Segurando o meu pau e se recusando a solta-lo mesmo qdo seria esperado pela conveniência dos seus movimentos, Bernadete praticava como publicitária criativa q era, um princípio da comunicação fartamente ensinado na literatura e na academia: “o q é percebido, e nunca o q é dito, é o q realmente conta na formação da opinião, no convencimento, e nas decisões sobre qualquer coisa.”
Agindo assim e confirmando a intensidade e a longa duração de nossas conversas por telefone, ela comunicava logo nesses nossos primeiros momentos em q estávamos juntos, o qto se comprometia comigo não deixando de segurar o meu pau, mesmo nas circunstâncias nas quais soltá-lo seria considerado natural e normal, como por exemplo, para descer naturalmente do carro no lado do carona, mas preferindo saltar pelo lado do motorista, somente para continuar segurando o meu pau.
Para entender mais, leia o texto anterior, pq este é uma continuação do relato anterior,.
Nele, contei q minha namorada preferiu descer do carro no motel, pelo lado do motorista para não soltar meu pau de jeito nenhum.
Procedendo dessa maneira, Bernadete indicava ter a consciência de q não largava representativamente de jeito nenhum, do órgão mais importante de um homem, no aspecto da sua masculinidade, e da sua virilidade.
Ou seja, Bernadete dizia com essa atitude diferenciada, q, seria fiel a mim, verdadeiramente, q não deveria ter nenhuma dúvida qto a isso.
E estar contando o q Bernadete fazia de diferente, e q me agradava, comprova o acerto do q ela fazia.
Sou muito intenso em td q faço, e por isso, a minha satisfação sexual e afetiva, sempre foi mais difícil pq a maioria das mulheres se contenta com a superficialidade na relação, com o faz de conta, apenas o mínimo, sem a entrega de verdade, até pq dá mais trabalho.
Tenho q ver a pessoa todo dia, trocar com frequência mensagens no formato de versinhos românticos além de pequenas lembranças e presentinhos, falar por telefone qdo for possível.
Ou seja, ser e estar presente ao máximo na vida da pessoa q gosto, sem ser invasivo a preenchendo em todo cantinho q permitir, e isso é claro q se reflete na cama tb, adicionando temperos sensitivos e orgasmos nunca experimentados, em tal qtd e intensidade.
Com Bernadete experimentava uma intensidade e profundidade incríveis nos significados e no alcance do q dizíamos e fazíamos, ou queríamos fazer pelo outro.
Isso desde a primeira mensagem recebida, continuando nos textos do zap e nas conversas por telefone malucas de tão interessantes q eram, e assim, exatamente assim, pela primeira vez após o divórcio, passei a considerar levar uma mulher mais a sério.
Bernadete soltou o meu pau na cama do motel, somente depois de o lamber e chupar por muito tempo como se fosse o único do planeta, e se colocar na posição tradicional papai e mamãe ficando embaixo de mim, conduzindo por último o meu pau à sua bocetinha toda lisinha, molhada pelo tesão.
Então, apresentando excelente mobilidade corporal, começou a movimentar rapidamente o quadril para cima e para baixo, ficando difícil de a acompanhar, e tb indo e vindo no meu pau.
Daí, com extrema auto confiança se apossou a seguir do meu pescoço com ambas as mãos, numa gana típica de quem assumia o controle de um território recém conquistado, não permitindo haver nenhuma dúvida sobre isso.
Assim, numa posição confortável, Bernadete comunicou a mensagem de q agora se encontrava pronta para um novo momento:
- Agora me come, ela pediu, mete em mim esse pau gostoso, me come bem gostoso, tira todo o meu atraso de gozar num pau, eu quero gozar no teu pau, quero me viciar no teu pau, me come gostoso como ainda ninguém comeu...
Pela descrição do q Bernadete fazia, fica demonstrado q era absolutamente natural para ela, conduzir o seu parceiro para receber e oferecer prazer com essa fome de orgasmos, q havia negado a si mesma satisfazer por mais de uma década.
Outro diferencial q percebi em Bernadete nessas primeiras horas, foi a qtd de vezes q.me tocava carinhosamente, apertando, arranhando, me provocando mesmo nos instantes em q estivesse quieto.
E notei q este seu jeito de ser, me estimulava a toca-la mais vezes TB, de maneiras diferentes do q já fizera com tantas parceiras, tornando nós dois um casal mais carinhoso do q já havia vivido.
Muito mais em função dela do q de mim pq se movimentava mais rápida e intensamente do q estou acostumado, naquela transa suávamos em bicas, minhas penetrações eram bem profundas e quase violentas, Bernadete gozava emendando um orgasmo no outro como relatou e elogiou depois, pq descobriu q meu pau pela primeira vez nas palavras dela, friccionava com força o seu clitóris, como o seu marido nunca havia conseguido.
Claro q essas comparações com o marido dela não me incomodavam, pq ele estava morto, e principalmente, todas eram favoráveis a mim.
E TB por isso demoramos bastante nessa posição tradicional papai e mamãe como ainda não havia acontecido com nenhuma parceira, mudando em seguida para ficar de ladinho, depois ela quis cavalgar, daí por último ficou de quatro, dizendo q nesta posição não sabia pq, embora gostasse muito dela, não conseguia gozar a não ser q tocasse no seu clitóris.
A suposição dela para não gozar embora sentisse muito prazer sendo penetrada de quatro, era de q o pau do marido por alguma razão se distanciava do clitóris, e não tendo qualquer contato com ele precisava pressiona-lo para q gozasse.
Como transpareceu haver falado querendo a minha opinião, concordei q a sua suposição fazia sentido, e me dispus a mexer no seu clitóris enqto metia na sua bocetinha apertadíssima, ou fazer qualquer outra coisa q a ajudasse a gozar, mesmo metendo de quatro nessa minha posição preferida.
Daí Bernadete me perguntou:
- E o q mais vc acha q pode fazer pra me ajudar a gozar além de mexer no clitóris, enqto metemos comigo estando de quatro?
- Posso fazer carinhos no teu cuzinho, respondi, já alisando em círculos e pressionando as preguinhas cor de rosa de Bernadete, todas aparentando uma falsa virgindade pelo tempo decorrido de jejum sexual da minha namorada, pois ela mesma já havia admitido ter dado seu rabo poucas vezes ao marido.
- Já te digo o q penso sobre os teus carinhos no meu cuzinho na posição de quatro, Bernadete falou ansiosa e com a respiração acelerada, mas vc...não goza? Estou estranhando vc não gozar...meu marido q foi o único homem com quem transei, gozava logo, e eu só ia gozar mesmo qdo ele conseguisse a segunda ereção, se chupasse bastante o pau dele...mas eu chupava muito mesmo, pq na segunda vez ele demorava bastante pra gozar, e daí eu me aproveitava do coitado...esfolava o pau dele, e gozava muitãâââo...ela disse querendo parecer um exagero...de baciada! Ela falou, exclamando, quase gargalhando.
- A minha facilidade é a dificuldade da maioria dos homens, disse a Bernadete...demoro pra gozar, e às vezes, nem consigo gozar...mas há uma situação única, q me faz gozar rapidinho....nesta, eu não demoro muito não, pra gozar...concluí querendo criar um suspense pra ver, se a minha namorada desejaria saber qual era a minha facilidade para gozar.
Pois Bernadete caiu direitinho na minha armadilha, perguntando imediatamente:
- E qual é essa situação q faz o meu homem gozar rapidinho? Não vai dizer q tem a ver com o cuzinho...estou sentindo os teus dedos aí me provocando...e estou gostando...pode continuar...pq se tiver q fazer carinhos no meu cuzinho para eu gozar de quatro, eu aceito todos e de qualquer maneira, acho até q já te prometi dar meu cuzinho, pois já sei q meu namorado tb gosta de cuzinho, sei q terei q dar o rabo querendo ou não, terei q acostumar e gostar de ser enrabada...Bernadete falava num tom de suspense e de conformação...diz logo qual é essa condição q te faz gozar, pq faço vc gozar agora, loguinho, sou muito mulher pra isso...disse parecendo se sentir desafiada pq não gozava...pois minha bocetinha está começando a arder, de tanto q vc está socando esse pau em mim.
- Vc acertou...gozo rapidinho na primeira vez demorando mais depois, qdo como um cuzinho, qdo enrabo uma gostosa como vc, lhe garanti.
Enqto respondia a Bernadete, é claro q eu me concentrava e me esmerava nos carinhos nas suas preguinhas do cuzinho, já forçando a penetração com dois dedos, lubrificando com a saliva, e a excitando com beijinhos e lambidinhas q provocavam pequenos suspiros e gemidinhos da minha namorada. enqto da parte dela Bernadete colaborava massageando lentamente o clitóris.
Como era previsível, esse arsenal de estímulos absolutos no cuzinho, tinham o potencial de ressuscitar um morto, de modo q levaram Bernadete a pedir rapidinho q não demorasse a comer seu cuzinho, pq pela primeira vez estava sentindo uma baita vontade de ser enrabada.
Estas palavras de Bernadete não deixavam dúvida de q me daria o rabo, e com a mesma intensidade q dera a bocetinha, pq ela dizia bem manhosa à medida q mantinha os carinhos no seu cuzinho:
- Come o meu cuzinho, quero q me enrabe, a tua malandragem me induziu a querer dar o cu...agora estou com muita vontade de dar o cu, vc é um safado...conseguiu me fazer pedir pra vc comer meu cu...seu cafajeste, me enraba logo...come logo o meu cuzinho, Bernadete quase q implorava...até q ela mesma retirou meu pau da sua bocetinha, o colocou na portinha do cuzinho, empurrei levemente, ela forçou bastante o quadril para tráz, e meu pau entrou quase inteiro a levando a dar um berro q me assustou, de tão forte q foi...aiiiiiiiiiiii....puta q pariu...puta q pariu...doeu...espera...espera...espera...ela passou a pedir...esse teu pau me deu uma porrada de orgasmos, mas agora está me judiando...putz, como está ardendo e doendo!...espera só um pouco...ela pedia...
- Quer q retire? Lhe disse, sem a mínima vontade de fazer, o q perguntava.
- Não, não quero q retire o pau...só espera um pouco...pq dói, mas tb está gostoso...é contraditório...dói mas está gostoso sentir o teu pau preenchendo meu cuzinho...estou com a sensação gostosa de estar preenchida...só espera...vc vai comer meu cu...só espera...repetia cada vez mais lenta no ritmo de dizer, como se estivesse se acalmando, até q pediu tb autorizando...agora mete bem devagar pq parou de doer...isso, isso, assim, continua, desse jeito, vai, mete assim, agora faz mais rápido, isso, agora mete mais forte, vai, eu ia correspondendo exatamente aos seus comandos e fazendo direitinho o q Bernadete dizia enqto enterrava o pau no seu cu...assim, isso, isso mesmo, desse jeito eu acho q vou gozar, mete, come meu cu, mete mais forte, isso, me enraba, mais forte, mais forte, fode o meu cu, isso, vou gozar, vou gozar pelo cu, ai meu cu, vou gozar pelo cu, mete mais forte, isso, enraba, come meu cu...e assim Bernadete gozou pelo cu em nosso primeiro sexo anal.
Assim q começou a gozar pelo cu tremendo e parecendo querer chorar, esse momento foi tão intenso para Bernadete, q ela se desencaixando do meu pau se jogou na cama ficando toda largada, se pondo de bruços de repente.
Mas pq estava quase gozando me reposicionei no seu cuzinho, continuei metendo bem forte, e em instantes gozei como precisava quase q desesperadamente, depois de meter tanto.
No relaxamento q se seguiu Bernadete falou q dar o cu pra mim, fora a melhor experiência sexual de toda a vida dela, em função da preparação do seu cuzinho, das preliminares deliciosas para ela q fizemos.
Pq na sua primeira vez vaginal sendo inexperientes ela e o marido, sendo td muito rápido, somente ele gozou, ela sangrou e somente sentiu dor, nada mais.
E ainda demoraram uns três dias para q ela tivesse o seu primeiro orgasmo, transando mais de uma vez por dia, sendo td muito rápido do mesmo jeito.
Sempre ele gozando logo, e ela precisando chupar o pau dele para haver uma segunda ereção, qdo Bernadete tentava essa alternativa para se satisfazer.
Se faltasse tempo para Bernadete chupar o pau do marido continuando a transa, ou houvesse outro fator impeditivo para provocar a segunda ereção, ela continuaria excitada sem se satisfazer com ele.
Bernadete comentou q os dois se acostumaram desse jeito, e passou a ser desse modo a rotina sexual do casal.
Essa diferença positiva produzida pelas preliminares q havíamos acabado de fazer, loguinho se verificou no desejo de Bernadete de ser enrabada de novo.
Após cerca de uma hora de conversa muito gostosa, na qual fez muitas revelações sobre as transas no seu casamento, e as minhas foram sobre o q aprecio fazer e receber na cama, Bernadete passou a massagear meu pau o endurecendo com facilidade, e o esfregando bem lentamente por todo o seu rego.
Safada no seu olhar fulminante repleto de novo tesão, de propósito ela dava paradinhas do pau o esfregando e pressionando na portinha do cuzinho, e na entrada da sua bocetinha encharcada com os seus líquidos.
E a sua provocação ficava que irresistível, qdo chegava a introduzir controladamente somente um pouquinho do pau na bicetinha, pq aquele orifício não era o seu objetivo final.
Silenciosamente e com toda a paciência do mundo, Bernadete fez isto de modo delicioso provavelmente umas dez vezes, ou mais, até q na última, forçou a sua bunda maravilhosa contra o meu pau, e o paraíso na terra começou para nós dois pela fornalha incandescente do seu rabo deliciosamente penetrado, e num aperto intenso q passei a sentir no meu pau.
Então, deitados de conchinha como estávamos, e com as mãos segurando os seios da minha namorada, o movimento lento a princípio de ir e vir foi se acelerando no cuzinho de Bernadete, e as posições novas foram se sucedendo pelo apartamento...passando pela janela, na pia do banheiro em frente ao espelho, em pé Bernadete estando toda arrebitada com o pau no cuzinho e as mãos apoiadas na parede, e na última posição combinada pra finalmente gozarmos, ela estando de quatro na beirada da cama, e eu, em pé no chão do apartamento, metendo vigorosamente no seu cu do jeito mais rápido e intenso q conseguia.
Nesse ritmo quase violento e com harmonia total, até pq td estava próximo do limite no preparo físico, e tanto o meu pau qto o cuzinho de Bernadete começavam a arder, fizemos o possível pra gozar e conseguimos, obtendo um nível de satisfação q nos deixou largados e sem condição para fazer mais nada, a não ser, dormir logo em seguida.
As palavras e o vocabulário visam comunicar o q se vive nos seus detalhes e amplitude, mas ainda q os nossos recursos fossem os mais competentes para isso, de tão boa q foi, receio não haver conseguido expressar o q Bernadete e eu experimentamos nessa transa, na plenitude da satisfação e da realização entre um homem e uma mulher.
Pq Bernadete era mãe de uma garota q fazia faculdade no Estado vizinho, à medida q passamos a conviver, ficou nítido cada vez mais q a minha namorada queria incluir entre nós dois, a relação com a sua filha.
Pedia cada vez mais a minha opinião sobre as decisões q tomava em relação à filha, até essa conduta ficar rotineira, e eu mesmo dizer o q pensava sem q ela solicitasse.
Depois de uma das nossas transas muito boas, certa noite Bernadete avisou q a filha viria para casa num feriado prolongado, e precisava combinar comigo algumas coisas relacionadas com ela.
Então, fiquei sabendo q Bernadete enviara a filha para fazer Faculdade em outro Estado, para conseguir cessar o seu jejum sexual, enqto a menina morava em casa.
Daí, pela primeira vez Bernadete mostrou vários álbuns repletos de fotografias da sua filha, desde bebê, até algumas tiradas na véspera.
Pq Bernadete mostrou tb as fotos nas quais a garota estava toda maravilhosa com biquinis bem pequenos, em praias e piscinas, ambiente rural, sozinha, ou estando com ela e outras pessoas, fiquei com a sensação depois de ver a última fotografia, de haver algo ainda indefinido da parte de Bernadete sobre como seria o meu relacionamento, com a sua garota ainda virgem aos vinte anos.
Concluirei essa história no próximo texto.