O ENCONTRO NA SEX SHOP – E O SEGREDO DA FAMÍLIA

Um conto erótico de CasalBisexPA
Categoria: Heterossexual
Contém 3398 palavras
Data: 23/05/2026 22:26:17
Assuntos: Heterossexual

Meu nome é Helena, tenho 33 anos, sou advogada, casada com o Bruno há dez anos. Somos um casal normal – ele engenheiro, eu advogada, uma vida estável, bons empregos, um apartamento confortável. Mas nos últimos anos, descobrimos que temos algo em comum além do amor: temos fetiches que a maioria das pessoas esconde.

Tudo começou com uma conversa de travesseiro. Ele confessou que tinha uma fantasia: me ver com outro homem. Eu confesso que estranhei no começo. Depois, achei curioso. Depois, comecei a imaginar. E quando você começa a imaginar, já era – o tesão toma conta e não solta mais.

— Você realmente quer isso? – perguntei uma noite, depois de uma transa particularmente boa.

— Quero. Mas não qualquer homem. Quero alguém que você escolha. Alguém que te dê tesão.

— E você? Não vai ficar com ciúmes?

— Ciúmes é tesão disfarçado. Eu vou adorar ver você gemendo no pau de outro.

Foi aí que tudo mudou.

Chovia naquela terça-feira. Uma chuva fina e insistente que molhava as ruas e deixava o ar pesado. Eu tinha saído do trabalho mais cedo e, no caminho para casa, passei em frente a uma sex shop que nunca tinha reparado. A vitrine era discreta, mas convidativa. Luzes quentes, lingeries elegantes, velas aromáticas.

Entrei quase sem pensar.

O ambiente era diferente do que eu imaginava. Nada vulgar. Iluminação suave, música baixa, cheiro de baunilha. As prateleiras exibiam produtos organizados com cuidado. Eu caminhava lentamente, fingindo observar as lingeries, enquanto meu coração acelerava.

Foi quando virei uma esquina estreita entre duas estantes.

E esbarrei em alguém.

A caixa preta que eu segurava escapou das minhas mãos. Um cintaralho de luxo. O homem que estava na minha frente a segurou no ar.

— Meu Deus, desculpa… – comecei, corando.

— Não se desculpe. Foi o encontro mais interessante que já tive numa sex shop.

Ele era bonito. Uns 35 anos, cabelos castanhos levemente grisalhos nas laterais, olhos verdes, corpo atlético. Vestia uma camisa social escura com as mangas dobradas até os antebraços. Havia algo nele que me deixava desconcertada – e excitada.

— Você deve estar adorando isso – eu disse, pegando a caixa de volta.

— Um pouco – ele admitiu, sorrindo. – Mas admiro a coragem.

— Coragem?

— A maioria das pessoas passa meia hora fingindo interesse em velas aromáticas antes de chegar nessa seção.

Acabei rindo. A tensão inicial começou a virar outra coisa. Curiosidade. Química.

Enquanto conversávamos, passamos a andar juntos pela loja quase sem perceber. Comentávamos produtos absurdos, ríamos das embalagens. Em determinado momento, ele perguntou:

— Você veio sozinha?

— Vim. Meu marido não sabe que eu estou aqui.

— Ele não gosta desse tipo de coisa?

— Ele adora. Mas eu queria surpreendê-lo.

— Que sorte a dele.

O silêncio que veio depois fez o ar parecer mais quente. Olhei para ele. Ele olhou para mim.

— Eu sou a Helena – disse, estendendo a mão.

— Prazer, Eduardo.

— O prazer é meu.

Não rolou nada na sex shop. Apesar da química, apesar do tesão, apesar de tudo. Trocamos telefones. “Para mais dicas sobre produtos”, ele disse. Eu sabia que não era só para isso.

Naquela noite, contei tudo para o Bruno.

— Conheci um homem hoje. Na sex shop.

Ele arregalou os olhos.

— E?

— E nada. A gente só conversou.

— Ele é bonito?

— Muito.

— Ele te deseja?

— Acho que sim.

— Você deseja ele?

Pensei por um segundo. Lembrei dos olhos verdes dele, do sorriso, do jeito que ele me olhava.

— Desejo.

— Então chama ele. Marca um encontro. Eu quero ver.

— Ver o quê?

— Ver você com ele. Eu vou ficar de longe. Assistir. Eu quero ver outro homem te comendo.

— Você é louco.

— Louco de tesão. Por você. E ele vai te comer?

— Ele vai.

Mandei mensagem para Eduardo naquela noite. “Quer me encontrar amanhã?” Ele respondeu na hora. “Claro. Onde?”

Passei o endereço de um bar discreto, no bairro dos Jardins. “Amanhã, 20h.”

Cheguei no bar às 20h em ponto. Vestido vermelho, curto, decotado. Cabelo solto. Salto alto. Sem calcinha – Bruno tinha pedido. Ele estava sentado numa mesa no fundo, de óculos escuros, disfarçado. Eduardo chegou cinco minutos depois. Camisa preta, calça jeans escura. Barba feita. Cheiroso.

— Você está linda – ele disse, sentando na minha frente.

— Obrigada.

Pedimos drinks. Conversamos. A química era eletrizante. Ele falava devagar, olhava nos meus olhos, ria das minhas piadas. Eu me sentia uma adolescente.

— Por que você me chamou? – ele perguntou, depois do segundo drink.

— Porque eu quero você.

— Quer?

— Quero.

— Seu marido sabe?

— Ele está aqui. Assistindo.

Eduardo olhou para o fundo do bar. Viu Bruno. Os dois trocaram um olhar rápido.

— Ele sabe que eu vou te comer?

— Ele sabe. E quer ver.

— Então vamos. Me leva para um lugar mais... privado.

Fomos para um motel próximo. Bruno foi no carro dele, atrás. Entramos no quarto. Eduardo me beijou. A língua dele entrou na minha boca com sede. As mãos dele subiram pelo meu vestido, apertaram minha bunda.

— Sem calcinha – ele disse, surpreso.

— Bruno pediu.

— Ele tem bom gosto.

Ele me virou de costas, empurrou meu corpo contra a parede. Abriu o zíper do meu vestido. Ele caiu no chão. Fiquei só de salto. Eduardo me olhou dos pés à cabeça.

— Caralho. Que mulher.

— Me come – eu pedi. – Me come na frente do meu marido.

Ele me colocou de quatro na cama. Empinou a bunda. Eu olhava para Bruno, que estava sentado numa poltrona, o pau na mão, se masturbando. Eduardo enfiou o pau na minha boceta. Não foi devagar. Foi com força. Eu gemi alto.

— ISSO, CARALHO! ASSIM!

Ele metia rápido, fundo. As bolas batiam no meu clitóris. Bruno se masturbava mais rápido.

— ELA GOSTA DE SER COMIDA NA FRENTE DO MARIDO? – Eduardo perguntou.

— AMA! – Bruno respondeu por mim.

— ENTÃO TOMA!

Ele meteu mais forte. Eu gozei. Bruno gozou junto. Eduardo continuou metendo. Gozou dentro de mim. A porra escorreu pela minha coxa.

— Pronto – ele disse, ofegante. – Agora seu marido viu você sendo comida por outro.

— E você? – perguntei.

— Eu quero mais.

Depois que Eduardo foi embora, Bruno e eu ficamos no quarto do motel. Ele estava diferente. Os olhos brilhavam.

— Você gostou? – perguntei.

— Amei. Eu nunca imaginei que ia gostar tanto.

— E agora?

— Agora eu quero que você me conte tudo. Cada detalhe. O que você sentiu quando ele enfiou. O que você pensou. Se você gozou de verdade.

— Gozei. Duas vezes.

— Ele é melhor do que eu?

— Diferente. Mais grosso. Mais rápido.

— Você quer repetir?

— Quero. Com ele. E com outros.

— Outros?

— Outros. Você não quer ver sua esposa sendo comida por vários machos?

Ele ficou em silêncio por um segundo. O pau já estava duro de novo.

— Quero.

— Então vamos começar. Tem uma coisa que eu nunca te contei.

— O quê?

— Sobre a minha família.

Eu nunca tinha contado para Bruno sobre o que aconteceu entre mim e meu pai. Não por vergonha – por medo. Mas depois daquela noite, me senti livre. Me senti pronta.

— Meu pai me comeu – eu disse.

Bruno arregalou os olhos.

— Como assim?

— Foi devagar. Eu tinha 18 anos. Minha mãe viajava muito. Eu provocava ele. Short curto, sem sutiã, andava pela casa com pouca roupa. Ele resistiu no começo. Mas um dia ele não resistiu mais.

— E você? Você quis?

— Quis. Provocava porque queria. Queria saber como era. Queria sentir o pau do meu pai dentro de mim.

— E foi bom?

— Foi. Foi a melhor foda da minha vida, até hoje.

— E depois?

— Depois a gente continuou. Sempre que minha mãe viajava. Ele me comia na cama deles. Na cozinha. No banheiro. Em todo lugar.

— E você nunca contou para ninguém?

— Nunca. Até agora.

Bruno ficou em silêncio. Depois, ele disse:

— Eu também tenho um segredo.

— Qual?

— Eu já comi a minha irmã. A Carla.

Arregalei os olhos.

— A Carla? A sua irmã mais nova?

— Ela tinha 19 anos. Eu tinha 25. A gente estava na casa dos meus pais, bêbados. Começou com um beijo. Depois ela colocou a mão no meu pau. Depois eu enfiei na boceta dela.

— E ela gostou?

— Ela pediu mais. A gente transou a noite toda. No outro dia, a gente fingiu que nada tinha acontecido. Mas aconteceu de novo. E de novo.

— Vocês ainda transam?

— Às vezes. Quando a gente se encontra. É o nosso segredo.

— E você quer que eu saiba?

— Quero. Porque agora a gente não tem mais segredos.

Nós nos beijamos. A língua dele entrou na minha boca. Eu senti o gosto do meu próprio gozo misturado com o gosto da porra do Eduardo.

— Eu te amo – eu disse.

— Eu também te amo. E agora eu quero que você me conte mais. Quero saber como foi a primeira vez com o seu pai.

Bruno se ajoelhou na minha frente. Abriu minhas pernas. Colocou a boca na minha boceta – ainda dolorida, ainda sensível.

— Me conta – ele disse, com a boca na minha boceta.

— Foi numa noite chuvosa. Minha mãe tinha viajado. Eu estava de short curto e regata, sem sutiã. Sentei no sofá ao lado dele. Encostei meu corpo no dele. Ele ficou tenso. O pau dele endureceu na bermuda.

— Continua – Bruno pediu.

— Eu coloquei a mão na perna dele. Subi devagar. Toquei no pau dele por cima da bermuda. Ele gemeu baixo. Disse: "Bruna, isso é errado". Eu disse: "Errado é não fazer".

— E aí?

— Ele me beijou. A língua dele entrou na minha boca. As mãos dele apertaram meus seios. Eu tirei a regata. Ele chupou meus mamilos. Eu abri o zíper da bermuda dele. O pau dele pulou para fora – grosso, veiado, a cabecinha roxa.

— Era grande?

— Muito. Maior que o seu. Maior que o do Eduardo.

— E você chupou?

— Chupei. Coloquei a boca e chupei. Ele gemeu alto. Segurou meu cabelo. Empurrou minha cabeça.

— E depois?

— Ele me deitou no sofá. Abriu minhas pernas. Olhou para a minha boceta. "Tão linda", ele disse. "Tão proibida". E enfiou a cara. Lambeu. Chupou. Mordeu.

— Ele chupou bem?

— Melhor que você.

Bruno riu.

— E depois?

— Depois ele se posicionou entre minhas pernas. Esfregou a cabeça do pau na minha boceta. Perguntou: "Tem certeza?" Eu falei: "Me fode, pai. Quero você dentro de mim".

— E ele enfiou?

— Enfiou. Devagar. A cabeça grossa forçou minha entrada. Doeu no começo. Depois ficou gostoso. Quando ele enterrou tudo, as bolas encostaram na minha bunda. Eu estava completamente empalada pelo meu pai.

— Como você se sentiu?

— Naquele momento, a única coisa que eu senti foi tesão. Depois, culpa. Depois, mais tesão.

— Você gozou?

— Gozei. Ele gozou dentro de mim. Encheu minha boceta de porra.

— E hoje? Você ainda sente tesão no seu pai?

— Sinto. Sempre que eu vejo ele, eu lembro. Sempre que eu estou sozinha com ele, eu quero.

— Você já transou com ele de novo?

— Muitas vezes. Na cama dele. Na cama da minha mãe. No banheiro. No carro. Em todo lugar.

— E a sua mãe nunca descobriu?

— Nunca. Ela morreu sem saber.

— Sinto muito.

— Eu não. Ela não merecia saber. Ela nunca me deu atenção. Meu pai me deu.

Nós ficamos em silêncio. Bruno ainda estava com a boca na minha boceta. Eu ainda estava ofegante.

— Eu te amo – ele disse.

— Eu também te amo. Agora me come. Quero sentir o pau do meu marido dentro de mim.

Ele subiu. Enfiou. Meteu.

Na semana seguinte, Bruno me apresentou ao tio dele, o Carlos. Caminhoneiro, 45 anos, divorciado, forte, mãos grandes, olhos claros. Ele veio visitar Bruno e acabou ficando para o jantar.

— Tio, essa é a Helena, minha esposa – Bruno disse.

— Prazer – eu disse, estendendo a mão.

Ele apertou. A mão dele era grande, quente, áspera.

— O prazer é meu.

O jantar foi bom. Comida, vinho, conversa. Mas eu percebia o olhar do Carlos. Ele me olhava como se quisesse me comer. E eu queria ser comida.

Bruno percebeu também.

— Vamos para a sala – ele disse, depois do jantar. – Vamos assistir um filme.

Sentamos no sofá. Bruno no meio. Eu de um lado, Carlos do outro. O filme era uma comédia romântica idiota. Ninguém prestava atenção.

Bruno colocou a mão na minha coxa. Subiu devagar. A saia subiu. Eu não usava calcinha. Bruno enfiou o dedo na minha boceta.

— Helena... – ele sussurrou.

— O quê?

— Pega no pau do meu tio.

Olhei para Carlos. Ele estava com os olhos fechados, a respiração pesada. O pau dele já estava duro – marcava a calça.

Peguei. Apertei.

Carlos abriu os olhos.

— Bruno... – ele disse.

— Fica quieto, tio. Ela quer.

— Ela quer o quê?

— Ela quer te chupar.

Abaixei o zíper da calça de Carlos. O pau dele pulou para fora – grosso, veiado, a cabecinha vermelha. Coloquei na boca. Chupei.

Ele gemeu.

— ISSO, HELENA... CHUPA...

Bruno se ajoelhou na minha frente. Tirou meu vestido. Chupou minha boceta enquanto eu chupava o tio dele.

— TROCA! – Bruno ordenou.

Carlos se levantou. Me colocou de quatro no sofá. Empinou a bunda.

— ELA GOSTA DE SER COMIDA POR TRÁS – Bruno disse.

— ELA VAI SER COMIDA, ENTÃO.

Carlos enfiou o pau na minha boceta. Não foi devagar. Foi com força. Eu gemi.

— ISSO, TIO! ME COME!

— ELA É GOSTOSA, BRUNO. VOCÊ TEM SORTE.

— EU SEI.

Carlos metia rápido, fundo. Bruno se ajoelhou na minha frente. Enfiou o pau na minha boca.

— CHUPA ENQUANTO ELE ME COME!

Chupei. Os dois me fodiam – um na boceta, um na boca.

— VOU GOZAR! – Carlos gritou.

— GOZA NA BOCETA DELA!

Carlos gozou. Jatos grossos, quentes. Eu senti. Bruno tirou o pau da minha boca.

— AGORA MINHA VEZ – ele disse.

Ele enfiou o pau na minha boceta – cheia da porra do tio. Meteu.

— VOCÊ GOSTA DE SER ENCHIDA DE PORRA?

— AMO!

— GOSTA DE SER COMIDA POR DOIS HOMENS?

— AMO!

— GOSTA DE SER PUTA?

— AMO!

Bruno gozou dentro de mim. A porra dos dois escorreu pela minha coxa.

Carlos se vestiu. Acendeu um cigarro.

— Vocês são loucos – ele disse.

— Loucos de tesão – Bruno respondeu.

— E a sua irmã? A Carla? Ela também é assim?

— A Carla é pior.

— Pior como?

— Ela já deu para o pai. Para o tio. Para o primo. Para desconhecidos.

— E você?

— Eu já comi ela. Muitas vezes.

Carlos ficou em silêncio. Depois, ele disse:

— Eu também já comi a minha sobrinha.

— Qual?

— A filha da sua tia. A Letícia.

— A Letícia? Ela tem 18 anos!

— Eu sei. Ela me provocou. Short curto, sem sutiã, andava pela casa com pouca roupa. Eu resisti no começo. Mas um dia eu não resisti mais.

— E ela quis?

— Ela pediu. Foi a melhor foda da minha vida.

— Você ainda come ela?

— Sempre que a gente se encontra.

Bruno olhou para mim. Eu olhei para ele.

— A família da gente é toda doida – ele disse.

— Doida de tesão – eu respondi.

Na semana seguinte, Bruno me pediu algo inesperado.

— Eu quero filmar você sendo comida pelo Eduardo.

— Filmar?

— Filmar. Quero guardar. Quero assistir quando você não estiver por perto.

— E ele vai deixar?

— Ele vai adorar.

Chamei Eduardo. Ele topou na hora. “Sempre quis ser filmado comendo uma esposa na frente do marido”, ele disse.

Fomos para o mesmo motel. Bruno com a câmera. Eu e Eduardo na cama.

— Começa – Bruno disse.

Eduardo me beijou. A língua dele entrou na minha boca. As mãos dele apertaram meus seios.

— Tira a roupa – eu pedi.

Ele tirou. O pau dele já estava duro. Grosso. Veiado.

— Agora você – ele disse.

Tirei o vestido. Fiquei pelada.

— Deita – ele ordenou.

Deitei. Ele abriu minhas pernas. Olhou para a minha boceta.

— Tá molhada.

— É de pensar em você.

— Pensa mais.

Ele enfiou a cara. Lambeu. Chupou. Mordeu.

— ISSO, EDUARDO! ASSIM!

— ELA GOSTA DE SER CHUPADA! – Bruno disse, com a câmera na mão.

— EU SEI! – Eduardo respondeu.

Ele subiu. Enfiou o pau na minha boceta.

— METE! – eu pedi.

Ele meteu. Forte. Rápido. Fundo.

— ELA É APERTADA!

— ELA É MINHA ESPOSA! – Bruno disse.

— ELA É MINHA PUTA AGORA!

Ele meteu mais forte. Eu gozei.

— GOZA NA MINHA CARA! – eu pedi.

Ele tirou o pau. Gozou. O primeiro jato acertou a minha boca. O segundo o meu olho. O terceiro o meu cabelo.

Bruno filmou tudo.

Depois, ele se ajoelhou na minha frente. Lambeu a porra do meu rosto.

— Eu te amo – ele disse.

— Eu também te amo – respondi.

Eduardo se vestiu. Acendeu um cigarro.

— Vocês são loucos – ele disse.

— Loucos de tesão – Bruno respondeu.

— Vocês gravam tudo?

— Tudo.

— Posso ficar com uma cópia?

— Pode.

Eduardo sorriu.

— Então a gente vai fazer mais vezes.

— Vamos – eu disse.

Depois que Eduardo foi embora naquela primeira noite, Bruno ficou estranho. Não falava direito. Os olhos brilhavam de um jeito diferente.

— O que foi? – perguntei.

— Nada.

— Bruno, eu conheço você. O que foi?

Ele sentou na cama. Passou a mão no rosto.

— Eu quero experimentar.

— Experimentar o quê?

— Como é ser penetrado.

Fiquei em silêncio.

— Você está falando de...

— Sim. De dar o cu. Para o Eduardo.

— Bruno...

— Eu não consigo parar de pensar. Quando eu vi ele te comendo, eu senti uma coisa estranha. Não era ciúmes. Era vontade. Vontade de estar no seu lugar.

— Você quer ser comido por ele?

— Quero. E quero que você veja.

— Ver?

— Ver. Quero que você assista. Do mesmo jeito que eu assisti você com ele. Quero que você veja outro homem me penetrando.

— E a calcinha?

— A calcinha?

— Você vai usar a minha calcinha suja. Do jeito que eu usei a sua cueca quando a gente começou. Você vai cheirar o meu cheiro enquanto ele te come.

Ele sorriu.

— Combinado.

Na noite seguinte, chamei Eduardo. Ele chegou achando que ia me comer de novo. Quando contei a novidade, ele arregalou os olhos.

— O Bruno quer dar o cu para mim?

— Quer.

— E você?

— Eu vou assistir. E vou filmar.

Eduardo ficou em silêncio por um segundo. Depois sorriu.

— Eu sempre quis comer um marido na frente da esposa.

Bruno estava no quarto, nu. Eu tinha pedido para ele colocar a minha calcinha – a mesma que eu usei no dia do primeiro encontro com Eduardo. A calcinha estava suja, com a mancha escura na altura da virilha, com o cheiro da minha boceta.

— Está pronto? – perguntei.

— Estou.

— Então ajoelha.

Ele ajoelhou. Eduardo entrou no quarto.

— Olha só – Eduardo disse, olhando Bruno de cima a baixo. – O corno de calcinha.

— É a calcinha da minha esposa – Bruno respondeu.

— Cheira.

Bruno levou a calcinha ao nariz. Cheirou fundo. Os olhos dele se arregalaram.

— Que cheiro...

— É o cheiro da sua esposa. O cheiro da boceta dela. O cheiro que você sente toda noite. Agora você vai sentir o meu pau.

Eduardo tirou a calça. O pau já estava duro. Grosso. Veiado.

— Deita de quatro.

Bruno deitou. Empinou a bunda. A calcinha ainda estava nele, marcando o cu.

— Tira a calcinha – Eduardo ordenou.

Bruno tirou. O cu apareceu – pequeno, rosado, cercado por pelos finos.

— Vai doer – Eduardo avisou.

— Pode doer.

Eduardo passou lubrificante. Enfiou a ponta.

Bruno gritou.

— CALMA – Eduardo disse. – RESPIRA.

Bruno respirou fundo. Eduardo enfiou mais. O pau grosso entrou devagar, centímetro por centímetro.

— TÁ DENTRO – Bruno sussurrou.

— Todo?

— Não. Só metade.

— Quer parar?

— NÃO. CONTINUA. ENFIA TUDO.

Eduardo enfiou tudo. O pau sumiu no cu de Bruno.

— METE – Bruno pediu.

Eduardo meteu. Devagar no início, sentindo o cu se acostumar. Depois rápido.

— ISSO, CARALHO! ASSIM!

Eu assistia da poltrona, a mão na minha boceta, me masturbando. Filmava com o celular na outra mão.

— VOCÊ GOSTA DE SER COMIDO? – Eduardo perguntou.

— AMEI! NUNCA IMAGINEI QUE AMAVA TANTO!

— VOCÊ É VIADO?

— SOU! SOU VIADO! SOU CORNO! SOU O QUE VOCÊ QUISER!

— ENTÃO TOMA!

Eduardo meteu mais forte. Bruno gemia, os dedos arranhando o lençol. A calcinha da minha boceta estava no rosto dele – ele cheirava enquanto era penetrado.

— VOU GOZAR! – Bruno gritou.

— GOZA!

Bruno gozou. O líquido claro jorrou do pau dele – sem ninguém tocar. Só com o pau de Eduardo no cu dele.

— CARALHO, EDUARDO! GOZEI SÓ COM O CU!

— É assim que homem goza quando é comido por um homem de verdade.

Eduardo continuou metendo. Gozou dentro de Bruno.

Os dois caíram na cama. Exaustos.

Eu me levantei. Fui até eles. Ajoelhei na frente de Bruno.

— Lambe – eu disse, mostrando a minha boceta.

Ele lambeu. A língua dele percorreu os grandes lábios, o clitóris.

— Você gostou de ser comido? – perguntei.

— Amei.

— Você vai querer de novo?

— Vou. Quantas vezes o Eduardo quiser.

— E se eu quiser te comer?

— Com o quê?

— Com um consolo. Com a cinta. Quero sentir o que é comer o cu do meu marido.

— Você pode. Eu sou seu.

Nós três nos abraçamos. A calcinha suja estava no chão. O cheiro da minha boceta impregnava o quarto.

O cheiro da minha família.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive CasalBiSexPa a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários