Segredos Proibidos da Família 3: Minha Irmã Caçula Me

Um conto erótico de @asconfissoessafadas
Categoria: Heterossexual
Contém 1060 palavras
Data: 25/05/2026 20:50:13

Na manhã seguinte, a casa acordou com o cheiro de café fresco e pão na chapa. Eu desci as escadas ainda com a imagem de Laura suja da minha porra na cabeça. Meu pau deu sinal de vida só de lembrar. Papai já tinha saído para o trabalho, mamãe estava no quintal regando as plantas e Sofia estava na cozinha, de shortinho de algodão bem curto e uma camiseta larga que deixava um ombro de fora.

Quando entrei, Sofia me olhou de um jeito diferente. Não era o olhar inocente de sempre. Os olhos dela desceram pelo meu corpo e pararam um segundo a mais na frente da minha calça de moletom. Ela mordeu o lábio inferior de leve e sorriu.

— Bom dia, irmão... dormiu bem? — a voz dela saiu mais doce que o normal.

— Dormi... e você? — respondi, tentando parecer normal enquanto pegava uma xícara.

— Mais ou menos. Tive um sonho estranho... ou talvez não fosse sonho. — Ela se aproximou para pegar o leite na geladeira, roçando o corpo no meu de propósito. — Ouvi uns barulhos ontem à noite vindo do quarto da Laura. Gemidos... bem altos. Parecia que alguém estava... se divertindo bastante.

Senti o sangue subir para o rosto. Laura, que tinha acabado de entrar na cozinha, soltou uma risadinha baixa e sentou na bancada, cruzando as pernas de forma que o short subiu ainda mais.

— Ah, é? — disse Laura, fingindo inocência. — Talvez eu estivesse assistindo um filme bem... quente.

Sofia não tirou os olhos de mim.

— Sei... filme. Parecia mais que alguém estava sendo bem comida. E pela voz... era você, Laura. E o cara... parecia o Matheus.

O silêncio ficou pesado por dois segundos. Meu coração batia forte. Laura só sorriu mais largo e deu de ombros.

— E se fosse? Você ia ficar com ciúmes, maninha?

Sofia corou, mas não negou. Em vez disso, ela deu um passo na minha direção, os olhos brilhando de curiosidade e algo mais.

— Não sei... talvez eu quisesse ver com meus próprios olhos.

Laura piscou para mim e saiu da cozinha dizendo que ia tomar banho, me deixando sozinho com Sofia.

Eu tentei mudar de assunto, mas Sofia não deixou. Ela se encostou na bancada ao meu lado, a perna roçando na minha.

— Matheus... você e a Laura... transaram mesmo ontem? — perguntou baixinho, quase sussurrando.

Não consegui mentir. Assenti devagar.

Sofia respirou fundo, os seios subindo e descendo rápido por baixo da camiseta.

— Eu ouvi tudo. Os gemidos dela... o barulho molhado... quando você gozou. Fiquei molhada só de escutar. Fiquei tocando minha bucetinha no quarto, imaginando que era eu ali no lugar dela.

Meu pau endureceu na hora. Sofia percebeu o volume na minha calça e mordeu o lábio.

— Posso ver? — pediu ela, a voz tremendo de tesão. — Quero ver o pau que fodeu nossa irmã.

Olhei para os lados. Mamãe ainda estava no quintal. Puxei Sofia pela mão até o banheiro de serviço, tranquei a porta e baixei o moletom. Meu pau saltou para fora, já duro, a cabeça inchada.

Sofia arregalou os olhos.

— Caralho... é maior do que eu imaginava... — Ela se ajoelhou devagar no chão frio do banheiro. As mãos pequenas e macias seguraram meu pau, acariciando de cima a baixo. — Posso provar, irmão?

Antes que eu respondesse, Sofia abriu a boca e lambeu a cabeça devagar, circulando a língua. Depois colocou só a ponta na boca e chupou suavemente, os olhos olhando para cima, cheios de desejo inocente e safadeza.

— Hmm... tem gosto bom... — murmurou ela, depois engoliu mais fundo.

A boca da minha irmã caçula era quente, apertada e molhada. Ela chupava com vontade, mas ainda um pouco insegura, tentando imitar o que tinha ouvido na noite anterior. Eu segurei o cabelo dela com carinho e guiei devagar.

— Assim... chupa mais devagar no começo... isso... boa garota.

Sofia gemeu ao redor do meu pau, o som vibrando gostoso. Ela babava bastante, saliva escorrendo pelo queixo enquanto tentava engolir mais fundo.

De repente, ouvimos a voz de mamãe chamando lá de fora:

— Sofia? Matheus? Vocês estão aí?

Sofia tirou o pau da boca com um “plop” molhado, mas não parou de masturbar.

— Estamos no banheiro! — respondeu ela, a voz rouca. — Só um minutinho!

Ela voltou a chupar com mais urgência, a mãozinha subindo e descendo rápido. Eu não aguentaria muito tempo.

— Sofia... vou gozar...

Ela tirou o pau da boca só para falar:

— Goza na minha boca, irmão... quero sentir o gosto da sua porra.

Enfiei de novo e meti na boca dela algumas vezes. O orgasmo veio forte. Jatos grossos e quentes explodiram na língua da minha irmã caçula. Sofia engoliu o que pôde, mas um pouco escorreu pelos lábios. Ela lambeu tudo, limpando o pau com a língua, gemendo baixinho de satisfação.

— Delícia... tão quente e grossa...

Nós dois estávamos ofegantes. Eu ajudei ela a levantar e dei um beijo rápido na boca dela, sentindo meu próprio gosto.

— Isso não pode vazar, Sofia. Ninguém pode saber.

Ela sorriu, limpando o canto da boca com o dedo.

— Por enquanto... mas eu quero mais, Matheus. Quero que você me foda também. Quero sentir esse pau dentro de mim como fez com a Laura.

Saímos do banheiro separados, como se nada tivesse acontecido. Mas durante o almoço, Sofia não parava de me olhar por baixo da mesa, esfregando o pé na minha perna enquanto Laura observava tudo com um sorrisinho cúmplice.

À tarde, enquanto mamãe foi ao mercado, Laura me puxou para o lado e sussurrou:

— Vi vocês dois saindo do banheiro... e Sofia estava com cara de quem acabou de engolir porra. — Ela riu baixinho. — Que tal a gente fazer um pouquinho a três hoje à noite na piscina? Só nós três... sem roupa.

Meu pau latejou só de imaginar.

Mas antes que eu pudesse responder, o celular de Laura tocou. Era a tia Beatriz.

— Oi, mana! — disse Laura animada. — Vocês vêm esse fim de semana? Ótimo! Lucas também? Perfeito...

Laura desligou e olhou para mim com olhos brilhando de malícia.

— Tia Beatriz e Lucas chegam amanhã. A casa vai ficar ainda mais quente... e eu já estou imaginando várias coisas safadas envolvendo todo mundo.

Sofia, que tinha escutado a conversa, se aproximou por trás e abraçou minha cintura, sussurrando no meu outro ouvido:

— Mal posso esperar para ver se o primo Lucas também tem um pau tão bom quanto o do meu irmão...

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 6 estrelas.
Incentive Servodetrans a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários