Fetiches - Garota recebe desafio e se masturba na biblioteca

Um conto erótico de feminive
Categoria: Heterossexual
Contém 1153 palavras
Data: 24/05/2026 21:14:03

Eu estava sentada numa das mesas do fundo da biblioteca da faculdade, o ar condicionado geladinho soprando leve na minha nuca enquanto o lugar fervilhava de gente. Faltava uma semana pras provas, então tinha grupinhos sussurrando em volta de cadernos abertos, canetas riscando papel, e várias pessoas sozinhas como eu, com fones no ouvido e cara de quem não queria ser incomodada.

Eu mantinha o celular na mão, o polegar deslizando preguiçoso pelo Insta, rolando fotos de viagens, comidas e memes bobos, só matando o tempo até a aula da tarde começar. Meu corpo estava tranquilo, pernas cruzadas debaixo da mesa, a saia jeans curtinha encostando na pele macia das coxas. Nada de calor estranho, nada de latejar entre as pernas, só a vidinha normal de sempre, respirando devagar, o coração batendo no ritmo de quem não esperava por nada.

Até que a tela do celular vibrou de leve na minha palma.

Abri a mensagem e senti um formigamento sutil subir pela barriga quando li:

— Ei, manda uma fotinho da bucetinha?

Nenhum oi, nenhuma gracinha. Ele era assim mesmo. Meu coração deu uma batidinha mais forte, surpresa, e eu mordi o lábio inferior sem nem perceber. A gente andava brincando com esses desafios, aqueles joguinhos onde eu tinha que obedecer no instante que ele mandasse, e isso sempre mexia com alguma coisa dentro de mim, uma curiosidade safada que ia crescendo devagar.

Olhei rápido ao redor. Ninguém prestando atenção em mim. O barulho baixo de páginas virando e sussurros preenchia o ar, o cheiro de livros antigos e café frio pairando. Meu dedo pairou sobre o teclado, quente de repente, enquanto eu sentia a pele do rosto esquentar um pouquinho.

"Caralho... justo agora?", pensei, o coração acelerando só um tiquinho mais.

Eu digitei de volta, os polegares tremendo levemente na tela:

"Eu tô na biblioteca, idiota, não posso..."

Enviei e fiquei olhando fixo pra tela, o peito subindo e descendo mais rápido, o ar geladinho do condicionador roçando minha pele e arrepiando os pelinhos dos braços. O coração batia forte contra as costelas.

A resposta dele veio logo em seguida:

"Eu tô mandando!"

Senti um calor subir rápido pela barriga. Ri por dentro, nervosa e excitada ao mesmo tempo, e me levantei devagar, pegando minhas coisas com as mãos trêmulas. Poderia ter ido pro banheiro como das outras vezes, mas eu tava muito a fim de fazer alguma coisa diferente.

Andei pelos corredores dos fundos até encontrar um cantinho bem escondido no fim das estantes. Me encostei na parede fria e deslizei até sentar no chão. Olhei pros lados. Ninguém por perto. Levantei a saia jeans bem devagar, o tecido roçou quente nas minhas coxas, então eu puxei a calcinha pro lado com os dedos, sentindo o ar gelado tocar direto na minha buceta. Coloquei o celular entre as pernas e cliquei.

A foto saiu péssima: tremida, luz ruim, minha buceta toda desengonçada apertada pela calcinha meio fora do lugar, só um brilhozinho sutil de umidade aparecendo. Mesmo assim, enviei.

"Toma... não ficou boa, mas tá aí. Essas suas ideias de merda me deixam molhada seu infeliz."

Ele respondeu rápido:

"Cadê?"

'Cadê o que?" — digitei, franzindo a testa.

"Eu não tô vendo nada molhado aí."

Fiquei encarando a tela, o calor já se espalhando devagar pelo meu ventre, quando o celular vibrou de novo na minha mão. Meu coração deu um salto.

Abri a mensagem e... meu Deus.

Era uma foto dele. Aquela rola grossa, pesada, que eu já conhecia tão bem. A imagem era perfeita: veias marcadas pulsando, a cabeça rosada brilhando, o ângulo delicioso mostrando tudo. Fiquei parada ali, olhos arregalados, conferindo rápido pros lados pra ter certeza que ninguém estava olhando. Voltei pra foto, quase sem piscar.

Minha boca encheu de saliva na hora. Senti o gosto salgadinho dele na ponta da língua, como se estivesse ali, bem na minha frente. Engoli seco, as coxas tremendo de leve contra o chão frio. Minha bucetinha respondeu imediatamente, um calor molhado escorrendo devagar, molhando a calcinha que eu ainda mantinha puxada pro lado.

Caralho... pensei, mordendo forte o lábio inferior.

"Seu viado... porra, eu tô na biblioteca e você me manda isso?"

Ele respondeu quase na mesma hora:

"Ué, você me mandou nude... nude se troca, é a etiqueta."

Não consegui segurar um sorrisinho safado, o idiota sempre tinha resposta pra tudo.

"Toca uma pra mim agora" — ele mandou em seguida — "e me diz mais tarde como foi".

Fiquei ali, encostada na parede, a bucetinha batendo palminhas, molhada pra caralho, enquanto olhava de novo pra foto dele, imaginando aquele pau quente e grosso na minha mão ali mesmo, no meio da biblioteca.

Olhei pros lados, o coração martelando. Joguei o cabelo pra frente do rosto, como uma cortina, pra tentar me esconder um pouco. Cruzei as pernas primeiro, cobrindo tudo, e enfiei o celular dentro de um livro aberto no meu colo deixando a tela virada pra mim.

Com a mão tremendo de leve, puxei a calcinha pro lado mais uma vez, devagar. O ar geladinho da biblioteca bateu direto nela, que estava quente e molhada, me fazendo arrepiar. Comecei passando a ponta do dedo médio bem devagar no clitóris, circulando ele bem leve. Um choque gostoso subiu pela barriga na hora.

Olhei ao redor de novo, nervosa. Ninguém. Aumentei um pouquinho a pressão, o dedo deslizando mais fácil com toda aquela umidade que escorria. Depois, desci e enfiei a ponta de um dedo devagar, sentindo as paredes quentes e molhadas apertarem em volta. Tirei, voltei pro clitóris, revezando, cada vez um pouco mais fundo.

Minhas coxas tremiam de leve, os músculos se contraindo. A respiração ficava mais pesada, mas eu tentava controlar, mordendo o lábio com força. Olhava pra todo lado o tempo todo, o medo e o tesão se misturando de um jeito louco.

O prazer foi crescendo devagar, quente, até que eu não aguentei mais. O orgasmo me pegou de surpresa: apertei as coxas com força uma contra a outra, a bucetinha pulsando forte em volta dos meus dedos, soltando mais um jato de umidade quente que escorreu pro meu cu. Fiquei tremendo inteira, os olhos semicerrados, mas ainda olhando ao redor, morrendo de medo que alguém tivesse visto.

Quando o tremor diminuiu, tirei os dedos devagar, brilhando de tesão. Peguei o celular, abri a câmera e tirei uma foto rápida das minhas mãos molhadas, os dedos melados e brilhantes. Enviei pra ele sem nem pensar.

Guardei tudo correndo, levantei a saia no lugar e me levantei com as pernas ainda fracas. Saí andando rápido pelo corredor, quase correndo, o rosto queimando de vergonha e o coração disparado. Parecia que todo mundo na biblioteca estava olhando pra mim, como se soubessem exatamente o que eu tinha acabado de fazer ali.

Maldito filho da puta...

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