Esse conto a cada capitulo tem tido mais leituras do que o anterior, fato inédito em meus contos. Minha conclusão é que os leitores estão gostando cada vez mais da história, então agradeço esse reconhecimento.
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Tinha sido um dia maravilhoso. Consegui fazer amor com mamãe com ela se entregando a mim e se revelando uma delícia. Também foi o dia que minhas irmãs depilaram a bucetinha uma da outra e após o oral que fiz nelas também fizemos amor. Antes do jantar fiz amor com mamãe sobre a bancada da cozinha e tinha o desfaio de Sara de comer mamãe em meu quarto antes de dormir.
Só faltava vencer esse desafio de que eu daria conta de mamãe mais uma vez naquele dia intenso de sexo com ela vindo a meu quarto após eu pedir sua ajuda diante meu pai no jantar.
Eu estava a esperando ansioso e excitado, depois de incontáveis orgasmos naquele dia e eis que a escuto vindo pelo corredor com seu chinelo de quarto e depois vejo a porta se abrir com aquela maravilhosa imagem de mamãe usando um pijama de calça e manga compridas branco com acabamentos azuis combinando lindamente com sua pele cor preto ébano e um sorriso colado no rosto.
– Não tranque a porta e venha aqui.
Mamãe não hesitou pois sabia que era quase impossível meu pai subir, principalmente depois daquela discussão. Se na hipótese absurda ele viesse e encontrasse a porta trancada como nunca permitiu, não teríamos como explicar.
Eu tinha uma ideia bem safada do que fazer com ela, principalmente se tivesse com uma de suas calcinhas e sutiã sem graça que logo ela pararia de usar. Quando se aproximou, eu já estava em pé muitos centímetros acima dela que olhava para meu rosto já sabendo o que iria acontecer, mas não da forma que ia acontecer.
Sem perder tempo abri os botões de sua blusa e ao tirá-la a coloquei esticada na cadeira. Seu sutiã era um rosa antigo não feio porque nada nela ficaria feio. Quando me abaixei e puxei sua calça a tirando pelos pés, a calcinha era o conjunto e era bem grandinha, mas estava linda mesmo assim e para o bem de nossa excitação teria que ser sacrificada.
Coloquei também a calça na cadeira sob seu olhar excitado, voltei até ela e me agachei a sua frente.
– Você não deveria ter colocado calcinha e sutiã. Só estão me atrapalhando.
Enquanto ela tentava reagir ao que falei, levei minhas mãos as duas laterais da cintura de sua calcinha e usando toda minha força as puxei a rasgando inteira só sobrando uma perna que escorregou por sua coxa.
Diante sua surpresa, me levantei e para não machucar seus seios agarrei seu sutiã puxando para os lados até que ele se rompeu no encontro mais frágil entre os dois seios e logo o tirei por seus braços.
A peguei no colo ainda estática, talvez pensando como voltaria a seu quarto e a coloquei em minha cama, subi de 4 sobre ela dando lhe um beijo animal estuprando sua boquinha carnuda.
Por alguns segundos só eu a beijei, mas enfim ela despertou e se agarrando em meu pescoço me deu um beijo tão voraz como o meu. Mamãe ia ser devidamente devorada antes de dormir como sempre deveria ter acontecido por ser tão linda e gostosa.
Uns 3 minutos daquele beijo incandescente e interrompi e desci para seus seios de médio para pequenos tão firmes como o de Sara. Eu queria gastar muito tempo neles, mas ficaria para uma outra ocasião, no entanto fui fogoso e beijei, lambi e mordi sem a machucar, mas de forma rude, dominante, masculina.
Quando enfim lambi, mordi, suguei e por fim mamei esfomeado suas aréolas e mamilos pequenos cor chocolate 70%, mamãe veio em um orgasmo inesperado.
– Aaaaiiiiiummmmmmmmmmm, mama na mamãe, mama. Estou gozandoooooooo, falou abafando sua voz que minhas irmãs no quarto ao lado deveriam estar escutando.
Quase arranquei seus mamilos de tanto que os estiquei, mas a deixando gozar, desci para sua barriguinha impecável mostrando os músculos levemente delineados e fui para sua bucetinha ainda com os cabelinhos cacheados.
Seu corpo tremia, mas quando passei a língua chegando a seu clitóris de uma forma rude, começou também a convulsionar se esticando. Agarrei suas coxas com meus braços em torno delas e as segurei no lugar enfiando minha boca naquela frutinha deliciosa com minha língua atacando seu botãozinho, lambendo e girando nele de forma áspera e logo ela teve um novo orgasmo sobre o primeiro agarrando meus cabelos.
– Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaauuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuhhhhhhhhhhh. Nunca tive um orgasmo assim. Não pare amor, não pare.
Eu ia dar a ela tudo que ela não tinha tido e o que ela me pedisse e como pediu para continuar, continuei, mas quando percebi o desconforto, parei e fui subindo por seu corpo até minha glande encontrar sua fenda, escorregar para cima e para baixo e encontrar sua portinha.
– Me come. Me come. Eu preciso de seu pau arrombando minha bucetinha, pediu em desespero.
Já a tinha penetrado poucas horas antes na cozinha e naquela manhã e não iria machuca-la entrar rápido, mas mesmo com toda minha vontade suas paredes internas freavam a intrusão por serem muito apertadas.
Quando cheguei ao fundo, coloquei todo meu vigor sabendo que poderia a deixar esfolada, mas o ruido da cama batendo os pés no piso me fez diminuir um pouco. Ainda a afundava em meu colchão como tinha afundado Sara no seu naquela tarde.
Suas unhinhas finas arranhavam minhas costas, mas nem liguei e tentava não pensar em meu pai lá embaixo ou poderia gozar, mas eu ia gozar em uma posição inédita e safada com ela.
– Auuuhhhfff. Auuuhhhfff. Auuuhhhfff. Auuuhhhfff. Auuuhhhfff., ela gemia a cada estocada.
Eu estava suado e pingando sobre ela pelo esforço, pois não tinha dado ainda nem 10 minutos e fiz mamãe gozar pela terceira vez.
– Deusssssssssss. Estou gozando de novoooooooooooo.
Que prazer imenso fazer mamãe gozar daquele jeito e se meu pai nos tivesse pego naquele momento tudo o que aconteceria teria valido a pena, mas ele não apareceu e querendo meu gozo, deixei sua bucetinha a forçando me soltar de seus braços, peguei seu corpo gozando e o girei de bruços e puxei seu bumbum para cima a deixando de 4, mas ainda com uma certa instabilidade.
– Firme as pernas e braços porque vou gozar assim e quero você gozando comigo.
Segurando em sua cinturinha a invadi de novo e comecei a martelar admirando suas curvas divinas como um violoncelo com bumbum largo e redondo, cintura muito fina e tudo preto ébano brilhando de suor inclusive em torno de sua fenda rosada aberta por meu pau.
– Você vai gozar mais uma vez quando sentir meu esperma, falei enquanto a estocava sem piedade na primeira vez que ela fazia amor naquela posição.
A primeira de infinitas.
Mamãe não respondeu talvez não tendo a certeza se conseguiria gozar uma quarta vez.
– Se eu estivesse comendo minhas irmãs assim, elas estariam me implorando para chama-las de minha putinha. Elas adoram e se excitam muito sendo minhas putinhas.
Semeei a ideia e fiquei esperando até segurando um pouco meu gozo, já na porta e depois de quase um minuto fui presenteado.
– Ahhhhhhhhhuuuu. Mamãe também é sua putinhae vou adorar seu pau grande que me arrombe de todos os jeitos que você fizer. Enche a mamãe de esperma de novo. Me chama de putinha amor.
Não achei que ela ia ser tão receptiva, mas mamãe era outra mulher, uma mulher satisfeita em busca do enésimo orgasmo daquele nosso primeiro dia.
– Goza minha putinha, goza. Ahhhhmmmm. Estou gozandooooo.
Eu estava sendo uma máquina de sexo, só porque era minha deliciosa mamãe e a comia enquanto meu pai estava lá no quarto deles esperando sua esposa para dormir. Esse era o problema, pois ele só dormia com ela.
– Gozandoooooooooooo, falou com seu corpo já perdendo forças e indo se deitar de bruços, mas fui junto ficando enterrado nela parado enquanto terminava de ejacular e depois até que seu último orgasmo terminasse.
Esparramado sobre seu corpo pequeno, mamãe não tinha chances de escapar mesmo se não estivesse exausta e brinquei com isso falando por trás em seu ouvido.
– Não vou deixar você sair daí nunca mais, falei lambendo sua orelha a arrepiando.
– Depois do que fez comigo, eu é que não te deixaria sair. Meu deus, o que foi isso? Gozei 4 vezes em sequência. Nunca tive mais de um por dia lá no começo do casamento, se lamentou.
Bom de matemática fiz uma conta rápida de cabeça com números bem aproximados.
– Com 23 anos de casada se ele tivesse te feito gozar duas vezes por semana você teria gozado umas 2.000 vezes. Se você gozou 200, vou te repor os outros 1.800, brinquei lambendo seu pescoço.
– Não duvido que vai e acho que 200 é um número muito superestimado. Para garantir, é melhor dar os 2.000, brincou.
– Vou dar. Você é muito gostosa mãe. A partir de segunda-feira que você trabalhará as tardes em casa, vou me dividir entre minhas irmãs e você. Tenho muitas coisas que não fiz com elas ainda e muito menos com você. Bem que eu queria que você dormisse aqui, mas tem que ir.
– Você rasgou minha calcinha, agora não tenho como não deixar escorrer no pijama.
– Se limpe com minha toalha e lá você coloca outra. Certeza que ele não vai reparar. Você vai dormir cheia de meu esperma. Se tiver no dia certo, não tem como escapar de engravidar depois de tudo que fizemos.
– Acho que não estou, pois nunca atraso e já está no fim. Tira esse corpo delicioso de cima de mim. Não acredito que fiz um corpo tão lindo e gostoso e ainda por cima tão branco, falou sorrindo enquanto eu me levantava.
– É que essa pretinha gosta de um branco e por isso casou com meu pai. Foi por isso que vim branco adorando pretinhas, para dar a você o que ele não dá.
Eu estava ajoelhado e se levantando minha mãe sentou em minhas coxas de frente para mim e me deu um beijo de arrepiar, não fogoso, mas apaixonado.
– Sim, agora você é meu homem, meu tudo amor. Mamãe é verdadeiramente sua.
– Maravilha. Vou te deixar feliz e sempre satisfeita.
Mamãe se levantou e foi ao banheiro se limpar. Depois colocou o pijama sem nada por baixo, mas o tecido não era transparente e seria difícil saber que não tinha nada por baixo por ser tão largo. Ela se safaria facilmente de meu pai.
Depois de um último beijo e dizer que aquele foi o melhor dia de sua vida, fora os nascimentos dos filhos, tomou um último cuidado.
– Sobre o que você pediu minha ajuda? Temos que ter a mesma resposta, falou sorrindo.
Combinamos algo e mamãe se foi feliz e certamente dolorida por ter meu pau pela primeira vez naquele dia e pela intensidade que coloquei em seus dois últimos orgasmos.
Eu estava nos céus, parecendo de verdade flutuar sobre minha cama tendo as 3 mulheres mais lindas que eu conhecia. Lindas de morrer em suas diferenças e semelhanças.
O dia seguinte, foi o primeiro dia de calmaria depois que comecei a fazer amor com minhas irmãs e minha mãe e do dia intenso anterior onde perdi a conta de quantas vezes gozei com elas três e ainda mais o quanto elas gozaram comigo.
Por ser sexta-feira mamãe teve que trabalhar muito para deixar tudo preparado para seu novo modo de trabalhar indo só pela manhã ao escritório. Minhas irmãs estavam bem esfoladas e se demos um descanso a tarde, antes de dormir fiz amor com cada uma delas separadamente em meu quarto, mas foi calmo e maravilhoso depois daquela intensidade toda.
Porém algo foi muito safado, pois tendo combinado antes as duas me pediram para comprar algo para facilitar estrear seus bumbuns sem doer demais. Depois que falei a Leah que a deixaria cheia de meu esperma em todos seus orifícios, ela não iria descansar até não conseguir ficar na frente de nosso pai dessa forma.
Com o pedido delas veio a minha mente aquela ideia de comprar dois conjuntos de lingeries bem sensuais e idênticos, um preto e outro branco e as vestir com a cor oposta a suas peles e estrear seus bumbuns fantásticos seria um bom momento para as ter também com essas lingeries. Dois gozos, um em cada cuzinho não iria me satisfazer com certeza.
Teria que gastar muito de minha poupança com os presentes em dinheiro que ganhava de meus avós em aniversários e natais, mas valeria a pena. Fiquei tão empolgado que compraria um também para mamãe, todo rosa para contrastar com sua pele preta lindíssima.
No dia seguinte sábado, saí de casa dizendo que ia a casa de meu amigo e fui ao maior shopping da cidade, já tendo pesquisado todas lojas de lingeries e magazines que também as vendiam.
Parecia fácil, mas precisei andar todo o shopping de loja em loja até que encontrei uma que tinha as lingeries idênticas branca e preta, a preta um número maior e aproveitei também comprar cintas ligas e meias. Era uma loja de lingerie italiana e custou bem caro, mas mesmo sem as ver com elas já pensava que ia adorar as fotografar e esconde-las em minha conta secreta de e-mail que meu pai não sabia que eu tinha.
A de mamãe foi mais difícil, pois rosa tem menos, mas achei em outra loja famosa internacional do jeito que imaginei. As invés de sutiã como os de minhas irmãs foi um corselete rosa onde já tinha os ganchos para as ligas que o acompanhavam. A calcinha do conjunto era alta, mas atrás em um desenho que entraria fácil no bumbum. A meia rosa foi impossível achar, então comprei uma branca combinando com pequenos laços de fitas brancas na lingerie.
Meu pau ficou duro imaginando mamãe naquela lingerie e para a usar, depilaria sua bucetinha e também estrearia seu bumbum como ela já tinha aceito quando mostrei a lista do que eu queria fazer com ela. Talvez precisasse esperar passar sua menstruação que estava bem perto pelo que ela me falou.
Infelizmente não pude deixar fazer pacotes grandes e lindos como as lojas faziam para presentes sensuais ou não teria como esconder e seria muito visível quando eu voltasse. Em embrulhos menores, tudo ficaria escondido na mochila até quando fossem usadas por elas. Com minhas irmãs, certamente no começo da semana.
Na tarde daquele sábado eu queria comer minha mãe primeiro, pois se meu pai voltasse antes de seus compromissos no clube onde ficava até o fim da tarde, eu poderia fazer amor com minhas irmãs no quarto antes de dormir.
Se bem que após aquela noite com mamãe vindo em meu quarto nada impedia dela retornar, mas não queria abusar chamando atenção de meu pai.
Depois de um breve descanso após ao almoço, mandei uma mensagem para mamãe, mas não sabia se ela iria ler rapidamente, pois evitava o celular de final de semana. Fui direto e impositivo, como aprendi a ser naquelas pesquisas quando ainda queria fazer de Leah também submissa.
<Venha a meu quarto para que eu te depile e lamba sua bucetinha>
Demorou uns 2 minutos, para que eu visse que ela tinha lido me surpreendendo pela rapidez e menos de 30 segundos para chegar a meu quarto, entrando com uma carinha excitada.
– Estava ocupada mãe?
– Não, mas teria vindo mesmo se estivesse com o que você falou.
– Então vamos tomar banho. Se dispa.
Enquanto mamãe se despiu de suas vestimentas ainda antiquadas e sem graça que meu pai a obrigava a usar junto com minhas irmãs, fiquei nu também. Se suas roupas eram feias e sua lingerie sem graça seu corpo preto ébano, sinuoso em forma de violão era uma das maravilhas da natureza.
Só de olhar para ele já fiquei duro como pedra e fui para minha gaveta pegar uma tesourinha para primeiro cortar seus pelinhos enrolados.
– Vem mãe, não vejo a hora de te lamber gostoso, a provoquei.
– Ahhhmmm, ele gemeu excitada me acompanhando.
Enquanto a água esquentava a lembrei de algo sem conseguir desviar o olho daquele corpo abençoado parecendo de uma jovem de 25 anos, mesmo tendo 3 filhos.
– Depois disso você não vai mesmo poder ficar nua diante meu pai.
– Nua, nua, assim como estou acho que nunca fiquei inteira para ele. Na hora do sexo, era mais levantar minha camisola, se enfiar em mim, gozar e se deitar satisfeito. Azar o meu se não tivesse conseguido gozar também, o que foi ficando cada vez mais raro pelo descaso dele. Então nem que ele me implorasse me ver nua e sexo agora, ele teria. Já disse que esse corpo é só seu.
– Pena que eu não descobri antes que poderia te ajudar, pelo menos desde que fiz 18 anos.
– Se eu não tivesse visto aquele vídeo de suas irmãs, teria sido difícil ceder, mas quem sabe, você é insistente e poderia ter me subjugado da mesma forma, falou sorrindo.
Entramos na água e não perdi tempo colocando mamãe apoiando as costas na parede e abrindo as pernas. Me ajoelhei com a tesourinha na mão e me lembrando como Leah tinha feito com Sara esticava seus cachinhos e os cortava na base.
Só com isso já senti tanto prazer que me arrependi de não ter feito eu a depilação de minhas irmãs, mas quem sabe um dia depois que as mandasse deixarem crescer novamente.
Mamãe gemia excitada só sentindo as costas de meus dedos em sua pele e olhava lá de cima com seus olhos pretos lindos e profundos.
– Não acredito que estamos fazendo isso, falou inconformada com o que aconteceu naqueles poucos dias.
– Arrependida, perguntei enquanto espalhava a espuma para a barbear.
Seu riso foi espontâneo e gostoso.
– Jamais. Minha vida já foi mais emocionante nesses poucos dias do que na vida toda. Faria tudo de novo.
–Que bom. Agora deixe ficar um pouco quieto para não te cortar.
Com muito mais cuidado do que Leah teve com Sara fui depilando seus pelos aparados e felizmente ter seus lábios fechadinhos ajudou muito, pois mesmo os abrindo um pouco para dar o acabamento, não tinha perigo de cortar seus lábios internos.
Depois de lisinho, fiz várias verificações com a ponta do dedo tirando pouco que havia sobrado e no final estava lisinha como a tampa preta de um piano. Para encerrar me inclinei e dei um beijinho naquela preciosidade de mamãe vendo seu risquinho das cesáreas quase invisível.
Mamãe tinha gemido o tempo todo de prazer olhando para mim, mas não puxou conversa para não me distrair. Devia estar encharcada, mas não quis testar para que tivesse bastante de seu mel, logo a seguir.
– Pronto mãe. Perfeita para ser degustada. Você quer?
Ela sorriu excitada.
– Mais do que tudo amor.
– Então nem vamos lava-la, para não tirar o que tem lá dentro, depois tomamos um banho de verdade para encerrar, falei me levantando e a beijando.
Fechei a ducha e com minha toalha primeiro a enxuguei sem invadir sua fenda e depois de me enxugar a levei para o quarto a deixando em pé e me afastando para admirar aquela estátua parecendo esculpida em granito preto absoluto.
– Meu deus mãe, você é escultural. Sem pelinhos está ainda mais perfeita, o que eu achava impossível.
– Obrigado meu amor. Além desse pau gostoso você me elogia como nunca fui elogiada.
– Como está se sentindo sem os pelinhos?
– Estranha, ventilada e excitada sabendo que você a deseja e o que vai fazer com ela.
– Então se deite em minha cama e não vamos mais perder tempo porque estou literalmente babando, falei abrindo a boca e mostrando para ela.
Mamãe subiu na cama primeiro de gatinho e olhando sua bunda redonda e perfeita, sabia que não demoraria a tê-la também. No papai e mamãe ela abriu as pernas o máximo que a cama estreita permitia e me deitei de bruços com meu rosto a 20 centímetros daquela delicinha parecendo de menina como a de Sara. Só havia um leve rosa visível com suas bordas teimando em ficarem fechadas.
Primeiro, é claro, me deliciei com sua pele lisinha por mais de um minuto até que não aguentei de vontade e com os polegares abri suas pétalas pretas expondo o intenso rosa inteiro.
– Ahhh filho, chupa logo a bucetinha da mamãe. Não estou me aguentando. Amei quando você fez isso pela primeira vez.
Como um Buldogue vim com minha língua espalmada desde seu cuzinho até chegar em seu clitóris, fazendo seu corpinho se retorcer.
– Ohhhhuuu. Eu amo isso. Como pude viver sem?
Mamãe nunca mais viveria sem, pois, eu amava sua bucetinha, seu odor e seu sabor de mulher. A percebendo tão tarada, tentaria a fazer gozar duas vezes, então fui rápido para seu clitóris e após alguns giros de minha língua nele, ela teve seu primeiro orgasmo.
– Aaaaaaiiiiihhhhhhhhh, estou gozando, gritou alto sem se importar com as filhas no quarto vizinho, se estivessem lá.
Aliviei seu grelinho a deixando gozar tremendo toda, porque o que eu faria a seguir seria muito safado, principalmente para se fazer com a própria mãe.
Enquanto ela gozava, sorvi o máximo de seu mel doce e picante me deleitando com seu sabor. Quando seus gemidos pararam, voltei a seu clitóris sensível de leve só para a preparar e como eu não sorvia mais seus fluidos eles escorriam para seu rabinho levemente mais claro que sua pele.
Comecei a brincar com a ponta do dedo enquanto ia aumentando as pinceladas em seu botãozinho e então comecei a enfiar o dedo mais comprido em seu anelzinho melado.
– Lucaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaasssssssssssssssssss.
Seu corpo novamente tinha tremores e evidente que mamãe nunca tinha tido com meu pai o que eu estava fazendo. Tive que parar um pouquinho de lamber só para a excitar mais um pouco.
– Xiuuuuu. Você é minha e faço o que eu quero e sei que vai gostar. Em algum momento nos próximos dias vai entrar bem mais do que meu dedo.
– Ohhhhhhhhhhhhhh filho. Assim vou gozar de novo.
Nem respondi e assim que enfiei todo o dedo médio em seu cuzinho, comecei a enfiar o indicador em seu canal vaginal apertadinho e quente. O ataque era triplo com a dupla penetração e minha língua agora colocando o máximo de pressão em seu clitóris.
– Filho. Filhooo. Filhoooooooooo. Estou gozaaaandooooo, gritou ainda mais forte do que no primeiro orgasmo.
Mais do que dar os orgasmos a mamãe que ela não tinha, o que me deixava mais radiante era a ver livre, solta e feliz, se libertando da tirania de meu pai.
Desta vez não emendei subindo sobre seu corpo e a comendo fogoso porque a queria em uma posição que ainda não tínhamos feito que era em meu colo me deixando saborear aqueles seios cônicos, perfeitos e gostosos como eu tinha saboreado sua nova bucetinha carequinha.
Para não a pôr em sofrimento, fiquei longe de seu clitóris lambendo todo o interior mapeando mentalmente cada milímetro do interior proibido de mamãe. Quando seu orgasmo acabou levantei o rosto olhando para ela com minha boca toda melada.
– Você quer meu pau, mãe?
– Quero.
– Não é assim o modo de uma putinha submissa pedir o pau que está com vontade, a provoquei.
– Por favor filho. Enfia esse pauzão em minha bucetinha e goza em mim para que eu goze também, falou empenhada.
Olhei para ela sorrindo amando a fazer se entregar daquela forma mostrando o quanto estava gostando e feliz com nossa nova relação.
– Então se levanta um pouco porque vou sentar com as costas na cabeceira e te quero em meu colo. Não fizemos ainda e vai ser delicioso porque vou também poder mamar nesses seios lindos enquanto te como.
Mamãe olhou para mim feliz, pois era mais uma primeira vez em sua vida sexual. Não demorou eu estava sentado, mamãe ajoelhada sobre mim com um joelho de cada lado e segurava com dificuldade meu pau duro como aço próximo a sua fenda.
– É tão grande. Pau de preto, ela falou sorrindo se referindo a conversa que tínhamos tido anteriormente.
– Herdado de meus ancestrais pretos para satisfazer minhas duas pretinhas e minha branquinha também porque ela adora.
– Nunca estive com ninguém além de seu pai, então não vi um preto, mas prefiro assim rosinha. Acho que o oposto nos atrai. Grande e rosinha, sorriu já se abaixando e o encostando em sua portinha.
– Todo seu mãe. No meu caso a preferência absoluta é por bucetinhas de minha família. Pretinhas ou branca, falei sorrindo e tirando um sorriso dela.
Mamãe começou a se empalar e logo deu um gritinho.
– Ahhhhiii.
– Está doendo né mãe? Tinha sido rude com ela.
– Deliciosamente rude amor. Não se atreva a mudar. Sem graça já basta o que seu pai sempre fez. Estava radiante por sentir dor hoje lá no escritório. Aliás, depois de nossa primeira vez, quando fui para o escritório ficaram me perguntando o que aconteceu por eu estar tão feliz. Pena que não pude falar que é por causa do pau enorme de meu filhão, falou se enterrando um pouco mais.
Com seus seios vindo descendo quase chegando na altura de minha boca, tirei as mãos de sua cintura a deixando se penetrar sozinha e os envolvi ao apalpando sentindo a felicidade sem fim de ter aquele seu corpinho lindo e gostoso para mim.
– Ahhhiiiii filhooo. Dóiiii. Toda vez parece que estou perdendo a virgindade de novo. É boooooommmm.
– Você é muito apertada mãe. Igual suas filhas. Uma delícia de bucetinha que nunca vou enjoar.
– Sua amor. Aproveite porque se você não me engravidou devo menstruar amanhã, ou no máximo segunda-feira.
Senti seu bumbum fofo se acomodando em minhas coxas mostrando que o tinha inteiro dentro de si.
– E mais do que enorme. É um monstro. Nessa posição entra maissss. Amo seu pau amor.
– E amo sua bucetinha mãe, tanto que quero te comer mesmo menstruada se você não estiver sentindo dores.
Ela me olhou surpresa e assustada.
– Não. É nojento.
– Não tenho nojo nenhum de você e se te preocupa, podemos fazer no banho e logo que gozar eu tiro e me lavo. Nada nojento, falei sorrindo.
– Você faria mesmo isso, não faria?
– Claro que sim. Não quero ficar 5 dias sem fazer amor com você, a não ser que eu use o Plano B, a provoquei.
– Depois do que você fez lá trás agora pouco não está muito longe.
– Não estou mesmo. Vou comer seu bumbum mãe, mas amo sua bucetinha e não quero ficar sem ela. Você quer ficar sem meu pau?
– Nãoooooooo. Nunca mais na vida quero ficar sem ele. Se eu não estiver com mal estar, faremos isso seu louco, falou começando um vai e vem fogoso em meu colo.
Era hora de dar atenção aquelas montanhazinhas cônicas perfeitas e firmes e levei minha boca dando mordidinhas em primeiro lugar. Voltei minhas mãos a suas ancas e acelerei seu movimento de vai e vem.
Como ela estava satisfeita com seus orgasmos levamos por minutos aquele prazer mutuo. Mamãe gemia a cada sugada mais forte em seus mamilos.
– Mama na mamãe, mama. É tão excitante você adulto mamando em meus seios como fazia bebezinho. Ahhhuuuummmmmmmm.
Excitado como eu estava desde que a depilei, fui mais uma vez ousado naquela tarde de ousadias. Soltando sua anca esquerda, minha mão grande deu um tapa em seu bumbum.
Plaft.
Ela já gemia muito por eu ter parado de brincar com todo seu seio e me concentrado em seu mamilo o sugando com força e esse tapa ainda fraco deixou mamãe incontrolavelmente excitada.
– Mais forte filho, mais forte. É gostoso. Bate mais em sua putinha, bate.
Como um homem pode ter passado mais de 20 anos com uma mulher fogosa e safadinha como mamãe e não ter descoberto isso? Meu pai realmente merecia levar todo o chifre que estava levando e naquele momento era muito grande, porque acho que meu pau nunca esteve tão duro e cheio.
Plaft.
– Aaaaiiihhhh.
Plaft.
– Aaaaiiiihhhhhh. Assim filho, mamãe está adorando.
Me concentrei no que fazia e enquanto sugava seus mamilos deliciosos os alternando, dava tapas em seu bumbum redondo e avantajado para seu corpinho. Não teve como e explodi em um gozo imenso jorrando muita porra no útero desprotegido de mamãe e ao sentir meu esperma escaldante ela deu o terceiro grito da tarde em mais um orgasmo gigantesco.
Esvaziei meus testículos, mas não tudo porque mesmo tendo gozado não tinha sido o suficiente e a agarrei pelos quadris a puxando com toda força me fazendo chegar ainda mais fundo tocando seu útero. Enquanto seu longo orgasmo ainda acontecia consegui inacreditavelmente gozar de novo um gozo mais fraco com mais alguns jatos de esperma se espalhando nas paredes do útero de mamãe.
Quando acabei esgotado o seu também terminou e mamãe veio até se soltar contra meu peito e a abracei forte espremendo seus seios que tinham me deliciado tanto. O amor intenso e desenfreado que sentia por mamãe fez com que eu sentisse que fogos estouravam em minha mente de felicidade por estar tão engatado naquela pretinha maravilhosa, linda e gostosa.
Por mim não me importaria que meu pai nos pegasse naquele momento com mamãe agarrada a mim com meus braços a envolvendo e a protegendo. Uns 5 minutos depois meu pau ainda estava semiduro naquele forninho fervente, mas eu ainda queria fazer amor com minhas irmãs mais tarde ou antes de dormir. Mamãe já tinha se refeito do cansaço.
– Meu deus, está posição é maravilhosa. Confortável em seu colo e ao mesmo tempo você mamava e me penetrava, além dos tapas excitantes, falou animada.
Pensei em algo que já tinha pensado em fazer com minhas irmãs, mas ainda não tinha feito e testei sua ousadia.
– Na próxima ao invés de dar tapas vou enfiar 2 dedos em seu bumbum e 2 em sua boca e você estará sendo penetrada em todos orifícios enquanto eu te mamo.
Senti uma forte compressão em meu pau.
– Seu safado. Antes eu não tinha nem o orifício principal sendo penetrado e você vai me penetrar nos 3 ao mesmo tempo. E ainda mamar em mim. Vou gozar sem parar, falou empolgada.
– Assim que eu gosto. Sem frescura e querendo experimentar.
– Só porque é você amor. Como mais nenhum homem no mundo eu faria tudo o que faço com você..... e que ainda vou fazer. Por exemplo, quero fazer oral com você, como fez comigo e que só você goze. Bem safada, falou cheia de malicia.
– Se é assim, tem que ser pela manhã quando estou bem cheio. Amanhã pela manhã, antes de fazer o café você pode vir aqui e me acordar assim. Bem safada e se prepare que vou gozar muito.
Ela se afastou de meu peito com os olhos arregalados.
– Eu venho. Seu pai sempre dorme um pouco mais aos domingos. Só que será só isso mesmo, porque eu quero só te dar prazer e preciso descer logo.
– Vou te dar seu leite da manhã, falei safado.
Ela riu.
– Só tomo café então. Não vejo a hora. Agora preciso ir pois se seu pai voltar mais cedo que o normal, preciso estar decente, falou sorrindo.
Antes que mamãe saísse do colo tinha algo a falar, depois que comprei aquelas lingeries sensuais naquela manhã. Não queria que se tornassem normais, porque mesmo livre da opressão de meus pais não queria minhas irmãs e ela com lingeries indecentes que eu não gostava. Não queria e não precisava com meu tesão eterno pelas três.
– Mãe, quando você for comprar roupas e lingeries com a Leah e a Sara não quero que comprem lingeries indecentes ou exageradamente provocantes e pequenas por minha causa, porque nem gosto e não preciso de nenhuma motivação extra com vocês. Só uma vez ou outra para vocês se sentirem poderosas como meu pai nunca deixou acontecer. A não ser que você e elas queriam usar, mas sabendo que não vão me excitar mais por estarem com lingeries minúsculas.
– Eu com certeza não vou escolher pequenas, mas quero algumas sensuais para me sentir mais bonita para mim mesma. E para você. Falo para elas o que você me falou e com certeza também não vão querer.
– Vestidos e saias também não precisam ser curtos demais. Já vamos desafiar meu pai e se ele pegar vocês, não vamos choca-lo demais com roupas muito curtas e justas. Um pouco acima dos joelhos estará ótimo, ou vou ficar com ciúme de vocês, confessei sorrindo.
– Essa é uma preocupação que você não precisa ter comigo e pelo que ouvi de suas irmãs e a empolgação delas, nem com elas.
– Não tenho e na verdade até quero que vocês se sintam bonitas com os homens olhando para vocês, já que nunca puderam mostrar como são lindas. Engulo meu ciúme.
– Eu te amo meu amor. Agora é bom ir mesmo pois já estamos arriscando.
Concordei com mamãe e enquanto ela se levantava acompanhei sua bucetinha ir subindo por meu pau e quando desencaixou quase a puxei de volta vendo meu esperma branco escorrendo por sua pele preta ébano sem pelos. Uma delícia indescritível.
A vendo em pé de costas para mim toda nua com aquelas curvas de sereia e aquele bumbum redondo, não via a hora de pega-la com a lingerie rosa que comprei e estrear seu cuzinho.
– Você é maravilhosa mãe.
Ela olhou para mim vestindo suas roupas.
– Obrigado filho. Maravilhoso é receber um elogio desse depois do sexo delicioso que me deu. Pelo que minhas socias falam, mesmo com os bons maridos que elas têm, depois de satisfeitos eles se esquecem de agrada-las.
– Isso nunca vai acontecer comigo. Porque as amo e talvez porque eu queira mais, brinquei.
– Mesmo com o risco de seu pai pegar, eu continuaria a fazer amor se você quisesse. Não me importo mais com ele como homem, só com você. No entanto, vamos evitar conflitos enquanto não forem necessários e se forem, estarei preparada como advogada.
Vestida, mamãe se foi e não teve como não me excitar sabendo que ela estaria com a buceta depilada por mim e cheia de meu esperma diante dele.