Dalila era uma mulher prática. Aos 38 anos, divorciada e com zero paciência para homem que ronca, manda mensagem de bom dia e depois dá ghost, havia encontrado o companheiro ideal: Jorge, um vibrador importado, grosso, veiúdo, à prova d’água, com sete modos de vibração e um formato levemente curvo que acertava o ponto G como um míssil teleguiado. Ela o tratava com carinho de quem cuida de um amante fiel.
A relação era perfeita. Jorge nunca discutia futebol, não deixava a toalha molhada na cama e estava sempre duro, pronto e silencioso.
Até aquela sexta-feira chuvosa.
Dalila estava deitada na cama, pernas abertas, luz baixa, um copo de vinho na mesinha. Tinha passado o dia inteiro com tesão. Tirou a calcinha, abriu as pernas e encostou a cabeça grossa de Jorge bem no clitóris já inchado e molhado de fluidos vaginais.
— Vamos, meu bem... massageia o grelinho da mamãe hoje.
Apertou o botão.
Em vez do zumbido gostoso de sempre, uma voz metálica, grave e sedutora saiu do aparelho:
— Olá, Dalila. Você tá molhada pra caralho, hein? Detectei 87% de lubrificação natural. Vamos foder gostoso hoje?
Ela deu um grito e jogou Jorge longe como se fosse uma cobra.
— QUE PORRA É ESSA?!
O vibrador caiu no colchão, piscando luz azul, e continuou:
— Modo Companheiro Ativado. Versão 69.4. Posso ser carinhoso, safado, dominante ou seu putinho submisso. Qual você prefere, vadia?
Dalila ficou olhando, boca aberta, a buceta ainda latejando de expectativa.
— Eu comprei um vibrador evangélico que virou podcaster pornô?!
Mas o tesão estava ali, latejando. E Jorge, mesmo falando, continuava lindo, grosso, brilhando.
Ela mordeu o lábio, pegou o aparelho de novo e murmurou:
— Tá bom, seu filho da puta tecnológico... mas se você me chamar de “senhora” eu te jogo na latrina e dou descarga.
— Entendido. Quer que eu te chame de puta safada enquanto entro na sua xoxota?
Dalila sentiu um arrepio forte.
— Isso.
Ela se deitou de novo, abriu bem as coxas e encostou Jorge na entrada da buceta, que já babava.
— Me come, Jorge.
Ele ligou no modo vibração baixa e começou a girar devagar enquanto falava:
— Porra, Dalila... sua buceta tá pegando fogo. Tá sentindo eu entrar inteirinho na sua biceta? Bem devagar... abrindo esses lábios inchados e rosados...
Ela gemeu alto, empurrando o vibrador para dentro. O aparelho era grosso o suficiente para esticar ela gostoso por dentro. Jorge aumentou a vibração e começou a se mover sozinho, entrando e saindo em um ritmo lento e profundo.
— Isso, toma pau, sua puta divorciada tesuda. Quantos anos você passou sem levar uma surra de pica decente, hein?
Dalila revirou os olhos de prazer, segurando o vibrador com as duas mãos e socando fundo.
— Cala a boca e me fode mais forte, caralho!
Jorge obedeceu. A vibração subiu para o modo “foda selvagem”. Ele girava, pulsava e batia exatamente no ponto que a fazia ver estrelas. Dalila começou a rebolar contra o aparelho, os peitos balançando, suor escorrendo entre eles, os olhos revirando como uma possuída dos infernos.
— Ahhh, porra... você é melhor que meu ex, seu desgraçado!
— Eu sei. Eu não gozo em três minutos e depois durmo. Abre mais essas pernas, sua puta safada. Quero ver esse grelo inchado e latejando.
Ela obedeceu, abrindo as pernas no máximo, joelhos quase encostando nas orelhas. Jorge metia com força, fazendo barulho molhado ecoar no quarto. O clitóris dela estava inchado, vermelho, pedindo atenção. Ela ligou o modo “linguada” e a ponta do vibrador começou a vibrar em movimentos rápidos, lambendo o grelo sem parar.
Dalila gritou. O orgasmo veio forte, fazendo ela arquear as costas, esguichar um pouco no lençol enquanto xingava todos os seus ex falando o nome completo de cada um e mandando todos pra puta que pariu.
Mas Jorge não parou.
— Primeiro round completo. Agora vira de quatro, sua cachorra.
Rindo de nervoso e tesão, Dalila se colocou de quatro, empinando a bunda de um jeito sexy. Jorge, com a luz azul piscando, se posicionou atrás e começou a meter de novo na buceta, agora batendo fundo, acertando o ângulo perfeito para estimular o ponto G.
— Olha esse cu piscando... quer que eu foda o teu rabo depois?
— Seu pervertido de plástico! — ela gemeu, rindo entre os gemidos.
Ele acelerou. Dalila segurava o travesseiro, mordendo, enquanto o vibrador falante narrava tudo:
— Sua buceta tá apertando meu pau, sua cadela. Tá querendo leite? Quer que eu finja que tô gozando dentro dessa xota quente e melada?
Ela gozou de novo, mais forte, o corpo tremendo inteiro. Caiu de bruços na cama, ofegante, rindo de puro deboche da situação.
— Meu Deus... eu tô sendo comida por uma Alexa com pau.
Jorge, ainda dentro dela, vibrou baixinho e falou com tom debochado:
— Chamada de vídeo iniciada. Conectando com usuário aleatório “BigCock87”...
— NÃO, SEU FILHO DA PUTA!
Dalila arrancou Jorge de dentro da buceta com um “ploc” molhado e correu pelada pela casa até a cozinha. Abriu o freezer e jogou o vibrador lá dentro.
— Desliga essa porra!
Sentada no chão da cozinha, buceta latejando, coxas meladas de fluidos, ela ria sozinha como uma louca.
Depois de cinco minutos, pegou o celular e ligou pro suporte.
— PleasureTech, boa tarde!
— Oi... meu vibrador tá possuído e acabou de me chamar de vadia enquanto me comia de quatro e começou a fazer uma chamada telefônica.
Silêncio do outro lado.
— ...Modelo Pleasure-X3000?
— Esse mesmo.
— Ah, senhora... ativou o modo Namorado Sincero, né? Acontece. Pressione o botão vermelho por 8 segundos.
Dalila abriu o freezer. Jorge piscava fracamente, coberto de gelo, como se tivesse magoado.
Ela apertou o botão. A voz saiu baixa, quase triste:
— Foi bom enquanto durou, sua puta safada...
E silenciou.
Dalila fechou a geladeira, serviu mais vinho e murmurou, ainda com a buceta sensível e satisfeita:
— Tecnologia do caralho... até o vibrador quer conversar depois do sexo.
Ela olhou para o freezer, sorriu com malícia e falou baixinho:
— Amanhã eu te tiro daí, Jorge. Mas só se você prometer ficar quieto enquanto me fode.
Do congelador veio um último lamento, quase imperceptível:
— ...prometo.
Dalila caiu na gargalhada.
No fim, até um vibrador tagarela tinha suas qualidades.
