AVISO: conto fictício criado com assistência de Inteligência Artificial a partir de sugestão –e posteriores refinamentos– do autor (para um toque mais humano, e safado, neste rs)... espero que se delicie e (seu feedback me ajuda) me deixe saber o que achou com seu comentário...
Ramona e Ricarda (nomes exóticos, não? Mais ainda foi a surpresa com elas) eram minhas alunas particulares de Matemática desde setembro. Ambas morenas, esguias, com (estimo eu) seus 1,70m, rostos, sorriso e corpinho bonitos, de colégio de alto padrão na zona Sul, apesar de ótimas (desconfiava que um tanto preguiçosas) estavam 'perigando' em Matemática (se reprovassem, teriam de trocar de escola) - imaginem a tensão de ambas...
Com aulas já correndo, soube que também poderiam ir pra recuperação em Física e, um mês e meio antes das provas finais, passei a ter mais aulas com elas, o que nos aproximou mais ainda.
Gêmeas muito parecidas, na personalidade e atitudes eram o oposto. Ramona era muito tímida e insegura; quase não falava na aula, mais nos tópicos que não entendia. Ricarda já era expansiva, interagindo bem, resolvendo exercícios rápido e, por vezes, nos assuntos em que a irmã tinha dúvidas, corrigia ela sem tato algum (e aí Ramona travava ainda mais) * por mim, parecia que Ricarda nem precisava de aula mas acho que se divertia em esculhambar a irmã publicamente... eu percebia isso e 'acolhia' mais a Ramona, mostrando como fazer, e vendo ela sorrir feliz ao aprender e evoluir...
Nossas aulas faziam muitos exercícios depois de verem que a teoria era fáci e eu mostrar como fazer e uns macetes, entre piadinhas leves para quebrar a tensão. Elas evoluíam na matéria enquanto se divertiam, as aulas eram sempre agradáveis; e mais quando soube que passaram direto, me agradecendo a ajuda, enquanto lhes dizia que ficava feliz (não há melhor reconhecimento para um professor que ver seus alunos se superando) e que boa parte do mérito era delas; afinal se esforçaram por aquilo e conseguiram; e ficavam mais alegres me enchendo de elogios e mais agradecimentos por terem ido pro terceiro ano...
Virou o ano (agora ambas com 18 anos - vale observar!) e, logo no início (em fevereiro ainda) me buscaram pedindo aulas... começaram com matéria difícil e estavam preocupadas... e lá voltei eu para mais aulas com ambas, notando algo curioso: agora era Ramona quem entendia bem a matéria e Ricarda estava perdida... e a irmã não sacaneava a outra mas estava orgulhosa de saber a matéria - agora me parecia que era Ramona quem não precisava de aula rs... mas fomos seguindo, com ela até me ajudando com a irmã, entre nossas pausas para fofocas, risadas, macetes... e boas notas vindo (ufa!) rs...
Nem imaginava o que poderia acontecer até que, em um dia já chegando no prédio delas, Ramona me pede para remarcar a aula!!! Comentei que já estava na portaria e não teria como. Ela diz que a irmã saiu com a mãe e não chegariam cedo, estando só ela em casa... perguntei se era problema termos a aula só nós (para não perdermos a viagem) e ela, hesitando, falou que a mãe preferia ter outras pessoas na casa quando em aulas - o que eu entendia perfeitamente - e, quando (a contragosto) cancelaria, ela pediu que eu aguardasse um pouco... e uns 10 minutos depois, pediu que subisse!?! Fiquei com cara de dúvidas pro celular mas fui...
E, reforço, não imaginava, nem um mínimo, o que se seguiria...
Diferente do normal, que era a Ricarda me receber com um sorriso, e encontrar Ramona vindo pra mesa na sala se sentar conosco enquanto Ricarda fechava a porta, dessa vez foi Ramona quem abriu mas não a única coisa diferente...
Ramona parecia 'arrumada demais' naquele dia para uma aula... em geral, ambas ficavam mais à vontade comigo; e, neste ano (talvez pelo calor?) até bem mais, com camisetas e shortinhos ainda mais curtos e tentadores nelas... mantinha profissionalismo em evitar 'secar' seus corpos deliciosos e tenros (imagina duas gatinhas, 18 aninhos, com roupas mínimas "pagando peitinho" ou "cofrinho" pra mim, 'cavadas' na buceta e bunda delas - quando saíam da sala para pegar água ou algum material, via a polpa das nádegas arrebitadas delas)... elas não eram assim ousadas no ano anterior mas neste vinham ficando mais e mais (não pensava em nada 'pra mim' - eu? Um coroa? Nãaaaooooo) e deixava fluir... Mas...
Ramona estava 'arrumada (e sexy) demais' naquele dia - talvez tivesse um 'date' após a aula - e tentei passar ar de 'neutralidade' após apreciar ligeiro aquela menina já mulher ali. Dava gosto ser minha aluna (o lado professor segurava o safado em mim)...
A porta se fecha e a atmosfera muda. Ela vem e me dá um abraço colado (demais - o corpo TODO junto ao meu, os seios no meu peito, a barriga 'tanquinho' com a minha, uma coxa entre as minhas, os braços me envolvendo bem junto dela) agradecendo por entender, se desculpando pela hesitação em me deixar subir, e dizendo que achou bom "termos a oportunidade..." - logo complementando "...da aula"!?!?...
Eu não entendia nada ali mas notei seu calor corporal; em especial nas 'partes baixas'... aquela morena não é só uma aluna, é uma tentação visual - e física... eu ainda me perdia e tentava me conter no tesão que poderia subir enquanto a observo rapidamente de novo: corpo impecável, curvas de mulher, pele acetinada, a boca linda sorrindo; e... me 'desconecto' de devaneios antes que me dominem continuando como 'o professor' e assumo o comando:
— Vamos sentar, Ramona...
Ela percebe que quero dar aula, que não saquei nada e começa o que não esperaria. Quase como uma gata no cio, me abraça de novo (eu, zonzo, correspondo) e então, após me suspirar que adora como eu cuido dela nas aulas, me cheira o pescoço, e em seguida lambe e mordisca minha orelha, me arrepiando todo, enquanto suas unhas arranham de leve minhas costas... aí não deu mais... o pau subiu na hora se inchando todo enquanto Ramona se aproveitando (de mim, minha ingenuidade, sei lá) se esfrega em mim, inclusive seu ventre no meu, agora sentindo o volume sob minha calça. Quando tentei evitar: "Ramona, nós não pod..." ela põe um dedo na minha boca e retruca:
— Podemos sim, professor; e temos bastante tempo. Eu ia sair com um garoto que me deixou na mão depois da aula e ele me deu o cano e não quis ficar assim...
Então cola seus lábios nos meus, busca minha língua, gulosa, enquanto me 'junta' ainda mais naquele abraço, que já correspondia de todo e a puxava para mais junto de mim...
Não consiga acreditar naquilo. Bêbada ela não estava. Não parecia drogada também. Eu era um cara mais carinhoso com ela nas aulas sim mas não seria motivo... deixei pra lá... Aquele nosso beijo começou com meus olhos esbugalhados pela surpresa, meu coração acelerado, meu pau pulsava duro na cueca, certamente me babando todo, enquanto Ramona, sôfrega, de olhos fechados, não me soltava...
Ainda inebriado com tudo aquilo, me lembrava ser a última aula de meu dia; e então -foda-se!- eu também teria tempo 👿 rs... e a agarrei apertando-a mais junto ainda, ao que ela suspirou e gemeu gostoso em meio ao nosso beijo (pqp!!! Me excita profundamente mulher que, no beijo, suspira e geme, confirmando se deliciar ali)...
Comecei a também passar as mãos nela, tudo sem soltarmos nossas bocas. Tinha medo de ela, ou eu, dizer "melhor pararmos" e sair correndo dali mas ela demonstrava justo o contrário, e minhas mãos se deliciavam em seu corpo gostoso enquanto ela se mantinha abraçada a mim com sua língua se enroscando na minha - algo totalmente inesperado...
Ela estava tão excitada quanto eu e, numa dessas 'juntadas', senti algo diferente lá embaixo... já havia achado estranho quando passei a mão na sua bucetinha, por cima do shortinho justinho que ela usava (achei um tanto 'volumoso' rs) mas agora sentia algo maior que ela esfregava em meu pau duraço sob minha calça... Ramona era uma mulher trans!? Nãaaoooo... sério? Meu tesão subiu com a surpresa (mais essa) e meu pau já quase saía da calça de tão duro e esticado (por vezes, as cuecas não aguentam o tamanho da minha pica, escapando delas) enquanto sentia aquele pau dela — grande, quente, rígido, latejando — pressionar contra o meu.
Rapidamente for do choque de descobrir Ramona (literalmente) "TRANS-formada" com um tesão ainda maior, vi ela com aquele sorriso que conhecia, agora com um batom vermelho provocante.
— "Professor...", ela sussurrou, e aquela palavra me deu o aval que eu precisava. Não estava ali para ensinar nada, estava ali para dominar...
E a peguei pela cintura, juntando-a bem comigo trazendo-a para bem perto:
— "Esquece o 'professor', Ramona. Hoje você é minha."...
Vi ela estremecer e seus olhos brilharem quando voltou a me lamber o pescoço, descendo com beijos enquanto suas unhas arranhavam minhas costas por cima da camisa, e ia se esfregando em mim me deixando sentir aquele pauzão dela — que, nas aulas, eu nem imaginava existir — duro contra minha coxa .
A afastei por um momento, até para respirarmos um pouco...
— "Você é uma trans. Que surpresa"
ao que ela, sorrindo (pois certamente viu minha surpresa antes, com meu pau crescendo e endurecendo ainda mais contra o dela) disse
— "Sim, professor; e há muito tempo sonhava ter isso de agora" e me beijou gulosa de novo; enquanto eu, mais uma vez, com meus olhos esbugalhados pela surpresa, apreciava o contraste daquele corpinho feminino dela com nossas "armas" pulsando entre nós... o combustível de um tesão extremo.
Ela sabia como me atiçar. Ramona se soltou do abraço, deu dois passos e se vira de costas pra mim. O que vejo é uma cinturinha, bunda de mulher, redonda, cheia, firme, sem quaisquer traços masculinos/quadrados de uma de homem... E ela olha, de canto de olho por sobre os ombros, com outro sorriso safado e diz "será que podemos?" enquanto se curva, apoia as mãos nos joelhos e empina aquela raba gostosa, oferecendo-a, e vai abaixando o shortinho... e eu me aproximo para alisar ela enquanto desabotoo minha camisa social...
Ao descer o shortinho, surge uma calcinha mínima, preta, linda, fina como um fio dental, o cuzinho rosado bem no meio daquelas bochechas macias. Ali, naquele ângulo, nem conseguia lembrar de ela ter um pau; a imagem é de uma fêmea pronta para ser sodomizada pelo seu macho. PQP. Devo estar delirando!!!
Eu me aproximo mais ainda, sinto o calor daquele corpo moreno. Minhas mãos apertam sua bunda com força, enquanto me delicio com o contraste de nossas peles. Visão de pura fêmea com um "segredo" delicioso na frente que deixava tudo mais tesudo.
Ramona queria me ver perder o controle; se vira pra mim de volta e, ainda agachada, me olhando lá de baixo, desfaz meu cinto com agilidade e logo abaixa minha calça e cueca juntas... sinto o cheiro dela (perfume gostoso que ela usa nas aulas) e meu pau pula para fora, direto na cara dela, saculejando de tão duro; enquanto suas mãos apertam minha bunda com força, ela geme baixo, pedindo por mim...
— "Professssssoooooooooorrrrrr, que delícia você"...
E, sem perder mais tempo, começa a me lamber a pica, da base até a cabeça, circulando a glande com aquela língua quente antes de engolir tudo de uma vez, o que fazia com vontade de quem esperava aquilo há anos. Eu via os longos cabelos dela balançando entre minhas pernas e meu prazer subindo, mas queria o banquete completo.
Ramona quer me 'servir' primeiro rs.... e, enquanto ajoelhada à minha frente, com um olhar lá de baixo cheia de safadeza, me suga forte passando as mãos no meu saco, minhas pernas, meu peito; volta uma mão para segurar meu pau mas vez ou outra o solta (com uma experiência que me surpreende - tão nova e já chupa assim? PQP! Tesão)... O som da sucção preenche a sala. Ela usa as mãos para massagear minhas bolas enquanto a garganta dela engole meu pau...
— "Ramona, sua tesudaaaaa... adoro ser chupado assim"...
Ela me olha de novo nos olhos enquanto chupa, garantindo que você veja o prazer que ela tem em te servir. Não aguento por muito tempo... adoro ser chupado, ainda mais tendo minha vara socando uma garganta se apertando profunda nele... e Ramona parece estar disposta em me esgotar, engolindo e tirando meu pau até quase sair para respirar um pouco e engolir de novo, por vezes arqueando o corpo, como se fosse vomitar, mas sem soltar meu pau... até que aviso
— "Vou gozar, Ramona... vou gozar, minha aluninha safada.... que tesão"... e eeeeeencho aquela boca... ela tira meu pau ainda gozando, puxa a blusinha de tirinhas pra baixo e põe meu pau entre suas tetinhas lindas melecando eles todos...
Nesse momento o jogo vira para o que eu (agora entregue e aceitando toda aquela luxúria louca) mais queria: nosso 'banquete'... Comigo no 'comando', a puxo para cima do grande sofá que tem naquela sala - é minha vez de ser o 'predador', não mais o 'professor' rs - e falo pra ela deitar-se enquanto dou meu pau para ela chupar, e - vendo agora claramente aquele pau dela - levei um susto... era grande, grosso e latejava como se tivesse vida própria rs... - me deito junto e passo a também chupar aquela pirocona gostosa.... puxo ela pra cima de mim e, sentindo o peso daquele corpo gostoso, passo as mãos nele todo e, começo a 'dedar' aquela bunda deliciosa perto do seu rosto, enquanto socamos nossos paus um na boca do outro. Eu, vez ou outra solto daquele pau (ela não, continuava me chupando, dizendo que quer mais do meu leite - safada) e mergulho a língua no cuzinho dela, explorando cada milímetro, sentindo-a estremecer inteira.
Agora a Ramona estava por cima de mim, com aquela bunda maravilhosa na altura do meu rosto. Eu mergulhei a língua no verso dela, sentindo-a se contorcer, enquanto minhas mãos buscavam a frente. Comecei a punhetar aquela 'peça' com força, sentindo as veias daquele pau pulsarem, enquanto ela me punhetava quase me fazendo ver estrelas. O visual era o paraíso: eu via o meu pau duro nas mãos dela sumindo na boca da Ramona, enquanto eu a punhetava e lambia seu brioquinho fechadinho. O ritmo ficou insano. Eu estava no controle, ditando a velocidade com a mão e a boca. Ramona começou a gemer o meu nome, o corpo todo tremendo, as pernas dela perdendo a força sobre meus ombros. Eu senti que o reservatório dela estava cheio rs... .e não parei.
— "Professor, assim eu vou gozar!", ela gritou abafado.... e continuou:
— "Agora não... quero você junto"...
Só respondi "Agora sim, minha aluna safada... seu professor é quem manda aqui"... e ela não se aguentou...
Foi a explosão mais farta que já senti. O pau da Ramona deu três solavancos violentos e descarregou um leite quente e farto direto na minha barriga. Passei as mãos e levei à boca, tomando o que podia. Ficamos ali, com ela agora deitada sobre mim, colados pelo gozo dela e pelo suor, os corpos exaustos depois daquela farra que nenhuma sala de aula poderia explicar rs... mas ainda tinha mais...
CONTINUA...
