A namorada que não sabe dizer não #7

Um conto erótico de Diabo
Categoria: Heterossexual
Contém 856 palavras
Data: 28/05/2026 00:27:27

Estávamos em um ônibus de viagem, numa excursão e Daniela já tinha sido dedada até gozar gostoso e tinha pagado um boquete guloso para Nelson, o passageiro ao seu lado. Eu assisti tudo do banco de trás do outro lado do corredor. No exato momento que ele acabou de gozar chegamos no nosso destino e as luzes se acenderam forçando os dois a se recomporem rapidamente. Nelson guardou ligeiro o pau dentro da calça e Dani limpava discretamente o resto de porra na lateral da sua boca.

Começamos a desembarcar. Daniela e Nelson agiam como se nada tivesse acontecido. O nosso destino final era um tipo de hotel fazenda, com piscina, sala de jogos, um bosque em volta, mais uma série de salas, recursos e atividades.

Coincidentemente, nosso quarto ficava ao lado do quarto de Nelson, que a todo tempo tentava uma aproximação puxando conversa e convidando pra atividades junto a ele. Dizia que gostava de viajar sozinho, mas que sempre acaba sendo mais legal fazer amigos por onde ia. Ele se empenhava no personagem sem saber que eu já tinha conhecimento que minha namorada chupou o pau dele no ônibus. E mesmo que isso não tivesse acontecido, o sujeito não tirava os olhos indecentes do corpo de Daniela, seria fácil saber suas intenções.

Na segunda noite, após chegarmos ao hotel, depois de um dia cheio de atividades, chamamos Nelson pra dar uma esticada e bater papo tomando uma conosco. Nos quartos tinha uma varanda e ficamos ali, em pé mesmo, conversando e bebendo.

Num certo momento a bebida acabou, disse que iria buscar no bar do hotel e que podiam esperar por ali mesmo, voltaria rápido. Era mentira, eu tinha bebida escondida e só fingi que tinha saído, abrindo e fechando a porta do quarto. Então, fiquei escondido observando. Nelson estava de camisa regata e bermuda, Dani estava com um de seus vestidinhos curtos e super decotados. Assim que ele entendeu que eu tinha saído, avançou sobre minha namorada, puxou-a pela cintura e invadiu sua boca com a língua. Dani se deixou levar sem cerimônia, se beijavam loucos de tesão e ele apertava a bunda enorme dela com força, afastou-se um pouco, baixou as alcinhas do vestido e começou a chupar os peitões da vadia. Apertava, abocanhava e chupava com frenesi, ela ofegava, adorava que brincassem e devorassem seus peitos. Ele então colocou o pau pra fora, empurrando a cabeça dela para baixo, guiando-a para uma gulosa. A putinha, com o vestidinho na cintura e os peitos pra fora, agarrou firme o pau do tarado e começou a chupar com intensidade. Eu assistia tudo atrás de uma fresta numa janela com uma cortina que favorecia meu esconderijo com o pau duro como uma barra de ferro.

A brincadeira estava boa, mas era só a primeira parte do meu plano de me divertir ao máximo com esse “segredo”, então fingi ter voltado fazendo um pouco de barulho, imediatamente Nelson guardou o pau e Dani subiu o vestido colocando as alcinhas de volta nos ombros.

Noite a dentro, o papo e a bebida seguiam nossos assuntos e risadas, nosso convidado secava minha namorada o tempo todo, o álcool foi tirando cada vez mais sua capacidade de disfarçar a vontade de foder com Daniela, essa não ficava atrás, bêbada, já estava bem soltinha, pagava calcinha e peitinho vez ou outra em meio a gargalhadas e comentários sugestivos.

Estávamos, agora, sentados num sofá em L, eu ao lado da Dani e Nelson, do lado perpendicular, só faltava babar quando uma das alcinhas caía pelo ombro de Dani e ela deixava o bico do peito à mostra. Ela já nem percebia que estava com o seio de fora, o convidado tarado fingia que não estava acontecendo pra continuar olhando e eu fingia demência pra aproveitar a excitação gerada pela cena. Daniela ficava muito sexy com um dos seios à mostra e com a sua taça de vinho na mão. Num certo momento até percebeu que estava exposta, mas em vez de se cobrir de uma vez, bebeu mais um gole e fez um olhar de piranha pra mim, e só então, bem vagarosamente, foi subindo a alcinha do vestido para “cobrir” malemal seu peito. Ela queria mesmo ser vista, ser desejada.

Passei então o braço pelo ombro dela e, enquanto bebíamos, comecei a apertar e massagear seu peito que há pouco estava à mostra. Fazia isso enquanto conversava naturalmente com Nelson que assistia tudo extasiado. Daniela fechava os olhos e ofegava tomada subitamente por um tesão imenso, adorava a ideia de estar sendo tocada pelo seu macho enquanto outro assistia. Então, sem dizer nada, levantei e puxei minha namorada junto, coloquei nossos copos numa mesa de centro que havia ali. Então comecei a beijá-la enquanto puxava as alcinhas do seu vestido até deixá-lo cair completamente fazendo-a ficar só de calcinha, em seguida, a calcinha também foi baixada e ela ficou completamente nua enquanto seguiam-se os beijos, e agora os apertões na bunda dela. Nelson, sentado no sofá, assistia tudo estupefato de tesão com sua taça de vinho na mão ao mesmo tempo que apertava seu pau por cima da calça…

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