Viking Bruto

Um conto erótico de Ninfeta
Categoria: Heterossexual
Contém 770 palavras
Data: 26/05/2026 06:50:32

Essa aqui é para vocês entenderem que eu já nasci com esse fogo no sangue. Tem gente que descobre a putaria mais tarde, mas eu? Eu já era foguenta desde cedo. Vou contar para vocês como foi a minha "estreia" no mercado de trabalho, que acabou sendo a minha estreia no mundo do prazer proibido.

Isso foi há alguns anos. Eu era bem novinha, tinha só 16 aninhos, cheirando a leite, mas com aquele corpo que já estava começando a dar trabalho. Eu já era baixinha, mas as curvas já estavam ali, despertando olhares. Fui fazer a entrevista para meu primeiro emprego, como jovem aprendiz, por indicação.

Cheguei na empresa super nervosa, sentada naquela sala de espera com um monte de gente. Quando finalmente chamaram meu nome, entrei na sala e dei de cara com o "chefe". Gente, que homem! Branco, olhos castanhos claros, ruivo e com uma barba grande... parecia um viking moderno. Porte atlético, voz grossa, um homem que exalava autoridade.

Eu estava me sentindo uma verdadeira putinha: usei um vestido branco coladinho que marcava cada curva da minha bunda e da minha cintura, com uma jaquetinha jeans por cima. Sentei na cadeira de frente para ele, mas percebi que, desde o segundo em que cruzei a porta, aquele cara me comeu com os olhos. Ele não estava olhando para o meu currículo, ele estava analisando cada centímetro do meu corpo.

Ele fez várias perguntas, anotava coisas no caderno, mas o clima estava pesado, carregado de tensão sexual. De repente, ele soltou a bomba: — Para a vaga que precisamos, você não cumpre os requisitos.

Eu entrei em desespero. Comecei a soluçar, não conseguia nem falar, o medo de não conseguir o emprego bateu forte. Foi aí que ele se levantou e colocou a mão no meu ombro para me acalmar. O toque dele era firme, possessivo.

— Você quer muito essa vaga? — ele sussurrou. — Quero! Sim, eu quero! — respondi, desesperada. — E você estaria disposta a fazer o que fosse preciso para conseguir?

Eu disse que sim, sem nem imaginar o que ele tinha em mente. Ele apertou meu ombro com força e chegou bem perto do meu ouvido: — Então quero ver o quão disposta você realmente está...

Antes que eu pudesse processar, ele me deu um beijo voraz, e eu, que já era tarada, me entreguei na hora. Ele me pegou no colo e me jogou em cima da mesa de escritório. Com um movimento rápido, ele levantou meu vestidinho branco e arredou meu fio dental para o lado. Quando ele colocou a mão na minha xana, sentiu que eu já estava encharcada, pingando de tesão.

— Você está gostando, não está? — ele perguntou com aquele sorriso malicioso. — Estou... ah, estou! — eu gemia, sentindo que finalmente tinha encontrado alguém que sabia me dominar.

Ele me fez ajoelhar ali mesmo, no chão do escritório. Ele soltou aquela rola imensa e me mandou mamar. Eu mamei com toda a vontade do mundo! Aquela pica ia até a minha garganta, me engasgava, me fazendo lacrimejar, enquanto ele dava tapas na minha cara e me chamava de puta. Meu Deus, eu amava aquilo! Ser humilhada e possuída por aquele viking era tudo o que eu precisava.

Depois, ele me virou de costas na mesa, deixando minha bunda gigante totalmente à deriva. PAFT! PAFT! Ele me deu dois tapas tão fortes que senti minha pele arder na hora e vi que ficaram as marcas das mãos dele na minha raba. Eu acho que ninguém conseguia ouvir nada do lado de fora, mas eu gritava de prazer.

Ele abriu bem o meu rabo e começou a lamber tudo: chupou minha xota e desceu até o meu cuzinho, me deixando louca. Então, ele soltou um cuspe generoso no pau e mirou direto no meu alvo. Ele foi rasgando meu cu com força, sem dó! Eu me contorcia entre a dor e o prazer mais intenso da minha vida, sentindo aquele pau preenchendo cada espaço do meu interior. Ele socou com vontade até inundar meu cu de porra.

Quando terminou, eu me limpei toda, recomposta, e ele, com a maior calma do mundo, disse: — Você já pode começar assim que regularizasse toda a sua documentação.

A partir daquele dia, minha rotina de trabalho era diferente. Eu era "chamada na sala do chefe" quase todo dia. Ele me comia de todas as formas imagináveis: em cima da mesa, na cadeira, encostada na parede... mas o que ele mais amava — e o que eu mais amava — era comer meu cuzinho apertadinho.

Foi assim que eu descobri que trabalhar para o chefe podia ser a coisa mais deliciosa do mundo! rs

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