Série 09 - A NOITE DA SURPRESA

Um conto erótico de Cigano Italiano
Categoria: Heterossexual
Contém 1116 palavras
Data: 24/05/2026 22:46:49

Leiam o da Série 8

- Hoje à noite irei te fazer uma surpresa!

Falou do nada.

No meio da foda no chuveiro ela saiu com essa frase, seca e firme.

Fui trabalhar com isso na cabeça, era sábado de setembro, o calor começava a mostrar como seria.

Eram 18:00 recebo um whats.

- Oi meu tudo! Vem direto pra cá, tem roupas suas aqui, comprei uma bermuda para você!

- Oi amor! Estou na correria. OK irei.

Trabalhei o dia todo com aquilo na cabeça, saí do salão as 19:00. no metrô a curiosidade era imensa.

- Amor me dá uma pista da surpresa.

Demorou uns minutos.

- Curioso, surpresa não tem que ser dita.

- Amor uma pista só.

- Algo que aconteceu, você adorou, eu adorei. E te falei que um dia iria acontecer.

Agora tudo foi para o vinagre, não fazia idéia de nada mesmo.

Cheguei ela estava sozinha, ouvindo ´SÓ PRA CONTRARIAR.

Já tinha tomado 3 Heineken, senti que a noite prometia.

Ao entrar me recebeu sambando, descalça, short curto e grudado parte da bunda de fora, marcava a buceta no formato de Y. Camiseta customizada amarrada nas costas, sem sutiã. Marcava os seios e os mamilos.

Me beijou, me convidou para sambar, virou de costas, rebolou na altura do meu pau, se esfregou. Fez agachadinhas como fazem no funk.

Segui seu ritmo, veio de frente, na minha perna direita ela montou, rebolou na minha cocha, friccionava a buceta, tomou um gole de cerveja, derrubou parte em seus seios, a minúscula peça foi encharcada, cai de boca sugando a cerveja no tecido, tentava morder os bicos, ela tirava.

- Só chupe o tecido.

Me ordenou.

Fui fazendo oque mandava, sugava a cerveja, meu pau duro, fui abrindo o cinto, zíper para libera-lo, abaixei a calça, lá estava o mastro duro como pedra, quente como brasa. Peguei a garrafa da sua mão, entornei cerveja sobre ele, peguei Dami pela cabeça, ela entendeu.

- Safado, fdp.

- Mama, chupe essa cerveja de um jeito diferente.

Se ajoelhou e começou a mamar o pau suado com gosto de cerveja, entornava mais bebida sobre ele, a sensação do gelado com sua boca era louca.

Enchia sua boca de cerveja e mergulhava o pau.

Ela Engolia, empurrava até sua garganta, sugava lambia minhas bolas, sugava o liquido.

Arranquei a peça minúscula o resto de cerveja jóquei sobre os seios, a puxei para cima quando senti que iria explodir.

- Me deixa mamar mais.

Forcei a abracei e cai de boca nos grandes e deliciosos seios, mamilos duríssimos pelo tesão e pelo gelado, lambia e sugava a cerveja pelo corpo, chupava com força seus bicos, se jogava para trás, nada falava, apenas grunhia, minha mão mergulhou na buceta encharcada de liquido e cerveja.

Me empurrou grudando-me na porta.

- Parouuuu

Me deu um beijo louco, carregado de tesão, sugou e mordeu minha língua.

Meu pau espetava no meio de suas pernas.

- Amor preciso gozarrrr, estou com muitoooo tesão. Olha como você me deixou.

- Que ótimo que ficou assim por mim. Vamos tomar um banho gelado, puxou-me pela mão e assim fomos. Banho gelado.

- Suas roupas estão em cima da nossa cama.

Conferi, lá estavam camisa branca e bermuda preta, que ela comprou.

- Amor do meu coração, que bermuda linda, obrigaduuuu... más está faltando a cueca.

- Veste sem!

Obedeci. Será que era parte da surpresa?

Estranho usar bermuda sem cueca, o pau solto, balançando.

Bermuda de botões... ela pensou em tudo.

A gata vestiu um top creme, fininho, um pouco mais claro que sua tonalidade de pele. Os seios firmes, seus bicos marcavam o tecido, com a camisa fechada disfarçava. Colocou uma camisa também branca de botões por cima. Fechou na altura do início do top.

Uma saia cor creme um pouco abaixo dos joelhos, 3 grandes botões de cada lado, o 1º botão fechava 4 dedos abaixo da cintura, deixava uma mulher sexy, elegante e estilosa.

Uma sandália com saltinho, empinava mais ainda seu bumbum e a deixava mais alta.

Maquiada, cabelo escovado, um perfume Dior, misturava notas doces, cítricas e florais, ao invadir as narinas atiçava meus instintos de macho.

Tomei um aditivo para reforçar, certeza que a pica ia ter trabalho.

Ainda não sabia qual seria a surpresa!

21:00, saímos de casa.

No elevador admirava aquela mulher pelo espelho, tinha sorte e felicidade

De eu tê-la como namorada!

- Você dirige!

Entregou-me as chaves.

Assim que abriu o portão do prédio e embiquei o carro

- Vamos para aquele boteco em Vila Izabel. Hoje tem música ao vivo.

- ⁠Só eu e você?

- ⁠Sim meu tudo. A noite só nossa!

Falou com pitada de sarcasmo.

Entrei na 28 de setembro busquei uma rua paralela para estacionar, ela se retesou para trás, levantou seu bumbum, levantou a saia olhando-me com cara safada foi tirando sua minúscula calcinha branca, tirou rodou no seu dedo indicador e jogou na minha cara.

- Cheira ela. Lambe ela sente o cheiro dela.

- Carralhoooo assim vou explodir de tanto tesão!

Essa calcinha guardei como recordação deste dia!

Até uma outra namorada colocar fogo nela.

Sentamos numa mesa que estava vazia mais distante da calçada, quase próximo há um canteiro e uma casa antiga.

Samba, pagode, seu Jorge, Martinho da Vila e Zeca Pagodinho era o repertório.

Ela pediu um chopp, fui na água, dava umas bicadas no copo dela.

Muitos casais desconhecidos, muitas mulheres de 40+ sozinhas.

Cai no samba com Dami. Ela era parte da atenção dos marmanjos, junto com uma morena cor canela que sambava como um pandeiro.

Me deliciava em ver Dami ser olhada, paquerada e ate cobiçada, ela dava seus rodeios, agachadas, rodopios e depois vinha sambar de costas para mim. Para bom entendedor ela sabe que tinha dono.

Depois de 40 minutos neste ritmo.

- Vamos sentar.

Comecei a entender o plano dela. Puxei a cadeira para ela.

- Sentarei no seu colo.

Disse me olhando e me pegando pelo braço com carinho.

Matei a charada.

Sentou no meu colo, igual a vez que ela e a filha se revezavam.

A loura rebolava de leve, já ia para a 4º tulipa, estava suada e rosada.

Me aninhei em seu pescoço, seu perfume me atordoava.

- Linda, deliciosa adoro você!

Me olhou, piscou de olho e começou a rebolar mais forte.

- Meu tudo, abre para mim os dois primeiros botões da saia?

Assim fiz.

Ela abriu um botão camisa deixando um pouco mais do top amostra. Levantou-se e começou a sambar de frente para mim. Levantei-me, a abracei e sambamos juntinhos. Um beijo gostoso foi dado, meu pau começava a dar sinal, ela percebeu e no sambado se esfregou nele.

O povo cada vez mais animado; uns entornados na cerveja, outros farra geral, Casais se beijando outros só na caipira.

tulipsensbr@gmail.com

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