderam completamente a vergonha na cara. No dia seguinte, desci só com o camisetão branco velho, mas dessa vez nem tentei puxar a barra pra baixo. Sabia que ia ser inútil.
Estava fritando ovos quando o mais velho sentou à mesa e já foi direto:
— Mãe, hoje tá sem calcinha de novo, né?
— Claro que tô, filho. Calcinha de manhã é coisa de quem não sabe viver — respondi, rebolando de leve enquanto mexia a frigideira.
Ele ficou um tempo em silêncio, depois soltou com a voz meio rouca:
— Mãe… ontem à noite… que barulho era aquele todo vindo do quarto de vocês?
Eu ri alto, virando pra ele com a espátula na mão.
— Barulho? Qual barulho, filho? A gente tava assistindo filme?
— Filme o caralho… Parecia que o pai tava te matando e você tava gostando.
— Ah, aquilo… — falei, rindo. — Seu pai tava me comendo gostoso, ué. Do jeito que eu gosto.
— Caralho, mãe… dava pra ouvir tudo. Você gemendo, ele te chamando de safada…
— E eu sou, né? Adoro quando ele me chama de puta enquanto mete fundo.
— Parecia que a cama ia quebrar. A cabeceira batendo na parede…
— Bateu mesmo. Eu tava de quatro e ele me segurando pelo quadril. Metendo forte pra caralho.
Ele já estava visivelmente duro na bermuda. Eu sorri, maliciosa.
— Olha só… ficou de pau duro só de lembrar da mãe gemendo?
— Mãe… para.
— Por quê? Tá envergonhado? Olha o volume aí. Tá latejando.
— É que… você gemia tão gostoso. Parecia que tava gozando sem parar.
— E gozei. Três vezes. Duas na buceta, outra quando ele meteu no cu.
— Puta merda… no cu também?
— No cu também. Ele adora arrombar a bundinha da mãe de vocês.
— Vocês não têm noção do barulho que fizeram…
— E por que teríamos? É a nossa casa. Se a mãe tá levando rola bem dada, tem que gemer mesmo.
— Eu fiquei ouvindo tudo… não consegui dormir.
— Coitadinho. Deve ter ficado com o pau duro a noite inteira, né?
— Fiquei… bati duas punhetas pensando nisso.
Eu ri, debochada, me aproximando da mesa.
— Duas? Que menino esforçado. E gozou pensando na mãe sendo arrombada?
— Caralho, mãe, você é terrível.
— Sou mesmo. E olha que filho sincero eu criei.
O caçula chegou logo atrás, ouvindo o final da conversa.
— Eu também ouvi tudo — disse ele, já sentando. — Os gemidos, os xingamentos, a cama rangendo, a cabeceira batendo na parede, os grunhidos do pai…
Eu ri, achando graça da cara dele.
— Olha só… o caçula já tá aprendendo bem o linguajar da casa. Tá ficando taradinho igual ao irmão.
— É verdade, mãe. Quem não ia gostar de ouvir isso? É um lar feliz, todo mundo comendo e deixando os outros ouvirem a alegria.
— E foi bom mesmo. Seu pai me fodeu até eu não aguentar mais.
— Com certeza estimulou meus hormônios. Eu bati punheta ouvindo vocês… — confessou o caçula, sem filtro.
— Claro que bateu. Vocês dois são uns pervertidos assumidos.
— Mas é culpa sua. Você que anda pelada pela casa o dia inteiro.
— E vocês que ficam com o pau duro o dia inteiro olhando pra mim.
Ele se sentou à mesa já com a mão dentro da bermuda. Nem disfarçou. Começou a se masturbar devagar, olhando fixamente pra minha bunda.
Eu virei o rosto, erguendo uma sobrancelha:
— Nossa, já começou o expediente? Nem esperou esfriar o café?
— Tá difícil prestar atenção em outra coisa, mãe… essa bunda balançando na minha frente — murmurou ele, sem tirar a mão do pau.
O mais velho não aguentou e também baixou a bermuda até o joelho. Os dois sentados à mesa, punhetando descaradamente enquanto eu terminava de preparar o café.
Eu ri, debochada, e me inclinei sobre a mesa pra colocar o pão, deixando o camisetão subir até a cintura, mostrando tudo:
— Olha só pra isso… dois machos batendo punheta no café da manhã pra própria mãe. Eu criei poetas ou tarados?
— Tarados — respondeu o mais velho, acelerando o movimento, olhos grudados na minha buceta. — Mas a culpa é sua. Olha esse rabo balançando…
Eu me virei de costas, abri um pouco as pernas e falei por cima do ombro:
— Então aproveita o visual, vai. Mas não goza no meu pão, hein? Isso aí já é falta de educação.
Os dois gemeram quase ao mesmo tempo. Fiquei ali, mexendo o café, sentindo o olhar deles queimando enquanto se masturbavam furiosamente.
Fingi uma bronca, cruzando os braços embaixo dos peitos:
— Vocês são uns safados sem limite.
— De quem será que a gente puxou isso? – respondeu o mais novo, a mão trabalhando o pau sem misericórdia.
— Quando o pai chegar, vou contar tudinho — falei, fingindo bronca. — “Amor, seus filhos estavam na cozinha batendo punheta pra mãe deles. Um escândalo!” Ele vai rir, mas vocês vão ficar de castigo.
Os dois não aguentaram mais. Gemeram alto e gozaram quase juntos, jatos grossos caindo nas próprias barrigas e coxas. Fiquei olhando, com as mãos na cintura, camisetão ainda levantado.
— Que lindo… dois jatos matinais. Agora limpem essa bagunça e lavem as mãos antes de comer. Aqui ainda é uma casa decente… mais ou menos.
Eu me virei de novo pra pia, rindo por dentro, sentindo aquela deliciosa mistura de poder, tesão e deboche.
Liberdade é isso. Ter dois filhos grandes batendo punheta pra você na cozinha e ainda poder mandar neles pra lavar a louça depois.
E o melhor? Eles obedecem. Porque no fundo, eles sabem: a mãe é livre… mas quem manda na porra toda sou eu.
