"O rapaz moreno jambo, de uns 25 anos, parrudinho e alto" - O caseiro do sítio

Um conto erótico de SevenRJ
Categoria: Gay
Contém 1596 palavras
Data: 23/05/2026 20:34:20

O rapaz moreno jambo, de uns 25 anos, parrudinho e alto, estava me olhando, com a mão no volume do short e um sorrisinho sacana. Era o caseiro. Retribuí o sorriso!

- Vim pegar frutas e outras coisas para sua mãe. Você vai voltar para o Rio com eles? - perguntou.

- Não! Resolvi ficar mais. Aliás, resolvi isso agora! - respondi olhando para o seu volume. Apesar de estar satisfeito com Naldo, a situação era excitante para qualquer pessoa: dia de sol quente, sozinho no pomar do sítio e com o caseiro que eu mal conhecia! E que era jovem, de cor linda, sorriso aberto e atraente até demais! Quem não?

*(Observação: Como relatei antes - relatos “Sexo com o Zelador - parte 1” e Sexo com o Zelador - parte 2” - Naldo tirou uns dias para fazer reparos no sítio. Era mês de férias e eu ia passar uns dias lá também. Todas as noites ele foi para o meu quarto. E o caseiro viu tudo!)*

- Que bom, a gente mal se falou… tem coisas legais para fazer por aqui! Mas, você não vai sentir falta do Naldo? - ele falou me olhando de maneira que entendi tudo e a conversa ficou melhor ainda, só que eu fiquei muito nervoso, afinal minha única e corajosa abordagem foi com Naldo, então… mas, enfim, tesão é uma coisa e nervosismo é outra, mas até que os dois podem andar juntos quando o tesão fala mais alto!

- Não sei, quem sabe? Você espiou de noite é?

- Tinha um quarto para ele dormir na casa de caseiro e ele não quis, achei estranho! Aí ouvi um barulho e faz parte do meu trabalho olhar, né! Vi ele entrando na casa e a única luz acesa era a do seu quarto… olhei pela janela, para ver se estava tudo certo. E sempre estava mais do que certo! E ele saía antes de clarear e voltava para o quarto dele! - respondeu com um sorriso de canto de boca. Comecei a ficar excitado.

- Então você viu mais de uma vez… não é confortável ficar à noite no pomar! Ou você gostou do que viu ou queria ver alguma coisa a mais! - apesar da pouca experiência, uso a inteligência a favor do meu tesão! O instinto… ah o instinto!

- Sim, isso mesmo. Queria saber se eu também teria chances. E tenho!

- Como você sabe? -perguntei curioso.

- Você vai ver! - disse isso e deu uma ajeitada no pau pesado. Vi o movimento do volume dentro do short e deu aquele frio na barriga! Fiquei preocupado em alguém aparecer ali, ainda mais com ele “armado”!

- Fábio, vamos conversar depois, agora não dá…

- O importante é que você vai querer conversar! - o caseiro respondeu e saiu. Continuei pegando as mangas, mas com a cabeça em outro lugar, mais precisamente dentro do short dele. Não seria surpresa para meus pais eu ficar, sempre curti muito o sítio: mato, horta e as cachoeiras que tinham perto.

Depois do almoço, Naldo, sempre silencioso, ajudou minha mãe a colocar as frutas, legumes e verduras no carro. Despedimo-nos. Entrei em casa e fui arrumar a cozinha, com o coração a mil! Só pensava no caseiro e em seu corpo grande.

- Cara feio pra caralho, hein! Mas, entendi, pauzudo, caladão, deve ter mexido com você! Mas eu não deixo a desejar! - Fábio estava na porta da cozinha que dava a varanda, disfarçando o nervosismo, suado e comendo uma manga.

- Fábio, eu acho… cara, ele me deu tesão, jeito de macho, pentelhudo, pauzudo! E pronto! Ah, já sei, ficou a fim dele? - falei. Tentei manter uma distância para ter tempo de pensar. Eu não sabia nada dele, somente que era parente de um amigo do meu pai e que era de total confiança. Apesar do tesão que já me envolvia, a única maneira de abordagem que eu conhecia foi a minha com o Naldo, que hoje em dia eu percebo que dei muita sorte ou sei lá!

- Quero você, essa bunda gostosa, teu corpo tesudinho! E sei que posso fazer você gozar muito! Mas que ele é feio, isso é! - falou terminando a manga. Eu já estava de pau duro olhando ele falar aquilo comigo, lambendo os dedos melados da fruta e com o short quase rasgando, sem contar com a cara que ele fazia! Nisso, alguém chama lá fora. Era o técnico da bomba de água. Fábio foi lá. Aproveitei para sair. Peguei a bicicleta e passei por eles sem falar nada.

Eu não sabia se deixava rolar ou se parava. Fui tomar banho em um rio que tinha perto, estava calor. Depois de me banhar, peguei sol e voltei pensando em Fábio. Ele tinha a boca bonita, os lábios carnudos, queixo másculo e um corpo mais do que atraente, acabei batendo uma punheta pensando nele, ali na trilha! Ao chegar na estrada do sítio, vi o moreno na porteira, como cara de preocupado.

- O que foi? Fiquei preocupado, Henrique! Falei alguma besteira? Me desculpe! - falou em um tom mais alto. Pegou outra manga para chupar.

- Não, só fui dar uma volta, pegar sol, fui no rio. - respondi. Caminhamos juntos, em silêncio. - Vou tomar banho, e você também deveria! Tá parecendo uma manga gigante, esse cheiro doce e todo melado! - guardei a bicicleta na varanda dos fundos e ele veio atrás de mim.

- Você não gosta de manga? - ele falou e me segurou. Suas mãos e sua boca estavam meladas da fruta. Fábio passou os dedos nos meus lábios e me fez chupá-los enquanto passava a fruta pelo peito com a outra mão. Lambi e chupei seus dedos e a palma da mão, olhando em seus olhos e ele me puxou. Comecei a lamber seu peito e seus mamilos, sentindo o gosto de manga e suor.

A sensação de estar assim com outro homem era nova, eu sentia o calor de seu peito, seu gosto, os mamilos duros na minha boca. Ele afagava meus cabelos e gemia baixo e eu me empolgava cada vez mais, me deixando levar pela sensação do contato mais profundo. Sem que eu esperasse ou imaginasse, Fábio segurou minha nuca e me beijou! Os lábios grossos, encobriram minha boca, que foi invadida pela sua língua! Era meu primeiro beijo em um homem! Com Naldo, ele somente me penetrava e eu fazia oral, nada de beijo ou contato e agora eu estava ali, vivendo meu primeiro beijo! Colado ao seu corpo, abracei e me deixei abraçar. Sua língua percorreu meus lábios e meu pescoço, e voltamos a nos beijar. Eu me encaixei no corpo dele, em seus braços fortes, e por ser bem mais alto que eu, me envolvia todo! Não importava mais nada! Beijamos demoradamente. Encostei ele na pia. Abaixei seu short e a cueca. Seu pau grande, escuro e grosso, pulsava na minha frente e estava muito babado! A cabeça era mais fina e os pentelhos eram na altura do pau somente. Lambi a ponta, saboreando seu pré-gozo e fui colocando tudo na boca. Com as mãos na pia, Fábio gemia de olhos fechados. Chupei, tentei colocar todo na boca, lambi o saco, a barriga, tudo! Esfreguei meu rosto na sua púbis e voltei a chupar e masturbá-lo. Ele me puxou e foi a vez de tirar minha roupa e abaixou. Fiquei de costas e ele lambeu e chupou minha bunda, passando a língua pelo meu cuzinho e me virou de frente, beijando minhas pernas e subindo.

- Tocou punheta, né? Pensou em mim no caminho e não aguentou, safado! Só não fiz o mesmo porque estava atendendo o cara e preocupado com você! - ele tinha percebido que meu pau estava mais melado do que simplesmente um pré-gozo!

- Você está me deixando louco…

- Quem nem você comigo…

Fábio me deu outro beijo, quase tirou minha respiração! Enfiou o pau por baixo do meu saco, entre minhas pernas. Lambeu meu pescoço e sussurrou no meu ouvido que daquele jeito iria gozar. Não pensei em mais nada e voltei a mamar ele. Com o pau na boca, puxei a pele para deixar livre a cabeça, conhecer seu gosto e provocá-lo. Senti a grossura nos meus lábios e o tamanho chegar e querer atravessar minha garganta! O movimento que eu fazia, ele fazia em minha direção e foi fodendo minha boca até eu sentir seu pau inchar e receber seus jatos espessos e quentes, de gosto ácido e levemente adocicado, totalmente diferente do Naldo, como pode? Gemendo gostoso, ele se contorcia e puxava levemente meus cabelos. Eu também tinha gozado. Engoli tudo e admirava aquele pau que saía da minha boca. Passei a língua na abertura. Fábio me deu outro beijo. Cada gesto era uma surpresa deliciosa!

Em silêncio, fomos tomar banho. Com carinho e tesão, o caseiro passou sabonete no meu peito, pescoço e costas. Depois, abaixou e passou nas pernas, virilha e pentelhos, me fez virar e passou na minha bunda e no meu cu. Meu pau estava duro de novo. Fábio me masturbou um pouco com a espuma, me tirando espasmos fortes! Fiz o mesmo com ele! Passei sabonete em suas costas largas, seu peito forte, axilas peludas e braços. Eu estava viajando em fazer aquilo, nem parecia real! Passei também no seu pau, que já estava pulsando de novo e na bunda musculosa. Após jogar água, ele me enxugou e si também. Saímos do banheiro e ele foi andando sem roupa na minha frente, pela casa. Verificou os alarmes, fechou toda a casa e veio. Vendo aquele homem nu, com andar másculo e o pau balançando e me olhando do jeito que me olhava, eu já queria mais! Puxei ele para o quarto.

(CONTINUA)

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Foto de perfil de Seven RJSeven RJContos: 144Seguidores: 144Seguindo: 0Mensagem Escrevo histórias reais. Escrevo relatos meus, de amigos e de pessoas que gostam da minha narrativa e me procuram para que eu possa contar as suas histórias e experiências. Escrevo pensando no leitor, que vai se identificar, seja pela realidade ou fantasia que tem. Alguns relatos viraram livros, por terem se tornado relações que envolveram pessoas e sentimentos depois do tesão inicial. Conheça meus livros na Loja Kindle da Amazon. Procure por mim lá: CM Sèven. Instagram já em atividade: @_cmseven_ Quer contar sua história? seven2002@bol.com.br

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