O nerd na universidade III

Um conto erótico de Nômade
Categoria: Heterossexual
Contém 1665 palavras
Data: 26/05/2026 10:19:37

Nerd na universidade...Olá, pessoal, voltando aqui depois de muito tempo para encerrar minha história com a pastora Roberta, uma maravilhosa mulher que tive a oportunidade de transformar em uma puta. O segundo ano da faculdade me reservou surpresas agradáveis; havia um ano que eu não comia uma boceta. A namoradinha que eu havia arranjado, a Raquel, só liberava atrás. Não que eu esteja reclamando; foder um cuzinho é a nona maravilha do mundo, mas homem que é macho mesmo sente falta de comer uma boceta. E isso com a pastora eu tinha de sobra, boceta... Desde a primeira até a última vez que transamos, ela me deu a sua xoxota de maneiras que um garoto pode desejar.Bem, eu poderia vir aqui e narrar diversas aventuras com a pastora. Tenho conteúdo dela para mais três, talvez quatro contos, mas vou focar em encerrar com a honestidade que vocês conhecem um conto cheio de revelações e muito sexo.Pois bem, como eu havia dito, o corno do pastor realmente viajou para a China. Como um administrador e missionário nato, a viagem demoraria algumas semanas. Como ele ficaria dias fora, haveria dias para ser corneado.Roberta havia perdido a vergonha de forma total e começou até a dar algumas bandeiras. Era muito comum a gente se beijar e até ela pagar boquetes na salinha dos professores. Uma das vezes quase fomos pegos por um outro professor que nos viu na sala.Isso fez com que nossos encontros passassem a ser longe do bairro universitário. Essa aventura que irei narrar se deu em um motel 5 estrelas que ela me levou na cidade de Campinas.Era um sábado à tarde; estava estudando, tentando colocar as coisas da faculdade em ordem, até porque estudar e trabalhar não é fácil. Absorvido nos estudos, eu mal notei meu telefone tocar; só percebi que tocava porque eu me levantei para beber água.— Alô, atendi ao telefone.— Oi, sou eu, Roberta. — Oi, pastora, como posso ajudá-la? Eu respondi, já sabendo a resposta.— Bem, meu marido viajou — lembrou ela. Que tal se a gente saísse um pouco daqui? Se arruma, eu passo em 1 hora para buscar você.Eu respondi com um sim, peguei meu barbeador e fui me depilar. A tarde prometia, vesti minha melhor roupa, fiz a barba, enfim estava pronto, só faltou o perfume. Era um tosco vagabundo, bem eu sabia que ela não gostava porque já havia reclamado, por isso não usei. Fiquei em frente da minha casa esperando. Quando ela passou com o carro, parou na frente e buzinou.Eu entrei, óbvio, fui o mais discreto possível, para não dar bandeira, e a gente foi rumo à cidade de Campinas. Obviamente que a gente parou no caminho para dar uns amassos. Ela estava linda, vestidinho preto, seus seios volumosos estavam à mostra, ela beijava e mordia meu pescoço com uma fúria que eu nunca havia visto.— Está tesuda hoje, pastora — disse enquanto apertava a boceta dela por cima das calças.O tesão estava a mil, mas tivemos que parar para voltarmos para a estrada. Então chegamos ao Shopping de Campinas; lá a safada, como cuidadora de meninos, me levou para comer em uma boa churrascaria, comprou roupas e outras coisas para mim e um bom e cheiroso perfume, obviamente tudo a ser pago por ela mesma, somente a conta do motel que foi paga no cartão do corno. É lá que as coisas aconteceram.Assim que entramos no quarto, ela me segurou por trás, empinou-se para frente e rebolou no meu caralho, provocando-me. Meu pau já estava duro; ela fez questão de me provocar.Ela me empurrou na cama e pediu que eu aguardasse. Enquanto eu a ouvia se arrumar no banheiro, o tesão bateu no teto. Eu pensei claramente em me masturbar para conseguir aliviar a tensão, mas, em vez disso, pedi uma garrafa de vinho. Acreditem que aquela fora a primeira vez que a pastora consumia álcool. Quando entregaram a garrafa, ela me chamou no banheiro. Ouvi que a água da banheira fora aberta. Ela estava ali nua, uma visão que até hoje está na minha memória: mulher de meia-idade, na banheira do motel, seus seios balançavam suavemente. Eu entreguei uma taça de vinho. Enquanto ela bebia e dançava de forma sensual, eu fiquei ali sentada na borda da banheira, masturbando o meu caralho. Ela se aproximava de mim, de frente e de costas, e provocava, exibindo sua boceta e seu cu, recém-depilados e prestes a levar o primeiro pau.Não aguentei, aproximei-me enquanto ela se inclinava, oferecendo sua bunda e seu cu, para que eu a beijasse, e assim eu fiz, tomei-a para mim, chupei e lambi, dando seu cuzinho como sua xoxota, que naquele dia estava absurdamente melada. Enquanto eu a beijava, ela gemia e rebolava na minha cara. Não demorou para que eu a literalmente fodesse com os dedos.Ela gemia e rebolava, piscava o cu e a xoxota, fazendo meus dedos enterrarem mais fundo em sua femilidade.— Senta aí na borda da banheira — ela disse, olhando com malícia.Me sentei, ela entregou a taça de vinho para mim. Enquanto eu tomava um generoso gole de vinho, ela fez o mesmo e depois abocanhou meu caralho com gosto. Nem parecia que aquela mulher de meses atrás, que mal sabia agradar um homem com um boquete, chupava daquela forma. A boca dela deslizou pelo meu pau com uma maestria de anos de prática. Ela batia o pau na cara e molhava ele com vinho e depois abocanhava novamente. Eu a segurava firme pelos cabelos, comandando o ritmo da chupada. Ela ficou me torturando uns 15 minutos, estava quase chegando ao meu limite, quando ela, sem dizer nada, se levantou e foi para o quarto. Eu ainda fiquei ali sentado na beira da banheira com o tesão no teto, tentando entender o que estava acontecendo. Levantei-me, peguei as taças e a garrafa de vinho e fui para o quarto. Ela estava lá deitada com as pernas abertas, com sua boceta exposta. Eu pensei em cair de boca na pastora novamente, mas não era de língua que ela precisava e sim de pau.A puxei para mim, colocando um travesseiro nas costas dela, e, na posição de frango assado, a penetrei... Não foi preciso fazer muito esforço; ela estava tão molhada que meu pau literalmente escorregou para dentro dela, e eu nem fiz movimentos. Ela mesma ficou ali jogando-se contra mim, rebolando, fazendo meu caralho se emperrar em sua boceta.Que delícia! Ela estava minha pastora casadinha. Até hoje, quando transo nessa posição, lembro dela. Obviamente, eu tomei as rédeas da transa e metia forte na xaninha dela, que cada vez mais melava meu pau. Os gemidos da Roberta davam para ser ouvidos nos quartos ao lado; obviamente, todo mundo que estava ali naquele motel.— Vem, Oliver, se deita, deixa eu sentar em você. — Eu apenas obedeci. Ela sentou e começou a cavalgar com força, pulava, rebolava; eu segurava na sua bunda e às vezes metia com toda força naquela xota. Eu estava no meu limite; a pastora anunciou que iria gozar. Eu ainda tentei segurar um pouco, mas ela sussurrou com tanto tesão nos meus ouvidos que queria ganhar leitinho, que não aguentei... gozei fartamente naquela boceta... foi tão forte que urrei como um urso diante de sua caça.— O que foi, Oli? Parece meio triste, não gostou do que acabou de acontecer? Indagou ela.— Claro que gostei, professora, mas eu esperava foder seu cuzinho.— O dia ainda não acabou, meu bem — ela retrucou de forma doce. Eu reservei este quarto até amanhã de manhã. Venha deitar um pouco aqui e relaxar.Deitei ao lado da pastora, e ficamos ali terminando de tomar nosso vinho, enquanto conversávamos sobre coisas da vida. Ali, olhando nos olhos dela, vi que havia despertado algo selvagem e novo na pastora Roberta.Eu me levantei, enquanto ela foi ao banheiro se lavar, e comecei a zapear a TV. Obviamente, como estávamos em um motel, não demorou para aparecer um filminho pornô, e propositalmente deixei. Assim que ela voltou e viu, seus olhos brilharam; vi que ela não conseguia esconder a excitação. Ficamos ali um pouco mais vendo o resto do filme e nos beijando. Logo meu pau endureceu novamente, ela ajoelhou-se na cama e me chupou um pouco mais, deixando meu pau bem melado. Não tive dúvidas: quando ela tirou o lubrificante da bolsa, untei meu pau e aquele cuzinho e mantive bala. Foi um pouco difícil no começo, mas o tesão em desbravar aquele c* virgem foi maior.Ela delirou quando minha barriga encostou em sua bunda, completando a penetração; o cuzinho da pastora aguentou bem os 17 cm... Fiquei ali bombando enquanto ela se tocava, ela gemia de dor e prazer, mudamos de pose, frango assado, de ladinho, bruços e de novo de quatro, macetando aquele cu gostoso. Meu tesão novamente explodiu quando eu senti o cuzinho da Roberta morder meu caralho, que tesão.Passamos a noite ali. No outro dia, durante o banho, ainda ganhei um belo boquete de despedida. Fomos amantes durante todo aquele ano; obviamente, chegou uma hora em que não pudemos mais nos ver. Eu entendi quando ela foi embora, transferida pela faculdade para um outro polo.A experiência com a pastora Roberta mudou minha vida. Depois de um tempo, enquanto eu acessava o site Sexlog, eu encontrei o seu perfil. Ali descobri que Roberta havia se separado do marido e mergulhado de vez no mundo liberal. Conversamos e até marcamos um outro encontro, mas, infelizmente, pela distância, acabou não rolando, mas até os dias de hoje somos bons amigos.Bem, essa foi uma outra intensa experiência; fazer uma mulher como a pastora aflorar para sua verdadeira face foi um imenso prazer.Bem, amigos, foi isso. Espero que gostem e, na próxima semana, volto ao site com um outro relato. Irei compartilhar a história da Mari, uma menina da minha turma, com quem saí uma semana maravilhosa, uma gordinha da boceta quente.Abraços, Nômade.

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