Fui Estuprada Pelo Meu Cunhado Preso pt3

Um conto erótico de TATIANAPOLASTRO
Categoria: Grupal
Contém 1855 palavras
Data: 28/05/2026 12:25:50

Cheguei em casa já passava das dez da noite, o corpo pesado, as pernas fracas e aquela sensação pegajosa e fria de porra seca grudada em todo lugar. O carro ainda cheirava a sexo e suor masculino. Henrique não estava. O silêncio da casa grande me recebeu como um alívio e, ao mesmo tempo, como um peso.

Fui direto pro banheiro da suíte. Tirei o vestido vermelho destruído e fiquei nua na frente do espelho. Meu Deus… eu estava irreconhecível. Rosto inchado, maquiagem borrada, marcas roxas começando a aparecer nos quadris e nos braços. Os peitos melados, a barriga, as coxas e especialmente entre as pernas — tudo coberto de camadas grossas de sêmen que já endureciam. O cu ainda piscava devagar, aberto, latejando, escorrendo um fio fino e branco quando eu me mexia.

Entrei no chuveiro quente e lavei tudo com calma, quase obsessiva. Esfreguei bem entre as pernas, dentro da buceta e especialmente no cu, que ardia a cada toque. Usei o dedo pra limpar o mais fundo que conseguia, sentindo os restos daqueles dezoito homens saindo de mim. Mesmo assim, deixei um pouco. Só um pouco. Queria sentir o cheiro deles ainda em mim quando deitasse.

Coloquei uma camisola limpa, sequei o cabelo e me deitei no sofá da sala com um copo de vinho. O corpo doía, mas a mente não parava. Culpa, tesão, medo… tudo misturado.

Henrique chegou quase meia-noite. Ouvi o barulho das chaves e o suspiro cansado dele. Veio até a sala, afrouxou a gravata e me deu aquele beijo rápido na testa.

— Viagem amanhã cedo — disse ele, já servindo uísque. — Vou pra Curitiba resolver umas merda na obra de lá. Fico uma semana fora. Tudo bem?

Eu assenti devagar, enrolando a aliança no dedo. Meu cu ainda latejava sentado no sofá.

— Tudo bem, amor. Vou dar um jeito aqui.

Ele nem olhou direito pra mim. Subiu pro quarto, tomou banho e dormiu. Eu fiquei acordada mais um tempo, sentindo o vazio da casa e o peso do que tinha feito.

No dia seguinte, por volta das onze da manhã, o celular vibrou.

Rafael: “Tá a fim de passar a noite aqui comigo, cunhada? Quero te foder com calma.”

Meu coração disparou. Respondi rápido:

“Como? Não vai dar pra esconder isso.”

Rafael: “Os guardas da noite me devem uma. Já resolvi. Traz lubrificante. Vai precisar 😉”

Fiquei olhando a tela por uns minutos, a buceta já ficando molhada só com a ideia. Medo subia pela espinha, mas o tesão era mais forte. Tomei banho, me arrumei com um vestido preto simples, mas por baixo só uma calcinha fio-dental e sutiã de renda. Coloquei um potinho pequeno de lubrificante na bolsa, junto com algumas coisas pra disfarçar.

Dirigi até Tremembé com o estômago revirado. O sol já tinha baixado quando cheguei. O presídio parecia mais escuro à noite, mais ameaçador.

Na entrada, os guardas me olharam diferente. Dois deles, um baixo e gordo, o outro magro com bigode, sorriram de canto quando viram meu nome na lista.

— Visita noturna especial hoje, né dona Laura? — o gordo comentou, rindo baixo enquanto me mandava abrir os braços pra revista.

Eles demoraram mais que o normal. As mãos passaram devagar pelos meus seios, apertaram um pouco a bunda por cima do vestido. O magro enfiou a mão entre minhas coxas, roçando de propósito na calcinha.

— Tá cheirosinha hoje… — murmurou ele, o hálito quente no meu pescoço. — Vai se divertir bastante, hein.

Eu fiquei quieta, rosto queimando de vergonha, mas a buceta traía, molhando a calcinha. Eles riram entre si, trocaram olhares cúmplices e finalmente me liberaram.

Um guarda mais jovem me acompanhou pelos corredores escuros. O cheiro de prisão à noite era pior: mofo, cigarro, comida velha e algo mais denso, quase animal. Passamos por celas com homens olhando pelas grades. Alguns assobiaram baixo quando me viram.

Fomos até o pavilhão do fundo. O guarda parou na frente de uma cela grande, com grades abertas na frente. Marcelo estava encostado na grade, sorrindo.

— Chegou a putinha — ele disse.

Dentro da cela, iluminada só por uma luz fraca amarela, estavam os dezoito. Rafael sentado num beliche, Jorge de pé ao lado, e os outros quinze espalhados pelo espaço apertado. Alguns em pé, outros sentados no chão ou nos colchões finos. Todos me olhando. Olhos famintos, silenciosos, perigosos.

A cela da frente também estava cheia. Uns doze presos colados nas grades, assistindo tudo. O corredor era estreito. Qualquer barulho ia ecoar.

Rafael se levantou devagar, veio até as grades e passou a mão no meu braço através delas.

— Tirou a calcinha antes de entrar? — perguntou baixo.

Eu neguei com a cabeça, voz tremendo.

— Ainda não…

Ele sorriu, aquele sorriso perigoso.

— Então tira agora. Aqui na frente de todo mundo. E entrega pra mim.

Minhas mãos tremiam enquanto eu olhava pros lados. Os guardas já tinham sumido no corredor, mas os olhares de quase trinta homens estavam cravados em mim. Engoli seco, levantei o vestido devagar e tirei a calcinha fio-dental, sentindo o ar frio bater na buceta molhada. Entreguei pra Rafael pela grade.

Ele cheirou e guardou no bolso.

— Boa garota. Entra.

O guarda abriu a cela. Eu dei um passo pra dentro. A porta de grades fechou atrás de mim com um clangor metálico pesado.

Dezoito pares de olhos me cercaram. O ar estava quente, abafado, cheiro forte de homem. Rafael me puxou pelo pulso até o meio da cela. Marcelo já tirava a camiseta, mostrando o peito largo tatuado.

— Hoje você não vai embora cedo, Laura — Rafael murmurou no meu ouvido, mordendo o lóbulo. — Vai passar a noite inteira sendo nossa puta.

Eu senti um arrepio descer pela espinha. Medo real. Excitação doentia. Culpa queimando no peito.

Eu ainda achava que ia ser como da outra vez. Primeiro os três — Rafael, Jorge e Marcelo — me usando, e o resto só assistindo, punhetando de longe. Uma partezinha idiota de mim até gostava dessa ideia. Ser o centro, mas controlado.

Rafael sorriu, aquele sorriso torto que prometia encrenca.

— Achou que ia ser rapidinho, né, cunhada?

Antes que eu pudesse responder, ele me empurrou contra o beliche de baixo. Meu peito bateu no metal frio. Ele levantou meu vestido preto até a cintura e abriu minhas pernas com o joelho. Não teve conversa. Cuspiu na mão, passou rápido no pau e enfiou tudo de uma vez na buceta.

— Aaahh… caralho… — escapei, mordendo o lábio.

Ele tava bruto hoje. Metia fundo, segurando minha nuca, o corpo batendo contra o meu com força. Marcelo veio na frente, abriu o cordão da calça e enfiou o pau grosso na minha boca sem pedir licença. Jorge só observava de perto, apertando meu peito por cima do vestido, torcendo o bico até doer.

Por uns minutos foi assim. Os três me usando ao mesmo tempo. Rafael socando minha buceta, Marcelo fodendo minha garganta, Jorge apertando e estapeando meus peitos. Eu gemia abafado, saliva escorrendo pelo queixo, as pernas tremendo.

Mas aí Rafael gozou. Grunhiu baixo e encheu minha buceta de porra quente. Tirou ainda pingando e deu um tapa na minha bunda.

— Próximo.

Eu ainda tava processando quando outro preso — um dos quinze, alto, pele morena, pau bem grosso — me agarrou pela cintura e enfiou na buceta ainda cheia da porra do Rafael. Sem pausa. Sem respiro.

— Pera… — tentei falar, mas Marcelo ainda tava com o pau na minha boca.

O homem meteu forte, fazendo o sêmen do cunhado escorrer pelas minhas coxas com cada estocada. Ele não durou muito. Gozou rápido, rosnando, e saiu. Outro tomou o lugar dele. Depois outro. E mais outro.

Meu Deus… não era como antes.

Eles não tavam só olhando. Era uma fila que não acabava. Um atrás do outro, sem parar. Paus diferentes entrando na minha buceta, esticando, enchendo, gozando. Alguns grossos que me abriam inteira, outros mais compridos que batiam fundo, cutucando onde doía gostoso. O barulho molhado de porra e buceta ficava cada vez mais alto no silêncio da cela.

— Porra, a vadia tá transbordando já — um deles riu, voz rouca. — Tá fazendo poça no chão da cela, hein.

Alguém soltou uma risada baixa. Humor negro de quem não tem nada a perder.

— Cuidado pra não escorregar, irmão. O chão tá virando pista de patinação de porra.

Eu queria responder, mas mal conseguia respirar. Um pau entrava na buceta enquanto outro enfiava na boca. Eles me viravam, me colocavam de quatro, me levantavam. Meu vestido já tava todo embolado, sujo de suor e sêmen. Alguém rasgou a frente dele pra deixar meus peitos livres e agora mamava e mordia eles enquanto me fodia.

A tensão na cela era pesada. Os presos da cela da frente colados nas grades, olhos brilhando, assistindo tudo em silêncio. Alguns batendo punheta devagar, outros só olhando, com aquele olhar que dava medo e tesão ao mesmo tempo.

Rafael fumava encostado na parede, observando com um sorriso satisfeito.

— Tá gostando, Laura? Achou que ia ser só nós três de novo? Hoje a cadeia inteira vai te conhecer por dentro.

Eu gemi alto quando um pau particularmente grosso forçou minha buceta inchada. Doía. Ardência misturada com prazer sujo. Meu corpo inteiro tremia, suor escorrendo pelas costas. Eles não me davam tempo de gozar direito — um gozava, saía, outro entrava. Era um rodízio sem fim.

Em certo momento me colocaram de quatro no colchão fino e fedido. Um me fodia aboceta por trás, batendo forte contra minha bunda. Outro na minha boca.

Lágrimas escorriam pelo meu rosto. Não de tristeza exatamente… era sobrecarga. Medo misturado com uma excitação doentia que me fazia apertar os paus sem querer. Cada vez que um gozava dentro, eu sentia o jato quente, o volume aumentando, escorrendo quando ele saía e outro entrava no meio da bagunça.

— Olha o cu dela piscando… — alguém comentou. — Tá pedindo também.

Eu gelei. Ainda não tinham mexido no cu. Mas sabia que era questão de tempo.

Marcelo se aproximou, lubrificante na mão — o que eu tinha trazido. Ele abriu o potinho, passou bastante no meu cu e no pau dele.

— Relaxa, putinha. Vai arder, mas você aguenta.

Ele pressionou a cabeça grossa contra o cuzinho ainda sensível. Empurrou devagar, mas firme. Eu gemi alto, abafado pelo pau que ainda tava na minha boca. A ardência veio forte. Ele era grande. Entrou centímetro por centímetro, abrindo meu cu até o limite. Quando tava todo dentro, começou a meter.

Dois buracos ao mesmo tempo. Um na buceta, outro no cu. Os movimentos sincronizados faziam meu corpo balançar. Eu babava, gemia, tremia inteira. O cheiro de sexo enchia a cela. Suor, porra, buceta molhada.

E ainda tinha fila.

Os que esperavam fumavam, conversavam baixo, faziam piada suja.

— Aposta quanto que ela não aguenta até o amanhecer?

— Aposto que ela vai pedir pra parar e daqui a pouco vai implorar pra continuar.

Rafael só ria, cruzando os braços, curtindo o show.

Eu já tinha perdido a conta de quantos tinham me fodido. Só sabia que minha buceta e meu cu tavam pegando fogo, inchados, escorrendo sem parar. Cada novo pau entrando fazia um som molhado obsceno, misturando todas as porras anteriores.

E a noite ainda era longa.

Eles não tavam nem perto de cansar.

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Comentários

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Tem que dar para os policiais também essa vadia

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