***Essa é a parte 3 da série: Janaína - A vadia que habita em mim - Pela narrativa de Janaína.***
Não o vi no dia seguinte. Fiquei cismada se esse garoto ia aparecer do nada no meu setor. Daria uma bandeira enorme caso isso acontecesse. Quando deu 18:00, senti um alívio e fui embora.
Talvez Leonardo não fosse tão sem noção assim.
No sábado, havia combinado com meu marido de irmos ao mercado logo cedo. Porém, meu pai pediu ajuda para que ele instalasse o ar condicionado em seu quarto pela manhã. Claro que não iria atrapalhar e disse para eles que iria sozinha ao mercado.Nem era muita coisa que iria comprar.
Então vesti um shortinho jeans, uma blusinha azul e saí com o carro.
Prefiro acordar cedo e ir ao mercado antes de ficar muito cheio e as filas do caixa ficarem enormes.
O mercado ficava uns dez minutos de carro. O estacionamento era coberto, entrava com o carro ao lado e subia uma rampa, onde ficavam as vagas para estacionarmos.
De fato, o mercado estava com pouca gente mesmo, mas resolvi fazer as compras rápido. Passei pelos corredores e pegava o que precisava. Passei no setor de carne e comprei a mistura da semana. Acho que fiquei uns 30 minutos fazendo as compras que precisava. Notei que tinha pêgo coisa demais, geralmente faço isso quando venho sozinha, acabo me empolgando. Faltava comprar alguns frios, de resto já havia pêgo tudo.
Empurrei o carrinho até o setor dos frios e havia uma pessoa fazendo um pedido para a funcionária atrás do balcão.
Fiquei aguardando e assim que a moça perguntou se queria algo mais,notei que a pessoa se virou e olhou para mim.
Era ele! Leonardo. O rapaz que me fez pegar em seu pau na minha sala de reunião. Ele disse pra moça:
-- Não, obrigado.
E em seguida sorriu pra mim, dizendo:
-- Janaína! Não acredito que é você.
Meu coração disparou, tentei disfarçar o nervosismo e sorri de volta, fingindo normalidade.
-- Olá, Leonardo. Como está?
E já na sequência fiz o pedido para a moça.
-- Estou ótimo, Jana!
O safado já me chamava pelo apelido de "Jana".
Ele nao estava com um carrinho, mas só uma cestinha com os frios e alguma outra coisa que não notei.
Estava com uma regata preta, bermuda verde e chinelo. Brinquinho na orelha esquerda, e seu corpo novinho, robusto com aquela pele firme.
Ele me deu uma bela secada, ao me ver com aquele short agarrado e curto. Mas quis agir com naturalidade também, puxando assunto:
-Carrinho cheio hein.
-- É, precisava comprar algumas coisas hoje, mas me empolguei.
-- Legal, eu só vim pegar isso aqui mesmo!
A moça me deu o que pedi, eu agradeci e meu coração seguia disparado. Eu assenti e ele me acompanhou quando deixava o ambiente dos frios. Perguntei mais para ser simpática:
-- E o novo trabalho, ansioso pra começar?
-- Não vejo a hora. Sou muito grato pela oportunidade.
Eu dei um sorriso e olhei para ele, notando que estava me comendo com os olhos. Leonardo realmente não era o tipo de rapaz que me atraía, mas algo nele me deixava excitada. Entramos num corredor que estava vazio e ele falou baixo, mas audível pois estávamos bem próximos.
-- Posso te dizer uma coisa Janaína?
-- Claro que pode, Leonardo.
-- Te ver nesse shortinho com a popa da bunda à mostra, está me deixando com muito tesão.
Eu poderia ali, fazer cara de brava, xingar, pedir respeito... mas não aguentei segurar o sorriso, notei o volume daquele cacete na bermuda e falei:
-- Para com isso, rapaz. Alguem pode ouvir essas besteiras.
-- Tem ninguém perto... respondeu dando os ombros.
logo que chegamos no caixa, ele falou:
-- Vou passar primeiro, porque o meu são só duas coisas... depois eu fico lá e te ajudo a colocar tudo na sacola.
-- Não precisa, eu consigo.
-- Não é nada demais... eu faço isso pra você.
Naquele momento ele se dirigiu ao caixa, passou suas coisas e pagou. Foi bem rápido. Comecei a tirar as coisas do carrinho enquanto a funcionária do caixa registrava tudo. O vi pegando as compras e colocando tudo na sacola. Meu coração parecia que ia sair pela boca. Aquela sensação de que estava louca pra ser puta me deixava quase fora de si.
Quando terminou, passei o carrinho, ele pegou e foi colocando as sacolas dentro.
Nem sei como paguei, de tao tensa que estava. Ele se posicionou para levar o carrinho e disse:
-- Está pesado, você pegou muita coisa! Eu levo pra você. Veio de carro, né?
-- Vim sim. Nao precisa, eu aguento levar.
-- É tranquilo, nao estou com pressa.
E entao, caminhamos até o amplo elevador para subirmos ao estacionamento.
As portas se fecharam assim que entramos e notei que ele, apesar de tentar agir com naturalidade, também estava tenso, notei pela minha visão periférica, ele pegando no pau. Mesmo tenso, com pouca idade, ele era corajoso pra fazer aquilo dentro de um elevador.
Saímos e tinham poucos carros no estacionamento ainda, apontei para o meu carro, fui na frente dele, sabendo que ele veria minha bunda naquele shortinho curto.
O carro estava num lugar onde pouca gente conseguiria nos ver atrás do porta-malas. Abri o porta malas, e ele foi colocando as sacolas dentro. Em um determinado momento, senti sua mao agarrando a popa da minha bunda... ele ainda pegava outra sacola. Eu olhei pra ele e ao invés de repreendê-lo, fixei meu olhar no volume da bermuda. Nao demorou muito e ele notou... num movimento bem rápido, tirou o pau pra fora, sem abaixar a bermuda, dizendo:
-- Janaína, abaixa aqui...
Eu congelei fixando meu olhar naquele pau lindo e grosso. Mas respondi:
-- Ta doido menino? Vai aparecer alguém! Coloca isso pra dentro.
Foi como se não tivesse dito nada, ele deu uma batida rápida, pegou na minha nuca e me fez o movimento de abaixar. Em pé, mas inclinada, com o porta-malas aberto na nossa frente, seu pau estava a poucos centímetros da minha cara... pulsando... Seu rosto estava expressivo, sua respiração ofegante e eu nao resisti. Abocanhei aquele pau delicioso.. sem rodeios, sem me fazer de dificil... apenas fiz o que o novinho pediu. Mamava enquanto ele se retorcia, enquanto poderia aparecer alguém. É como se a Janaína, puta do meu primo tivesse retornado das cinzas. Que pau delicioso de chupar... ele forçava minha boca... e dizia:
-- Sua Puta!! Me promoveu pra chupar o meu pinto, chefe vadia!!
Eu nem era chefe dele.. mas talvez fosse assim que ele me via. Ele dizia esses impropérios num tom eufórico, mas baixo... era um safado responsável.
Assim que lambi a cabeçona, pra respirar um pouco, ele deu um gemido mais alto e falou baixo:
--Eu vou gozar!! Engole ele de novo!!
Então, como uma boa submissa, fiz o que me mandou.... chupei tudo mais intensamente e menos de um minuto depois, senti seus jatos invadirem minha garganta, seu líquido leitoso encher minha boca... ouvi seus gemidos, tentando reprimi-los, mas nao conseguindo.
Eu tirei seu pau, já meia bomba, da minha boca e mostrei que havia engolido sua porra. Ele fez uma cara de desejo, mas colocou sua rola pra dentro e eu fiz menção de fechar o porta-malas, dizendo:
-- Obrigado pela ajuda, Leonardo.
-- De nada, Janaína.
Ele fez uma cara de safado, pegou suas compras no chão e se afastou.
Eu entrei no carro, peguei um lenço umidecido no porta-luvas, passei no rosto e liguei o carro. Fui o caminho todo pensando naquela loucura.
Cheguei em casa e vi meu marido ajudando meu pai em seu quarto.
Subi as escadas, joguei as compras na mesa e fui pro banheiro, me masturbar. Gozei muito,lembrando daquele caralho na minha boca.
***E essa foi a parte 3, da série - Janaína - A vadia que habita em mim Com a Narrativa de Janaína. Espero que estejam gostando.
Tentarei postar em breve a quarta parte.***