Com o passar do tempo minha relação com Yeon-In foi se tornando mais intensa e consistente, havendo períodos em que ela passava mais tempo ao meu lado do que em casa com seu marido; e cada novo encontro significava uma nova experiência em que ela era a cobaia sujeitada ao meu deleite; e houve uma ocasião em que eu joguei pesado exigindo que ela desse um jeito de passar o final de semana comigo; inicialmente, Yeon-In mesmo mantendo a postura acanhada de costume relutou suplicando para que eu compreendesse o quanto isso poderia comprometer seu casamento, e eu me mostrei bastante inflexível. "Escute aqui sua depravadinha! Preste muita atenção no que vou dizer ..., você me pertence, entendeu? É meu brinquedinho e vai fazer tudo que eu mandar ..., então dá seu jeito!", alertei com tom hostil; Yeon-In permaneceu de cabeça baixa, apertando as mãos contra o ventre postura que continuou por algum tempo antes que ela cedesse respondendo que contornaria a situação com seu marido.
Na noite de sexta-feira, ao descer para a garagem do edifício dei com Yeon-In sentada no banco de sua scooter trazendo uma mochila nas costas; olhei para ela que mantinha a mesma postura acanhada e observei a roupa que trajava parecendo uma típica colegial daqueles mangás com direito a saia azul-marinho com pregas, blusão da mesma cor, meias três quartos brancas e sapatos pretos sem salto, um conjunto pra lá de excitante; entrei no meu carro e toquei a buzina chamando sua atenção vendo-a erguer o rosto abrindo um sorrisinho tímido, se levantar e caminhar em minha direção; dentro do carro trocamos olhares muito mais expressivos que palavras. Partimos para uma pequeno sítio de propriedade de um amigo onde poderíamos desfrutar de toda a liberdade que precisaríamos naquele fim de semana cheio de possibilidades.
Muito antes de nossa chegada eu já havia preparado o local para nossa diversão, inclusive com algum estoque de alimentos e bebidas, e ao descermos do carro notei a expressão de felicidade contida estampada no rosto de Yeon-In, que mesmo cheia de expectativa ainda guardava um certo recato receoso. Nos instalamos e antes de mais nada, mandei que ela tirasse a roupa exibindo-se para mim; observei-a atentamente e como primeiro gesto exibi a coleira de couro que ostentava seu nome gravado em uma pequena placa de bronze. A safadinha me surpreendeu abrindo um sorriso iluminado ora apreciando o apetrecho, orando mirando meu rosto com um ar exultante; de forma quase cerimoniosa coloquei a coleira em torno do pescocinho lindo de Yeon-In que fez questão de correr até o espelho mais próximo para apreciar o resultado.
Mais tarde estávamos na sala ouvindo uma boa música após uma refeição leve acompanhada de um vinho chileno comigo nu sentado no sofá e Yeon-In ajoelhada entre as minhas pernas com sua cabeça pousada sobre suas mãos cruzadas em cima da minha coxa fingindo cochilar docemente; para quebrar o momento mandei que ela beijasse meus pés e chupasse todos os dedos o que Yeon-In obedeceu com sorrisos se pondo de joelhos e tomando um dos pés que passou a beijar e lamber antes de chupar todos os dedos, gesto que ela repetiu com o outro pé guardando no rosto uma expressão de êxtase; finda a tarefa trouxe Yeon-In para o meu colo encaixando o bruto entre suas pernas possibilitando que ele roçasse a vulva que já estava quente e úmida fazendo com que ela soltasse gemidinhos suspirados. Brinquei com seus mamilos durinhos antes de chupá-los com sofreguidão ao som de mais gemidos inspirados; com o membro fazendo estripulias ao longo da vulva aproveitei para esfregar o clítoris que pulsava ansioso gesto que resultou em Yeon-In gozando sem parar com seu corpo tremelicando involuntariamente; notei em seu rosto um ar de êxtase incontido como se a manipulação de seu corpo utilizado como mero objeto de prazer fosse mais que suficiente para fazê-la obter um inexplicável e delicioso prazer instigador.
Após uma boa diversão fiz que ela ficasse de joelhos e engatinhasse atrás de mim até chegarmos ao batente da porta do quarto que guardava uma trave presa nas laterais de onde pendia uma corrente em cuja ponta havia um par de algemas; ao ver aquele dispositivo diante dela Yeon-In exibiu um olhar faiscante e cheio de expectativa sabendo que seria usada de uma maneira nova e diferente; depois de erguer seus braços algemando seus pulsos obrigando que ela se equilibrasse na ponta dos lindos pezinhos vendei seus olhos explicando que era uma maneira de tornar a experiência ainda mais eletrizante. Permaneci imóvel por alguns minutos apenas observando a respiração quase arfante de Yeon-In que por sua vez mordiscava os lábios não escondendo sua imensa ansiedade; tomei então uma chibata de montaria e comecei a esfregá-la lentamente sobre a pele de Yeon-In que reagiu ficando arrepiada impondo que ela tremelicasse involuntariamente.
Antes de qualquer coisa sussurrei em seu ouvido com tom suave que o castigo não era uma questão de força mas sim de intensidade do contato e enquanto murmurava essas palavras eu passava a ponta da chibata no ventre dela descendo lentamente exigindo que ela abrisse as pernas o que obedeceu com certa dificuldade já que seu equilíbrio estava comprometido; no instante em que passei a ponta achatada do apetrecho na vulva de Yeon-In ela reagiu soltando um gritinho longo e agudo esforçando-se em manter a ponta dos pés no chão tomada por contorções involuntárias diante do êxtase que varria seu corpo e sua mente; observando essa deliciosa reação insisti no gesto esfregando a bucetinha dela com a ponta da chibata levando a nipocoreana a um outro estágio de desfrute sensorial onde seu corpo obedecia apenas ao meu comando e ao manuseio da chibata.
Sem aviso cessei a esfregação para logo em seguida encetar uma sequência de golpes contra a vulva ampliando ainda mais o prazer que assolava o corpo de Yeon-In que não tinha mais controle sobre suas reações deixando o peso de seu corpo ser suportado pelos pulsos aprisionados; cada golpe era medido em que eu usava apenas a força do meu pulso obtendo um estalido molhado que me deixava cheio de tesão, naquela mistura exótica de doce punição; brinquei um bom tempo com o corpinho da nipocoreana e somente parei quando notei que seus pulsos não conseguiam mais suportar o peso de seu corpo rendido ao êxtase que sobrevinha como resultado do meu castigo.
Com muito cuidado libertei Yeon-In tomando-a em meus braços apoiando seu corpo contra meu peito num gesto protetivo; com os olhos marejados ela me fitava ostentando um sorriso dócil e carinhoso o que nos levou a uma troca ensandecida de beijos de língua. Fomos para o banheiro onde depositei o corpinho lindo e frágil dela dentro da banheira acionando a hidromassagem; passei a esponja macia ensaboando as formas delicadas de Yeon-In apreciando seus mamilos intumescidos e seus risinhos ainda encabulados. Cuidei também de secá-la avisando que iríamos para a cama; já no interior do quarto ordenei que ficasse de quatro sobre a cama enquanto besuntava o plug que introduzi ouvindo seus resmungos divertidos.
Nos encaixamos em conchinha comigo acomodando o bruto entre suas coxas chegando a roçar a grutinha tomando seus seios em minhas mãos com suaves apertões até adormecermos. Pela manhã fui acordado por ela aninhada entre minhas pernas lambendo o bruto que ainda se encontrava em estado de repouso; sem usar mas mãos ela o lambia como uma gatinha apreciando seu desejum matinal e eu me quedei observando enquanto pensava quais seriam as diversões daquele dia; depois de um tempo com o membro já enrijecido decidi brincar com ela. “Você é uma putinha abusada! Quem mandou fazer isso? Merecer ser castigada!”, disse eu com tom ameaçador segurando seu queixo para que ela me fitasse observando seu sorriso sempre dócil.
Nos levantamos e eu elevei seus braços e prendi seus pulsos nas algemas que pendiam na trave da porta do quarto, vendei seus olhinhos e fui ao encalço de um outro apetrecho; ao retornar conferi se o plug estava em seu lugar e aproveitei para esfregar meus dedos em seus lábios que logo foram chupados com sofreguidão me deixando pra lá de excitado; interrompi a diversão ordenando que Yeon-In abrisse as pernas o que foi prontamente obedecido; liguei o vibrador massageador e aproximei da bucetinha de Yeon-In encostando suavemente e já no primeiro contato a nipocoreana não conteve um gritinho histérico esticando-se na ponta dos pezinhos desfrutando de um gozo eletrizante; mantive o apetrecho próximo da grutinha fazendo Yeon-In soltar gemidinhos agudos e incansáveis contraindo os dedos das mãos e dos pés; eu me deleitava com as reações corporais dela acrescidas dos sons envolventes que aquela boquinha sapeca exalava com um hálito luxurioso e contagiante.
Castiguei aquela bucetinha por muito tempo combinando com beliscões em suas nádegas e chupões nos mamilos deixando Yeon-In em estado de absoluto êxtase contorcendo-se de tal maneira que parecia executar uma espécie de dança sensual e ao mesmo tempo alucinante, me levando a desejá-la ainda mais como o mais delicioso e obscuro objeto de prazer que um predador almeja e merece; nesse clima invadindo meu ser atirei o vibrador para longe e ali mesmo com ela ainda aprisionada pelos pulsos ergui seu corpo enlaçando suas pernas com meus braços enquanto encaixava o bruto endurecido na entrada da grutinha descendo lentamente …., a conexão carnal foi mais que perfeita comigo desfrutando da sensação de ter meu membro enluvado pela bucetinha quente e melada de Yeon-In e ela alucinada pela forma como eu a preenchia por inteiro.
Foi mais uma foda delirante em que eu usei o corpo dela como bem me aprouvesse ao mesmo tempo em que lhe concedi uma nova onda orgásmica tão alucinante quanto as demais a ponto de Yeon-In quase perder os sentidos e antes que isso acontecesse eu intensifiquei os movimentos de sobe e desce até capitular em um gozo estrondoso com jatos de esperma sendo lançados energicamente encharcando a bucetinha quente e ardente do meu doce brinquedinho nipocoreana. E mesmo com as pernas bambas e o corpo fraquejar me desengatei dela libertando seus pulsos das algemas e tomando-a em meu colo para levá-la ao banheiro para uma merecida ducha reconfortante.
Depois de saciarmos nossa fome leonina prendi a guia na coleira de Yeon-In e fomos para a sala onde ela se deitou ao meu lado no sofá pousando sua cabecinha em meu colo; acariciei sua pele aveludada e levemente fria me divertindo com os arrepios que meu gesto causava fazendo meu brinquedinho soltar risinhos encabulados. Um pouco mais tarde, coloquei-a de bruços em meu colo conferindo o plug que permanecia fincado no rabinho dela descendo até a grutinha que permanecia quente e úmida; ralhei como ela enquanto dava palmadas sonoras em suas nádegas até tê-las quentes e avermelhadas proferindo ofensas vulgares. "Você não vale nada, sua cadelinha abusada! Vive com essa bucetinha quente e lambuzada, louca pelo seu macho! Vou te castigar até você aprender quem manda e quem obedece, entendeu, vadiazinha!", eu dizia com tom ríspido e quase ofensivo estapeando as nádegas mesclado com beliscões dolorosos; Yeon-In reagia com gemidinhos prolongados, mas sem palavras deixando evidente sua obediência servil a mim. Terminamos a noite com Yeon-In tendo seus pés e mãos amarrados com força deitada em um enorme cesto de vime acolchoado ao lado da cama sendo obrigada e se pôr de joelhos toda a vez que eu exigia uma mamada punição que somente chegou ao fim quando ela obteve êxito em me levar ao clímax em mais um gozo estupendo.
Pela manhã, bem cedo, me antecipei a ela acordando e saindo da cama ansioso pelo último ato daquele nosso encontro luxurioso; preparei um café da manhã reforçado e depois fui buscá-la libertando suas mãos e pés e trazendo-a até a cozinha onde saboreamos o desejum; deixei-a lavando a louça e arrumando a cozinha enquanto conferia o celular certificando que tudo estava preparado. Voltei para a cozinha e peguei Yeon-In pela cintura abraçando-a por trás e cuidando de extrair o plug que a fez gemer de alívio e também de tesão; em seguida saímos da casa e fomos para um pequeno galpão que ficava bem ao lado, mas antes de entrarmos vendei seus olhos conduzindo-a para dentro acirrando a expectativa da nipocoreana depravada. O vento frio arrepiava sua pele elevando sua ansiedade pelo que estava por vir.
Dentro do galpão fiz com que se deitasse sobre um estrado alto de madeira rústica amarrando seus pulsos e tornozelos em cordas presas nas extremidades do estrado; fiquei em silêncio aguardando enquanto cinco homens negros nus surgiam de seus esconderijos ostentando suas ferramentas grandes, grossas e duras; assim que eles se puderam ao redor do estrado sinalizei para que um deles retirasse a venda dos olhos de Yeon-In; ela teve alguma dificuldade de lidar com luminosidade empobrecida do ambiente, mas logo se viu cercada por cinco machos excitados manuseando seus membros enrijecidos enquanto babavam ante a visão da nudez da pequena oriental. Dei um estalo de dedos e o espetáculo começou com eles libertando Yeon-In do aprisionamento e passando a apalpá-la com gestos grosseiros e abusados.
Não demorou muito para que Yeon-In estivesse com o membro de um deles enfiado em sua buceta, com outro em sua boca e outros dois manipulados por sua mãozinhas, ora gemendo com z voz embargada ou abafada, ora soltando gritinhos ao receber golpes contundentes em sua gruta que havia se alargado por conta do calibre da jeba que a perfurava impiedosamente. Os quatro sujeitos se revezaram fodendo Yeon-In sempre com uma luxuriosa agressividade tendo um deles, o mais avantajado, permanecido como mero espectador. Após mais de uma hora com quatro machos bem-dotados fodendo Yeon-In em uma delirante alternância, o quinto sujeito olhou para mim aguardando um sinal que dei estalando os dedos. A cadelinha foi então posta de quatro sobre o estrado com três deles assegurando que ela permanecesse imóvel enquanto o quinto homem subia sobre o estrado separando as nádegas de Yeon-In e salivando sobre o rego repetindo o gesto em sua ferramenta que chegava a brilhar.
O que se sucedeu foi algo deliciosamente inquietante quando o sujeito depois de umas pinceladas começou a perfurar o selo anal da nipocoreana que não conteve um grito lancinante sentindo o orifício sendo arregaçado para acomodar o bruto em seu interior. O sujeito, que parecia um animal, agia movido pelo instinto e após afundar o membro no selo rompido deu início a uma sucessão de socadas fortes, vigorosas e profundas alheio aos gritos e gemidos alucinados de Yeon-In que logo foi emudecida quando um dos sujeitos tomou posição enfiando sua pistola dentro da boquinha dela. Yeon-In foi seviciada até que todos os machos saciassem seu desejo preenchendo-a com esperma por todos os seus orifícios, propiciando a mim o direito de apreciar aquele espetáculo de pura e absoluta devassidão me deleitando com o resultado final. Terminada a sessão animalesca, dispensei os sujeitos, tomando Yeon-In no colo e levando-a de volta para casa; no trajeto eu olhava seu rostinho quase angelical observando o sorriso nele estampado. E pela primeira vez, com voz trêmula e entrecortada, ela me fitou e disse "obrigado"; caminhando pelo caminho de pedras hexagonais eu ainda me perguntava quem era a presa e quem era o predador. Ao longo daquele dia cuidei das feridas de Yeon-In arrebatado pela sua docilidade mesclada com sua safadeza.
