Jefferson namora Marina e fode seu irmão na surdina, pra namorada da carinho, pro viado da foda bruta.
Quando Marina viajou com a mãe para um retiro espiritual de fim de semana. A casa ficou só para Júlio.
No sábado à tarde, Jefferson passou na casa sem avisar. Entrou com a própria chave, jogou a mochila no sofá e chamou alto:
— Júlio! Vem aqui, capacho.
Júlio apareceu na sala, só de short e camiseta, o rosto já corando. Jefferson sentou no sofá, pernas bem abertas, olhando ele de cima a baixo.
— Sua irmã viajou. Vai pro quarto dela, abre a gaveta de calcinhas dela e veste uma fio dental bem pequena. Agora.
Júlio ficou parado, tremendo, o rosto queimando de vergonha.
— Jeff… eu… não sei se consigo…
Jefferson apenas ergueu uma sobrancelha e apontou o corredor com o queixo. Júlio obedeceu, pernas moles. Voltou minutos depois vestindo apenas a calcinha fio dental preta minúscula da irmã. O fio desaparecia entre as nádegas lisas, a frente apertada no pau e saco dele, já semi-duro de nervoso e excitação.
Jefferson sorriu devagar.
— Vira.
Júlio virou. Jefferson se levantou, deu um tapa forte na bunda, fazendo a carne macia tremer. Depois outro, mais forte.
— Ajoelha.
Júlio se ajoelhou no tapete. Jefferson abriu o zíper, tirou o pau grosso, pesado e já completamente duro. Segurou a cabeça de Júlio com as duas mãos e enfiou sem aviso, fundo, até sentir a garganta apertada resistindo.
Júlio engasgou violentamente, os olhos arregalando. O pau esticava os lábios dele ao máximo, invadindo a garganta quente e estreita. Jefferson começou a meter com estocadas longas e brutais, segurando a cabeça do cunhado como um objeto. O barulho molhado e obsceno ecoava na sala: gluck… gluck… gluck.
Baba grossa escorria pelos cantos da boca de Júlio, descendo pelo queixo em fios longos. O pau batia cada vez mais fundo. De repente, o corpo de Júlio convulsionou forte. Um jorro quente de saliva misturada com bile explodiu ao redor da rola, escorrendo pelo queixo, pescoço e peito dele enquanto Jefferson continuava fodendo a garganta sem parar, atravessando a sujeira.
O rosto de Júlio estava destruído: lágrimas escorrendo, olhos vermelhos, baba e vômito pingando no peito nu. Jefferson segurou firme, metendo mais fundo ainda, sentindo a garganta apertar desesperadamente ao redor da grossura.
Depois de longos minutos, Jefferson enterrou o pau até o limite e gozou, jatos grossos e quentes descendo direto pela garganta de Júlio. Parte da porra misturada com baba escorreu pelo nariz dele quando tossiu desesperado.
Jefferson tirou o pau devagar, ainda brilhando, e deu um tapa forte no rosto lambuzado de Júlio, fazendo a cabeça dele virar.
— Abre a boca, puta.
Quando Júlio obedeceu, Jefferson cuspiu grosso dentro, um cuspe longo e viscoso que caiu direto na língua dele.
— Engole.
Júlio engoliu, tremendo.
Jefferson apontou o sofá.
— De quatro. Empina.
Júlio subiu no sofá, empinando a bunda. Jefferson puxou o fio dental para o lado com um dedo, cuspiu várias vezes no cuzinho rosado e apertado. Encostou a cabeça grossa e inchada e empurrou com força.
O cu de Júlio resistiu no começo, depois começou a ceder. A cabeça grossa forçou a entrada, alargando o anel apertado de forma brutal. Júlio berrou alto, o corpo inteiro tensionando:
— Aaaahhh! Dói! Tá rasgando!
Jefferson não parou. Segurou a cintura fina com força e continuou empurrando, centímetro por centímetro, sentindo as paredes quentes e apertadas sendo abertas à força pela grossura da rola. O cu de Júlio esticava ao redor do pau, vermelho e brilhante, cedendo contra a vontade. Quando finalmente enterrou tudo, as bolas pesadas encostando na calcinha molhada, Júlio tremia inteiro, chorando, a respiração entrecortada.
Jefferson começou a meter. Estocadas longas, profundas e violentas. Cada saída tirava o pau inteiro, deixando o buraco aberto por um segundo, antes de socar de novo com força bruta. O sangue começou a aparecer, misturando com a saliva, tornando o pau rosado e escorregadio enquanto entrava e saía sem piedade.
Júlio berrava a cada estocada mais funda, a voz rouca e falhando:
— Ahh… por favor… tá doendo muito… para… não to aguentando …
Jefferson deu um tapa forte na nuca dele
—Cala a boca e toma piça, viado.
Jeff virou Julio pra comer ele de frente, viu o pau do moleque balançando mole enquanto socava no cu destruído , deu outro tapa na cara de Júlio agora, deixando a bochecha vermelha. Cuspiu de novo na boca aberta do cunhado enquanto metia sem parar, o pau destruindo o interior quente e apertado.
Julio só empinava mais a bunda, chorando e gemendo ao mesmo tempo, completamente entregue.
Jefferson acelerou o ritmo sem piedade, socando com fúria animal. O som molhado e carnudo de carne batendo contra carne ecoava alto na sala — plap, plap, plap — misturado aos berros roucos e chorosos de Júlio. Cada estocada profunda fazia o cu destruído do garoto se contrair desesperadamente ao redor da rola grossa, o sangue e a porra tornando tudo escorregadio e ainda mais obsceno.
Depois de longos minutos destruindo o interior quente e ferido de Júlio, Jefferson enterrou o pau até o fundo, as bolas pressionadas contra a calcinha fio dental molhada. Grunhiu alto e gozou forte, jatos grossos e quentes pulsando dentro do cu arrebentado, enchendo o garoto até transbordar. Ficou ali alguns segundos, saboreando o aperto agonizante ao redor da rola, antes de puxar devagar.
O pau saiu com um som molhado e obsceno, deixando o cuzinho de Júlio grotescamente aberto — vermelho vivo, inchado, piscando devagar porra grossa escorria pelas coxas trêmulas e pingava.
Jefferson se recostou no sofá, o peito subindo e descendo, o pau ainda semi-duro brilhando de porra e fluidos. Deu um tapa preguiçoso na bunda destruída de Júlio.
— Boa puta… Olha o estado desse cu. Todo arrombado pro macho da tua irmã.
Júlio ficou caído de bruços, tremendo, a respiração entrecortada, lágrimas escorrendo pelo rosto.
— Vai buscar uma cerveja gelada pra mim na cozinha, vadia. Anda.
Com muita dificuldade, Júlio se levantou. As pernas mal sustentavam o corpo. A calcinha fio dental estava completamente suja, o fio enterrado na bunda sangrando. Ele caminhou devagar até a cozinha, cada passo fazendo uma nova onda de dor latejar no cu destruído. Voltou com uma lata gelada, entregando-a com as mãos trêmulas.
Jefferson pegou a cerveja, abriu e deu um longo gole, olhando o cunhado de cima a baixo com um sorriso sádico e satisfeito — aquele sorriso arrogante que deixava claro o quanto ele estava se divertindo com a humilhação.
— De joelhos. Aqui na minha frente.
Júlio obedeceu, ajoelhando-se entre as pernas abertas de Jefferson. O pau dele, ainda sujo de sangue e porra, balançava pesado na frente do rosto do garoto.
— Abre bem essa boca de privada.
Júlio abriu a boca, a língua tremendo para fora, os olhos vermelhos e inchados de choro. Jefferson segurou o pau com uma mão, enfiou a cabeça na boca aberta e começou a mijar.
O jato forte, amarelo-escuro e quente saiu com pressão, acertando primeiro a língua de Júlio. O gosto forte, salgado e amargo invadiu a boca dele imediatamente. Júlio engasgou, mas Jefferson segurou a nuca dele com a outra mão.
— Engole, puta. Não derrama.
Júlio fechou os olhos com força e engoliu desesperado — o líquido quente descendo queimando pela garganta dolorida. Parte escorreu pelos cantos da boca, pingando no peito nu. Jefferson sorria largo, os olhos brilhando de prazer sádico enquanto continuava mijando.
O jato longo enchia a boca de Júlio. Ele engolia o mais rápido possivel, o som audível da garganta trabalhando, tossindo levemente enquanto o mijo quente e forte descia. O cheiro forte subia pelo nariz dele. Lágrimas novas escorriam enquanto ele bebia todo aquele mijo que parecia não acabar, algumas gotas do líquido transbordando e escorrendo pelo queixo, pescoço e barriga, pingando na calcinha fio dental.
Jefferson dava goles tranquilos na cerveja enquanto mijava, mantendo aquele sorriso cruel no rosto.
— Isso… bebe tudo, capacho. Olha pra você, todo lambuzado, bebendo o mijo do macho da tua irmã. Que puta nojenta você é.
Júlio continuava engolindo, totalmente desesperado, quase vomitando, o corpo inteiro tremendo. O jato diminuiu aos poucos até virar um fio. Jefferson bateu o pau molhado e sujo algumas vezes no rosto dele, espalhando as últimas gotas.
— Boa privada. Limpou direitinho.
Júlio ficou ali de joelhos, ofegante, boca aberta, o queixo e o peito encharcados de mijo, baba, porra, o cu latejando dolorosamente. Jefferson apenas sorriu, tomou o resto da cerveja e falou calmamente:
— Fica com essa calcinha suja o resto do dia.
Limpa a porra da sujeira que você fez na sala. Ainda dá pra te destruir mais antes de sua irmã voltar.
