Esta é uma história real, aconteceu á pouco mais de um mês.
Eu sou o Miguel, sou casado com uma mulher e tenho 31 anos. Já faz anos que eu tenho o desejo de experimentar estar com outro homem, acho que o que mais me atrai é me submeter e servir outro homem do que outra coisa. Decidi tentar fazer algo sobre isso. Fiz uns perfis em alguns sites de encontros gay e depois de meses de conversas anónimas, de promessas que nunca se concretizavam, decidi que precisava de sentir na pele. Queria ser usado.
Marquei com ele de forma crua. Poucas palavras.
“Queres mamar hoje?”
Respondi apenas: “Sim.”
Ele apenas disse um local e hora, ia ser num local publico, de noite. Estava tão nervoso quando na viagem, as mãos a tremerem tanto que mal conseguia segurar o volante. Dirigi até ao parque perto do local com o coração a bater na garganta.
Cheguei. Escrevi pela app.
“Estou aqui.”
Ele respondeu quase de imediato:
“Sai do carro e segue-me.”
Vi-o à distância. Alto, casaco escuro. Comecei a andar, uns vinte metros atrás dele, como um cão obediente. Entrámos num mato denso. Andámos uns minutos até o barulho dos carros se afastar o suficiente. Ele parou numa pequena clareira escondida.
Cheguei ao lado dele. As pernas tremiam. O silêncio era absoluto.
“De joelhos”, ordenou com voz baixa e firme.
Ajoelhei-me na terra. Ele abriu o cinto calmamente, baixou as calças e tirou para fora um pénis grosso, pesado, já meio duro. Era enorme. Maior do que qualquer coisa que eu tivesse imaginado.
Hesitei alguns segundos, o coração disparado. Depois segurei-o com a mão trémula e aproximei a boca. Mal o pus dentro, senti-o crescer na minha língua, inchando, enchendo-me completamente. O gosto era forte, quente, masculino. Comecei a chupar devagar, tentando acostumar-me ao tamanho.
Ele não teve paciência por muito tempo.
Agarrou-me na cabeça com as duas mãos e empurrou. O pénis entrou fundo, bateu no fundo da minha garganta. Engasguei-me violentamente. Lágrimas brotaram-me nos olhos, a saliva escorria pelo queixo. Ele não parou. Fodia a minha boca com estocadas profundas, brutais. Eu sentia-me sufocar, o vómito subia, mas aguentei. Cada vez que ele entrava até ao fundo, o meu corpo inteiro estremecia.
Sem tocar no meu próprio pénis, senti um orgasmo vergonhosamente forte subir. Gozei dentro das calças, com espasmos, enquanto ele continuava a usar a minha boca.
De repente ele parou,pos-me uma mão nas costas, perto do cu e disse:
- Quero foder-te.
Fiquei em pânico. O medo tomou conta de mim.
- Não… não consigo - murmurei, com a voz rouca e a boca cheia de saliva.
Ele insistiu. Pediu várias vezes, apertando-me o rabo por cima das calças. Mas eu estava aterrorizado. Recusei.
No fim, tirei-o da boca e comecei a bater com a mão, rápido, desesperado. Não demorou muito. Ele gemeu baixo e gozou, jorrando no chão ao meu lado e algum a ir para cima das minhas calças. Nem isso eu tive coragem de engolir ou fazer melhor.
Levantei-me sujo, humilhado, com o sabor dele ainda na boca e o esperma a escorrer nas minhas calças. Voltei para o carro em silêncio, o corpo a tremer.
Cheguei a casa cheio de vergonha. Tomei banho como se quisesse arrancar a pele. Disse a mim mesmo que nunca mais faria aquilo.
Mas passaram-se os dias…
E agora, quando fecho os olhos, só consigo pensar nele a foder a minha boca sem piedade. Sinto o peso daquele pénis enorme na língua, o ardor na garganta, as lágrimas a correrem. E arrependo-me amargamente de não ter baixado as calças ali mesmo, de não me ter dobrado para ele, de não o ter deixado entrar em mim até ao fundo.
Porque por mais que a vergonha ainda queime… nunca fiquei tão excitado na vida.
Será que fiz mal em recusar?