Era sábado pela manhã, e o sol já entrava tímido pela janela do quarto de Jhonny e Andressa. Jhonny acordou com a mente já a mil, o peso do projeto no escritório o chamando. Precisava ir, mas havia prometido a Andressa que voltaria na hora do almoço. O prazo final, dia 22, pairava como uma espada sobre sua cabeça, e o projeto perigava atrasar. Andressa, ainda sonolenta, resmungou quando ele explicou, mas não havia o que fazer.
"Vai lá, meu amor. Mas não demora, tá? Vou sentir sua falta" - ela disse, com a voz manhosa, esticando um braço para puxá-lo para um último abraço apertado.
"Não demoro um segundo a mais do que o necessário, prometo"- ele respondeu, beijando-lhe a testa e o pescoço, sentindo o cheiro doce da pele dela. "E você, o que vai fazer para passar o tempo?"
Andressa sorriu, já com um plano em mente. "Vou ligar para a Suzana. Como o Chris viajou, não vou deixar minha amiga sozinha. Aliás, nossa, amiga, né, amor? A gente pode passar a manhã e o dia juntas."
Jhonny aprovou a ideia com um aceno. "Ótimo! Assim você não fica sozinha. E a Su precisa de um pouco de distração mesmo. Juízo eim" - disse Jhonny, sorrindo e a beijando mais uma vez.
Ele estava se vestindo quando a campainha tocou. Jhonny franziu a testa. "Quem será a essa hora?"
Andressa, já mais desperta, pulou da cama. "Deixa que eu vejo!" - disse, trocando de roupa rapidamente para algo mais caseiro, mas ainda relaxado.
A voz animada de Andressa ecoou pelo corredor, seguida por uma risada familiar. Jhonny terminou de abotoar a camisa e foi até a sala, onde encontrou Andressa abraçando uma mulher ruiva baixinha e elegante. Era Anna.
"Jhonnyyy!" - Anna exclamou, soltando Andressa para abraçá-lo com o mesmo entusiasmo que abraçou Andressa: "Cheguei com uma notícia que, como disse minha irmã, vai abalar as estruturas!" - "Anna! Que bom te ver! Mas o que faz aqui tão cedo? Viajaram de madrugada pra alguma reunião? Ou é uma visita surpresa?" - Jhonny perguntou, genuinamente feliz, mas confuso.
Anna abriu um sorriso misterioso: "Tenho uma surpresa! Eu e a Cintia estamos vendo um apartamento para alugar aqui na cidade. Eu vou entregar o meu, que era alugado, lá no Rio Grande do Sul, e a Cintia vai colocar a nossa casa antiga para alugar. Viemos para ficar!"
Jhonny e Andressa se entreolharam, os olhos brilhando: "Sério?! Que notícia maravilhosa!" - Andressa gritou, abraçando Anna novamente.
"Isso é incrível, Anna! Mas… ah, cara, eu realmente preciso partir nesse momento." - Jhonny riu, sentindo a empolgação, mas sem poder ficar. - "Eu mal tenho tempo respirar agora, preciso correr para o escritório. Mas prometo que volto para o almoço e a gente celebra direito!"
Ele se despediu rapidamente, deixando as duas mulheres animadas na sala. O café da manhã ficaria para o escritório.
Horas depois, já imerso em planilhas e relatórios, Jhonny sentiu o celular vibrar no bolso. Era uma foto de Andressa: as três – Andressa, Suzana e Anna – reunidas na cozinha, com xícaras de café e torradas, rindo e zoando horrores. A imagem irradiava uma energia contagiante.
Ele respondeu rapidamente: "Que lindas! Queria estar aí pra zoar com vocês! Mas se eu não correr agora, não conseguir sair daqui às 12h e o projeto não anda."
Depois disso, o celular vibrava esporadicamente, mas Jhonny se forçou a ignorar. Precisava focar. Enfim, finalizadas as missões do dia, ele correu para o carro, lembrando-se do celular. Ao pegá-lo, uma enxurrada de mensagens de Andressa e das meninas o aguardava.
A primeira que chamou sua atenção foi de Suzana, com um emoji de carinha triste: "Agora a concorrência pela sua atenção vai aumentar, Jhonny! Com a Anna e a Cintia por perto, quem vai me dar carinho?" - Ele sorriu, respondendo: "Sua atenção sempre será garantida, Su. Não se preocupe."
Em seguida, veio uma sequência de fotos de Andressa. Não havia nudez, mas calcinhas de renda e sutiãs de seda, poses provocantes e olhares convidativos, uma sensualidade que simplesmente virou uma rotina que nunca enjoava Jhonny. Em uma delas, Andressa estava deitada na cama, a calcinha preta de renda quase sumindo entre suas coxas, um sorriso malicioso nos lábios. Em outra, Suzana aparecia em um espelho, de sutiã e calcinha, com os cabelos volumosos caindo sobre os ombros, o bumbum levemente empinado. E Anna, em uma selfie mais discreta, mas igualmente sensual, com um sutiã de renda vermelho que mal continha seus fartos seios, um olhar penetrante para a câmera. Vindo de três gatas lindas, era o suficiente para atiçá-lo muito. Seu pau já dava sinais de vida dentro da calça, pulsando com as imagens recebidas.
Ao chegar em casa, o cheiro de comida caseira invadiu suas narinas. Na cozinha, as três estavam em plena agitação, preparando uma das coisas preferidas de Jhonny: bife super acebolado com batata frita.
"Olha quem chegou! O escravo dos códigos!" - Suzana brincou, virando-se para ele com um sorriso maroto. "E aí, Jhonny, é verdade que você gosta desse bife super acebolado? E o hálito, sobrevive depois?"
Jhonny riu, tirando a gravata: "Claro que sim, Su! É uma delícia!"
Andressa, que estava fritando as batatas, defendeu-o e zoou ao mesmo tempo: "Ah, Suzana, você não sabe! O beijo dele quase fica afrodisíaco depois de um bife desses. Apesar do aroma, fica delicioso! Dá vontade de morder!"
Anna, curiosa, ergueu uma sobrancelha ruiva: "Sério? Duvido! Quero provar!" - "Eu também!" - Suzana emendou, com um brilho nos olhos.
Andressa, com um sorriso possessivo, decretou: "Só depois de mim, minhas queridas! Ele é meu marido!"
Jhonny riu, sentindo o clima esquentar: "Vocês são demais! Vou tomar um banho enquanto vocês finalizam essa obra de arte."
O almoço, embora nada muito incrementado, era lindo de ver e delicioso. Eles comeram entre risadas e comemorações pela mudança das meninas. Anna explicou a Jhonny que Cintia não estava ali por um motivo parecido com o dele: estava finalizando um projeto da agência atual onde ela atuava, mas no domingo viria de vez. Jhonny, Suzana e Andressa comemoraram a notícia.
Após o almoço e a lavagem da louça, eles finalmente se sentaram na sala para relaxar, ouvindo uma música suave que preenchia o ambiente. Mal haviam começado a conversar quando Anna, com um movimento rápido e inesperado, se aproximou de Jhonny, puxando-o para um forte beijo na boca. Seus lábios se encontraram com uma intensidade surpreendente, o gosto do bife acebolado ainda presente, mas agora misturado com a doçura e a urgência de Anna.
Ao final do beijo, Anna se afastou, os olhos verdes brilhando. "Uhm… você tinha razão, Andi. Realmente fica diferente, gostoso, como um dos bifes que comemos. Uma experiência... única!" - disse, suspirando.
Suzana, que observava a cena com os olhos arregalados, não acreditou: "Mentira! Deixa eu ver isso!" - Ela se jogou sobre Jhonny, dando-lhe um beijo molhado e faminto, explorando sua boca com uma paixão que fez Jhonny ofegar.
Andressa, com uma falsa raiva, reclamou: "Ei! Era pra eu ter sido a primeira! Meu marido, minhas regras!" - Ela então partiu para o beijo em Jhonny, reivindicando seu lugar.
Anna deu de ombros, rindo: "Ué, Andi, você enrolou demais ou tinha esquecido. Quem não chora, não mama!"
As três riram, zoando uma à outra. Mas, entre uma conversa e outra, Anna deu outro beijo faminto em Jhonny, seus lábios se encontrando com uma urgência que o fez sentir um arrepio. Logo depois, Suzana o beijou com a mesma intensidade, e em seguida, Andressa, com um beijo possessivo. Jhonny tentava esconder, em vão, sua ereção, que logo estava sendo secada pelos olhares e toques sutis das três.
Jhonny, sentindo que estava prestes a perder o controle, tentou mudar de assunto: "Anna, Cintia… vocês estão bem, apesar do momento difícil em que nos conhecemos, no fim de semana que o pai de vocês morreu?"
Anna suspirou, a expressão suavizando: "Sim, Jhonny. Estamos superando bem, graças ao amor da minha irmã e a ajuda de vocês, nossos novos amigos. Nunca estive tão feliz, apesar de morrer de saudade do meu paizinho."
Jhonny assentiu, compreensivo: "Eu entendo. Meu pai também é falecido, faz alguns anos. E, para ser sincero, não lamento tanto, pois nos dois últimos anos da vida dele, tivemos um desentendimento feio. Mas da minha mãe, sim, morro de saudades."
Andressa, com um olhar carinhoso, completou: "Eu conheci a minha sogrinha, dona Liliane, ainda durante o namoro. Ela morreu um ano e meio após o nosso casamento. Era uma fofa e super atenciosa, igual ao filho. Mas ela raramente comentava sobre o senhor Francisco, pai do Jhonny."
Jhonny explicou, a voz um pouco mais baixa: "Ele foi um pai muito bom até certa época. Mas depois, conheci quem realmente era meu pai. Chegamos a brigar e tudo, no braço mesmo, pouco antes dele e minha mãe se separarem. Mas prefiro não me aprofundar no assunto."
Andressa o olhou, abismada: "Agora eu fiquei chocada! Eu não sabia disso. Você raramente fala do seu pai... agora entendo um pouco mais o porquê." - Ela continuou: "Meus pais ainda estão vivos, sou filha única. Eles vivem no interior de Goiás, são 'bicho do mato', como eles dizem. Não os vejo faz três anos, mas sempre nos comunicamos pelo telefone."
Suzana também compartilhou: "Eu também perdi meu pai. Tenho apenas minha mãe e um irmão mais velho. Meu irmão vive na Austrália, e minha mãe, no interior de Minas Gerais."
As três se entreolharam, e Suzana riu: "É engraçado como o destino uniu todos nós, né? Tantas histórias, tantas perdas, e aqui estamos." - Jhonny riu junto, sentindo a conexão entre eles aumentar ainda mais.
Entre uma conversa e outra, Anna, com sua franqueza habitual, lançou uma pergunta que fez todos engasgarem. "Chris tem um pau com mais de 20cm, né? Eu queria saber como é ser preenchida por um pau desse tamanho." - Todos riram da forma direta como ela perguntou. Suzana, um pouco constrangida, mas divertida, explicou: "Olha, Anna, não é muito diferente do Jhonny, por exemplo. Mas se a mulher tiver um fetiche nisso, aí ganha um bônus de prazer. Fora isso, os 18cm do Jhonny para os 21cm do Chris é pouca diferença na prática. Sabe como é, né, nem sempre é o tamanho, mas como usa..." - e todas gargalharam, um ar nostálgico e safado, talvez lembrando um ou outro namorado do passado que não sabia usar bem a própria arma ou algo do tipo.
Jhonny ficou encabulado, sentindo o rosto esquentar, tentando não focar em um elogio tão direto de uma mulher tão linda que não fosse sua esposa. Andressa, toda orgulhosa, interveio: "Ah, mas te falar, Anna, eu já provei o Chris! É uma vara deliciosa de cavalgar, mas meu marido ainda tem um pau mais gostoso!"
Todos riram, Jhonny vermelho igual um camarão. Suzana acabou por concordar, e Andressa, com um sorriso malicioso, a lembrou: "Foi você concordar comigo que deu a primeira confusão entre a gente, lembra?" - Suzana ficou levemente tristonha, a lembrança do passado pesando. Ela pareceu se preparar para dizer algo, mas acabou por não dizer. Anna, percebendo o clima, disse: "É apenas curiosidade, gente. Não tenho nem tanta afinidade com o Chris, mas sim, com o Jhonny. Eu sei que o pau do meu amigo é delicioso, pois já provei... e amei." - diz ela olhando nos olhos de dele.
Então, do nada, Anna se ajoelhou na frente de Jhonny. Com um movimento rápido e decidido, puxou a bermuda dele. Seu pau, já duro e pulsante, saltou para fora, imponente. Anna o olhou com admiração. "Ele parece viver assim quando está perto das mosqueteiras!" - As meninas riram, o som preenchendo a sala.
Jhonny, surpreso, se preparou para subir o shorts, mas Anna foi mais rápida. Ela subitamente abocanhou seu pau, chupando-o com uma voracidade que arrancou um breve gemido de Jhonny. O boquete era delicioso, quente e úmido.
Andressa, fingindo uma raiva divertida, mais por novamente não ter sido a primeira, se ajoelhou ao lado de Anna. "Ah, é assim? Então eu também quero!" - Ela tomou o lugar de Anna, chupando Jhonny com a mesma intensidade, chegando a engasgar com a profundidade.
Mal ela se afastou, recuperando o ar, e Anna voltou a chupar Jhonny, alternando os olhares entre ele e as duas. Jhonny, com a cabeça girando de prazer, conseguiu balbuciar: "Meninas… seria bom evitarmos isso, ao menos, até a Suzana se acertar com o Chris."
Mas a própria Suzana, com um brilho desafiador nos olhos, se ajoelhou. Antes de fazer qualquer coisa, ela olhou para Jhonny e para as outras meninas, e diz: "Chris deveria acordar pra vida... se não, é isso que vai acontecer." - E então, ela abocanhou Jhonny com uma fome avassaladora, também quase engasgando, mas não parou. As meninas pediram para revezar, mas ela deu de ombros, determinada a aproveitar seu momento. Finalmente, toda babada, ela parou, deixando que as outras o chupassem mais um pouco.
Suzana então se levantou, limpando os lábios com a mão: "Eu entendo os sentimentos do Jhonny, sobre não enganar, não trair. E isso é uma das coisas que eu mais amo nele." - Ela olhou para Jhonny com uma intensidade que o fez tremer.
"E, como não sou uma vadia, você só vai receber isso de mim hoje." - Ela fez uma pausa, um sorriso malicioso brincando em seus lábios: "Mas admito: queria muito terminar o dia cavalgando em você, Jhonny, até não aguentar mais."
As meninas riram, surpresas com a franqueza de Suzana. Não era comum ela falar daquele jeito. Elas, por fim, pareceram se contentar, talvez para não deixar Suzana tentada a fazer algo que ela não queria. Mas não antes de cada uma delas lhe dar um beijo bem molhado e demorado. Jhonny, por fim, fez o mesmo, beijando cada uma com carinho e desejo.
"Eu amo você, Su" - Jhonny disse, olhando-a nos olhos - "E amo sua postura de mulher foda, sexy, mas decidida a fazer o que acha certo."
Suzana agradeceu as palavras, um brilho de gratidão e afeto em seus olhos. Ela lhe deu mais um selinho que logo virou um beijo de língua. Então Andressa o beijou, e depois, Anna. Jhonny estava com as mãos sobre seu shorts, apertando seu membro duro, que parecia ter vida própria.
Ele então pediu, com a voz rouca: "Meninas, por favor, se acalmem. Ou eu mesmo vou arrancar a roupa de vocês."
Elas riram, o som da alegria e da excitação preenchendo o ar. Suzana, bem dengosa, perguntou: "E a minha também?"
Andressa respondeu, com um sorriso travesso: "Do jeito que você está, Su, você talvez fosse a primeira a ser atacada!" - Ela riu.
Jhonny acabou por concordar, e ainda zoou: "É verdade! Eu e a Andressa iríamos sequestrar a Suzana e não a libertaríamos mais."
Todos riram, e Anna, com um brilho nos olhos, disse: "A ideia não é ruim. Se quiserem, podem me sequestrar também. Eu pagaria o resgate com o corpo todos os dias."
Suzana gargalhou, chamando-a de safada, mas terminou dizendo que faria o mesmo.
Um clima de tensão sexual era palpável, mas agora misturado com a leveza e o afeto de uma amizade que se aprofundava. A tarde correu rápido com essas conversas e brincadeiras. No final do dia, lancharam juntos em uma pizzaria. Anna então comentou, com um tapa na testa: "Ai, meu Deus! Eu esqueci de levá-los ao meu novo apartamento! Vocês me distraíram completamente!"
Então, da pizzaria, resolveram partir para lá, a promessa de mais descobertas e intimidades pairando no ar.