Finalmente sextou! A onda de calor estava forte, tudo que eu precisava fazer para a faculdade estava, finalmente, bem adiantado e resolvi ir com as meninas em uma cervejada de um outro curso.
Eu não bebo muito, no máximo duas caipirinhas, ou umas três latinhas de cerveja (a última vez que fiquei tontinha com bebida foi aos 15 anos, não gosto da sensação), mas isso não me impede de me divertir. Fui embora no final da tarde, quando a maioria do pessoal já estava bem chapado e com planos de ficar mais ainda.
Fui pra casa tomar um banho e aí, sabe como é. Sexta, calor, relaxada depois do banho e umas cervejinhas, tinha conhecido bastante gente nova, sem namorado… Estava muito afim de alguma ação.
Na cervejada tinham uns meninos de outras faculdades que me interessaram, mas depois de certo ponto já estavam bêbados demais pro meu gosto. Até teve uns dois que eu reservei para dar uma sondada um outro dia, podiam valer investir um tempo para consertar, mas para agora não ia rolar. Minhas amigas a esta hora ainda deveriam estar por lá, mas, provavelmente, já fora de combate.
Então me senti liberada para fazer o que eu queria e fazer, uma visitinha pros meus “seguranças particulares”. E não queria passar despercebida. Infelizmente, meu guarda roupa tinha falhas imperdoáveis! (corrigida pouco tempo depois). Não tinha minissaias, vestidinhos e shortinhos muito justos e curtos (exceto os de academia e vestidinhos de festa), mas tinha um jeans de cintura baixa, super colado de tecido fino, que, com uma calcinha pequenininha pra não marcar a bundinha e uma blusa de alcinha, serviria bem. Casual, sexy, mas não vulgar.
Neste horário, sexta-feira, final de tarde/ início de noite, a área das lanchonetes costumava ser bem movimentada com o aumento de pedidos para entrega, mas não costumava ser difícil de conseguir mesa e, em pouco tempo, já estava saboreando uma super saudável pizza de calabresa (de vez em quando pode , né?).
O Rui estava por lá. Ele é coordenador do turno da manhã e meio que o responsável pelas equipes noturnas. Ele parecia super ocupado com um pessoal que eu nunca tinha visto, e só me cumprimentou de longe.
Enquanto eu terminava minha sobremesa (açaí com banana), o Caio (da equipe do Sérgio) chegou e se sentou comigo. Ele confirmou que estava rolando um treinamento para novos funcionários, mas era o Rui que estava conduzindo. O Sérgio estava na sala de monitoramento, e perguntou se eu queria ir lá conhecer a salinha da segurança.
Não era bem uma salinha, era uma casa do mesmo tamanho da minha (mas com espaço a mais para um carro na frente) e ficava do outro lado do corredor de entrada dos caminhões, com acesso pela rua ou pelo pátio de carga.
O Caio me levou para uma visita geral. Eram dois andares, embaixo tinha uma sala de descanso, para umas 6 pessoas com TV e mesinha com água, café e biscoitos, uma porta lateral que dava para o pátio de descarga, dois vestiários pequenos e uma porta que dava para uma área cercada, parcialmente coberta, com uma mesa grande e uma churrasqueira. Na parte de cima ficavam a sala de monitoramento, com duas janelas grandes que davam para a rua e para a entrada, e o equipamento de monitoração das câmeras, e a “sala do Pedro”
O Sérgio estava no monitoramento e pediu para o Caio ficar no lugar dele enquanto ele me mostrava a “sala do Pedro”. Nada de especial, era separada por uma passagem sem porta, também tinha janelas grandes que davam para a área de descarga, uma mesa de escritório grande, vários arquivos, uma mini geladeira e um outro sofá voltado para a uma TV grande na parede ligada em um computador.
Ele me levou para o sofá. Conversamos umas bobagens sobre o local por uns minutos e em pouco tempo ele meio veio pra cima de mim. Mas me deu vontade de fazer um charminho e falei que tava meio sem vontade pra nada e só tava lá pra conversar e passar o tempo . Ele não tentou insistir, recuou e mudou de assunto.
Começou a contar um monte de casos engraçados que aconteceram por lá, geralmente tirando uma com a cara de alguém que eu conhecia, em geral com o Pedro (todo mundo gosta de falar do chefe, quando ele não está por perto) e do Celso (que aparentemente era o comediante entre eles, mas quase não saia do monitoramento). Os casos iam de engraçados até uns bem “picantes” mas ainda engraçados.
Ficamos conversando assim uma meia hora e, nesse tempo ele ia, devagar, se chegando… e eu fui fingindo que não percebia uma mão aqui.. Outra ali até que, intuindo o sinal verde, atacou novamente.
Eu retribui o primeiro beijo, mas, quando ele parou eu falei pra ele ter cuidado com o Caio. Ele falou pra eu relaxar que não tinha problema. Eu dei uma risadinha e falei “como não tem problema? E se ele entrar aqui…” e virei o corpo para apontar a entrada sem porta e vi o Caio sentado numa cadeira, do outro lado da passagem, fingindo olhar para um monitor mas olhando na nossa direção…
Caso ainda não esteja óbvio da parte anterior, eu tenho um mais-que-leve fetiche exibicionista. Desde pequena sempre quis ser o centro das atenções, não ficava feliz se não fosse. Minha mãe falava que eu era ambiciosa como ela, mas não era bem isso, eu gostava mais da atenção que do resultado, sempre gostei de uma platéia…
Naquela noite isso ainda era uma coisa que eu tentava entender. Ainda tentava me convencer que era só uma fantasia, alimentada, talvez por um excesso de contos e vídeos eróticos. Eu queria sentir vontade de sair correndo de vergonha, mas não sentia, só sentia o calor subindo e a cabeça esvaziando.
Vendo que eu não ia explodir o Sérgio veio me abraçando por trás falando para eu relaxar, que estava tudo bem… como eu não protestei, ele já me puxou pro colo dele, eu ainda meio de lado olhando o Caio. Ele continuou falando baixinho e dando beijinhos no meu ombro “Relaxa.. Tá tudo bem.. Todo mundo já sabe”. Eu virei e olhei para ele como dizendo “todo mundo já sabe o quê?”, mas não falei isso, obviamente sabia o que todo mundo já sabia.
Como falei no outro conto, às vezes eu faço coisas sem pensar, no automático quando dou por mim, já foi. Desta vez, quando dei por mim eu já tinha me abaixado para beijar o Sergio novamente.
Ele começou a apalpar meus seios por cima da blusa e quando paramos o beijo perguntou se podia tirar minha blusa. Da outra vez eu tinha ficado de roupa e ele não tinha visto meus peitos, que ele apostava que eram lindos.
E eu sussurrei no ouvido dele para ele parar de ser tão educado e não ficar perguntando. Ele respondeu que não era educação… ele queria ouvir eu me entregar e falar sim, queria ouvir eu pedindo o pau dele na minha bocetinha. Eu beijei ele de novo e quando parei, já fui eu mesma tirando a blusa, enquanto ele desabotoava meu sutiã.
Cheguei a pensar em dar uma provocada e falar ele só tinha pedido pra olhar… mas acho que ele nem ia ouvir, estava vidrado nos meus seios, e já enchia as mãos com eles, e ia repetindo sem parar um “pqp…pqp…” parecia que tinha quebrado rsrsrs. Então subi do colo dele, ficando de joelho, com as pernas dele no meio, e apoiando as mãos no encosto do sofá, Assim colocava meus peitos bem na altura do rosto dele, que ia chupando beliscando, apertando, dando leves tapinhas… Eu já tinha perdido a noção de tempo.
Olhei pra direção do caio e ele já tinha desistido do disfarce, e estava de pé dentro da sala, nos observando com cara de fome, enquanto o Sérgio começava a tirar as calças, ainda chupando meus mamilos. Se moveu pra ponta do sofá, mais perto da porta, e fez sinal para eu me aproximar. Ainda me deu mais um beijo antes de direcionar minha cabeça para o colo dele.
Da outra vez eu tinha brincado no pau dele só uns minutos antes dele assumir o controle, mas desta vez não estávamos com pressa e eu fui mais devagar, e comecei a fazer como eu fazia com meu ex. Eu colocava o pau dele na boca e ia chupando, apertando os lábios em volta dele e comecei num sobe e desce até perto da metade do comprimento. Acompanhava o movimento punhetando ele com uma das mãos.
Ele com a mão esquerda acariciava minha cabeça, fazia massagem, e às vezes, eu sentia ele agarrando um punhado do meu cabelo. Cheguei a achar que ele ia puxar minha cabeça para cima assim, mas só agarrava e largava. Com a outra ele acariciava minhas costas, brincava com meus seios e começou a passar a mão na minha bunda, apertando e dando uns tapinhas leves de tempo em tempo.
De tempo em tempo também me empurrava para baixo, para eu engolir mais da ferramenta dele, mas era difícil passar da metade, pois começava a entrar na garganta. Talvez pela posição ou pela curvatura do penis dele, estava mais desconfortável de deixar entrar do que no outro dia, então eu resistia um pouco quando ele fazia isso. Comecei sozinha a tentar engolir mais. Sem sucesso, mas, não desistia, depois de um tempinho, tentava de novo. E, talvez vendo que eu estava tentando, ele parou de me empurrar.
Senti uma mão dele tentando entrar por dentro da minha calça, mas não deu. Sem perder muito tempo, ele novamente agarrou meu cabelo, desta vez, puxando para cima, de leve. Não doía, mas não largou e eu fui subindo, acompanhando a mão dele. Levantou até a altura dele, começou apertar meus seios novamente e a beijar meu pescoço por um tempo antes de falar “não assusta, vou mandar o Caio vir retirar seu jeans”
Eu meio que tinha esquecido do Caio. Levantei o olhar, e vi que ele estava sem calça, batendo punheta olhando pra nós. Eu dei um sorriso maroto olhando e assenti. Enquanto me empurrava de volta para o pau dele, o Sérgio perguntou ao Caio se ele queria vir tirar minha calça. Ele veio mais que depressa. O Sérgio o instruiu a tirar tudo, mas deixar a calcinha.
Não demorou nada e eu já estava descalça. Entretanto o Caio tomou todo o tempo que queria para o resto. Aproveitou para me apalpar de todo jeito, acho que não ficou nem um centímetro sem explorar, demorou um tempo particularmente alto “arrumando” minha calcinha no lugar, chegou até a colocar a mão por baixo, entrando com um dedo na minha grutinha já toda melada.
O Sérgio deixou ele brincar um pouco, mas logo me puxou de novo para cima, desta vez com mais pressa, e falou baixo no meu ouvido que ia gozar, mas falou para eu tentar disfarçar para o Caio não perceber, e já foi direcionando minha cabeça de volta pro colo dele enquanto, falava paro outro que já estava bom e pediu que ele fosse checar um minuto os monitores.
Assim que Caio virou as costas senti o Sérgio, se inclinar, afastar a calcinha e enfiar um dedo na minha xaninha. Mal tinha entrado e ele passou a segurar forte minha cabeça no lugar e senti ele começar a esporrar na minha boca.
Na minha cabeça passaram um monte de coisa ao mesmo tempo. Naquela vez do quartinho tinha sido a primeira vez que eu experimentava o gosto de esperma, assim direto, mas tinha sido só o último jato e só tinha dado para sentir o gostinho. Desta vez estava tudo inundando a minha boca e eu não sabia o que fazer, quase tirei a boca, mas lembrei que não era para o Caio perceber, e continuei lá e, no automático, meio que no susto, chupei mais forte e comecei a engolir. O Sérgio tinha se inclinado sobre meu corpo e mexia dois dedos lá dentro como se estivessem pegando fogo e eu sentia a respiração dele forte nas minhas costas.
O gosto que tinha ficado na boca era bom, dizem que é algo que precisa de um tempo para se acostumar, mas eu meio que gostei logo de cara. A única coisa é que me dava um pouco de aflição aquilo lá na minha garganta e nadando o estômago… Assim que o Sérgio deu uma acalmada eu subi e sentei de frente no colo dele. Comecei a falar um monte de bobagens que eu nem lembro direito, só lembro que pedi um suco para beber.
Ele só riu, e falou para eu ir ver se tinha na geladeira do Pedro. Me levantei e dei uma ajeitada na calcinha (mais para dar um showzinho para o coitado do Caio, que tava lá desesperado na punheta) e fui lá. Não tinha suco, só cerveja, água e uns shakes de whey. Peguei duas cervejas, dei uma para o Caio e trouxe outra para o Sérgio. No caminho de volta ouvi o Caio grunhindo, claramente estava gozando me acompanhando de costas.
O Sérgio estava mexendo no celular, e achei que tinha tirado alguma foto. Pelo que eu conhecia dele, se tirou, não tinha enviado para ninguém ainda, afinal, o cara pedia permissão para tudo! Então só olhei com cara de curiosa enquanto entregava a cerveja para ele.
Era foto mesmo, ele tinha tirado na hora que eu abaixei para ver o que tinha na geladeira. Não dava para ver o rosto porque eu estava de costas, meio de lado. Mas dava para ver bem meu corpo, só de calcina com a bunda empinada e os peitos de fora. Ele perguntou se ele deveria me enviar só pra mim, ou se ele podia enviar para todos. Eu falei para ele me mandar e apagar, porque ele tinha sido um mau menino. Eu ia pensar se mandava de volta.
Fui sentado de volta no colo do Sergio. Tomei uns goles de cerveja para “enxaguar a garganta” e me virei para perguntar ao Caio se ele queria ver a foto, mas ele não estava por lá.
Enquanto eu dava uma arrumada no cabelo usando o reflexo da TV (pena que não tinha espelho, adoro me ver transando) o Sérgio veio me colocou deitada de costas no sofá, foi lá pra baixo e começou a me chupar… Acho que a idéia dele era ficar brincando comigo e ficar me levando para a beira do orgasmo e recuando, mas não deu. Já fazia um tempo que tínhamos começado a brincadeira e ele ainda não conhecia bem minhas reações, Quando percebeu desta vez era eu que me contorcia e gozava na boca dele.
Ele me olhou com cara de “vitória”, mas eu devolvi “não sossega não que já estou pronta para mais”. Ele só apontou para trás e vi que o Caio tinha voltado. Estava vestido, e tinha nas mãos uma garrafa de suco de uva, que ele deixou do lado do sofá e um pacote de camisinhas que ele entregou para o Sérgio, que falou que tinha mandado comprar pois estava sem.
O Sérgio já estava com o pau duro novamente, me entregou uma camisinha e falou para vestir nele enquanto ele tirava o resto da roupa. Quando acabou, me colocou de bruços, colocando uma almofada por baixo do meu quadril, e voltou lá para baixo, para me chupar novamente, só o suficiente para garantir que eu estava bem excitada. Daí ele veio se ajoelhou por trás da minha bunda, e ficou brincando por lá. Dava uns tapinhas leves, apertava, batia com o pau, roçava ele na entrada por cima da calcinha, e ficou perguntando o que eu queria fazer agora…
Entendi o que ele estava querendo e olhei, com uma fingida cara de repreensão, ameaçando dar o lugar dele para o Caio, que foi esperto o suficiente para não se meter. Eu cansei do joguinho e cedi, pedindo para ele me comer logo. Nisso ele, finalmente, tirou minha última peça de roupa e se posicionou para me penetrar.
Ele colocou devagar, colocava um pouco recuava, colocava mais um pouco, até encostar o quadril mas minhas nádegas. Daí ele tirou tudo, colocando de volta ainda devagar, mas em um único movimento, deixou lá dentro um pouco e fez isso mais uma vez, um pouco mais firme agora. Apoiou as mãos no meu quadril e começou a bombar, ajustando a velocidade conforme eu reagia, até achar um bom ritmo.
O Caio, agora ajoelhado ao meu lado, massageava minhas costas, até perto da bunda e voltava ao pescoço. O Pau dele estava quase na minha cara e eu estendi a mão e comecei a masturba-lo. O pau dele era mais curto que o do Sérgio por uns 2 dedos, a grossura parecia ser a mesma, e a cabecinha era mais “carnuda”. Percebi ele trocar uns olhares com o Sergio e, na sequência, o Caio se reposicionou e colocou o pau na minha boca.
Chupei com gosto. Ao contrário do Sérgio, que gostava de “comer” minha boca, o Caio aparentemente gostava de chupadas lentas e variadas, e ia pedindo o que ele queria que eu fizesse. O Sérgio trocou a posição me colocando de 4 com a bunda bem empinada e a cabeça baixa, metendo cada vez mais rápido, depois mudou de novo me colocando de costas e vindo num papai-mamãe bem gostoso, que me fez gozar. Ele continuou sem me dar descanso e ainda trocou de posição mais duas vezes, uma me fazendo ir por cima e cavalgar e ele, depois voltou por para o papai-mamãe por mais um tempinho, mas indo e vindo bem mais forte do que antes, e gozou também. Ele veio beijando minha barriga, peito e finalmente se levantou falando que precisava ver uma coisa.
Eu ainda estava no meio do caminho para o terceiro orgasmo, e o Caio veio feliz assumir a posição.Veio me colocando de costas no sofá levantou minhas pernas deixando elas bem abertas e me segurando pelos tornozelos, e colocando o pau o mais fundo que conseguia na minha bocetinha. Mal tinha entrado e falou “Desculpe, não vou conseguir segurar muito, vou tentar esperar você ir primeiro”. Eu queria brincar mais um pouco, mas não queria ficar para trás e depois ter que esperar ele se recuperar ou o Sérgio voltar. Então desci uma mão para meu grelinho e a outra para meus seios.
O Caio então começou a cantar… baixo e meio sem fôlego eu não entendia nada do que ele falava, achei um pouquinho engraçado no início, mas aí percebi que ele estava tentando retardar o orgasmo. Achei muito atencioso da parte dele e isso e senti minha excitação crescendo ainda mais. E bateu no teto quando voltei a ter platéia! O Sérgio voltou e ficou um pouco afastado, atrás do sofá nos observando.
Quando comecei a gozar o orgasmo veio forte, e eu me rebolava toda no pau dele, que aumentou o ritmo. Ainda bombou por acho que uns dois minutos antes de despencar em cima de mim quase sem fôlego enquanto enchia a camisinha.
O Caio mal tinha saído de dentro da minha xaninha e, eu já vi o Sérgio chegando em minha direção. Falei que eu precisava de uns minutos para recobrar o fôlego. Só que não era isso. Falou que por mais que ele quisesse continuar, estava ficando tarde, o time da noite estaria lá logo logo, e ele tinha que passar o turno. Eu naquelas de falar sem pensar dei a entender que não me importava em ter mais platéia, e ele chegou a pensar um pouco, mas falou que era melhor não. Hoje era dia de treinamento do novo time. Mesmo com o Rui por lá para manter o pessoal na linha, teria muita gente nova que ele não conhecia direito .
Pediu para eu me vestir que ele ia me acompanhar até em casa. E assim fizemos!
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Estou avançando aqui há umas semanas desde a parte 1. Tem uma parte 1.5 antes dessa, mas ficou extensa como esta e com mais discussão do que ação. Não sei ainda o que faço com ela..
Antecipadamente, Muito obrigada por comentários e sugestões!