(CONTINUAÇÃO)
Caímos na minha cama e ele deitou por cima de mim, me dando mais um beijo gostoso e intenso. O gosto da sua boca era demais, o calor do seu corpo e a sua pele, me envolviam de maneira deliciosa!
Ficamos de lado, ele roçando o pau na minha bunda, fizemos meia nove. Já conheci o beijo, o calor da pele e o gosto de seu esperma, agora, eu precisava sentir ele dentro de mim. Fábio me deitou, abriu minhas nádegas e me deu um prazer enorme. Lambia, chupava e brincava com os dedos, até me fazer implorar para ser penetrado. Deitou por cima de mim. Eu sumi embaixo de seu corpo, como eu me sentia bem ali! Sentindo seu peitoral nas costas e seu pau no meio das minhas nádegas, me preparei para um pau mais grosso e um pouco maior do que o de Naldo. Meu cu lubrificado de saliva, seu pau com baba e meu tesão, foram suficientes para aguentar. Ele entrou devagar, mas sem parar. A sensação de sentir seu volume, de sentir a dilatação do meu corpo, de ser massageado por dentro pelo seu membro, me deixou sem fala! Ele me fodeu assim, em cima de mim, apoiado em seus cotovelos, depois ficamos de lado, quando começou a socar mais forte e fundo e me beijar ao mesmo tempo. Eu empinava, gemia, reclamava de dor e pedia mais. Quis cavalgar. Com as mãos em seu peito, encaixei tudo dentro de mim, e ele me olhava com tesão. Rebolei, mexi e cavalguei, até quase gozar. Suas mãos nos meus mamilos e cintura, me faziam sentir coisas que eu não sabia que podia!
Meu sexo já pedia para gozar, meu corpo precisava explodir o tesão e o caseiro me conduziu para deitar de costas. De frente, me penetrou de uma vez, tirando um gemido alto de mim. Começou a me penetrar me beijando, me lambendo a boca, cheirando meu pescoço e pulsando o pau de propósito, para eu sentir sua potência. Abraçado a seu pescoço, apertei seu corpo com as pernas, e depois me abri mais! Eu gemia cada vez mais alto! Com o pau todo dentro, ele voltou a meter, tirar o pau e meter de novo. Eu sentia uma dor gostosa, uma sensação de prazer em todo o corpo. Entre gemidos altos, falei que ia gozar!
- Calma, vamos gozar juntos, quero ver sua carinha sentindo meu pau jorrando em você! - ele falou e aumentou os movimentos. Eu gemia na cadência dele.
Deitado em mim, metendo sem parar, senti seu suor aumentar e seu corpo esquentar e segurei o gozo até ouvir ele gemer no meu ouvido:
- Vou gozar, Henrique, você é o primeiro cara que eu meto sem capa, é o primeiro que vai ser preenchido com meu leite, você vai receber tudo, na pele, nossos corpos, nosso suor, cara! Tô sentindo minha pele na sua pele, meu pau deslizar dentro de você, seu calor, seu tesão, porraaaaaaa!
Suas palavras vieram seguidas de uma estocada funda e do latejar do seu pau, que começou a despejar todo seu gozo dentro. Gozando juntos, me senti inundado por seu líquido grosso e quente e gozei intensamente. Ainda duro, seu pau pulsava dentro e era uma sensação que completava todas as outras. Ficamos assim até seu pau voltar ao normal por completo e sair de mim. Ele deitou de lado e me puxou e continuamos agarrados, eu sentindo o cheiro do seu corpo e seus braços me segurando.
- Cara, você tem uma coisa… frágil e forte, devasso e carinhoso… você é demais, Henrique!
- Eu nem sei o que falar, Fábio, sempre quis isso, ficar assim… você me pega de um jeito…
Ficamos um tempo em silêncio e eu comecei a sentir que precisava ir ao banheiro. Levantamos. No box, senti todo seu esperma escorrer pelas minhas pernas e ele olhava, também! Depois me levou, terminamos o banho e fomos para a cozinha. Minha mãe tinha deixado a comida pronta. Esquentamos e jantamos. Limpamos tudo e voltamos para o quarto, automaticamente!
Um pouco cansados, deitamos e deitei sobre seu peito e conversamos um pouco.
- Você disse que eu fui o único que você fez sem preservativo… sério, Fábio? Achei que você fosse mais experiente!
- Sou experiente, e não é pelo fato de fazer sem capa, ué! Quer falar sobre isso? Deixa eu entender, Naldo foi seu primeiro e único, né? - ele perguntou e eu concordei com a cabeça. - Então, gatinho, já transei com vários caras, mas sempre de camisinha, sexo rápido, anônimo, só para gozar, sabe? Então me previno. E tem caras que pedem para gozar na boca, gostam de engolir, aí eu gozo, alguns engolem, outros cospem…
- Aposto que a maioria engolia, né! Achei o gosto tão bom! - falei ficando de pau duro!
- Seu bobo! Mas, sim, a maioria engolia, sim! - falou rindo. - Mas como isso não me traz riscos e eu sei que também estou de boa, deixo rolar. E você? E o Naldo?
- Ele é casado, na dele, só transa com a mulher.
- E como você tem certeza? - perguntou. Contei para ele toda a história, do meu desejo e curiosidade até vê-lo tomando banho e etc. Contei todos os detalhes.
- Rapaz! Você, hein! E eu que sou o experiente! Mas entendo o desejo e por outro lado você é lindo, tem a pele gostosa, boca linda… você mexe com o desejo, estranho é não ter rolado antes! E esse Naldo, hein! Só sabia meter, não sabia foder! Foder é aproveitar o momento, o corpo do outro, sentir, desejar… ele só fazia o basicão… não soube aproveitar o gato que tava com ele! Ele só gozava…
- Sou extremamente tímido e com o Naldo eu senti confiança, eu sabia que ele não ia me prejudicar, o máximo seria ele falar não. Agora estou mais esperto. - respondi. Ficamos em silêncio, estava bom sentir sua respiração calma, seu corpo colado no meu. Com a mão em seu peito, fui fazendo carinho até sua barriga e seus pentelhos. O pau dele já pulsava de novo!
Transamos de novo, dessa vez, ele me colocou de quatro. Ouvi o barulho do seu corpo no meu, as estocadas fundas e meu tesão chegou no ápice quando olhei por baixo e vi suas pernas grossas e morenas atrás das minhas, seu saco indo e vindo. Meu cu dilatou mais e ele penetrou mais e mais e gozamos. Sem pensar em nada, caímos na cama, Fábio por cima de mim e daquele jeito, dormimos.
No meio da noite, acordei. Estranhei estar abraçado em alguém, era a primeira vez! Com minha cabeça em seu peito, olhei para seu rosto sereno. Tudo o que tinha acontecido, parecia um sonho! Passei o dedo pelo meu cuzinho e senti meio abertinho e melado de porra. Não era um sonho! Me aninhei mais nele, que se mexeu e deitou em cima de mim, encaixando suas pernas entre as minhas. Seu peso, nos fazia afundar no colchão e eu me sentia confortável e completo ali. Fomos ficando cada vez mais excitados, mesmo ainda dormindo, sonolentos e em total silêncio. Fábio foi ajeitando o pau dele embaixo do meu saco e a cabeça estava no meio, entre o saco e meu cu. Lentamente ele começou a fazer movimentos de vai e vem, como se estivesse me penetrando, mas a cabeça do pau massageava meu corpo naquela região do períneo, o que me trouxe um tesão grande.
Com Fábio entre minhas pernas, seu peito no meu e sua respiração no meu ouvido, me entreguei. Descobri outra região de prazer! Entre o cu e o saco não era só passar a língua! Massagear e apertar davam um tesão grande e meu moreno fazia isso com a cabeça do pau e ainda tinha toda a sensação de seu corpo em cima de mim. Fomos aumentado o ritmo, abracei mais, me entreguei, gemia baixo a ponto de não conseguir me segurar. Senti seu corpo se contraindo e o meu tesão acompanhou ele. Chegamos ao orgasmo juntos, sua porra escorria pelo meu períneo e a minha entre nossos corpos. Foi intenso e quente demais. Ele manteve os movimentos, agora deslizando um pouco e ainda sob efeito do gozo, e seu pau deslizou para baixo e entrou no meu cu, que estava melado de porra. Senti a cabeça abrindo caminho. Meu corpo parecia não querer parar, gozar com ele estava sendo maravilhoso, muito além dos meus desejos!
Acordei de manhã meio preguiçoso. Procurei Fábio na cama e não achei. Os lençóis sujos e eu também, porra seca na barriga, entre as pernas, na bunda… Achei que ele tivesse ido resolver alguma coisa e fui para o banho. Enrolado na toalha, fui para a cozinha e, para minha surpresa, ele estava preparando a mesa, sem roupa.
- E aí, dorminhoco? Já dei comida para os cachorros, ajeitei tudo o que tinha que ajeitar, peguei aipim e frutas lá fora e preparei um café da manhã para você! E tomei um banho bem gostoso também! O cheiro do nosso sexo estava gostoso, mas tinha que tirar o suor! - falou rindo.
- Então você faz parte do café? Gostoso assim e sem roupa… vou devorar você!
- Pronto, coloquei a toalha, não estou no cardápio! Por enquanto! Vamos?
- Isso não resolve muito! Seus ombros, seu pescoço… mas, vou me concentrar no café, que a mesa está linda! Até flores!
- Isso, gatinho! Tem flores para enfeitar, comprei pão fresquinho, frutas do pomar e um aipim que é minha especialidade! O bolo eu fiz agora, também! A geléia eu trouxe da minha casa, eu que fiz!
- Não acredito! Como conseguiu fazer tudo isso e de um jeito tão maravilhoso?
- São dez horas, mané! Levantei às sete! Deu tempo de sobra para fazer o melhor para você! Você merece! Vamos comer? - falou com um sorriso de satisfação e alegria. Sentei ao seu lado na mesa e tomamos o que foi o melhor café da manhã da minha vida!
Conversamos sobre coisas do sítio e quando terminamos, arrumamos tudo! Resolvemos vestir roupas e fomos pegar sol. Fábio ia fazendo seu trabalho e eu o acompanhava. Os cachorros estavam sempre perto, brincando. Era o cenário mágico para tudo! Suados, tomamos banho de mangueira quando terminamos dos afazeres. Já era mais de 13h! Resolvemos fazer o almoço. Cada minuto que eu passava com ele, eram mais mil que eu queria passar! Será que eu estava me apaixonando?
Depois do almoço fui conhecer sua intimidade! A casa era simples, mas muito aconchegante. Seu quarto estava um pouco bagunçado e tinha alguma louça na pia. Deixamos tudo arrumadinho. Em seu quarto, ele me mostrou fotos, seu notebook, os jogos que curtia. Mostrou seu armário, roupas etc, parecia uma criança mostrando as coisas para um amigo! Não sei o que estava sentindo, era uma atração muito forte e uma ternura, um carinho, coisa que eu nunca tinha sentido. Puxei ele para a cama e transamos de novo, dessa vez com força e leveza, carinho e brutalidade, olhos no olhos e pegada forte, assim como eu, ele parecia estar envolvido. Em sua cama, eu sentia mais seu cheiro. Chegamos ao orgasmo de novo, mais intenso ainda!
- Cara, estou apaixonado por você!
- Eu também… é tão bom ficar com você, dormir, passar o dia…
***
Continuamos nos encontrando durante uns meses. Fábio pediu demissão e veio morar no Rio, para estudar e trabalhar.
Não tive mais nada com Naldo, que não fez perguntas.
Nosso primeiro encontro no sítio foi no dia 8 de janeiro de 2006 e meus pais descobriram nossa relação em agosto do mesmo ano e não aceitaram. Não tive mais contato com ele. Em dezembro, eu embarquei para Portugal, onde morei por três anos.
Reencontrei Fábio por acaso, em 2021, na saída de uma peça de teatro e parecia que o tempo não tinha passado! Ele estava com um casal de amigos e eu com uma amiga. Nos abraçamos e choramos. Trocamos contato e quando cheguei na minha casa, liguei para ele. Eu ainda morava na Gávea e ele estava morando no bairro do Flamengo. Peguei o carro e fui para lá e matamos a saudade de todos os anos separados.
Agora formados e independentes, voltamos à nossa relação intensa, sem precisar da permissão de ninguém!
***
Nota do Autor:
Agradeço ao leitor Lebrunn, pelo comentário sobre o "parrudinho", o que me levou a querer saber da história de Henrique e Fábio, que tinha ficado no ar no relato sobre o Naldo (não era intenção de Henrique relatar o que viveu com Fábio).
A história deles daria um livro, pois, a descoberta pelos familiares, tanto de Henrique quanto de Fábio, a separação e os anos que passaram até o reencontro, ambos viveram vários momentos de saudade, tristeza, descobertas e também coisas boas! Tornaram-se profissionais bem sucedidos e construíram suas vidas!
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