Como fiz minha esposa evangélica virar puta parte 18

Um conto erótico de 18
Categoria: Heterossexual
Contém 3552 palavras
Data: 27/05/2026 07:28:58

A Helena deu um passo para dentro da sala, e o som do salto agulha dela na cerâmica pareceu um tiro no meio daquele silêncio tenso. Ela tentou segurar a pose de professora elegante, mas a verdade é que a loira estava quase caindo de tanto nervosismo. O vestido azul-escuro colava no corpo dela igual a uma segunda pele, desenhando aquela bunda redonda e deixando bem claro, pelas marcas e pelo caimento do tecido leve, que ela tinha obedecido a minha ordem à risca: estava totalmente sem calcinha por baixo.

Ela olhou para o Carlos e para a Akemi sentados no sofá, engoliu em seco e ajeitou o cabelo loiro atrás da orelha, tentando recuperar o fôlego. Ela já sabia muito bem que o Tizil e a japa desembarcavam hoje — a Naty tinha deixado isso bem claro no esporro que deu nela na faculdade —, mas ver os dois ali, cara a cara, era outra história.

— Boa... boa tarde — a Helena falou, a voz saindo meio trêmula, mas tentando manter a educação. Ela deu um passo à frente e estendeu a mão na direção do Carlos. — Vocês devem ser o Carlos e a Akemi, certo? O Paulo e a Natielly falaram muito de vocês. Eu sou a Helena... colega de faculdade da Naty.

O Tizil deu aquele sorriso de canto de olho, malandro de tudo, e apertou a mão dela demoradamente, deixando o olho passear sem nenhuma vergonha pelo decote do vestido azul.

— Prazer, Helena. O Paulinho me falou de você sim... disse que você é uma professora nota dez — o Carlos provocou, soltando a mão dela com aquela lentidão cheia de segundas intenções.

A Akemi deu apenas um aceno com a cabeça, bebendo um gole do espumante dela, com aqueles olhos puxados semicerrados, medindo a Helena de cima a baixo. A japa sacou o pânico da loira na mesma hora e deu um sorrisinho cínico, sabendo exatamente quem era a "cadelinha" da história.

Lá nos fundos, pelo vão do closet, eu quase conseguia ouvir o coração do Felipe batendo que nem uma britadeira. O moleque devia estar tendo um derrame assistindo a futura tia dele se apresentar para os amigos do chefe, toda submissa, no meio daquele ambiente pesado.

— Bom, já que a santinha chegou, vamos parar com a formalidade e começar a beber de verdade! — a Naty comandou, batendo as palmas das mãos e indo direto para a cozinha.

Ela voltou com um balde de gelo cheio de cerveja trincando e mais uma garrafa de espumante. Eu levantei da poltrona, peguei uma lata e entreguei direto na mão da Helena. No que ela foi pegar, nossos dedos se cruzaram e a mão dela estava congelada, mas os olhos azuis brilharam com aquele tesão proibido que ela não conseguia esconder de jeito nenhum.

— Bebe, professora. Você tá precisando dar uma relaxada — sussurrei perto do ouvido dela, sentindo o perfume doce dela se misturar com o cheiro de couro da sala.

Sentamos todos ali e o papo começou a fluir, mas era aquela conversa cheia de entrelinhas. A Naty bebia e contava piada, o Tizil soltava umas gracinhas e a Helena ia virando o copo uma vez atrás da outra, tentando anestesiar o medo de o Tomás cismar de aparecer. Depois de umas três rodadas de cerveja, o calor começou a cobrar a conta, e o álcool já estava deixando todo mundo com os olhos pesados de malícia.

A Naty se levantou, limpando o suor que escorria pelo pescoço, e olhou para o grupo com os olhos verdes pegando fogo.

— Gente, esse ar-condicionado não tá dando conta nao. O sol lá fora tá de lascar. Vamos todo mundo trocar de roupa e ir para a piscina aqui dos fundos continuar essa resenha. Paulo, pega as coisas do Carlos e da Akemi. Helena... você trouxe o que eu te mandei trazer, né?

A Helena ficou vermelha na hora, olhando para a Naty com uma mistura de vergonha e submissão.

— Trouxe... está na minha bolsa — a loira sussurrou.

— Ótimo. Vai lá no banheiro social se trocar. Akemi, vem comigo pro quarto principal que eu te empresto um biquíni se você não tiver pego na mala de mão — a Naty puxou a japa, e os homens ficaram na sala terminando a cerveja.

Fui até o quarto de hóspedes rapidinho, fingindo pegar um short de banho, só para dar um confere no Felipe. Abri a porta do closet e o moleque estava com o terno todo desajeitado, a testa ensopada de suor e a calça social completamente manchada. Ele me olhou com os olhos arregalados, sem ar.

— Doutor Paulo... a minha tia... ela tá sem calcinha mesmo... eu vi na hora que ela sentou no sofá, o vestido subiu... meu Deus do céu... — o moleque sibilava, tremendo igual vara verde.

— Fica aí, Felipe. Agora o bicho vai pegar na piscina. Foca no rabo dela pela janela do quarto quando a gente estiver lá fora — ordenei e fechei a porta.

Vesti um short preto e voltei para o corredor. O Tizil já estava só de bermuda, mostrando o corpo atlético, esperando na sala.

Foi aí que as mulheres começaram a sair, e a minha sala virou o verdadeiro inferno na terra.

A primeira a aparecer foi a Akemi. A japonesa veio com um biquíni cortininha preto minúsculo. A pele dela era muito clarinha, o que destacava ainda mais o dragão vermelho tatuado que começava na nuca e descia contornando a costela dela até sumir na lateral do quadril. A bunda da japa era empinada de um jeito ignorante, e a calcinha fio-dental sumia no meio daquela carne firme. O Tizil olhou para a esposa com orgulho, dando um tapa estalado na bunda dela que ecoou pela sala toda.

Logo atrás veio a Naty. A ruiva estava o próprio pecado de biquíni vermelho vivo. O contraste com o cabelo de fogo e a pele branquinha cheia de sardas era um esculacho. O biquíni dela era bem cavado, deixando aquela raba gigante totalmente exposta, com as marcas dos tapas do Pastor Gilberto do dia anterior já meio sumidas, mas ainda dando um tom pecaminoso para a pele dela. Ela olhou para o Carlos e deu uma rebolada descarada, passando a mão no cabelo.

Mas o nocaute da tarde foi quando a porta do banheiro social abriu e a Helena saiu de lá.

A professora de química parecia outra mulher, totalmente desarmada daquela pose de santa. Ela usava um biquíni tomara-que-caia branco que a Naty tinha mandado ela comprar. O sutiã apertava os seios fartos dela de um jeito que quase pulavam para fora, deixando os bicos bem nítidos contra o tecido claro. Mas a covardia era a calcinha: uma lateral fininha, extremamente baixa, que mostrava que ela tinha raspado os pelinhos loiros bem na risca para não sobrar nada para fora. A pele dela estava toda corada de vergonha, os olhos azuis fixos no chão, sabendo que estava totalmente nua diante de todos nós.

O Carlos olhou para aquela loira e soltou um palavrão alto, o pau dele dando um solavanco violento por dentro da bermuda.

A Helena cruzou os braços na frente do corpo, tentando se esconder, mas a Naty chegou por trás, puxou as mãos dela e empurrou a loira para o meio da sala, bem na minha frente e na frente do Tizil.

— Nada de se esconder, santinha. Você veio aqui para o parquinho, agora vai brincar direito — a Naty riu baixo, pegando o balde de cerveja. — Vamos para a piscina que o show tá só começando.

A Helena deu uma tremida quando o vento bateu na pele pelada dela. Ela tentava puxar a calcinha do biquíni branco para cima, mas aquela porra era minúscula, não tampava quase nada daquela raba loira que ela costumava esconder atrás do terninho de professora.

O Tizil não aguentou. Ele deu um gole na cerveja, limpou a boca com as costas da mão e olhou para mim com uma cara de quem tinha acabado de ganhar na loteria.

— Paulinho... que química é essa que essa mulher ensina, pelo amor de Deus? — o Carlos mandou a real, rindo alto e deixando os olhos cravados bem no meio das pernas da Helena. — Se eu tivesse uma professora dessas na minha época, eu não perdia uma aula.

A Helena ficou ainda mais vermelha, o peito farto subindo e descendo rápido. Ela olhou para mim, caçando algum socorro, mas viu que eu só estava curtindo o desespero dela, com o meu pau já apontado pro teto por dentro do short.

— Deixa de ser frouxa, Helena. Olha o tamanho desse rabo, você nasceu para ser gostosa, não para ficar corrigindo prova — ordenei, pegando ela pelo braço com força e puxando o corpo dela para perto do meu.

Senti o calor da pele dela, que já estava suando de puro nervosismo. A Akemi deu uma risadinha de canto, balançando a bunda dela de um jeito que o dragão vermelho das costas parecia mexer. Ela chegou perto da Helena e pegou no quadril da loira, apertando a carne com vontade.

— O Carlos tem razão, você é muito gostosa. Relaxa a mente que hoje você é o brinquedo dos meninos — a japa falou com aquela voz mansa, mas que parecia um veneno.

A Naty abriu a porta de vidro que dava para os fundos da casa, e aquele mormaço pesado entrou com tudo, misturando o cheiro de cloro da piscina com o perfume das três mulheres.

— Vamos, gente! Chega de papo que a cerveja vai esquentar! — a ruiva gritou, saindo na frente com o balde de gelo na mão. Aquela raba gigante de biquíni vermelho ia balançando de um jeito que o Tizil foi atrás igual um cachorro no cio, sem tirar o olho por nenhum segundo.

Saímos todos para a área da piscina. O sol estava de rachar, batendo direto na água azul. Eu olhei de relance para a janela do meu quarto, que ficava bem em cima da lavanderia, e vi a fresta da cortina se mexer de leve. O Felipe estava lá, com a cara colada no vidro, provavelmente com o terno desfeito, assistindo a tia dele de biquíni branco minúsculo no meio de dois caras.

O Tizil correu e deu um pulo na água, fazendo o maior barulho e molhando a porra toda. A Naty sentou na borda, deixando as pernas ruivas dentro da água, e me olhou com aqueles olhos verdes brilhando de malícia.

— Helena, traz aquela garrafa de espumante aqui para mim — a Naty mandou, com aquela voz de dona da situação.

A Helena foi andando devagar por causa do chão quente, rebolando aquela bunda branca sem querer. Quando ela se abaixou para pegar a garrafa no chão, o biquíni branco tomara-que-caia deu uma descida na frente, revelando quase o bico do seio todo. O Carlos emergiu da água bem na frente dela, limpando o rosto molhado, e ficou encarando a loira de baixo para cima, com uma cara de quem ia devorar ela viva ali mesmo.

— Paulo... o Tomás acabou de me mandar uma mensagem — a Helena sussurrou, chegando perto da minha cadeira de sol com o celular na mão trêmula. — Ele disse que o treino da tarde foi cancelado e perguntou se eu já saí da faculdade. Se ele resolver vir aqui...

Eu peguei o celular da mão dela com ignorância e joguei em cima da mesa de plástico.

— Esquece o boi, Helena. Você tá no meu parquinho agora. Se comporta ou eu mesmo ligo para ele e mando o vídeo da sua buceta molhada no banheiro do serviço — sibilou no ouvido dela, dando um tapa estalado na bunda dela que deixou a marca dos meus dedos vermelha na pele branca na hora.

A loira soltou um gemido abafado, fechando os olhos e mordendo o lábio, totalmente rendida. O jogo estava só esquentando, e o Tizil já estava saindo da piscina, vindo na nossa direção com os olhos cravados na Naty e na Helena.

A Helena deu um sobressalto com o tapa, mas em vez de reclamar, ela soltou um suspiro arrastado, daqueles bem manhosos. Os olhos azuis dela, que antes estavam cheios de pânico, viraram pura safadeza e rendição. Ela olhou para a Naty na borda da piscina, olhou para o Tizil vindo na nossa direção e depois colou o corpo dela no meu, sem se importar se a calcinha molhada do biquíni branco estava deixando o mel dela escorrer pela minha perna.

Ela segurou o meu pescoço com as duas mãos trêmulas, colou a boca bem perto do meu ouvido e sussurrou com a voz toda rouca:

— Paulo... não dá mais para segurar. O Tomás que se foda. Já que você é meu dono, me come na banheira da suíte. Agora. Do jeito que você quiser.

Eu dei um sorriso de canto, sentindo o meu pau dar aquele solavanco violento por dentro do short de banho. Olhei para aquela loira gostosa, totalmente entregue, e dei mais um tapa daqueles bem estalados na raba branca dela, empurrando ela na direção da porta de vidro.

— Vai na frente, loirinha. Já, já o seu dono chega lá para te rasgar no meio — respondi com a voz grossa.

A Helena não esperou duas vezes. Ela deu meia-volta, rebolando aquela bunda marcada pelo meu tapa, e entrou correndo para dentro de casa, subindo as escadas em direção à suíte principal.

A Naty, que estava com as pernas na água, viu a cena e deu aquela risada cínica e gostosa, limpando o espumante da boca.

— Ih, Paulinho... a professora de química não aguentou a pressão do laboratório! — a ruiva gritou, debochando da loira. Ela olhou para o Tizil, que já estava de pé na borda da piscina, secando o peito com a mão e olhando para mim com o pau apontando para o teto por dentro da bermuda. — Vai lá dar a lição que a santinha pediu, amor. Enquanto isso, eu e o Carlos vamos tirando o atraso aqui fora, e a Akemi ajuda a vigiar.

— Deixa comigo, Paulo. Vai lá cuidar do seu brinquedo que a ruiva aqui tá em boas mãos — o Tizil piscou para mim, já dando um passo para dentro da água e puxando a Naty pela cintura por trás. O Carlos cravou a boca no pescoço da minha mulher, e a Naty soltou um gemido alto que ecoou pelo quintal todo, jogando a cabeça para trás.

Virei as costas e entrei na casa, sentindo o ar-condicionado bater no meu corpo molhado. Quando passei pelo corredor dos fundos, dei duas batidas na porta do closet onde o Felipe estava trancado.

— Foca a visão na banheira da suíte, estagiário. O show mudou de sala — avisei num sussurro. Pude ouvir o barulho do moleque se batendo lá dentro, louco de tesão, mudando de posição para colar o olho no vidro que dava para o banheiro da suíte.

Subi os degraus de dois em dois. Quando empurrei a porta do banheiro da nossa suíte, o vapor do hidromassagem já estava subindo e o cheiro do perfume doce da Helena tomava conta do espaço.

A loira já tinha arrancado o biquíni branco tomara-que-caia, que estava jogado no chão de qualquer jeito. Ela estava de costas para mim, ajoelhada dentro da banheira cheia de espuma, com aquela bunda loira, empinada e totalmente lisinha apontada direto para a porta. A água batia na cintura dela, e quando ela ouviu o barulho, ela virou o rosto de lado, com os cabelos loiros molhados grudando nas costas, me olhando com uma cara de quem precisava daquela humilhação para conseguir respirar.

Fechei a porta do banheiro com tudo, fazendo aquele barulho ecoar no meio do vapor da banheira. A Helena deu uma rebolada na água, me olhando por cima do ombro com os olhos azuis brilhando de tanto tesão. Cheguei junto sem nenhuma delicadeza, montei na borda da banheira e puxei aquela bunda branca e redonda dela para perto da minha cara.

Dei uns beijos brutos, cheios de saliva, bem no meio das duas bandas do rabo da loirinha, sentindo a pele dela arrepiar inteira com o calor da minha boca. Dei uma mordida de leve na carne e ela soltou um gemido arrastado, enterrando as mãos na borda da banheira.

— Espera aí, safada — falei, a voz rouca, dando um tapa estalado na bunda molhada dela. — Vou lá embaixo rapidinho ver se a porta da sala tá fechada com a chave. Não quero ninguém entrando aqui no meio do serviço.

A Helena virou o rosto para mim, com o cabelo loiro todo colado na bochecha corada, e passou a ponta da língua nos lábios, ofegante.

— Não demora, Paulo... por favor — ela suplicou, a voz saindo num fio. — Meu corpo tá queimando, eu quero o meu dono dentro de mim logo. Vai rápido!

— Fica na posição que eu não vou demorar — respondi, me levantando.

Saí do quarto só de short de tactel, com o pau latejando e apontado para o teto. Fui pisando macio pelo corredor dos fundos, indo em direção à escada. Mas, quando eu estava passando perto da porta do quarto de hóspedes, onde o closet ficava, ouvi um barulho estranho. Era um som abafado, um chiado de respiração curta e um estalo molhado que eu conhecia muito bem de longe.

A porta do quarto estava só encostada, com uma fresta aberta. Parei no meio do corredor, achei estranho e olhei para dentro.

Puta que pariu, a cena fez o meu cérebro estalar na hora.

O Felipe estava sentado na beira da cama, com o paletó do terno jogado no chão e a camisa social branca toda amassada, aberta até o meio da barriga. O moleque estava com a cabeça jogada para trás, os olhos verdes arregalados, quase chorando de tanto prazer, com as mãos cravadas no colchão de tanto que estava tremendo.

E, ajoelhada no chão, bem no meio das pernas do meu estagiário de 18 anos, estava a Akemi.

A japonesa do biquíni preto estava trabalhando com gosto. Ela segurava a base do pau do moleque com uma das mãos, mostrando aquela tatuagem de dragão vermelho, ela colocava o pau dele todo na boca, descendo até o talo. A japa chupava com uma vontade absurda, fazendo aquele barulho molhado de engasgo, olhando para cima, bem na cara do Felipe, com aqueles olhos puxados cheios de pura malícia e safadeza. Ela sabia exatamente o que estava fazendo com o garoto.

O Felipe nem me viu ali na fresta. Ele estava em outro planeta, com as orelhas vermelhas parecendo que iam sangrar, sentindo a boca da esposa do Tizil engolir o juízo dele.

Fiquei parado na sombra do corredor, com a mão na cintura, olhando para aquela covardia e pensando no tamanho da zona que aquela casa tinha virado. O Tizil estava lá na piscina achando que estava quebrando a banca com a minha ruiva, a Helena trancada na banheira de cima implorando pelo dono, e a japa dele na surdina, limpando o estoque do estagiário antes do circo principal começar.

Deixei o novinho lá sendo batizado pela Akemi na maior surdina e mudei de plano. Em vez de descer para trancar a porta da sala, resolvi dar um pulo na janela de vidro que dava pro quintal, só para espiar como é que estava o movimento lá fora na piscina.

Fui pisando macio na cerâmica, bem devagar para não fazer barulho, e me escorei atrás da cortina da sala, olhando pelo vidro fumê pro deck da piscina.

Puta que pariu. O Tizil e a Naty tinham transformado o meu quintal num cabaré completo.

O Carlos estava deitado de costas numa daquelas cadeiras de sol compridas, com o quadril bem na beira da lona. A Naty estava por cima dele, mas de cabeça para baixo, num 69 bruto e molhado que fazia a carne estalar no meio da tarde. A ruiva estava de quatro, com aquela raba gigante de biquíni vermelho empinada direto pro céu, rebolando a bunda na cara do Tizil enquanto ele segurava a cintura dela com as duas mãos e mandava ver com gosto.

A minha mulher estava completamente louca, entregue ao meu amigo de infância. Mesmo com a boca ocupada, ela soltava uns gemidos agudos, abafados, que davam para ouvir de trás do vidro. O quadril dela não parava quieto, quicando na cara do Carlos, e o Tizil cravava os dedos na carne branca da coxa dela, deixando a pele marcada.

Olhando aquela cena da janela, com o som dos gemidos da ruiva ecoando e sabendo que a japa dele estava lá dentro acabando com o meu estagiário de 18 anos, minha mente virou um caldeirão de perversão pura. O meu pau, por dentro do short , ficou tão duro que chegou a arder.

Eu encostei a cabeça na parede da sala, dei um riso seco e pensei comigo mesmo: "Já que tá todo mundo curtindo a zona e aproveitando o estoque do parquinho, vou lá eu fazer o meu serviço."

Não pensei duas vezes. Virei as costas para a janela da piscina, passei direto pelo corredor onde a Akemi continuava o batizado do Felipe e subi os degraus da escada com o sangue fervendo nas veias. Eu ia entrar naquele banheiro da suíte com ódio para rasgar aquela loira no meio. A Helena estava achando que mandava alguma coisa, mas hoje ela ia descobrir o que era ter um dono de verdade dentro daquela banheira.

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