Eu me chamo Júlio, tenho 28 anos, sou moreno, com cabelo preto curto, corpo definido de quem malha mas não é obcecado, bunda medianamente empinada e um cuzinho guloso que adora ser usado em situações arriscadas. Sou criador de conteúdo adulto há uns dois anos. Meu nicho é bem específico: sexo em lugares proibidos. Trilhas, praias desertas à noite, estacionamentos de shopping, banheiros públicos, florestas... sempre com ficantes aleatórios ou outros criadores. O risco de ser pego me deixa louco, e o dinheiro das vendas no site ajuda bastante.
Naquele dia, o tesão estava insuportável. Acordei com o pau latejando, rolei na cama pensando em uma sessão rápida, mas nada satisfazia. Decidi sair para uma trilha perto de Teresina, um lugar relativamente isolado, com mata fechada e poucas pessoas. Coloquei uma bermuda de corrida, regata, tênis e levei a mochila com o celular, tripé pequeno, máscaras e lubrificante (nunca se sabe). Meu plano era só caminhar, suar e talvez gravar algo solo se encontrasse um cantinho bom. Mas o destino tinha outros planos.
Andei uns 40 minutos, o sol batendo forte, suor escorrendo pelo corpo. A trilha fez uma curva e lá estavam eles: três caras pretos, altos, corpos esculturalmente definidos, voltando do campo de futebol. Estavam sem camisa, shorts de time colados no corpo pelo suor, músculos brilhando. O da esquerda usava uma bandana preta, tinha um olhar sério e tatuagens no braço. O do meio era um pouco mais robusto, com corrente dourada no pescoço, abdômen marcado como tanquinho, pelos no peito e barriga. O da direita tinha o corte baixo, barba rala e um sorriso confiante. Os três tinham peitorais largos, ombros largos, braços veios e peles escuras reluzentes de suor.
Meu coração acelerou. Eles eram perfeitos. Meu pau já começou a inchar só de olhar. Parei na frente deles, fingindo estar ofegante da caminhada.
— E aí, beleza? — falei, sorrindo. — Vocês estão voltando do jogo?
O do meio respondeu, limpando o suor da testa:
— É, mano. Jogo foda hoje. Tá calor pra caralho.
Olhei para os três, sem disfarçar o desejo.
— Vocês são muito gostosos, sabia? — soltei direto. — Eu sou criador de conteúdo... adulto. Tô com muito tesão hoje. Quero propor uma coisa que vocês não vão recusar.
Eles se entreolharam, curiosos e um pouco desconfiados.
— Fala aí. — disse o da bandana, cruzando os braços, o que fez os bíceps saltarem.
— Cem reais pra cada um de vocês. Se deixarem eu mamar até vocês gozarem na minha cara. Sem mostrar o rosto de vocês. Eu coloco máscaras, gravo com o celular, mas só foco em mim, nos corpos e no membro de vocês. Dinheiro fácil, rapidinho, e ainda esvaziam as bolas depois do treino.
Houve um silêncio de uns segundos. O da direita riu baixo.
— Porra, é sério isso? Cem conto pra deixar você chupar?
— Seríssimo. Sou bom pra caralho no que faço. E vocês parecem precisar descarregar mesmo.
O do meio coçou o queixo, olhando para os amigos.
— Eu topo. Tô precisando de grana e minhas bolas tão pesadas mesmo.
Os outros dois concordaram depois de uma breve negociação. Combinamos de entrar uns 50 metros mata adentro, onde ninguém apareceria.
Tirei da mochila as três máscaras pretas com buracos para olhos, nariz e boca. Eles colocaram, rindo do absurdo da situação, mas claramente excitados com a ideia de dinheiro fácil. Posicionei o celular no tripé apoiado numa árvore, ajustei o ângulo para pegar meu rosto e os corpos deles da cintura para baixo, sem mostrar rostos. Gravei um take rápido de introdução: “Hoje encontrei três machos gostosos e incríveis na trilha... e eles vão me dar leite se eu chupar.”
Comecei a filmar o corpo deles primeiro, depois gravei eles tirando os shorts de futebol ali mesmo. Nenhum estava de cueca. Três paus semi-duros saltaram para fora, pesados, cercados de pentelhos fartos, negros e úmidos de suor. O cheiro de macho suado, terra e tesão invadiu minhas narinas. Meu cuzinho piscou de desejo, mas hoje o foco era na boca.
O da bandana (vou chamá-lo de Bandana) tinha um pau grosso, uns 18 cm já meio duro, veioso, com a cabeça rosada escura aparecendo da pele. O do meio (Corrente) era o maior: facilmente 22 cm mole, grosso como meu pulso, com uma veia grossa que subia até a glande larga. O da direita (Curvado) tinha uns 19 cm, ligeiramente curvado para cima, com bolas grandes e peludas.
Após mostra o corpo e o membro de cada um, botei o celular num ponto onde desse para ver eu mamando eles, mas sem mostrar o rosto deles, mesmo que eles estivessem de máscaras, não queria correr o risco de alguém reconhecê-los.
Me ajoelhei no chão de terra e folhas, no meio dos três. Meu pau estava duro dentro da bermuda.
— Porra, olha esse putinho faminto. — disse Bandana, segurando o pau e batendo na minha cara. — Vai, começa logo.
Abri a boca e peguei primeiro o de Bandana. O gosto era salgado, suor misturado com o cheiro natural de macho. Chupei devagar, sentindo ele crescer na minha língua. Lambi a cabeça, desci até os pentelhos e engoli fundo.
— Caralho... esse viadinho sabe mamar mesmo. — ele gemeu.
Enquanto chupava Bandana, peguei os outros dois com as mãos, masturbando devagar. Eles endureceram rápido. O pau do Corrente inchou na minha mão, virando uma rola monstruosa de 24 cm, grossa, pesada, com a glande brilhante. Curvado também ficou enorme, 21cm duro, latejando.
Troquei: fui para Corrente. Minha boca se abriu ao máximo para acomodar aquela grossura. Consegui engolir uns 15 cm, babando muito. As lágrimas vieram, mas eu queria mais.
— Isso, engole tudo, puto. — grunhiu Corrente, segurando minha cabeça. — Tava precisando de uma boca quente depois do jogo.
Eles começaram a se soltar. O tesão tomou conta. Bandana empurrou o pau na minha boca enquanto eu chupava Corrente, batendo os dois paus na minha língua. Depois foi a vez de Curvado foder minha garganta. Ele segurou minhas orelhas e meteu fundo.
— Olha o jeito que ele aguenta... Guloso pra porra — riu Corte. — Toma, toma no fundo.
Eu gemia, engasgando, mas sem reclamar. Cuspe escorria pelo meu queixo e pingava no peito. Meu cuzinho latejava, querendo ser fodido, mas hoje era apenas mamada.
Chupei um por um, ao mesmo tempo em que batia uma punheta para os outros dois. E eles revezavam, às vezes eu tinha dois paus na boca ao mesmo tempo, esticando meus lábios.
Os pentelhos roçavam no meu nariz quando eu ia até o fundo. Eles estavam ainda mais suados, pois eu sentia o suor deles pingando no meu rosto.
— Porra, mano, esse cara é uma puta profissional. — disse Bandana, batendo o pau molhado na minha testa. — Olha como baba todo.
— Paga bem e mama melhor ainda. — respondeu Corrente, enfiando de novo. — Vai, engole essa rola preta inteira.
Eu estava no paraíso. Três machos héteros, negros, suados, com paus enormes me usando como se eu fosse uma puta que eles tinham pagado para aguentar todos ali presente. Meu pau vazava pré-gozo na bermuda. Eles falavam sacanagem sem parar:
— Quer leite de macho preto, né, viadinho?
— Abre essa boca de puta.
— Depois do treino a gente merece isso, hein.
— Seria bom uma boca dessas sempre que estivesse com tesão.
— Todas as minas que botei pra mamar me chuparam com nojo. Esse viado é dos bons.
Aumentei o ritmo. Chupava um com vontade enquanto masturbava os outros dois. Sentia os paus pulsando, ficando ainda mais duros, se é que era possível.
Bandana foi o primeiro a dar sinais.
— Tô perto... continua assim.
Puxei ele para o centro, abrindo bem a boca, botando a língua para fora. Ele bateu o pau na minha língua algumas vezes e gozou forte. Vários jatos grossos, brancos e quentes acertaram minha testa, bochecha, nariz e boca. Engoli o que caiu na língua.
— Caralho, que gozada... — ele ofegou, ainda espremendo as últimas gotas.
Curvado tomou o lugar. Mas ele não deixou eu chupar, pois foi ele quem começou a dominar. Ele metia fundo na minha garganta, fudendo minha boca com força.
Nunca mamei um pau curvado pra cima, era estranho, e obviamente não descia direito até a garganta, mas por incrível que pareça, eu estava dando conta.
— Vou pintar sua cara também, puto. Abre.
Ele tirou e gozou abundantemente. O segundo jato foi tão forte que quase acertou meu olho. Cobriu minha outra bochecha, queixo e pescoço. O sêmen grosso escorria devagar pelo meu rosto.
Corrente, o maior e mais grosso de todos, segurou minha cabeça com as duas mãos e fodeu minha boca como se fosse uma buceta. Eu engasgava, mas segurava, babando sem parar.
Chupar aquele cacetão negro fazia meu cu piscar de modo absurdo. Eu queria tanto sentir aquele macho me fodendo desse jeito, nesse mesmo ritmo, nessa mesma velocidade e intensa, porém queria ele me fodendo por trás.
— Isso, aguenta, aguenta... tô gozando!
Ele tirou no último segundo. A gozada foi a mais forte. Jatos longos e grossos acertaram minha testa, escorrendo pelos olhos, nariz e boca, que já estava aberta. Mas, surpreendo a todos, ele puxou minha nuca, enterrando a piroca na minha garagem enquanto terminava de gozar.
Eu me agarrei nas coxas definidas dele, surpreso, e engoli o resto da porra farta, quente, grossa e saborosa que desceu devagar.
— Espero que tenha gostado de sentir meu sabor.
Meu rosto estava completamente pintado com a porra dos três. O cheiro forte de macho invadiu tudo, me deixando ainda mais excitado.
Fiquei ali ajoelhado, ofegante, com o rosto coberto, olhando para os três paus ainda semi-duros pingando.
— Porra, que delícia... — murmurei, lambendo os lábios.
Eles riram, tirando as máscaras.
— Você é doido, hein. — disse Corrente, afagando minha cabeça como se eu fosse um cachorro e ele estivesse me elogiando. Faltou só dizer: “bom garoto”.
— Mas foi bom pra caralho, não foi?
— Claro que foi, putinho. — sorriu ele, piscando pra mim.
Me levantei, peguei o celular e dei um closer em meu rosto antes de dar tchauzinho, fazer uma pose e encerrar a gravação.
Guardei o celular e peguei minha carteira. Paguei os 300 reais em dinheiro vivo. Eles vestiram os shorts, ainda rindo e comentando como foi fácil o dinheiro.
— Se quiser repetir, chama a gente. — disse Corrente, guardando o dinheiro. — Minhas bolas sempre estão cheias, principalmente depois do treino.
— Pode deixar. — Sorri para ele e os vi sumir mata a fora.
Meu rosto estava uma bagunça gloriosa. Limpei um pouco com a mão, lambendo o sêmen delicioso. A trilha voltou ao silêncio, só o som dos pássaros e minha respiração acelerada.
Voltei para casa com o vídeo na memória do celular e o rosto ainda com resquícios secos.
— Mais um conteúdo quente para o meu público. — sorri pra mim mesmo.
E, além disso, eu estava satisfeito… Por hora.
F I M
Notas do autor:
Espero que tenha gostado.Lembre-se: Os personagens são fictícios, então use proteção. USE CAMISINHA SEMPRE.
OBS: Sim pretendo fazer continuação.
OBS: Tenho outros contos disponíveis. Caso se interesse em pagar um valor simbólico por um PDF, entre em contato comigo: Juro que não irão se arrepender.
