Bianca, a infiel 2

Um conto erótico de Sr Boi
Categoria: Heterossexual
Contém 1132 palavras
Data: 22/05/2026 05:53:13
Assuntos: Heterossexual

Capítulo 2: O Consultório

Depois da terça-feira com Felipe, meu corpo ainda carregava ele. O pau grande me rasgando, a porra quente na minha cara, a crueza que Rafael, meu marido, nunca me dava. Eu o amava, juro. Rafael, vendedor de autopeças no centro de Ribeirão Preto, me chupava com uma habilidade que me fazia gozar tremendo, mas faltava o fogo bruto que Felipe acendeu. Minha buceta ficava melada só de lembrar, e a culpa, embora viesse, era engolida pelo tesão.

Na clínica médica onde eu trabalhava como recepcionista, a rotina era um inferno abafado. O calor de outubro grudava a blusa na pele, marcando o sutiã, e a saia lápis abraçava minhas coxas, realçando os quadris que faziam os homens virarem a cabeça. Eu sabia que era bonita, sentia os olhares dos pacientes, dos entregadores. Mas meu alvo era o Dr. Marcelo, o ortopedista. Uns 40 anos, branco, cabelo curto grisalho, corpo magro mas firme, ele tinha um jeito sério que me intrigava. Seus olhos desciam pro meu decote quando achava que eu não via, e eu gostava, querendo quebrar aquela fachada de médico certinho.

Na segunda-feira, decidi provocá-lo. Escolhi uma calcinha vermelha, rendada, presente de Rafael no nosso último aniversário de casamento, que ele disse ser pra “apimentar as coisas”. Vesti uma saia lápis cinza, que marcava minha bunda, e uma blusa branca justa, com um botão a menos, mostrando o contorno dos peitos. Quando Marcelo passou pelo corredor, fingi organizar papéis na prateleira baixa, me curvando pra saia subir, a renda vermelha à mostra. Senti o olhar dele, um calor na nuca. “Precisa de ajuda, Bianca?” ele perguntou, a voz mais grave. “Não, doutor, já achei,” respondi, sorrindo, sabendo que ele tinha visto o que eu queria.

Naquela noite, cheguei em casa com Marcelo na cabeça. Rafael estava animado, tinha vendido bem na loja, e me puxou pro quarto. “Tô com saudade, amor,” ele disse, me beijando com carinho. Eu deixei, mas pensava no jaleco branco, no olhar sério de Marcelo. Rafael levantou meu vestido, me chupou com aquela língua habilidosa, e eu gozei rápido, gemendo, imaginando o doutor. Ele meteu com pressa, gozando em minutos, e caiu ao meu lado, murmurando “Te amo.” Eu fiquei olhando o teto, a buceta melada, insatisfeita, querendo mais.

Na terça-feira, fui mais longe. Escolhi uma saia preta curta, sem calcinha. No ônibus 204, o tecido roçava minha pele, o vento quente entrando por baixo, e minha buceta já estava molhada, pulsando de antecipação. Na clínica, pedi a Marcelo que checasse um agendamento no computador. Ele ficou ao meu lado, e cruzei as pernas devagar, a saia subindo. Minha buceta, lisinha e depilada, ficou à mostra, brilhando. Ele congelou, os olhos na tela, mas eu sabia que tinha visto. “Algum problema, doutor?” perguntei, com um tom inocente. Ele pigarreou, disse “nenhum” e saiu rápido. Minha buceta pingava, e eu sorri, sabendo que o tinha na mão.

No fim da tarde, a clínica estava quase vazia. Marcelo me chamou pro consultório. “Bianca, preciso conferir um prontuário,” disse, a voz tensa. Tranquei a recepção, entrei, e fechei a porta. O ar-condicionado refrescava, mas o ambiente parecia quente, pesado. Marcelo estava de pé, o jaleco desabotoado, a camisa social mostrando o peito firme. “Você tá brincando com fogo,” ele disse, me encarando. “Eu sou casado.” Eu sorri, sem desviar o olhar. “Eu também. E daí?” Ele respirou fundo, o desejo vencendo, e me puxou pela cintura, virando-me contra a maca, levantando minha saia até a cintura.

“Você é uma vadia,” ele murmurou, dando um tapa forte na minha bunda. Ardeu, e eu gemi, a buceta melada escorrendo pelas coxas. Outro tapa, mais forte, e empinei a bunda, pedindo mais. Ele me deitou na maca, abriu minhas pernas, expondo minha buceta brilhando de tão molhada. “Olha isso,” ele disse, quase pra si mesmo, antes de se ajoelhar. Mas, em vez de chupar minha buceta, ele foi pro meu cu. A língua dele lambeu meu cuzinho, quente, molhada, invadindo devagar, traçando círculos que me fizeram tremer. “Porra, doutor,” gemi, as pernas abertas, a buceta pingando no chão da clínica. Ele chupava com vontade, a língua entrando fundo, o nariz roçando minha bunda, e eu agarrava a maca, os gemidos ecoando no consultório.

Ele se levantou, pegou um tubo de lubrificante da gaveta — coisa de médico, sempre preparado — e espalhou no meu cu, os dedos frios deslizando, lubrificando cada centímetro. Passou no pau dele também, que já estava duro, grande, não como o de Felipe, mas firme, com veias pulsando, a cabeça vermelha brilhando. “Relaxa,” ele mandou, dando outro tapa na minha bunda, e me virou de quatro, a bunda empinada, o rosto contra a maca. Ele pressionou a cabeça do pau contra meu cu, forçando devagar, o lubrificante facilitando, mas a dor veio primeiro, intensa, misturada com prazer. “Caralho,” gemi, e ele tampou minha boca com a mão, os dedos apertando meus lábios. “Cala a boca, porra,” ele rosnou, mas o tom dele só me deixou mais molhada.

Ele enfiou o pau, centímetro por centímetro, meu cu se abrindo, a dor virando prazer antidiarréico, um prazer que me fazia tremer. Eu respirava pesado, a mão dele ainda na minha boca, abafando meus gemidos. Ele metia devagar, depois mais rápido, cada estocada me preenchendo, o lubrificante escorrendo, a buceta melada pingando no chão. Os tapas na bunda vinham em sequência, cada um mais forte, a pele ardendo, e eu gemia contra a mão dele, o prazer me rasgando. “Vadia gostosa,” ele dizia, metendo fundo, os quadris batendo na minha bunda, o som molhado ecoando.

Eu gozei sem nem tocar a buceta, o corpo tremendo, o cu apertando o pau dele, a dor e o prazer me levando ao limite. Ele metia mais forte, a mão ainda na minha boca, os dedos cravados na minha cara, e eu sentia cada centímetro dele, o pau quente, pulsante, me fodendo sem piedade. “Toma, sua puta,” ele grunhou, dando outro tapa, e gozou dentro do meu cu, a porra quente enchendo-me, escorrendo pelas coxas quando ele saiu. Eu desabei na maca, ofegante, a bunda ardendo, a buceta pingando, o corpo destruído.

Marcelo se ajeitou, fechando a calça, voltando ao modo doutor. “Volta pro seu posto,” disse, frio, com um brilho nos olhos que prometia mais. Eu puxei a saia pra baixo, o sêmen escorrendo, e saí do consultório, as pernas tremendo. Na recepção, sentei com cuidado, a bunda dolorida, a buceta pulsando. A culpa veio, pensando em Rafael, mas o tesão era mais forte.

Cheguei em casa, Rafael no sofá, assistindo TV. “Tô cansado, amor,” ele disse, me beijando na testa. Eu sorri, disse que também estava, e fui pro banho, lavando as evidências do consultório. Deitada ao lado dele, o ventilador rangendo, o fogo dentro de mim queimava mais forte que nunca.

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