Como O Marido Da Minha Irmã e os Enteados Dela Me Fizeram De Puta Pt6

Um conto erótico de Carvalhinho
Categoria: Grupal
Contém 3999 palavras
Data: 27/05/2026 13:40:31

Acordei com a buceta molhada e latejando. Os acontecimentos da noite anterior ainda pulsavam forte na minha mente — os três me comendo sem piedade no escritório. Levantei, tomei um banho rápido e me vesti para o trabalho: uma saia jeans curta, blusa justa que marcava bem meus seios e uma calcinha fio-dental por baixo.

Antes de sair do quarto, Angélica entrou de repente, trancou a porta atrás de si e me olhou com seriedade.

— Angela… eu não vou fazer isso — disse ela, firme. — Eu não vou seduzir meus enteados. Isso é errado, é nojento. Eu conheço o Gustavo e o Vitor há dez anos. São como filhos pra mim.

Eu a olhei com calma e respondi suavemente:

— Tudo bem, mana. Se você não quer, não faz.

Mas por dentro, eu já tinha bolado um plano para Angélica. Um plano bem mais ousado. Porém, antes disso, eu precisava cuidar de outro problema urgente: Yasmin.

Assim que saí de casa, liguei para Marcão:

— Chego daqui a pouco. Tenho uma proposta pra você. Assim que chegarmos na oficina, leva a Yasmin direto pro seu escritório. Só nós três.

Marcão ficou em silêncio por um segundo, mas respondeu com a voz rouca:

— Tá bom. Vou fazer isso.

Cheguei na oficina com o coração acelerado. Yasmin já estava no balcão, me olhando com ódio disfarçado. Marcão me viu e fez um sinal discreto com a cabeça. Poucos minutos depois, ele chamou Yasmin:

— Yasmin, vem aqui no escritório. Preciso falar com você sobre uns pagamentos.

Ela foi, desconfiada. Eu esperei um minuto e entrei logo atrás, trancando a porta.

Yasmin se virou, surpresa e irritada:

— O que é isso? O que ela tá fazendo aqui?

Marcão cruzou os braços e ficou em silêncio, me deixando tomar o controle da situação.

Eu olhei para ela com um sorriso frio e disse:

— Você acha mesmo que pode me ameaçar e eu vou simplesmente sumir?

Fechei a porta do escritório e olhei diretamente para Yasmin com um sorriso confiante.

— Eu controlo os três agora, Yasmin. Marcão, Gustavo e Vitor fazem o que eu mando. E hoje eu vou ver eles te fazendo de puta.

Yasmin arregalou os olhos, chocada. Antes que ela pudesse responder, eu abri a porta e fiz um sinal. Gustavo e Vitor entraram rapidamente, trancando a porta atrás deles.

— Vocês dois, tirem a roupa — ordenei.

Enquanto os meninos se despiam, eu me aproximei de Yasmin, segurei seu queixo com delicadeza e falei baixinho:

— Você é bonitinha pra caralho, Yasmin. Nós duas podemos ser parceiras de putaria… Imagine a gente juntas, servindo esses três paus enormes todos os dias.

Yasmin ficou sem reação, respirando rápido. Marcão, Gustavo e Vitor já estavam nus, paus duros apontando para nós duas.

Eu empurrei Yasmin suavemente contra a mesa do escritório e comecei a abrir os botões da blusa dela, expondo os seios pequenos e firmes. Gustavo e Vitor se aproximaram, mãos ansiosas tocando o corpo dela. Marcão segurou meus cabelos por trás e me beijou com força enquanto os dois enteados começavam a tirar o resto da roupa de Yasmin.

O ar no escritório ficou pesado, carregado de tesão. Yasmin soltou um gemido baixo quando Vitor apertou seus seios e Gustavo passou a mão entre suas pernas.

A brincadeira estava apenas começando…

Eu sorri ao ver o olhar assustado e excitado de Yasmin. Empurrei ela contra a mesa do escritório e abri completamente sua blusa, expondo os seios pequenos e firmes.

— Tirem a roupa dela — ordenei para os três.

Marcão, Gustavo e Vitor não hesitaram. Em poucos segundos, Yasmin estava completamente nua, o corpo pequeno e torneado tremendo de nervoso e tesão.

— De quatro na mesa — mandei.

Yasmin obedeceu, tremendo. Empinei a bunda dela e abri suas pernas.

— Marcão, começa você. Mete tudo de uma vez.

Marcão segurou a cintura dela e enfiou os 22 cm grossos na bucetinha apertada de Yasmin sem piedade.

— Aaaahhh! — gritou Yasmin, o corpo sacudindo violentamente.

Marcão começou a meter com força bruta, estocadas pesadas que faziam a mesa balançar. Cada vez que ele entrava, quase todo o pau desaparecia dentro dela.

— Isso… fode ela gostoso — ordenei, segurando o cabelo de Yasmin. — Grita, vadia. Mostra pra eles como você é puta.

Yasmin gemia alto, sem controle:

— Aaaahh… Marcão… tá muito fundo… aaaiii!

Troquei:

— Gustavo, agora na buceta dela.

Gustavo enfiou seu pau longo de 21 cm, metendo fundo e rápido, enquanto Vitor enfiava o pau grosso na boca dela. Yasmin babava, engasgava, lágrimas escorrendo pelo rosto de tanto prazer.

— Olha como ela mama gostoso — ri, dando um tapa na cara dela de leve. — Engole mais, sua putinha da igreja.

Depois mandei Vitor foder ela. O pau absurdamente grosso dela fez Yasmin gritar ainda mais alto:

— Aaaahhh! Tá rasgando… Vitor… seu pau é muito grosso… porraaa!

Eu controlava tudo: mandava trocar de posição, mandava quem fodia qual buraco, mandava a intensidade. Fiz ela cavalgar Marcão enquanto chupava Gustavo e Vitor. Depois coloquei ela de quatro novamente e mandei os três revezarem no cu dela.

— Agora o cuzinho. Quero ver ela aguentando os três no rabo.

Marcão foi o primeiro a arrombar o cu dela. Yasmin gritava de prazer e dor:

— Aaaaiii… tá muito grande… me arromba… aaaahh!

Depois Gustavo e por último Vitor, que com sua grossura fez ela chorar de tesão, o cu esticado ao máximo.

Eu segurava o cabelo dela, dava tapas na bunda e mandava:

— Rebola, vadia! Mostra pra eles como você gosta de levar pau. Grita mais alto!

Yasmin estava completamente destruída de prazer, gemendo como uma verdadeira puta:

— Eu sou puta… sou a puta de vocês… me fodem… me enchem… aaaahhh!

Eles gozaram várias vezes — na boca, na buceta, no cu, nos seios. Yasmin ficou coberta de porra, tremendo, gozando sem parar enquanto eu controlava cada estocada, cada posição, cada gemido.

No final, ela estava deitada na mesa, pernas abertas, buceta e cu vermelhos e escorrendo porra, olhando para mim com um misto de ódio e submissão.

Eu sorri, acariciando o rosto dela:

— Bem-vinda ao time, putinha.

Ainda ofegante e coberta de porra, Yasmin estava deitada na mesa, olhando para mim com os olhos vidrados. Eu me aproximei dela devagar, segurei seu queixo com firmeza e falei bem perto do seu rosto:

— Agora você vai me ver em ação, vadia. Os três vão me foder na sua frente. Quero que você veja como se faz.

Me levantei e olhei para os três homens:

— Venham. Quero os três ao mesmo tempo.

Marcão me pegou primeiro, me levantou no colo e me empalou naqueles 22 cm grossos. Gemi alto quando ele me desceu com tudo, sentindo o pau enorme me rasgar por dentro.

— Aaaahh… isso… me fode com essa rola grande…

Enquanto Marcão me comia de pé, Gustavo se aproximou por trás e pressionou o pau longo de 21 cm contra meu cuzinho. Com um empurrão firme, ele entrou, me fazendo gritar de prazer.

— Aaaaiii… os dois juntos… me arrombem!

Eles começaram a meter sincronizados. Marcão na buceta e Gustavo no cu, me levantando e descendo com força. Meu corpo sacudia entre os dois paus enormes. Vitor enfiou o pau grosso na minha boca, fodendo minha garganta sem piedade.

— Gluck… gluck… gluck… — era o som molhado que saía da minha boca enquanto eu babava no pau dele.

Eles me foderam como animais. Marcão e Gustavo metiam com força, alternando o ritmo, enquanto Vitor segurava minha cabeça e enfiava fundo na garganta. Eu gemia abafado, completamente cheia nos três buracos.

— Isso… me usam… me destruam… — pedia, quando conseguia respirar.

Eles me trocaram de posição várias vezes. Me colocaram de quatro sobre a mesa, bem de frente para Yasmin. Enquanto Vitor metia seu pau grosso na minha buceta, Marcão arrombava meu cu com os 22 cm e Gustavo fodia minha boca.

— Olha pra ela, Yasmin — ordenei entre gemidos. — Olha como eu aguento os três…

Yasmin assistia tudo hipnotizada, as pernas tremendo, a buceta dela ainda escorrendo porra.

Eles gozaram várias vezes. Marcão encheu meu cu, Vitor gozou na minha buceta e Gustavo gozou na minha cara e nos meus seios. Eu estava uma bagunça: porra escorrendo do cu, da buceta, pingando do queixo.

Mesmo assim, eu sorri para Yasmin, o rosto melado:

— Viu como se faz, putinha?

Angela se aproximou de Yasmin, ainda ofegante, e segurou seu rosto com firmeza.

— Agora aprende, putinha. Fica de quatro bem do meu lado.

Yasmin obedeceu, tremendo. As duas ficaram lado a lado, empinadas, bundas levantadas sobre o chão do escritório. Angela olhou para os três homens com autoridade:

— Agora vocês vão revezar nossos cus. Quero ver esses paus entrando fundo nas duas.

Marcão foi o primeiro. Começou com Angela, enfiando os 22 cm grossos no cu dela com uma estocada firme. Angela gemeu alto, sentindo ele abrir tudo. Depois ele saiu e foi para Yasmin, metendo com força no cuzinho dela, que gritou:

— Aaaaiii… Marcão… tá muito grande!

Ele revezou várias vezes entre as duas, metendo fundo e pesado.

Em seguida foi a vez de Gustavo. Seu pau longo de 21 cm deslizava mais fundo, batendo bem no intestino. Angela rebolava, gemendo:

— Isso… mete esse pau longo no meu cu… aaaahh!

Yasmin ao lado gemia como uma vadia enquanto Gustavo a arrombava também.

Por último, Vitor. Seu pau absurdamente grosso foi o que mais fez as duas gritarem. Quando ele enfiou na buceta de Angela, ela sentiu que ia rasgar. Depois no cu de Yasmin, que choramingava de prazer:

— Vitor… seu pau é muito grosso… me arromba… aaaahh!

Os três revezaram sem parar, fodendo os cus das duas alternadamente. O escritório ficou cheio de gemidos, tapas na bunda e o som molhado de paus entrando e saindo. Angela e Yasmin estavam lado a lado, bundas empinadas, sendo usadas como putas.

Depois de muito tempo, os três gozaram. Marcão encheu o cu de Angela, Gustavo gozou no de Yasmin, e Vitor esporrou nas costas e bundas das duas.

Após o sexo, Angela se virou para Yasmin, que ainda estava de quatro, com o cu vermelho e escorrendo porra.

— Eu mando neles — disse Angela com firmeza. — E você vai me ajudar de agora em diante. Não é?

Yasmin, nua, suada e com o cu cheio de esperma, virou o rosto, sorriu e respondeu baixinho:

— Sim… eu vou ajudar.

O resto do dia de trabalho foi intenso, cheio de consertos, clientes e barulho de ferramentas. Mas no fim da tarde, quando a oficina já estava quase vazia, Angela e Yasmin se trancaram no Box 4.

As duas ficaram completamente nuas. Se ajoelharam lado a lado e começaram a chupar Vitor e Gustavo. Angela chupava o pau longo de Gustavo com vontade, enquanto Yasmin mamava o pau grosso de Vitor. As duas babavam, olhavam para cima e revezavam os paus.

Os meninos gozaram quase ao mesmo tempo. Jatos grossos de porra encheram as bocas das duas. Angela e Yasmin engoliram parte, o resto escorrendo pelos queixos e seios.

Elas se levantaram, ainda nuas e meladas, e disseram juntas:

— Amanhã tem mais.

Yasmin abraçou Angela, ainda nua, e falou baixinho no ouvido dela:

— Você é uma puta profissional safada…

Angela sorriu, apertando a bunda dela, e respondeu:

— Você também é. A diferença é que eu mando neles… você só obedecia.

À noite, Angélica estava estranhamente animada. Ela se arrumou, colocou uma camisola mais sensual e, antes de entrar no quarto, parou no meu quarto e falou baixinho:

— Hoje vou tentar transar com o Marcão. Quero ver se consigo sentir algo de novo.

Eu apenas sorri e desejei boa sorte.

Algum tempo depois, ouvi pequenos gemidos vindos do quarto do casal. A cama rangia levemente, Marcão murmurava coisas baixas. Mas não durou muito. Logo tudo parou. Poucos minutos depois, a porta do quarto se abriu com força. Marcão saiu enfurecido, vestindo apenas uma bermuda, o corpo tenso de frustração.

Angélica apareceu logo atrás, enrolada no lençol, com os olhos marejados.

— Desculpa… eu perdi a tesão de novo. Não consigo… — murmurou ela, antes de voltar para o quarto.

Marcão desceu as escadas bufando. Eu o segui até a garagem. Ele acendeu um cigarro e deu uma tragada longa, visivelmente irritado.

— Ela não quis de novo, Angela. Porra… eu sou homem, caralho. Não aguento mais essa situação.

Eu me aproximei e falei com calma:

— Eu tenho um plano… mas não sei se você vai gostar dele. Amanhã na oficina eu te conto.

Ele me olhou curioso, mas assentiu.

No dia seguinte

Cheguei na oficina mais cedo que o normal. A manhã estava tranquila, com um sol fraco iluminando o lugar. O cheiro de graxa e metal já preenchia o ar.

Yasmin já estava no balcão, organizando algumas notas. Ela me olhou de canto de olho, ainda com um misto de ressentimento e excitação depois do que aconteceu ontem. Não disse nada, apenas um aceno discreto com a cabeça.

Marcão estava no box 1, trabalhando em um motor. Ele me viu e sustentou o olhar por alguns segundos, claramente ansioso para saber qual era o meu plano. Gustavo chegou pouco depois de moto, suado, e Vitor já estava trocando o óleo de um carro no fundo da oficina.

A rotina da manhã seguiu calma: atendi alguns clientes no balcão, anotei serviços, organizei o estoque de peças e respondi a ligações. De vez em quando, sentia os olhares dos três sobre mim — especialmente quando eu me inclinava no balcão ou andava entre os boxes. Yasmin também me observava, mais quieta que o normal.

Tudo parecia normal por fora.

Mas por dentro, eu já planejava os próximos passos.

À tarde, a oficina estava mais calma. Marcão me chamou para os fundos, perto do depósito de peças. Assim que chegamos, ele me prensou contra a parede e me beijou com fome. Em poucos segundos, minha saia estava levantada e minha calcinha abaixada.

Ele me fodeu com força bruta. Segurando minha cintura, enfiou os 22 cm de uma vez, metendo fundo e rápido. Eu mordia o ombro dele para não gemer alto demais enquanto ele estocava sem piedade, o pau grosso abrindo minha buceta com violência.

— Isso… me fode… me usa… — sussurrava entre gemidos.

Marcão me virou, empinou minha bunda e continuou metendo ainda mais forte, dando tapas na minha bunda. Gozei tremendo, apertando o pau dele. Ele gozou logo depois, enchendo minha buceta de porra quente e grossa.

Ainda ofegante, me arrumei rapidamente e fui procurar Yasmin.

Encontrei ela no Box 4. A cena era intensa: Yasmin estava completamente nua, de quatro sobre um banco de ferramentas. Gustavo metia na bucetinha dela com força, enquanto Vitor enfiava o pau grosso na boca dela. Yasmin gemia como uma puta desesperada, o corpo pequeno sacudindo violentamente entre os dois enteados.

— Isso… engole meu pau, sua vadia — rosnava Vitor, fodendo a garganta dela.

Gustavo dava tapas fortes na bunda dela enquanto metia fundo. Yasmin babava, choramingava e rebolava, completamente entregue.

Fiquei parada na entrada do box, assistindo tudo com um sorriso satisfeito no rosto. Ver Yasmin sendo usada pelos dois me deixava molhada novamente.

Depois de alguns minutos, Gustavo e Vitor gozaram quase juntos. Gustavo encheu a buceta dela de porra, enquanto Vitor gozou na boca e no rosto de Yasmin. Ela engoliu o que conseguiu, o resto escorrendo pelo queixo.

Quando os dois saíram de cima dela, eu me aproximei devagar. Yasmin estava ofegante, pernas tremendo, buceta e rosto melados de porra.

— Eu vou precisar dos três para um plano — disse eu, olhando para Gustavo, Vitor e depois para ela. — Posso contar com a ajuda de vocês?

Yasmin, ainda nua e suja de porra, olhou para mim. Depois de alguns segundos, sorriu e respondeu:

— Pode contar.

Gustavo e Vitor também assentiram, ainda recuperando o fôlego.

Eu sorri, satisfeita.

O plano estava começando a tomar forma.

Mais tarde naquela tarde, encontrei Marcão sozinho no escritório. Fechei a porta, me aproximei dele e fui direto ao ponto:

— Eu sei o motivo de Angélica não querer transar com você — disse calmamente.

Marcão me olhou com atenção, franzindo a testa.

— Fala então.

— Ela se sente como se você não quisesse mais ela como esposa… e sim só como uma puta. Só sexo e nada mais. Sem carinho, sem romance, sem cumplicidade. Depois da gravidez, ela ficou insegura, com o corpo mudado, e você só cobra sexo. Isso está afastando ela.

Marcão ficou em silêncio por um momento, passando a mão no rosto.

— E o que você sugere? — perguntou, sério.

Eu sorri de canto, com um olhar malicioso.

— Acho que tem um pouco de curiosidade também. Angélica nunca teve outro namorado na vida além de você. Ela é muito certinha, mas lá no fundo… acho que ela tem desejos reprimidos. Eu tenho uma ideia de como trazer ela pra essa putaria toda.

Marcão ergueu uma sobrancelha, interessado.

— Que ideia?

— Vamos devagar… mas vamos envolvê-la. Primeiro, vamos fazer ela sentir ciúmes. Depois, vamos despertar a curiosidade dela. Se fizermos direito, ela pode acabar aceitando participar… ou pelo menos assistir. E quando isso acontecer, vamos transformar sua esposa na puta da família.

Marcão ficou me encarando por alguns segundos, claramente excitado com a ideia.

— Você é perigosa pra caralho, Angela… — murmurou ele, puxando-me pela cintura. — Mas eu topo. Só me diz o que você quer que eu faça.

Eu sorri, passando a mão no peito dele.

— Deixa comigo. Eu cuido dos detalhes.

No final da tarde, quando a oficina já estava mais vazia, Angela chamou Gustavo e Yasmin para o escritório. Vitor já estava dentro, encostado na mesa.

Assim que os dois entraram e fecharam a porta, Angela foi direto ao assunto:

— Preciso despertar a curiosidade na minha irmã. E vocês vão me ajudar. Vitor também tá dentro.

Gustavo e Yasmin se entreolharam. Angela continuou, com um sorriso malicioso:

— Eu já vi vocês dois espiando ela no banho… duas vezes. Posso imaginar quantas punhetas vocês já bateram pensando nela, né?

Yasmin ficou vermelha de raiva e deu um tapa no braço de Gustavo.

— Seu safado! Espiando sua própria madrasta?!

Angela riu e segurou o pulso de Yasmin:

— Para de ciúmes, Yasmin. O marido dela te come quase todo dia e você fica aí com ciúmes? Faz sentido isso?

Yasmin bufou, mas não respondeu. Angela prosseguiu:

— Eu quero trazer ela pra isso. Ela merece sentir prazer de verdade. O plano é simples: ela vai pegar vocês dois na maior putaria. Quero que ela veja tudo. Quero que ela veja seus paus duros de tesão, querendo foder. Quero que ela veja vocês em ação.

Angela olhou para Gustavo e Yasmin:

— Vocês vão transar bem safado, bem escandaloso, onde ela possa ver. Depois eu cuido do resto. Mais tarde, vamos fazer ela pegar o Vitor pelado no banheiro, saindo do banho, pau duro… O resto eu resolvo.

Yasmin cruzou os braços, ainda um pouco ressentida, mas claramente excitada com a ideia.

— E você acha que ela vai cair nessa? — perguntou.

— Ela vai. Minha irmã é mais curiosa do que demonstra. Só precisa de um empurrãozinho… — Angela sorriu. — Então, posso contar com vocês?

Gustavo foi o primeiro a responder, com um sorrisinho safado:

— Pode contar.

Yasmin olhou para Angela por alguns segundos, depois suspirou e respondeu:

— Tá bom… eu topo.

Angela sorriu satisfeita, passando a mão na coxa de Yasmin.

— Ótimo. Amanhã começamos o plano.

No dia seguinte, Angela convidou Angélica para almoçar fora. Antes disso, Marcão e Vitor se ofereceram para levar a pequena Luz para almoçar na mãe de Marcão, deixando as duas irmãs sozinhas em casa.

Alguns minutos depois de saírem, Angela falou casualmente:

— Ai, esqueci meu celular no seu quarto. Acho que deixei lá na hora que te chamei. Você pode pegar pra mim?

Angélica subiu sem desconfiar. Ao abrir a porta do quarto, parou congelada.

Gustavo estava deitado na cama, completamente nu, e Yasmin cavalgava ele com força, rebolando como uma atriz pornô. Os gemidos eram altos e obscenos. Yasmin quicava no pau longo de Gustavo, os seios pequenos balançando, enquanto ele segurava a bunda dela e metia para cima.

Angélica ficou vidrada, especialmente no pau de Gustavo — longo, grosso, entrando e saindo brilhando da buceta de Yasmin.

— Que porra é essa?! — explodiu Angélica, chocada. — Seus safados! Na minha casa?!

Gustavo e Yasmin pararam, assustados. Angélica bateu a porta com força e desceu as escadas vermelha de raiva e vergonha.

Elas foram almoçar mesmo assim. Durante a refeição, Angela cutucou:

— Você viu, né? A Yasmin é bem bonitinha… e gostosa. O Gustavo tem sorte.

Angélica ficou quieta, cutucando a comida. Angela continuou, com um sorrisinho:

— Falando nele… você viu o tamanho do pau dele?

Angélica quase engasgou. Ficou vermelha e murmurou, sem conseguir se controlar:

— Fazia anos que eu não via ele pelado… e quase do tamanho do…

Ela parou a frase no meio, envergonhada. Angela apenas sorriu por dentro.

Mais tarde em casa, Vitor subiu para tomar banho. Angela esperou o momento certo.

Vitor deixou a porta do banheiro entreaberta, ficou pelado e começou a se masturbar devagar, o pau grosso de 18 cm já duro na mão.

Angélica subiu para pegar uma roupa no quarto e passou pelo corredor. De repente, ouviu um barulho forte — Vitor havia fingido um tombo.

— Aí! Porra! — gritou ele.

Angélica correu e abriu a porta do banheiro. Vitor estava caído no chão, completamente nu, o pau grosso e duro apontando para cima.

— Vitor! Você tá bem?! — exclamou ela, correndo para ajudar.

Ao tentar levantá-lo, a mão dela encostou diretamente no pau dele. Sentiu a grossura absurda, quente e latejante. Ficou paralisada por um segundo, olhando para aquele monstro.

— Desculpa… — murmurou Vitor, fingindo vergonha.

Angélica saiu correndo do banheiro, o coração disparado.

Angela foi atrás dela rapidamente.

— Mana, está tudo bem?

Angélica sentou na cama, visivelmente abalada, e confessou:

— Não consigo nem fechar os olhos… Primeiro eu vi o Gustavo transando com a Yasmin, aquele pau enorme… agora o Vitor pelado no banheiro, aquele negócio grosso… Meu Deus, Angela, o que está acontecendo comigo?

Angela sorriu discretamente, acariciando o ombro da irmã.

Ela está pensando muito sobre o que viu… Isso é um ótimo sinal.

Naquela noite, Angela percebeu que Angélica estava diferente. Ela andava inquieta pela casa, cheia de energia nervosa, mexendo em coisas sem necessidade e evitando olhar nos olhos de qualquer um. Parecia ansiosa, quase elétrica.

Mais tarde, Gustavo e Vitor inventaram de ir ao cinema. Angela e Angélica ficaram em casa. Quando os meninos voltaram, Angela subiu para o quarto e ouviu gemidos vindos do quarto do casal.

Curiosa, se aproximou silenciosamente da porta entreaberta e espiou.

Angélica estava completamente nua, de quatro na cama, empinando a bunda. Marcão atrás dela, segurando sua cintura com força e metendo aqueles 22 cm grossos com estocadas pesadas e ritmadas. O som molhado de pele contra pele ecoava no quarto.

— Aaaahh… Marcão… assim… mais fundo… — gemia Angélica, o rosto enterrado no travesseiro.

Marcão dava tapas fortes na bunda dela, fazendo a pele ficar vermelha, enquanto metia com vontade, o pau enorme entrando e saindo brilhando.

— Isso… toma essa rola que você tanto precisava… — rosnava ele, acelerando.

Ele virou Angélica de lado, levantou uma das pernas dela e continuou fodendo, os seios cheios balançando a cada estocada. Depois a colocou de frente, abriu bem as pernas dela e meteu fundo, olhando nos olhos dela enquanto a fodia com força.

Angélica gozou violentamente, o corpo tremendo inteiro, apertando o pau dele enquanto gritava:

— Aaaahhhhh… tô gozando… Marcão… porraaa!

Marcão deu mais algumas estocadas brutais e gozou logo em seguida, enchendo a buceta da esposa com jatos grossos e quentes.

Ofegante, Angélica murmurou, ainda com o pau dele dentro:

— Eu me esqueci como era grande…

Marcão sorriu, beijando o pescoço dela:

— Tava com saudades dessa sua buceta, amor.

Ele se levantou para pegar água e desceu as escadas. Ao ver Angela no corredor, parou e sorriu satisfeito:

— O que você fez? Seu plano já aconteceu… ela estava pegando fogo hoje.

Angela sorriu de canto, sem dizer nada.

Quando Marcão desceu, ela foi para o quarto, trancou a porta, tirou toda a roupa e se deitou na cama. Começou a se masturbar devagar, dois dedos deslizando na buceta molhada, pensando em tudo que tinha colocado em movimento.

Eu sou uma puta… e adoro isso.

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