A sogra do meu filho.

Um conto erótico de CaioContosReal
Categoria: Heterossexual
Contém 2029 palavras
Data: 22/05/2026 11:05:32

Mesmo a gente não querendo, quando se tem filhos a família aumenta. São agregados e agregadas. Meu filho é casado com uma linda mulher que tem pais, irmão e cunhada. Eu até curto estes aí, talvez um pouco menos a sogra dele. Ela é uma pessoa mal humorada, sempre com a cara fechada e zangada. Nos trata bem, trata o meu filho bem, mas não deixa de ser um pouco chata. Ao contrário o marido é gente boa, divertido, engraçado e contador de casos. Eu sempre tentei me dar bem por causa do meu filho e de minha nora que é uma pessoa maravilhosa. Na verdade, nos damos todos bem. Já acostumamos com o mal humor de Cleusa. Ela é daquelas pessoas que você pergunta se está tudo bem, por mera formalidade, ela diz que não, sempre tem uma dor, ou aborrecimento. Eles têm uma casa na roça, sempre vamos lá passar uns dias e descansar. Minha mulher providencia tudo antes de irmos para não dar trabalho para eles. Quando a gente vem embora deixamos a casa toda arrumada, ela fala que não precisa, mas não queremos dar trabalho. O sogro do meu filho me ligou para irmos passar o Carnaval lá. Eles queriam aproveitar para ir em umas cachoeiras. Combinamos tudo e o dia da viagem chegou. Três horas de viagem para o interior de Minas. Chegando lá fomos bem recebidos. Tinha quarto para todos. O primeiro passeio no sábado era para uma cachoeira, tudo pronto para sairmos e Cleusa de última hora decidiu não ir, disse que estava com a cabeça doendo. Só aí foi mais de meia hora para a filha lhe convencer a ir. Fomos todos. Lá estava ótimo, água limpa, sombra, sol, churrasco e para quem bebe tinha bebidas. Os motoristas não beberam e claro a Cleusa. Todos de roupa de banho, Cleusa de bermuda jeans e camiseta de manga comprida com proteção UV. Ela não ajudava. Eu sempre fui o mais comunicativo. Resolvi tentar conversar com ela civilizadamente. Ela estava sentada numa cadeira de praia debaixo de um bambuzal que fazia uma deliciosa sombra. Levei uma cadeira e coloquei ao lado dela.

Eu: "Querida a dor de cabeça passou?"

Ela: "Não estava sentindo dor de cabeça, não queria vir. Não gosto de cachoeira, a água é muito fria."

Eu: "Melhor que não era uma dor. Toda cachoeira é fria, mas o dia hoje está muito quente. A água está boa."

Ela: "Boa para vocês que gostam." Pensei, perdi meu tempo.

Eu: "Sabe que sou bem franco, então não fique bravo comigo. Cleusa, parece que gosta de ficar afastada ou então fica incomodada com nossa presença."

Ela: "Não tem nada a ver com vocês, gosto muito de todos, mas o que me irrita é o João, - marido dela - oh homem bobo. Até hoje não sei porque não larguei ele."

Eu sem prestar atenção no que falei: "Sempre há tempo. Amiga, você tem 62 anos, ele 67, ainda tem vida para viver. Por que então não separam?"

Ela: "Agora não quero mais, perdi graça na vida. Nem homem direito ele é."

Eu: "Quer mesmo falar disso?"

Ela: "Ele é um bobo, frouxo, só sabe ficar dentro da igreja. Não é igual você, inteligente, homem, olha a cara de feliz de sua esposa."

Vi que o buraco era mais embaixo.

Eu: "Mas eu e Júlia temos nossos problemas, e não são poucos. "

Ela: "Sim, eu sei, mas é porque o que sobra em você ele não tem a mais de 5 anos."

Vi que era um assunto que não teria como ajudar. Fui para o elogio.

Eu: "Você é bonita, coloca um sorriso no seu rosto e vai ficar ainda mais bonita."

Silêncio. Quando fui entrar na cachoeira torci o pé. Inchou na hora. Mesmo assim quis continuar lá e não estragar passeio de ninguém, mesmo sentido dor. A tarde fomos embora. Fiz uma chapa na UPA e não tive fratura, foi uma torção. No outro dia mais uma cachoeira para ir. Nesta eu não fui, fiquei sozinho, pelo menos era o que achava, o pé estava doendo muito. Tomei remédio para dor e fui deitar e ler. Minha nora deixou tudo pronto para mim. Assim que saíram eu adormeci. Não sei quanto tempo passou e eu escutei a porta do fundo abrindo. Saí mancando para ver quem era. Era a Cleusa, não tinha ido, disse que estava na casa da irmã. Voltei pulando para a cama. Ela veio atrás e perguntou se podia fazer algo para mim. Eu agradeci e disse que não precisava. Ela perguntou se eu queria tomar banho porque estava muito quente. Eu disse que sim, e ela me ajudou a chegar no banheiro. Assim que acabei ela me ajudou a deitar. Sem querer - achava - quando ela foi arrumar minha perna, esbarrou a mão na altura do meu pau, mas não foi só uma vez, foi umas três. Meu pau deu logo sinal de vida. Ela olhou meio sem graça e disse que ia tomar banho. Depois de um tempo ela veio, sentou numa cadeira ao lado da cama e começou a tirar a faixa e disse que passaria uma pomada. Ela pela primeira vez estava de camiseta, sem sutiã e um short curto, com suas coxas a mostra, ela era gostosona.

Começou a passar a pomada olhando despistadamente para minhas coxas e a abertura do calção. Eu vendo os bicos de seus seios duros, comecei a ter uma ereção que levantou o calção. Ela viu o volume e saiu dizendo que ia lavar as mãos. Eu fiquei puto comigo mesmo e achei que ela não voltaria mais. Ela voltou, desta vez sentou na cama, olhou para mim. Colocou sua mão nas minhas coxas e foi subindo até alcançar meu pau. Começou a acariciar meu pau e passava as mãos em cima de sua camiseta acariciando seus peitos. Eu ainda não sabia no que ia dar.

Ela: "Faz comigo, não sou as belezas que está acostumado, mas eu preciso."

Eu acariciando o outro seio dela disse: "Tem certeza do que quer?"

Ela: "Sou casada a 39 anos, e só vi o pinto do João, ele não funciona a mais de 5 anos, tá broxa, por favor, faz comigo."

Só nesta hora reparei, que ela estava usando um perfume muito bom, os bicos de seus seios eram grandes e duros, seu short estava quase na altura de sua xoxota, suas coxas eram brancas e grossas. Não a respondi, apenas tirei sua camiseta. Seus seios eram grandes, um pouco caídos, mas bonitos, os bicos estavam duros. Puxei ela e comecei mamar os seus seios. Ela gemia e acariciava o meu pau ainda coberto pelo calção. Ela me puxou e começou a me beijar com sofreguidão e meio sem jeito. Tentei acalmá-la, mas não tive êxito. Ela parecia querer arrancar a minha língua. Comecei a aperta-la contra mim, ela apertava o meu pau com muita força. Segurei ela pelos braços e a afastei um pouco.

Eu: "Calma, temos muito tempo, trancou a casa toda?"

Ela: "Sim."

Deitei ela ao meu lado e tirei seu short, estava sem calcinha. Sua xoxota tinha cabelos, mas estavam aparados. Ela afoitamente tirou minha camiseta, meu short e minha cueca. Meu pau pulou para fora. Ela o segurou e ficou alisando. Ela dizia que era a coisa mais linda que ela tinha visto. Dizia que era grande. Ria e me punhetava. Comecei a beijar os seus seios, dediquei muito tempo a eles. Gostei muito porque eram grandes. Ela gemia com os olhos fechados, eu beijei sua boca e acariciei seus seios, ela pegou o meu pau e apertava. Passei a mão em sua xoxota e até assustei, seus cabelos estavam molhados, ela estava absurdamente lubrificada, passava a mão na buceta e espalhava seu mel por toda a coxa.

Ela: "Moço, coloca logo este pintão na minha buceta, moço, tenha dó de mim"

Eu: "Qual posição quer?"

Ela: "Léo, só dei para ele de papai e mamãe, nunca experimentei outra."

Eu fui beijando o seu corpo e desci até a xoxota, ela sentou na cama e apertou as coxas em torno de minha cabeça. Ela: "Que bom, que bom. Chupa mais, chupa."

Eu chupei e ela gozou muito gostoso, mas ela estava louca para provar meu pau. Coloquei ela de quatro e fui colocando na sua xoxota. Ela gemia e dizia que era a coisa mais gostosa que aconteceu com ela. Eu meti até ela gozar novamente. Continuei a meter. Batia na bunda grande dela e ela gemia. Eu tinha que empurrar e puxar sua bunda, ela não sabia o que fazer. Meu tornozelo doía. Deitei e sentei ela no meu pau. Tive que ensiná-la a meter cavalgando. Agora entendia o mal humor, nunca tinha sido comida como desejava. Ela entendeu e logo subia de descia no meu pau. Disse que ele era grande e grosso e batia no fundo dela. Eu batia no seu rabão, ela apertou meus braços e gozou. Deitou no meu peito e começou a me beijar.

Ela: "Nunca fiquei tanto tempo assim com um pau dentro de mim. Você ainda não gozou, não gostou de mim?"

Eu: "Eu quero que goze, depois eu gozo. Ele já comeu sua bunda?"

Ela: "Ele, de jeito algum. Deve ter nojo, sei lá, também nunca pedi."

Eu: "Quer dar a bunda para mim."

Ela: "Quero tudo que tenho direito. Depois não sei se teremos outra oportunidade. Dizem que dói, seu filho come o da minha filha. A safada me disse. Dá e depois senta de lado. Ela diz que ele é bem dotado. Agora sei a quem puxou.”

Eu: “Tem algum gel lubrificante?”

Ela: “Não.”

Lembrei que tinha uma camisinha super lubrificada na minha carteira.

Ela me ajudou a colocar a camisinha.

Coloquei ela de lado, deitei atrás dela e coloquei a cabeça do meu pau na entrada de seu cuzinho.

Empurrei e ela gemeu com dor.

Ela: “Ele é enorme, vai doer pra porra.”

Ela: “Sei que entra, mas vai me descadeirar.”

Eu: “Quer desistir?”

Ela: “Não, mesmo que saia sangue eu quero sentir.”

Com calma fui empurrando e recuando. Foram varias empurradas até a cabeça quase entrar. Ela puxava o ar e soltava a cada metida. Ela estava determinada a ter meu pau no seu cuzinho.

Insisti até a cabeça entrar. Ela gritou.

Eu: “Agora vai mais fácil. Quer parar?”

Ela: “Nunca, se sua mulher que tem a bunda menor que a minha aguenta, tenho que aguentar.”

Ela gemia muito, ela sentiu as pregas se romperem, ela gritou e gemeu. Consegui colocar tudo. Depois de um tempo comecei a meter, ela gemia, mas não deixava tirar.

Eu: “Rebola putinha, rebola no pau de seu macho, não era isso que queria?”

Ela: “É o que quero, está doendo, mas não para.”

Regacei o cu dela. Ela já rebolava. Coloquei ela de quatro e fiz ela rebolar até eu gozar, enchi a camisinha. Tirei, ela tirou a camisinha e chupou meu pau.

Ela perguntou se o cuzinho estava grande. Tirei uma foto e mostrei ela. Cleuza não acreditava que ele estava daquele tamanho. Tinha um pouco de sangue na camisinha e escorrendo.

Descansamos um pouco e eu meti na sua buceta até ela gozar duas vezes, depois enchi sua xoxota com minha porra.

Depois tomou banho e voltou. Disse que estava arrombada. Deitei ela e ficamos conversando. Tirei a terceira nela. Ela disse que nunca tinha feito 2 vezes, quanto mais três. La pelas 17 horas, estávamos de banho tomado esperando eles chegarem, ela começou a acariciar meu pau. Fiz ela mamar até gozar na sua boca. Ela engoliu tudo e correu no banheiro para escovar os dentes. Minutos depois eles chegaram. Ela foi fazer rosquinhas para eles tomarem café. Estava muito feliz. No outro dia eles ficaram em casa. Ela disse que iria arrumar um jeito de dar para mim novamente. Ela passou a ser uma pessoa mais amável. Ela veio visitar a filha e eu a encontrei. Levei ela pela primeira vez num Motel e ela ficou deslumbrada. Ela adorou tomar porra. Metemos muito. Este mês ela volta. Ela virou uma putinha. Já rebola com minha rola atolada no seu cu.

Já gosto a sogra do meu filho.

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Comentários

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Fazer caridade é bom... ajuda uma mulher a ser feliz. Ela deveria se abrir para o marido e dizer a real. Agora e com sua esposa, ela deixa vc trair numa boa. Dá prazer em fazer ela de otária chifruda?

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