Capítulo 7: O Flagra
Depois do ménage com Marcelo e Daniela, eu estava em chamas. A língua dela na minha buceta, o pau dele no meu cu, os tapas, as palavras sujas, e Daniela dizendo que queria foder Rafael me deixaram dividida entre tesão e culpa. Eu amava Rafael, meu marido, vendedor de autopeças no centro de Ribeirão Preto. Ele me chupava como ninguém, me fazia gozar com a língua, e com o pênis de borracha na sexta-feira passada, tentou apimentar nossa relação. Mas faltava a crueza que Felipe, Marcelo, Carlos e Ana me davam. Minha buceta pulsava só de lembrar, e a culpa, embora viesse, era engolida pelo desejo de mais.
Naquele sábado, Rafael saiu cedo pro trabalho, uma entrega urgente na loja. Fiquei sozinha em casa, o calor de outubro invadindo pela janela, o ventilador rangendo no teto. Estava morrendo de tesão, a buceta melada desde que acordei, flashes de Daniela me beijando e Marcelo me fodendo na cabeça. Não aguentei. Fui pro quarto, peguei o pênis de borracha que Rafael comprou, preto, grande, com veias marcadas, maior que o pau dele. Tirei o short e a blusa, ficando só com uma calcinha preta de algodão, e deitei na cama, as pernas abertas, a buceta pingando.
Esfreguei o brinquedo na entrada da minha buceta, o silicone frio contra a pele quente, e enfiei devagar, gemendo baixo enquanto ele me abria. Cada centímetro esticava minha buceta, a textura das veias roçando minhas paredes, o prazer subindo como uma onda. Peguei o celular, o tesão me fazendo perder a cabeça, e tirei uma foto: o brinquedo enfiado na buceta, minha mão segurando a base, a calcinha de lado. Mandei pra Rafael com a mensagem: “Tô com tesão, amor. Vou te trair hoje.” Meu coração disparou, a culpa misturada com o desejo de provocá-lo. Ele respondeu rápido: “Que isso, Bianca? Tá louca?” Sorri, a buceta pulsando, e chupei o brinquedo, o gosto do meu mel no silicone. Tirei outra foto, os lábios envolvendo a cabeça grossa, e mandei: “Tô pronta pra outra.”
A resposta dele veio em segundos: “Sua puta vagabunda, é isso que você é.” As palavras me acertaram como um tapa, e minha buceta ficou ainda mais molhada. Enfiei o brinquedo fundo, metendo rápido, imaginando Rafael me xingando enquanto me fodia. Gemi alto, a buceta apertando o silicone, e gozei, o corpo tremendo, o mel escorrendo pelo cu, molhando o lençol. “Caralho,” murmurei, ofegante, o celular vibrando com outra mensagem de Rafael: “Tô indo pra casa agora, sua vadia.” O tesão só aumentou, sabendo que ele estava vindo, excitado e bravo.
Quase na hora de Rafael chegar, ainda com a buceta pulsando, levei o brinquedo pra sala. O tesão me dominava, e eu queria mais. Sentei no sofá, o couro velho grudando na minha pele suada, e tirei a calcinha, jogando-a no chão. Lambuzei o brinquedo com lubrificante que peguei no quarto, espalhando o gel frio no meu cu. De joelhos no sofá, a bunda empinada, enfiei o pênis de borracha no cuzinho, devagar, a dor inicial virando prazer enquanto ele me abria. Gemi alto, o brinquedo esticando meu cu, cada centímetro me fazendo tremer. Metia devagar, depois mais rápido, a mão na buceta, esfregando o clitóris, o prazer me consumindo.
Ouvi a porta abrir. Rafael entrou, os olhos arregalados, me pegando no flagra: de quatro no sofá, o brinquedo preto enfiado no cu, a buceta pingando, os gemidos ecoando na sala. “Porra, Bianca, sua vagabunda,” ele disse, a voz rouca, mas o pau dele já marcava a calça, duro como pedra. Ele não perdeu tempo, tirou a camisa e a calça, o pau saltando pra fora, menor que o brinquedo, mas firme, a cabeça brilhando. “Você é uma preta safada, né?” ele grunhiu, se aproximando, e me deu um tapa na cara, o ardor me fazendo gemer.
“Tira esse brinquedo,” ele mandou, e eu obedeci, puxando o pênis de borracha do cu, o buraco pulsando, o lubrificante escorrendo. Ele me virou, ainda de quatro, e enfiou o pau na minha buceta, metendo com força, os quadris batendo na minha bunda. “Puta safada, gosta de trair, né?” ele disse, dando outro tapa na minha cara, mais forte, a ardência misturada com o prazer. Eu gemi, “Sim, amor, me fode,” empinando a bunda, a buceta melada facilitando cada estocada. Ele batia na minha bunda, os tapas estalando, a pele ardendo, e eu gozei, a buceta apertando o pau dele, o corpo tremendo.
“Vagabunda do caralho,” ele rosnou, puxando meus cachos, metendo mais fundo. “Você é minha puta, só minha.” Outro tapa na bunda, e eu gemi mais alto, o prazer me rasgando. “Bate mais, amor, me chama de puta,” pedi, e ele obedeceu, o tapa na cara me fazendo ver estrelas, a buceta pingando no sofá. “Preta vadia, toma pau,” ele disse, e eu gozei de novo, o corpo convulsionando, as pernas cedendo. Ele não parava, metendo com uma força que eu não conhecia nele, os xingamentos me levando ao limite.
“Goza na minha cara, amor,” implorei, ofegante, querendo sentir ele me marcando. Ele saiu da minha buceta, me virou, e se masturbou na minha frente, o pau pulsando. “Toma, sua puta,” disse, e gozou, a porra quente jorrando no meu rosto, escorrendo pelos lábios, pelo queixo, pingando nos meus peitos. Lambi o que consegui, o gosto salgado me deixando tonta, a buceta ainda pulsando, a bunda ardendo dos tapas. Ele caiu no sofá, ofegante, o pau amolecendo, o rosto suado.
Eu me sentei ao lado dele, o rosto melado, o coração disparado. A culpa veio forte, pensando em Felipe, Marcelo, Carlos, Ana, Daniela. “Amor, você me perdoa por essa traição?” perguntei, a voz tremendo, sem saber se ele entendia o peso da pergunta. Ele me olhou, os olhos ainda cheios de tesão, mas com aquele carinho que só ele tinha. “Sempre te perdoo, Bianca. Eu te amo,” disse, me puxando pra um beijo, ignorando a porra no meu rosto. O beijo era quente, sincero, e eu me derreti, mesmo com o fogo da culpa e do tesão queimando dentro de mim.
Tomei banho, lavando o gozo, a culpa, mas o desejo não saía. Deitada ao lado de Rafael aquela noite, o ventilador rangendo, eu sabia que aquele fogo não ia apagar. Não enquanto eu quisesse mais.
