O irmão de Dóris passava tempo demais no banheiro.
— Sai logo, moleque, tenho que tomar banho!
— Já estou indo... aaaaahhh...
— Pelo menos disfarça! Liga o chuveiro para fingir que não está batendo punheta.
Bernardo levou um susto e caiu da privada, segurando o pau duro.
— Eu... eu não estou fazendo isso... Eu, eu estou é cagando!
— Tá bom, punheteiro. Termina logo que eu quero tomar banho.
Foi uma punheta frustrada; ele não gozou.
Bernardo procurava novas maneiras de satisfazer seus desejos e fantasias. A boneca inflável já não era como antes, não tinha nada de novo naquilo. Nem mesmo as revistas de mulheres peladas eram suficientes para satisfazê-lo. Ele percebeu que já era hora de perder o cabaço.
Bernardo estava economizando para poder ir a um bordel e perder o cabaço com uma puta. Todas as moedas que conseguia ele colocava no cofre; assim, ia economizando até conseguir dinheiro suficiente para uma noite.
Esperou todos da casa dormirem, fugiu pela janela e foi até a zona perto de sua casa. A noite estava bastante movimentada. As ruas estavam cheias de putas de todos os tipos e gostos: entre as mais gordas, magras, feias e bonitas. Bernardo sentia que tinha entrado no paraíso ou no inferno.
— Ei, garoto, você não parece ter idade suficiente para entrar aqui — disse o segurança do bordel.
— Sim, eu tenho... eu tenho... tenho dezenove anos.
O segurança observou o garoto com uma expressão séria.
— Tá bem, então pode entrar. Se diverte.
Bernardo mal acreditava que tinha conseguido entrar naquele lugar. O ambiente estava cheio de gente. Muitas mulheres seminuas, muitos homens bebendo, fumando, o som alto e um forte cheiro de sexo no ar.
— Isso sim é que é paraíso.
Ele chegou até o balcão e pediu uma bebida. Estava ansioso para beber pela primeira vez, mas, quando deu um gole, quase vomitou e cuspiu tudo fora. Aquela bebida não tinha um gosto muito bom.
Enquanto observava o ambiente, ele viu uma linda moça. Reparou naquelas pernas grossas e enormes, usando uma minissaia preta bem apertada.
— Nossa, que gostosa... Quero aquela puta...
Ele se aproximou dela, olhando de cima a baixo aquele corpo lindo. Respirou fundo, virou homem e tomou atitude.
— Ei, gostosa, quero você... Ei, puta, estou falando com você. Eu tenho dinheiro. Quero que você tire o meu cabaço...
A moça se virou e levou o maior susto ao ver aquele moleque.
— Bernardo, que diabo você está fazendo aqui?
— DÓRIS?!
Dóris puxou o irmão e o levou para o lado de fora, irritada.
— Se a mãe souber o que você está fazendo, vai ficar de castigo!
— Você também! O que faz aqui na zona? Dóris, você está se prostituindo... Meu Deus, eu tenho uma irmã puta!
— Seu idiota, eu não estou me prostituindo, não sou puta! Eu vim com o meu namorado, só estamos curtindo a noite. Você é que é um enxerido. Vai para casa, esse lugar não é para você.
— Eu vim até aqui para nada? Eu só saio daqui depois que eu perder o cabaço!
Nicolau apareceu para resolver aquele problema.
— Deixa o menino se divertir. Bernardo, hoje é o seu dia de sorte. Vamos entrar, vamos nos divertir.
— Nossa, cara, você é muito legal! — disse Bernardo, entrando no bordel animado.
Dóris, contrariada, acabou deixando. Eles entraram no bordel. Aquela noite estava apenas começando.
Pela primeira vez, Bernardo viu uma mulher dançar nua na sua frente. A dançarina desceu do palco com as suas enormes tetas balançando. Aproximou-se de Bernardo e dançou sensual em cima dele.
— Toma, Bernardo, coloca esse dinheiro na calcinha dela — disse Nicolau.
Bernardo pôs a nota de cem na calcinha da dançarina, que saiu rebolando a bunda. Nicolau encheu o copo e o entregou para o rapaz.
— Toma, bebe, Bernardo!
— Não, meu irmão não bebe!
— Deixa o garoto se divertir. Pode beber, Bernardo.
Bernardo acabou enchendo a cara. Depois de alguns goles, ele tinha até esquecido o gosto ruim. Ele estava meio sonso e feliz. Sentia que era um homem livre, que podia fazer qualquer coisa. Sentia-se o rei daquele lugar. Ele nem sabia como tinha ido parar naquele quarto.
— Nicolau, já passou dos limites. Melhor pararmos, o Bernardo tem que ir para casa.
— Deixa de ser chata, deixa o moleque se divertir. Veja só, ele está todo excitado.
— Cadê a puta? Eu quero perder o cabaço, porra!
Uma mulher ruiva entrou no quarto, subiu na cama e começou a abaixar a calça de Bernardo.
— Nossa, como é grande! É a primeira vez que vejo algo tão grande — disse a puta.
— Nossa, sério?
— Que nada, ela diz isso para qualquer cliente. Todas as putas são mentirosas — disse Nicolau, que estava sentado em outra cama observando a cena.
Dóris se sentia incomodada com aquilo.
— Não vou ficar aqui, vou esperar lá fora...
Nicolau puxou a namorada, fazendo-a sentar no colo dele.
— Fica aqui, vamos ver o seu irmão perder o cabaço.
Dóris observou a puta chupar o pênis do seu irmão.
— Veja, Dóris, veja como a puta chupa o pau do seu irmão. Seu irmão é sortudo...
Nicolau desceu a mão, apertando os seios da namorada, e seguiu por baixo da saia para masturbá-la.
— Ai, Nicolau... — Dóris se contorceu toda no colo do namorado enquanto observava o irmão se divertir.
A puta parou de chupar, em seguida tirou a calcinha e levou a buceta até o rosto dele. Bernardo levou um susto. Era a primeira vez que via uma buceta tão perto. Aquela enorme vagina aproximando-se do seu rosto, com os enormes lábios e um buraco aberto no meio, esfregando em seu rosto. Ele passava a boca, lambia, sentia um cheiro forte invadir suas narinas. Passou um bom tempo lambendo aquela buceta, até que ela finalmente decidiu ir ao final.
— Tá preparado para virar homem? — perguntou a puta ruiva.
— Sim...
Ela se agachou, abaixando os quadris no colo dele, encaixando o pau duro na entrada da vagina. Ela subia e descia naquele membro. Bernardo demorou para perceber que já tinha perdido o cabaço. Só sentia algo muito apertado pressionando seu pau, quente e molhado. Ele virou o rosto para o lado em uma maré de prazer. De repente, viu sua irmã sentada no colo do namorado, observando-o. O namorado estava masturbando-a, e a expressão dela era de pura excitação.
Nicolau puxou a saia de Dóris, revelando a enorme bunda na qual ele meteu a pica. Dóris subia e descia naquela pica. Ele deu um tapa na bunda dela, apertando com força aquela nádega.
— Vou gozar nesse seu cuzinho, Dóris...
— Ai, amor, vai gozar... Goza no meu cuzinho!
Nicolau percebeu que Bernardo o observava. Ele puxou as pernas dela por entre os braços, erguendo a enorme buceta.
— O que está fazendo, Nicolau?... — ela gemeu, observando novamente o irmão e vendo que ele a observava. — Para, Nicolau...
— Não, deixa o seu irmão ver a sua buceta... Veja como ele está todo excitado vendo você com as pernas todas abertas.
— Não, Nicolau... para... — disse Dóris envergonhada, abaixando as pernas.
Nicolau, não satisfeito, puxou-a pelos seios, apertando aquelas tetas grandes com as mãos.
— Nicolau...
Ele chupou as tetas dela com força, jogou-a na cama e começou a fodê-la com força.
— Ahhhh, Nicolau... continua, amor... Goza dentro de mim... Aaaaahhh, vou gozar!
Dóris se entregou àquele prazer intenso, sentindo a jorrada de porra em seu corpo. Sentia as pernas todas tremerem em um intenso orgasmo.
No dia seguinte, no café da manhã, ambos estavam com ressaca.
— Como assim, dores de cabeça? Deve ser porque você fica até tarde demais assistindo à TV — disse a mãe.
— Deve ser isso, mãe... — disse Bernardo, tentando disfarçar.
Depois do café, a irmã entrou no quarto dele.
— Bernardo, sobre ontem à noite...
— Não lembro de nada.
— Ah, não lembra?
— Só lembro que foi a melhor noite de toda a minha vida. Finalmente perdi o cabaço. Sou homem agora.
— Sim... Então que isso fique entre a gente. É o nosso segredo.
— Óbvio que sim.
Dóris sair do quarto aliviada que o irmão tinha esquecido maior parte daquela noite. Mas na verdade Bernardo não esqueceu de nada. Ele ainda dava traumatizado ao ver buceta nua de sua irmã e se entregando num intenso sexo com namorado. Aquela imagem ficou tão forte em sua mente que acabou esquecendo do rosto da puta que tirou seu cabaço. A unica coisa que lembrava da puta era seu enormes cabelos longos e ruivos.