(algumas semanas depois)
Estávamos sozinhos em casa, deitados na minha cama, ainda suados e nus depois de uma foda intensa no quarto de hóspedes. Matheus virou o corpo para mim, apoiou a cabeça na mão e ficou me olhando com aquela mistura de curiosidade e tesão que eu já conhecia tão bem.
— Tia… posso te perguntar uma coisa séria? — a voz dele saiu baixa, quase sussurrada.
— Pode, amor. Tudo.
Ele passou o dedo devagar pelo meu mamilo, traçando círculos preguiçosos.
— Como você conheceu a Júlia? E… como caralho você virou essa puta toda? Tipo… você era a tia certinha, professora de Direito, casada, mãe… e agora me traz uma aluna pra foder no motel, deixa eu mijar na sua boca enquanto você beija ela… Como isso tudo começou?
Eu respirei fundo, sentindo um misto de vergonha e excitação por ter que contar tudo em voz alta. Olhei para o teto por um segundo e comecei:
— Tudo começou com o Pedro. Meu aluno. Tinha 19 anos. Ele era da primeira turma que eu peguei na faculdade. Inteligente, bonito, sempre me elogiava depois da aula. “Professora, você tá linda hoje”, “você explica tão bem”… Depois descobrimos que a gente ia na mesma academia. Ele me ajudava nos exercícios, ficava perto demais. A tensão foi crescendo devagar, passo a passo. Ele me pediu aula particular. Eu aceitei. Na primeira aula… ele me beijou. Eu tentei resistir, juro por Deus. Mas eu já estava molhada só de estar sozinha com ele na sala. Acabamos transando ali mesmo. Foi a primeira vez que traí. E foi intenso. Ele era safado, dominante. Me xingava, batia na minha bunda, me fazia chupar de um jeito que eu nunca tinha feito. Foi ele que me viciou em facefuck. Ele enfiava o pau até o fundo da minha garganta, segurava minha cabeça e não deixava eu respirar. Eu babava inteiro, chorava, mas adorava aquela sensação de ser usada. Depois de um tempo eu já era boa nisso. Virava uma atriz pornô pra ele. A gente parou de transar na faculdade porque uma vez eu saí toda melada de baba e porra e quase não consegui dar aula. Aí passamos a ir só pro motel.
Matheus escutava em silêncio, o pau dele já começando a endurecer de novo só de ouvir.
— E a Júlia?
— A Júlia era aluna também. Pedro começou a fazer a mesma coisa com ela. Um dia eu estava no motel com ele, sendo usada de quatro, e ela apareceu. Ele nos fez ficar juntas. Eu lambi a baba dela, ela lambeu a minha. Beijamos com porra na boca. Ele mijou na gente pela primeira vez naquele dia. Eu fiquei em choque… mas adorei. Adorei a degradação. Adorei ele me tratar como puta.
Matheus ficou quieto um instante, depois perguntou, direto:
— Então tu curte ser degradada?
A pergunta me pegou de jeito. Eu senti um aperto no peito. Dói falar isso em voz alta, mas eu não consegui mentir pra ele.
— Dói falar isso… mas sim. Eu curto. Muito.
Ele ergueu a sobrancelha, esperando mais. Eu continuei, a voz um pouco mais baixa:
— Te conto um dia que marca pra mim. Eu tinha dado uma palestra grande na faculdade sobre feminismo. Falei sobre empoderamento, sobre como a mulher não deve ser reduzida ao corpo, sobre igualdade… A plateia inteira aplaudindo. Eu me sentia poderosa, intelectual. Saí de lá me sentindo a mulher mais forte do mundo. Duas horas depois eu estava no motel com o Pedro. Ele me colocou de joelhos, segurou meu cabelo e enfiou o pau na minha garganta. Enquanto me facefucava forte, ele ficava zoando: “Repete pra mim o que você falou na palestra, professora feminista… vai, repete enquanto eu fodo sua boca”. Eu tentava falar as frases entre engasgos, baba escorrendo, lágrimas no rosto. Ele gravou um vídeo inteiro. Eu de quatro, maquiagem borrada, repetindo “a mulher não é objeto” enquanto ele metia até o fundo e ria. Depois ele gozou na minha garganta e me fez olhar pra câmera e dizer “obrigada pelo presente, Pedro”. Foi humilhante… e eu gozei só com isso. Sem ele nem tocar na minha buceta.
Matheus ficou olhando pra mim, o pau agora completamente duro de novo.
— Caralho, tia… você é muito mais doente do que eu imaginava.
Eu sorri, envergonhada e excitada ao mesmo tempo, e passei a mão no peito dele.
— Agora você sabe de tudo, sobrinho. Eu não sou mais a tia certinha que você conhecia. Sou sua tia puta. E você pode me usar do jeito que quiser.
Matheus ficou me olhando em silêncio por alguns segundos. O tesão que havia nos olhos dele mudou. Ficou mais escuro, mais frio, quase cruel. Eu ainda estava sorrindo, achando que ele ia me elogiar ou me beijar…
De repente, sem nenhum aviso, a mão dele voou e acertou um tapa forte no meu rosto.
PLACK!
Minha cabeça virou com violência pro lado. O ardor explodiu na minha bochecha esquerda, quente, latejante. Antes que eu pudesse recuperar o fôlego, ele segurou meu queixo com força, virou meu rosto de volta pra ele e cuspiu direto na minha cara — um cuspe grosso, quente, que acertou minha bochecha e escorreu devagar até o canto da minha boca.
— Então você gosta disso, seu lixo? — rosnou ele, a voz baixa e carregada de desprezo.
Eu pisquei, atordoada. O tapa doeu. O cuspe escorria pela minha pele. Meu coração batia descontrolado. Eu deveria ter ficado chocada, brava, ter empurrado ele… mas meu corpo traiu. Senti minha buceta contrair forte, um jorro de tesão molhar a coxa. Meu clitóris latejava.
Eu olhei pra ele, olhos marejados, rosto ardendo, a saliva dele brilhando na minha pele.
— Sim… — sussurrei, a voz rouca e tremendo. — Eu gosto.
Matheus sorriu. Um sorriso lento, perigoso, satisfeito.
— Então é isso que você é agora? Uma puta feminista que dá palestra de empoderamento e depois vem pra casa pedir pra ser tratada como lixo?
Ele não esperou resposta. Deu outro tapa, do outro lado, mais forte ainda. Minha cabeça virou de novo. Ele segurou meu cabelo com força e puxou meu rosto pra cima.
— Responde, sua vadia. Repete pra mim o que você falou naquela palestra… enquanto eu te uso como o lixo que você é.
Eu sentia as lágrimas escorrendo, misturadas com o cuspe dele. Minha voz saiu fraca, mas obediente:
— A mulher… não deve ser reduzida ao corpo… ela é mais que um objeto…
Enquanto eu falava, ele cuspiu de novo, dessa vez bem na minha boca aberta. Depois enfiou dois dedos grossos na minha garganta, me fazendo engasgar.
— Isso… continua falando, professora. Eu quero ouvir você repetindo essas merdas enquanto eu te trato como a puta que você realmente é.
Ele me jogou de costas na cama, abriu minhas pernas com brutalidade e enfiou aquele pau grosso de uma vez só, sem aviso. Eu gritei. O grossor dele me abriu inteira, me esticando de um jeito que quase doía. Ele começou a meter forte, fundo, batendo o corpo contra o meu enquanto segurava meu cabelo.
— Fala mais, seu lixo. Fala sobre empoderamento enquanto eu fodo sua buceta de vadia.
Eu tentei repetir as frases da palestra entre gemidos e engasgos, baba escorrendo, rosto melado de cuspe e lágrimas. Cada estocada dele era mais bruta que a anterior. Ele me xingava baixo, sem parar:
— Olha pra você… professora respeitada… agora só um buraco pra sobrinho usar… repete, vai… diz que mulher não é objeto enquanto eu te uso como um.
Eu gozei forte, o corpo inteiro tremendo, squirtando na barriga dele enquanto ainda tentava falar as palavras do feminismo. Matheus riu, cruel, e meteu ainda mais fundo.
— Isso… goza pra mim, sua hipócrita de merda.
Ele não parou. Continuou me usando, me degradando, me fazendo repetir tudo… e eu, com o rosto ardendo, cuspe escorrendo e a buceta encharcada, só conseguia pensar que nunca tinha me sentido tão viva.