Professora Puta- O Sobrinho Parte 05

Um conto erótico de Carla Professora
Categoria: Heterossexual
Contém 573 palavras
Data: 27/05/2026 11:55:01

Estou chegando ao fim da história pois começou a ficar repetido

Mas aconteceram mais algumas coisas ainda que vou contar

Segue:

Depois daquela tarde em que o Matheus me deu o primeiro tapa forte no rosto, cuspiu na minha boca e me fez repetir a palestra de feminismo enquanto me fodia como um lixo, algo mudou de verdade entre nós. Ele descobriu o botão exato para me quebrar… e eu descobri que adorava ser quebrada por ele.

As semanas seguintes foram um turbilhão silencioso dentro de casa.

O Matheus teve a ideia perfeita — e perigosíssima. Ele começou a “namorar” a Júlia oficialmente.

Para o Paulo, para os meninos, para a família toda, ela era simplesmente a namorada nova e linda do sobrinho. Júlia vinha jantar quase todo dia, dormia aqui nos fins de semana quando o Paulo viajava a trabalho, postava fotos carinhosas com o Matheus no Instagram, ria das piadas do meu marido na mesa. Paulo até comentava, orgulhoso: “Finalmente o menino arrumou uma garota direita, hein?”. Ninguém imaginava nada.

Mas dentro de casa… nós três vivíamos um triângulo amoroso secreto, sujo, intenso e completamente viciante.

Júlia era a namorada dele para o mundo.

Eu era a tia puta que os dois usavam sempre que queriam.

Quase todas as noites, depois que o Paulo e as crianças dormiam, Júlia entrava silenciosamente no quarto de hóspedes. Eu esperava uns minutos e ia me juntar a eles. Às vezes o Matheus me mandava só uma mensagem curta: “Tia, vem. Minha namorada tá com saudade da sua boca de vadia”.

Naquela noite específica, eu abri a porta do quarto de hóspedes devagar. A luz era baixa. Júlia estava completamente nua, montada no Matheus, rebolando devagar naquele pau grosso enquanto ele estava sentado na beira da cama, mãos apertando a bunda dela.

Ela gemia baixinho no ouvido dele:

— Meu namorado… seu pau é tão grosso… me enche toda…

Matheus me viu e sorriu aquele sorriso cruel que eu já amava.

— Olha só quem chegou… a tia puta veio participar do nosso namoro. Tira a roupa e se ajoelha.

Eu obedeci imediatamente, ficando nua e me ajoelhando entre as pernas deles. Comecei a lamber o clitóris da Júlia enquanto o pau grosso do Matheus entrava e saía dela. O gosto dela misturado com o dele era viciante. Júlia segurou minha cabeça com força, se esfregando na minha boca.

— Isso, professora… lambe a buceta da namorada do seu sobrinho enquanto ele me fode…

Matheus deu um tapa forte na minha cara enquanto eu lambia.

— Você curte isso, né? Ver seu sobrinho namorando uma menina da sua idade enquanto você fica como a puta da casa?

Eu só gemi em resposta, lambendo com mais fome. Ele gozou dentro da Júlia, forte, enchendo ela toda. Quando tirou o pau, ordenou:

— Limpa ela, tia. Come a porra do seu sobrinho direto da buceta da minha namorada.

Eu obedeci, enfiando a língua bem fundo nela e chupando tudo enquanto os dois me olhavam de cima. Depois eles me colocaram de quatro e me foderam juntos — ele na minha buceta, ela sentada na minha cara —, os três gemendo baixo para não acordar ninguém.

Era arriscado pra caralho.

Era humilhante.

Era o paraíso.

Nós três vivíamos esse triângulo proibido dentro da minha própria casa, sem o Paulo fazer a menor ideia. Júlia era a namorada dele para o mundo. Eu era a tia puta para os dois.

E eu estava completamente, irreversivelmente viciada nisso.

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Comentários

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Esta muito arrastado esse conto, perdeu o encanto que uma vez ameaçou ter. Sujeito o autor encerrar da mesma forma que está escrevendo. Rápido e sem gosto!

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