No dia seguinte, acordei atrasada. O relógio já marcava 8h20. Levantei correndo e desci as escadas ainda sonolenta.
Na cozinha, encontrei Angélica de roupão, claramente sem nada por baixo. O tecido fino marcava os seios cheios e sensíveis dela, e deixava os mamilos levemente aparentes. Ela tomava café com a pequena Luz no colo.
— Angela, você dormiu tanto… — disse ela, sorrindo. — Marcão e Vitor já foram pra oficina há um tempo.
Sentei ao lado dela por um instante, ainda sentindo o corpo quente da noite anterior. Olhei para minha irmã e falei:
— Vou me arrumar rapidinho e já vou pra oficina.
Mas por dentro, minha mente estava longe do trabalho. Eu queria algo muito maior. Queria deixar Marcão completamente maluco de tesão. Só de pensar nisso, já sentia minha buceta ficar molhada novamente.
Subi para o quarto e me arrumei com cuidado. Escolhi uma blusa da oficina bem apertada, que marcava meus seios médios e firmes, criando um decote generoso e provocante. Embaixo, vesti uma legging preta colada, que realçava bem minha bunda redonda e as curvas das minhas coxas. Olhei no espelho e sorri satisfeita. Estava descarada, mas exatamente como eu queria.
Eu queria ver Marcão sofrendo de tesão o dia inteiro. Queria que ele ficasse com o pau duro só de olhar pra mim, sabendo que não podia me comer ali na frente de todo mundo.
Desci as escadas sentindo um frio gostoso na barriga. Angélica me olhou surpresa ao me ver tão arrumada.
— Nossa, mana… você tá linda hoje. Vai assim pra oficina?
— Vou sim — respondi, dando um beijo rápido na testa da Luz. — Até mais tarde.
Saí de casa com o coração acelerado, sabendo que estava brincando com fogo. Mas eu não queria parar.
Queria provocar.
Queria enlouquecer ele.
Cheguei na oficina e logo senti os olhares. Vitor parou o que estava fazendo e me encarou descaradamente. Gustavo, que acabara de chegar de moto, mordeu o lábio inferior ao ver minha legging colada marcando minha bunda. Alguns clientes que esperavam no balcão também me olharam com desejo evidente, babando sem disfarce.
Marcão estava trabalhando em um micro-ônibus no fundo da oficina. Assim que me viu, franziu a testa.
— Você está atrasada — disse ele, seco.
Ele largou a ferramenta, se aproximou rapidamente e me prensou contra a parede lateral, longe dos olhares diretos. Seu corpo grande e quente colou no meu. Senti imediatamente o volume grosso e duro do pau dele roçando contra minha barriga.
— Você está uma delícia hoje, Angela… — murmurou rouco, olhando para o meu decote generoso. — Tá querendo me provocar, né?
Ele tentou me beijar, mas virei o rosto e empurrei seu peito.
— Eu vou trabalhar — respondi firme, saindo debaixo do braço dele.
Eu sabia que o pau dele estava latejando por mim. E isso me deixava molhada.
Durante o dia inteiro, fiquei bastante ocupada com atendimentos, notas e organização. Mas minha cabeça estava longe. Eu não parava de pensar em como deixá-lo ainda mais louco.
Mais tarde, vi Yasmin entrando no escritório de Marcão com um sorrisinho safado. Meu sangue ferveu. Segui discretamente e espiei pela fresta da porta.
Yasmin estava de frente para ele, passando a mão no peito dele.
— Você está duro pela Angela, né? — disse ela, com tom ciumento.
— Cala a boca, puta — rosnou Marcão, segurando o cabelo dela com força e empurrando-a para baixo.
Yasmin se ajoelhou obediente, abriu o macacão dele e engoliu o pau enorme de Marcão com vontade, chupando ruidosamente enquanto ele gemia e fodia sua boca com estocadas profundas.
— Isso… engole tudo, sua vadia… — grunhia ele.
Logo ele a colocou de quatro sobre a mesa e meteu com força na bucetinha dela, fodendo-a sem piedade. Yasmin gemia alto, chamando o nome dele enquanto levava as estocadas brutais.
Fiquei ali, assistindo tudo, e senti uma coisa nova e incômoda: ciúmes. Um ciúme quente e possessivo.
O que está acontecendo comigo?
Depois que os dois terminaram (Marcão gozando dentro dela), Yasmin saiu do escritório arrumando a roupa. Respirei fundo, ajustei minha blusa para deixar o decote ainda mais provocante e decidi: ia provocar Marcão ainda mais.
Eu queria que ele perdesse o controle.
Eu sabia que toda vez que Marcão terminava de montar um motor, ele ia tomar banho na ducha velha que ficava nos fundos da oficina, um canto mais reservado. Vi que Gustavo, Vitor e Yasmin estavam ocupados atendendo clientes e consertando uma moto. Era minha chance.
Entrei no banheiro dos fundos, tranquei a porta por dentro, mas deixei apenas encostada. Tirei minha blusa apertada, o sutiã e a legging, ficando completamente nua. Meu corpo estava quente de tesão. Abri a ducha e entrei debaixo da água, molhando meus cabelos e deixando a água escorrer pelos meus seios firmes e pela minha buceta lisinha.
Não demorou muito. Ouvi a porta ranger. Marcão entrou e parou imediatamente ao me ver. Seus olhos percorreram meu corpo nu, molhado, sem vergonha nenhuma. Vi o volume no macacão dele crescer rápido, ficando bem marcado.
— Caralho, Angela… você é uma gostosa pra porra — disse ele, rouco, já apertando o pau por cima da roupa.
Virei de frente para ele, deixando a água cair entre meus seios, e respondi com voz firme:
— Eu não sou a puta da Yasmin. Aqui eu mando, Marcão.
Ele sorriu com malícia, tirou o macacão sujo de graxa em poucos segundos e entrou debaixo da ducha comigo. Seu corpo grande e negro colou no meu. Segurou minha cintura com força e me puxou contra ele. Senti aquele pau enorme e duro roçando contra minha barriga.
Sem dizer mais nada, me ajoelhei na frente dele. A água caía sobre nós dois. Segurei o pau grosso com as duas mãos e comecei a chupar com vontade. Coloquei a cabeça na boca, lambendo e sugando, depois desci o máximo que conseguia, sentindo ele bater no fundo da minha garganta.
— Porra… que boquinha gulosa… — gemeu Marcão, segurando minha cabeça com uma mão.
Eu chupava cada vez mais rápido, babando no pau dele, olhando para cima enquanto ele fodia minha boca. Suas bolas pesadas batiam no meu queixo. Ele estava gemendo mais alto, o pau latejando forte na minha língua.
— Angela… eu tô quase gozando… — avisou ele, respirando pesado, apertando meu cabelo.
Marcão estava quase gozando na minha boca quando eu me afastei, puxando o pau dele com um “plop” molhado. Levantei-me, virei de costas para ele debaixo da ducha e empinei bem a bunda, olhando por cima do ombro com olhos cheios de tesão.
— Me come agora — ordenei, com a voz rouca de desejo. — Quero esse pau todo dentro de mim.
Marcão não esperou nem um segundo. Segurou meus quadris com as mãos grandes e grossas e encostou a cabeça enorme do pau na entrada da minha buceta lisinha. Com um gemido rouco, empurrou devagar, enfiando aqueles 22 cm centímetro por centímetro.
— Aaaahh… porra… — gemi alto, sentindo minha buceta sendo aberta ao limite. — Você é tão grosso… me arromba todinha…
Ele meteu fundo, até as bolas baterem na minha buceta. Começou a estocar com força, o pau entrando e saindo quase inteiro, brilhando com meus sucos. A água da ducha caía sobre nossos corpos enquanto ele me fodia cada vez mais forte.
— Toma essa rola, Angela… toma tudinho — rosnava ele, dando tapas fortes na minha bunda molhada.
Eu rebolava para trás, desesperada, sentindo cada veia daquele pau monstruoso roçando dentro de mim. Meu tesão estava fora de controle. Quanto mais ele metia, mais eu queria.
— Mais forte… me fode como uma puta… aaahh! — implorava, gemendo alto.
Depois de alguns minutos me fodendo com vontade, Marcão tirou o pau da minha buceta, deixando um vazio dolorido. Senti a cabeça grossa subir e pressionar contra meu cuzinho virgem.
— Vai devagar… — pedi, mas minha voz traía o quanto eu queria.
Ele cuspiu na mão, passou na rola e começou a forçar. A cabeça grossa abriu meu anel apertado lentamente.
— Aaaaiii… caralho… que pauzão… — gritei, sentindo uma mistura de dor e prazer insano enquanto ele enfiava cada vez mais fundo.
Marcão segurou minha cintura com firmeza e meteu até o meio. Depois, com estocadas curtas e firmes, foi enfiando mais, até quase enfiar os 22 cm inteiros no meu cu.
— Isso… relaxa esse cuzinho gostoso… tá apertando meu pau pra caralho — gemeu ele.
Eu estava em êxtase. Meu corpo tremia inteiro. Nunca tinha sentido algo tão grosso no cu. A dor virou prazer puro. Comecei a rebolar, empinando mais a bunda, pedindo mais.
— Me fode no cu… mete tudo… eu quero sentir você bem fundo… aaahh… assim… me arromba!
Marcão perdeu o controle. Segurou meus cabelos molhados como rédea e começou a meter forte no meu cu, estocadas longas e brutais. O som molhado das bolas batendo na minha buceta encharcada ecoava no banheiro. Eu gemia como uma vadia, completamente entregue, sentindo aquele pauzão enorme me destruindo.
— Eu tô virando sua puta… me fode… me usa… — confessava entre gemidos, o tesão me consumindo.
Marcão meteu cada vez mais rápido, o pau entrando e saindo quase todo do meu cuzinho apertado. Meu corpo convulsionava de prazer. Gozei forte, apertando o pau dele no cu, tremendo inteira enquanto gritava.
Ele deu mais algumas estocadas profundas e gozou com força, enchendo meu cu de porra quente, jatos grossos e longos. Ficou lá dentro, pulsando, enquanto esvaziava as bolas.
Saímos da ducha ofegantes, meu cu latejando, escorrendo porra, e minha buceta pingando de tesão.
Saí da ducha com as pernas ainda tremendo. Meu cu latejava deliciosamente, cheio da porra quente de Marcão, e minha buceta continuava molhada e inchada. Vesti a roupa às pressas, sentindo o líquido escorrer devagar pela minha calcinha enquanto caminhava de volta para o balcão.
Marcão, Gustavo e Vitor estavam juntos arrumando um carro na primeira box, conversando e trabalhando. Os três suados, com os músculos à mostra. Tentei agir normalmente, mas era difícil. Cada passo fazia meu cuzinho pulsar, lembrando da rola grossa que tinha me arrombado minutos antes.
Yasmin se aproximou do balcão com uma expressão preocupada.
— Angela, está tudo bem? Não te vi mais depois que você saiu pra resolver aquela coisa… fiquei preocupada.
Eu me virei para ela com um sorriso doce e satisfeito no rosto, mesmo sentindo a porra de Marcão ainda vazando do meu cu.
— Está tudo ótimo, Yasmin — respondi calmamente, quase ronronando. — Só precisei resolver umas coisas nos fundos.
Yasmin me olhou por um segundo a mais, como se sentisse algo estranho, mas sorriu de volta.
— Ah, que bom. Se precisar de ajuda é só falar.
Ela voltou para o seu lugar. Eu fiquei ali, atendendo os clientes com um sorriso no rosto, mas por dentro estava um caos delicioso.
Meu cu ardia gostoso, latejando a cada movimento, ainda aberto e melado da foda intensa. Minha buceta também pulsava, encharcada, pedindo mais. O tesão não tinha diminuído — pelo contrário, parecia ainda mais forte.
Eu olhava de vez em quando para Marcão, que também me observava com aquele olhar faminto. Sabia que ele estava pensando no que tínhamos feito na ducha.
E eu… eu queria mais.
O resto do dia na oficina passou em uma névoa de tesão contido. Quando cheguei em casa, o ambiente estava um verdadeiro caos. A pequena Luz chorava sem parar, Angélica parecia exausta, com olheiras profundas e os ombros caídos.
— Deixa que eu preparo o jantar hoje — disse a ela, pegando as coisas na cozinha.
Fiz uma refeição simples, mas caprichada. Durante o jantar, todos estavam mais quietos que o normal. Angélica mal conseguia manter os olhos abertos. Assim que terminamos, ela pegou a Luz no colo e foi direto para o quarto.
— Vou deitar com ela… tô morta de cansada — murmurou, antes de desaparecer no corredor.
Mal se passaram vinte minutos e a casa ficou em silêncio. Foi quando Marcão se aproximou de mim na sala, com um olhar intenso.
— Vem comigo na garagem — disse baixinho. — Tenho algo pra te mostrar.
Eu o segui. A garagem estava cheia de peças quebradas, caixas de fornecedores recém-chegadas e ferramentas espalhadas. Assim que entramos, Marcão fechou a porta atrás de nós.
Ele estava sem camisa, o corpo negro musculoso brilhando levemente de suor. E então eu vi.
Gustavo e Vitor estavam encostados em uma bancada, também sem camisa, exibindo os corpos jovens e definidos. Os dois me olhavam com fome descarada.
Marcão falou com a voz grave:
— Eles descobriram tudo, Angela. Viram a gente na ducha hoje. E querem entrar no jogo.
Senti um frio na barriga, mas também uma onda forte de excitação. Em vez de negar ou me assustar, sorri, sentindo o poder que tinha sobre eles.
— Vocês já sabem… — disse, olhando para os três. — Eu posso ser uma puta… mas quem manda aqui sou eu.
Olhei diretamente para Gustavo e Vitor, com tom autoritário e safado:
— Os dois. Tirem o calção. Agora.
Os rapazes trocaram um olhar rápido, surpresos com minha ousadia, mas obedeceram. Gustavo foi o primeiro: abaixou o short, revelando o pau longo de 21 cm já meio duro. Vitor fez o mesmo, soltando aquele pau absurdamente grosso, parecido com uma garrafa PET.
Fiquei olhando para os três paus — o enorme de Marcão, o longo de Gustavo e o grosso de Vitor — e senti minha buceta latejar forte, molhando a calcinha.
Eu estava no controle.
E isso me deixava incrivelmente molhada.
Fiquei de joelhos no chão da garagem, cercada pelos três homens. Olhei para cima com um sorriso safado e comecei por Vitor.
Segurei aquele pau branco, curto mas extremamente grosso — parecia uma garrafa PET de 18 cm. Mal conseguia fechar a mão ao redor dele. Abri a boca e forcei a cabeça grossa para dentro. Foi difícil. Minha boca se esticou ao máximo.
— Hmm… que pauzão grosso… — gemi, chupando com vontade, babando bastante enquanto tentava engolir mais.
Vitor segurou minha cabeça e gemia rouco, fodendo minha boca devagar.
Depois passei para Gustavo. Seu pau era longo, 21 cm, mais fino que o de Vitor, mas ainda assim impressionante. Desci a boca até quase engolir inteiro, sentindo ele bater no fundo da minha garganta.
— Isso… engole meu pau, Angela… — gemeu Gustavo, segurando meu cabelo.
Por último, fui para Marcão. Os 22 cm grossos e veiosos. O maior dos três. Chupei com fome, lambendo toda a extensão, sugando as bolas pesadas enquanto ele gemia alto.
Depois de revezar entre os três, me levantei, tirei o resto da roupa e fiquei de quatro sobre um colchão velho que tinha na garagem. Empinei bem a bunda e olhei para trás.
— Vitor e Gustavo… eu quero chupar um enquanto masturbo o outro. Marcão… quero que você coma minha buceta agora.
Marcão não hesitou. Segurou meus quadris e enfiou aqueles 22 cm de uma vez. Gemi alto, sentindo ele me abrir inteira.
— Aaaahh… que pauzão… me fode!
Enquanto Marcão metia fundo na minha buceta, segurei o pau grosso de Vitor com uma mão e comecei a chupar Gustavo. Depois trocava: chupava Vitor e masturbava Gustavo. Os dois gemiam, segurando minha cabeça.
Marcão metia com força, estocadas pesadas, batendo fundo. Seu pau era o mais longo e grosso, me preenchia completamente.
Depois de alguns minutos, ele saiu e Gustavo tomou o lugar. O pau longo de 21 cm entrava fundo, mas era mais fino, batia em outro ponto. Eu sentia a diferença claramente — era mais fácil de aguentar, mas chegava bem no fundo.
— Hmm… Gustavo… mete fundo… assim!
Vitor e Marcão revezavam na minha boca. Logo Vitor assumiu minha buceta. O pau absurdamente grosso dele me abriu de um jeito diferente. Era mais difícil, mais doloroso e prazeroso ao mesmo tempo. Minha buceta se esticava ao limite.
— Aaaaiii… Vitor… seu pau é muito grosso… me arromba… — gemia, quase chorando de tesão.
Eles revezavam sem parar: um metia na buceta enquanto eu chupava e masturbava os outros dois. Eu estava em êxtase. Sentir as diferenças me deixava ainda mais louca , O pau do Marcão 22cm — longo, grosso, dominante, batia fundo e me enchia, o de Gustavo 21cm — longo, mais ágil, chegava fundo mas deslizava mais fácil, o de Vitor 18cm — mais curto, mas tão grosso que eu sentia que ia rasgar.
Meu tesão estava fora de controle. Eu rebolava, gemia alto, babava nos paus enquanto era comida sem piedade.
— Eu sou a puta de vocês… me fodem… me usam… — implorava, completamente entregue.
Após o sexo intenso, fiquei alguns segundos recuperando o fôlego, ainda de quatro, com porra escorrendo da minha buceta e do meu cu. Levantei devagar, sentindo as pernas fracas, e sussurrei com a voz rouca:
— Espero que não tenhamos acordado Angélica e a Luz…
Olhei para os três homens e sorri, satisfeita:
— Vocês me fizeram bem pra caralho.
Vi Marcão, Gustavo e Vitor se sentando nas caixas e bancos da garagem, respirando pesado, paus ainda semi-duros brilhando de suor e porra. Subi para o quarto em silêncio, entrei no banheiro e tomei um banho quente. Enquanto a água escorria pelo meu corpo marcado, não conseguia parar de sorrir.
Eu tenho os três agora… e não quero parar por aí. Mal posso esperar para ir trabalhar amanhã de manhã.