Andreza

Um conto erótico de Junior Paulista
Categoria: Trans
Contém 1650 palavras
Data: 26/05/2026 22:29:59

Olá, Junior novamente.

Vou relatar uma aventura.

Não sou uma pessoa que goste de emoções. Sou o que chamam de "travado". Tenho dificuldade em entabular conversas e, por conseguinte, de me relacionar.

Fui para Minas Gerais a trabalho. Lagoa Santa, na região metropolitana de BH. Era mês de abril, ainda quente na cidade, mas de noite já fazia um friozinho.

Apresentei-me no setor de trabalho da empresa e passei por alguns treinamentos para me inteirar do projeto. Após uma semana, voltei ao setor para acompanhar os colegas e aprender o trabalho. Havia 10 pessoas no setor, algumas com mais de 10 anos de experiência, outras começando no projeto como eu.

Uma delas era Andreza, uma mulher branca de cabelos pretos cacheados, olhos castanhos, mas peito avantajado. Eu sou tarado por peitos... Naturalmente me aproximei dela, pois ela estava começando juntamente comigo. Outros dois caras já estavam há quase 6 meses no projeto e então, naquele momento, estavam em um treinamento mais avançado.

O responsável pelo nosso treinamento no trabalho diário era o Japonês, um cara sério, metódico, chato com procedimentos, mas conhecedor do projeto e profissional exímio. Era uma etapa necessária de aprendizado de ferramental, procedimentos e métodos de trabalho. Passávamos o dia nós três juntos.

A semana de treinamento passou voando, e a sexta a noite chegou. Eu e Andreza estávamos hospedados no mesmo hotel, então acabávamos dividindo o Uber todo dia. Mas as conversas eram superficiais, sobre o trabalho, ou alguma coisa aleatória. Chegando na hospedagem cada um foi para o seu quarto. Mais tarde ela me mandou mensagem perguntando se eu queria ir para BH, mas eu declinei, disse que preferia ficar descansando. Ela me deu boa noite e não mandou mais mensagem.

Sábado passou e nem vi ela. Comi em um restaurante próximo, fui ao mercado, e voltei paro hotel no início da tarde. À noite pedi uma pizza, passei o tempo assistindo filme e descansando.

Domingo de manhã, pelas 10:00, recebi uma mensagem dela:

— Oi, quer ir na feirinha de domingo?

— Onde é? - perguntei.

— Aqui na Lagoa Central, 10 minutos daqui. Sai desse quarto, garoto!

— Tá, vamos então. Que horas?

— Estou trocando de roupa. 10 minutos lá embaixo na portaria.

— Tá, vou pedir o Uber então - respondi.

— Garoto, vamos a pé, é perto!

— Ah😅 - respondi.

Escovei meus dentes, passei um filtro solar, coloquei minha calça esportiva azul marinho, uma camiseta azul marinho esporte e um boné cinza da Adidas, e nos pés meu tênis corre 3. Desci e sentei no sofá do saguão, disperso no celular.

— Vamos?

Levantei os olhos e vi uma mulher de cabelos cacheados soltos, perfume agradável, blusa branca solta aparecendo uma pequena faixa da barriga e calça azul escuro daquelas que deixam aparecer um pedaço da canela. Nos pés um chinelo havaiana preto.

Fomos para a feira conversando amenidades. Sentamos em uma barraca, pedimos uma porção de camarão empanado e outra de filé de tilápia. Ela pediu um suco e eu tomei um refrigerante.

Quem mais falava era ela. Falou da vida, de como saiu do interior de São Paulo para estudar e conseguir essa vaga. Ela quis tomar um açaí, então seguimos pela orla da Lagoa, passamos pelo deck e seguimos pelo outro lado, onde há diversas lojas. Entramos em uma delas e o atendente disse que quem acertasse o peso do sorvete ou açaí não pagava. Tinha um caderno em cima do balcão com os valores do peso e nome dos que tiveram essa sorte.

— 267 gramas - disse eu, esperançoso, enquanto a atendente colocava meu pote na balança. Errei, deram 293 gramas.

— 344 gramas - disse Andreza, confiante.

— Acertou! - disse a atendente apontando o visor da balança.

— Nossa! Nunca ganho nada...hehehe - disse ela feliz, enquanto registrava o nome e o peso do açaí no livro.

Sentamos em uma mesinha e começamos a conversar sobre minha trajetória profissional. Eu também era do interior de São Paulo, porém de outra região. Nossa tarde passou rápido, e a noite começou a chegar. Ela quis retornar ao hotel.

— Vamos ver de comer algo juntos hoje. Já passei 2 noites sozinha...

— Mas você não foi pra BH? Achei que tinha ido curtir a noite mineira. Dizem que as festas são muito boas por lá... - respondi.

— Não gosto de sair sozinha, prefiro estar acompanhada - sorriu. — ainda mais que não conheço o lugar.

— Quer fazer o que hoje então? Não gosto de festa e não bebo, mas posso ir com você a algum barzinho.

— Vamos pedir uma pizza, e a gente come no meu quarto, se você não se importar.

— Combinado, Andreza, só me diga a hora que eu subo. Pra mim pode ser metade calabresa com catupiry.

— Tá, eu te aviso - e subiu, sem olhar pra trás.

Fui para o meu quarto, tomei um banho quente demorado. O jato de água quente da ducha fazia massagem, de tanta pressão. Exagerei, fiquei quase 30 minutos na água: que coisa boa um banho pressurizado. Saí do chuveiro e tinha uma mensagem de áudio:

— Se quiser já pode subir. Quarto 303.

Coloquei uma calça leve de ficar em casa, uma camiseta já meio desgastada e subi, de chinelo. Bati na porta.

— Oi, entra - disse ela, de sutiã e short, chinelo no pé, cabelo molhado enrolado na toalha.

— Não, volto quando você estiver pronta... - disse eu, me virando.

— Entra, garoto, somos adultos! - me puxou levemente pelo braço e fechou a porta atrás dela.

Sentei na cama e fiquei olhando pra ela. Nem passava nada pela minha cabeça. Eu sou lerdo. Achei que ela queria apenas companhia pra dividir uma pizza.

— Junior, fique a vontade. Eu vou secar o cabelo e já pedimos a pizza.

— Tá - disse, e tirei o telefone do bolso, pra olhar o Instagram enquanto ela secava o cabelo.

— Ei, não vai deixar esse celular?

Larguei o telefone no colchão e olhei pra ela. Os peitos empurrando o sutiã, o short apertado.

— Ah, sim, desculpa. Não temos intimidade... a gente só saiu hoje pra comer, conversamos sobre nossas vidas, você me chamou pra comer pizza... sou tímido...

— Desses que eu gosto, não ficam dando em cima das colegas de trabalho.

Sentou do meu lado na cama. Pegou suavemente no meu rosto, e encostou os lábios nos meus, esperando minha reação. Coloquei minha mão por baixo dos cabelos dela e retribuí, beijando-o a gostoso. Ela me jogou na cama e deitou por cima, tirando o sutiã e puxando minha camiseta para cima, deixando meu peito magro exposto. Eu suguei aquelas mamas avantajados, macias. Ela desceu mordiscando minha barriga e puxou minha calça, fazendo aparecer a ponta do meu pau duro pra fora da cueca.

— Isso tudo é timidez? - perguntou ela, sorrindo.

— Você é a culpada - respondi.

Ela sacou minha cueca com força e caiu de boca no meu pau, chupando com maestria. Depois de um tempo, passou a usar só a língua, num vai e vem provocativo.

— Pare, vou gozar!! - eu disse, empurrando sua cabeça. Ela sentou na cama ao meu lado. Eu a puxei para um beijo ardente.

— Tenho uma coisa pra te falar, querido. - disse ela - sou uma garota diferente... tenho um pau.

Olhei espantado. Ao mesmo tempo que veio o tesão veio a tensão.

— Uhn, nem percebi. Você tem voz de mulher, cara de mulher, peito de mulher.

— Não engano ninguém, minha voz é feminina mesmo, tomo hormônios desde muito cedo. Comecei no início da adolescência. Mas meu pau funciona... quer continuar com a brincadeira? Quer me comer?

— Deixa eu ver o seu pau. Pau de mulher é a primeira vez. E de homem eu só conheço o meu - ri.

Ela puxou a calcinha devagar. O que eu vi me deixou surpreso. Um instrumento grosso, grande, que ela escondia no meio das pernas.

— Qual o tamanho dessa cobra?

— 17, meu amor. Mas é tão grosso quanto o seu.

— O meu tem 14. Tá, agora me fala - disse eu - você só me trouxe pra cá porque tinha segundas intenções comigo?

— Não, mas quem sabe rolava alguma coisa. Não costumo sair com colegas de trabalho, porém você é diferente: não deu em cima de mim, é respeitoso, me tratou com educação. Não tem homem assim hoje em dia. Queria te dar um presente: eu todinha.

Ela riu e ficou me olhando. Eu fiquei admirando, sem reação, aquele corpo de mulher com um pau grande e grosso no meio das pernas. Ela me empurrou para sentar na cama, encostado na cabeceira. Trouxe um gel lubrificante e besuntou o meu pau e o cu dela.

— Vou sentar em você, posso?

Assenti com a cabeça, pegando nos peitos dela, mas olhando pro pau grosso logo abaixo. Ela entrou de uma vez, que cuzinho gostoso! Apertado! Eu já havia comido cu de mulheres, mas esse era muito apertado.

Andreza subia e descia no meu pau. Eu experimentava um misto de confusão e prazer. Ela aumentou o ritmo e eu pedi:

— Pare, Andreza! Vou gozar!! - ela parou. — quero continuar a sentir você. Calma, relaxa aí com ele dentro.

Andreza não respondeu, parou, começou a me beijar. De repente deu uma mexida contraindo o cuzinho. Desceu e subiu, parou.

— Pega no meu pau, vai - sussurrou, com voz sexy.

Fiquei em dúvida, mas ela conduziu minha mão direita e eu segurei aquela tora. Assim que peguei nele ela gemeu e começou a cavalgar no meu pau, aumentando o ritmo, até que gemeu e se contraiu toda. Eu não a masturbei, apenas segurava o pau dela. E então ela gozou, um gozo viscoso, um volume muito maior do que eu costumava gozar. E então, com as contrações dela, eu jorrei no seu cu. Ela saiu de cima de mim, exausta, suada, e deitou ao meu lado.

— Que delícia, meu parceiro!

— Foi gostoso, experiência diferente.

— Me achou gostosa?

— Pra caralho!

Ficamos um tempo deitados.

— Vem, vamos pro banho - chamou ela.

Entramos no chuveiro, o jato de água massageando nossos corpos. Eu a ensaboei, mas não mexi no pau dela.

— Não vai lavar o mais importante?

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Junior Paulista a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários