Bianca, a infiel 5

Um conto erótico de Sr Boi
Categoria: Heterossexual
Contém 959 palavras
Data: 25/05/2026 05:50:33
Assuntos: Heterossexual

Capítulo 5: A Despensa

Depois daquela sexta-feira com Rafael, o pênis de borracha e seus tapas na minha cara, eu estava em um turbilhão. A buceta melada, a bunda ardendo, as palavras “preta vagabunda” e “puta safada” na voz dele ecoavam na minha cabeça, misturadas com as memórias de Felipe, Marcelo e Carlos. Eu amava Rafael, meu marido, vendedor de autopeças no centro de Ribeirão Preto. Ele me chupava como ninguém, me fazia gozar com a língua, mas faltava a crueza que os outros me davam. Cada traição era um fogo que me consumia, e eu não conseguia parar.

Na segunda-feira seguinte, voltei à clínica médica, a rotina de sempre: pacientes reclamando, telefone tocando, o calor de outubro grudando a blusa na pele. Minha saia lápis abraçava as coxas, a blusa branca marcava os peitos, e eu sentia os olhares, mas tentava focar no trabalho. Marcelo passava por mim com um olhar rápido, Carlos com um sorrisinho sujo, e eu fingia não notar. Mas quem me pegou desprevenida foi Ana, a enfermeira chefe.

Ana era uma mulher de uns 35 anos, branca, cabelo liso preso num rabo de cavalo, corpo magro mas firme, com um jeito sério que escondia algo intenso. Ela nunca falava muito, mas eu já tinha pegado ela me olhando, os olhos castanhos fixos na minha bunda ou no decote. Naquela tarde, a clínica estava tranquila, e Ana passou pela recepção, carregando uma caixa de seringas. “Bianca, me ajuda na despensa,” ela disse, o tom seco, mas com um brilho nos olhos que me fez tremer. Minha buceta pulsou, melada, como se soubesse o que vinha. Peguei uma pilha de prontuários e a segui, o coração acelerado.

A despensa era um quartinho abafado nos fundos da clínica, com prateleiras de remédios, gaze e material hospitalar, o cheiro de álcool no ar. Fechei a porta atrás de mim, e Ana se virou, jogando a caixa numa prateleira. “Eu vi você, Bianca,” ela disse, a voz baixa, quase um rosnado. “Dando pros médicos. Você é uma vagabunda que gosta de putaria, né?” As palavras me acertaram como um tapa, mas o tesão foi mais forte. Minha buceta ficou encharcada, a calcinha preta de algodão molhada. “E se for?” respondi, mordendo o lábio, desafiando-a.

Ela riu, um riso frio, e se aproximou, o rosto a centímetros do meu. “Então vai gostar disso,” ela disse, e meu beijou, um beijo longo, molhado e carregado de lascívia. Meu coração bateu forte cheio de tesão e meu grelo vibrou, mal seus lábios sairam dos meus ela me olhou nos olhos e me deu um tapa forte na cara. A ardência me fez gemer, a buceta pulsando. Antes que eu pudesse reagir, ela agarrou meu pescoço com uma mão, apertando, e com a outra abriu minha saia fazendo ela cair. “Tira a blusa, vadia,” ela mandou, e eu obedeci, os peitos livres, os mamilos duros. Ela apertou meus peitos com força, os dedos cravando na pele, e eu gemi, a dor virando prazer. “Preta safada,” ela disse, me empurrando contra a parede, o concreto frio nas minhas costas. Chupou meus seios como se fosse um recém nascido.

Ela se afastou me olhando com desejo, “vadia” rosnou, “quer que eu te chupe, você gosta de ser fodida não é?”, minha buceta estava até formigando de desejo, precisava gozar e queria gozar na boca dela. Tirei a calcinha e ofereci para ela. “Caralho, olha como a vagabunda está toda melada,” falou sentindo minha calcinha úmida em sua mão, “hum, cheiro de buceta preta, que delícia!” Comentou cheirando ela é guardando no bolso.

“Vem sentir o gosto da puta preta.” Pedi passando os dedos de leve no meu grelo. Ana caiu de joelhos, abriu minhas pernas com força, e sua boca encontrou minha buceta. A língua dela era mágica, diferente de tudo. Ela lambia meu clitóris com uma precisão que me fazia tremer, sugando os lábios da minha buceta, a língua dançando em círculos rápidos, depois lentos, como se soubesse exatamente o que eu precisava. Minha buceta melada pingava no chão, e eu gemi alto, “Porra, Ana, isso,” as mãos agarrando as prateleiras. Ela enfiou quatro dedos na minha buceta de uma vez, esticando-me, os dedos grossos e longos me fodendo enquanto chupava. Eu gozei em segundos, o corpo tremendo, a buceta apertando os dedos dela, o mel escorrendo pela mão dela. “Vagabunda, goza de novo,” ela mandou, chupando mais forte, os dedos metendo fundo, e eu gozei outra vez, as pernas cedendo, o grito preso na garganta.

Ela não parou. “ vira, preta vagabunda” ordenou, Me virei dando dois passos para trás e abrindo um pouco as pernas, a bunda empinada, ela abriu minha bunda e sua língua encontrou meu cu. Ela chupou meu cuzinho com vontade, a língua quente e molhada invadindo, rodando, lambendo, enquanto dois dedos brincavam na minha xota. “Caralho, que cu gostoso,” ela disse, os dedos metendo fundo, a língua lambendo ao redor. Eu gemi, “Mete, Ana, porra,” e gozei de novo, a buceta pingando, o corpo tremendo, a prateleira chacoalhando. Ela bateu na minha bunda, o tapa estalando, se levantou e apertou meu pescoço de novo, me puxando pra trás. “Goza, sua puta,” ela disse, e eu gozei mais uma vez, o corpo desabando, a buceta e o cu pulsando.

Ana se recompôs, limpando a boca, e me olhou com desprezo. “Volta pro trabalho, vadia,” ela disse, saindo da despensa como se nada tivesse acontecido. Eu fiquei lá, ofegante, a buceta melada, e vesti a roupa com as mãos trêmulas. Voltei pra recepção, o mel da minha buceta escorrendo pelas pernas,o corpo em êxtase, a mente um tanto confusa. Sim amava meu marido, mas sim era uma vagabunda louca por sexo, adora ver as pessoas me olhando e me desejando.

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