Uma Mãe Doidivanas, capítulo 4

Da série Mãe Doidivanas
Um conto erótico de Doidivanas
Categoria: Heterossexual
Contém 1467 palavras
Data: 25/05/2026 00:56:45

Uma manhã, eu estava na cozinha preparando o café, só com o camisetão branco. Meu marido desceu, me deu um “bom dia” rouco e, sem cerimônia, deu um tapa firme na minha bunda exposta. O barulho ecoou na cozinha.

Os meninos, já sentados à mesa, viram tudo.

Quando me aproximei para colocar o pão na mesa, o mais velho se levantou, imitou o pai com cara de sério e disse:

— Bom dia, mãe.

E deu um tapa forte na minha bunda, exatamente no mesmo lugar.

Eu dei um pulo, surpresa.

— Ei! Que isso, menino?

Ele só riu, voltando a sentar como se nada tivesse acontecido.

— Foi só um bom dia carinhoso.

Eu me virei pro meu marido, que bebia café tranquilamente:

— Você não vai falar nada? Seu filho acabou de dar tapa na minha bunda!

Meu marido deu de ombros, com aquele ar displicente de quem já aceitou o destino:

— Deixa os meninos. Eles estão rindo. E olha que lado bonito eles escolheram pra bater.

Os dois caíram na gargalhada. Eu me fiz de contrariada, franzindo a testa:

— Vocês são impossíveis.

Mas por dentro eu sentia um calor gostoso subindo. Aquela mistura de surpresa, ousadia e cumplicidade estava me excitando mais do que eu queria admitir.

A partir daquele dia, os meninos tomaram mais liberdade. Aproveitando da minha liberdade e da cumplicidade descarada do pai, eles começaram a passar a mão, dar tapas e apertar sempre que tinham oportunidade.

Teve o dia em que eu estava dobrando roupa na sala. O mais velho passou por trás, colocou a mão aberta na minha bunda por baixo do camisetão e apertou devagar, sentindo a carne.

— Tá macia hoje, hein mãe.

Eu virei o rosto:

— Tira a mão daí, seu atrevido.

Ele apertou mais uma vez antes de soltar, rindo:

— Só conferindo se ainda tá no lugar.

Outra vez, eu estava agachada pegando uma panela no armário baixo. O caçula parou atrás de mim e deu dois tapas rápidos, um em cada lado.

— Cuidado com a postura, mãe. Senão machuca as costas.

Eu me levantei rápido, o camisetão subindo:

— Vocês estão ficando abusados demais.

Ele piscou:

— Culpa sua. Você que ensinou a gente a não ter vergonha de corpo.

— Olha, vocês dois… podem deixar a bunda da mãe de vocês em paz? Tá virando bagunça isso aí.

O mais velho, que vinha entrando na cozinha, sorriu daquele jeito preguiçoso que ele herdou do pai:

— Difícil, mãe. A bunda da senhora é que não deixa a gente em paz. Ela balança, aparece, chama… é praticamente bullying.

Eu não consegui segurar o riso. Soltei uma gargalhada alta, balançando a cabeça.

— Ai, seu safado. Tá me culpando agora?

— Tô. Falando em bunda… mãe, você dá o cu?

A pergunta caiu tão direta que eu até pisquei, pega de surpresa. Fiquei olhando pra ele um segundo, a boca entreaberta.

— Como é que é?

Ele não recuou. Pelo contrário, cruzou os braços e repetiu, com um sorrisinho debochado:

— Eu perguntei se você dá o cu. É só curiosidade. Você é tão livre em tudo… será que nessa parte também?

Eu me recompus rápido, erguendo uma sobrancelha e colocando a mão na cintura. O camisetão mal cobria metade da bunda, e eu sabia que os dois estavam olhando.

— Dou sim, seu atrevido. Dou quando tô a fim, quando tá bem lubrificado e quando o seu pai merece. Não é todo dia, mas quando rola… rola gostoso.

O caçula quase engasgou com o suco que estava bebendo. O mais velho ficou visivelmente agitado, olhos brilhando.

— Caralho, mãe… sério? O pai te fode no cu?

— Fode. E às vezes eu peço. Gosto da sensação de estar completamente entregue, sendo arrombada devagar até caber tudo.

Os dois me olhavam com olhos arregalados, surpresos, e com certeza excitados – era visível, não tinha como disfarçar.

Eu continuei, agora já entrando no embalo do deboche:

— Vocês acham que só porque sou mãe virei santa? Eu adoro uma rola no cu de vez em quando. Principalmente quando tô bem safada.

O mais velho se aproximou um passo:

— E dói?

— Depende. Às vezes, no começo um pouco, depois vira um tesão diferente. Tem que ir com calma, usar lubrificante… e bastante tesão. Aí vira delícia.

O caçula, vermelho mas curioso pra caralho:

— E você goza assim?

— Gozo. Às vezes até mais forte que na buceta. É um orgasmo mais fundo, sabe? Me deixa tremendo.

O mais velho:

— Puta merda… essa é a nossa mãe!

— Sim, senhor. Sou a mãe de vocês. E também sou exibida, safada, e adoro dar o cu pro seu pai quando bate a vontade. Algum problema?

— Problema nenhum — respondeu o mais velho rápido. — Só tô imaginando a cena agora.

Eu ri de novo, dando um tapinha no braço dele.

— Pode imaginar à vontade, mas com respeito. Meu cu não é self-service.

O caçula, rindo:

— Ai, mãe… Só você, viu!

Meu marido finalmente baixou o jornal, com aquele sorriso calmo de quem curte o circo:

— Deixa a mãe de vocês. Ela tá se divertindo mais que todo mundo aqui.

Eu virei de costas de propósito, fingindo arrumar uma almofada, e deixei o camisetão subir um pouco mais. Sabia que os três estavam olhando. Senti o calor subir pela nuca.

— Vocês são impossíveis — murmurei, mas minha voz saiu rouca, quase manhosa.

Uma outra situação foi à noite, enquanto eu lavava a louça. O mais velho chegou por trás, passou as duas mãos pela minha bunda, apertou as duas metades e ainda deu um tapinha de leve entre as pernas, roçando os dedos na minha buceta.

— Boa noite, mãe.

Eu senti um arrepio forte e virei, fingindo bronca:

— Ei! Isso já é demais!

Ele só riu e saiu andando como se tivesse dado um beijo na bochecha.

Os peitos também não escapavam.

Uma tarde, eu estava fazendo o almoço só de camisetão. O caçula chegou por trás, me deu um abraço apertado e, sem aviso, segurou meus dois peitos grandes com as mãos, apertando por cima do tecido.

— Abraço da tarde, mãe.

Eu dei um pulo, sentindo os mamilos endurecerem na mesma hora.

— Que isso, menino?! Solta meus peitos agora!

Ele não soltou de imediato. Apertou mais um pouco, rindo, e fez uma piadinha indecente:

— Caramba, mãe… eles são pesados mesmo.

Eu fiquei sem acreditar na ousadia dele. Virei o rosto, vermelha:

— Você tá ficando muito safado, hein.

Ele finalmente soltou, ainda rindo:

— Só brincando. Mas são muito bons mesmo.

Eu balancei a cabeça, rindo apesar de tudo. A ousadia dos meus filhos estava me deixando molhada de um jeito perigoso.

Mais tarde, à noite, eu contei tudo pro meu marido enquanto a gente transava.

Ele estava com a cabeça entre as minhas pernas, língua trabalhando devagar na minha buceta molhada. Eu gemia baixinho, segurando a cabeça dele.

— Hoje o caçula… ahh… me abraçou por trás e apertou meus peitos enquanto eu fazia almoço…

Meu marido lambeu mais fundo, chupando meu clitóris.

— E o que você fez?

— Protestei… mas não adiantou nada. Eu quase não acreditei na cara de pau dele.

Ele enfiou dois dedos em mim, ainda chupando.

— Culpa sua, amor. Você criou dois taradinhos.

Eu gozei forte, tremendo, apertando a cabeça dele contra minha buceta enquanto o orgasmo me tomava.

Quando desci do clímax, eu o empurrei, subi em cima dele e montei no pau duro. Desci devagar, sentindo ele me abrir toda.

— Dois taradinhos mesmo — eu disse, começando a cavalgar devagar. — O mais velho já deu tapa na minha bunda imitando você. O caçula apertou meus peitos como se fossem brinquedo dele.

Meu marido segurou minha cintura, gemendo enquanto eu subia e descia.

— E você gostou, né? Tá molhada pra caralho só de contar.

Eu ri, ofegante, acelerando o movimento:

— Gostei… um pouco. É estranho… mas é excitante. Eles estão crescendo e testando os limites que eu mesma criei.

Ele apertou meus peitos, beliscando os mamilos.

— Então aguenta. Você que quis criar filhos sem tabus.

Eu gemi alto, cavalgando mais rápido:

— Estão virando dois safados… ahh… e o pior é que eu tô gostando.

Meu marido gemeu, empurrando pra cima:

— Culpa sua. Agora aguenta os tapas, os apertos… e a buceta molhada que você fica toda vez.

Eu gozei de novo, forte, apertando o pau dele dentro de mim. Ele não aguentou e gozou logo depois, enchendo-me com jatos quentes enquanto segurava minha bunda com força.

Caí em cima dele, suada, ainda sentindo o pau pulsar dentro de mim.

— Estamos criando monstros — eu disse, rindo baixinho.

Meu marido beijou meu pescoço e respondeu, irônico:

— Monstros que você alimentou com liberdade. Agora aguenta o rojão.

Eu sorri no escuro, sentindo o sêmen escorrer entre minhas pernas.

No fundo, eu sabia que ele tinha razão.

E o pior — ou o melhor — é que eu não queria que parasse.

E eu, aos quarenta e poucos, estava adorando a liberdade que eu tanto defendi.

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