Saindo do ensino médio entrei logo de primeira na faculdade que eu queria, o que significou sair da casa dos meus pais para uma cidade menor em outro estado.
Minha adaptação ao novo ambiente foi complicada, mas para não transformar o conto em uma novela vou me restringir a falar que durante o primeiro semestre eu meio que fiquei isolada. Sendo do tipo de pessoa sociável ao extremo, e que está sempre em busca de atenção, quase desisti e troquei de faculdade.
A questão se resolveu depois do final do semestre, quando, devido a uma viagem de pesquisa organizada pela universidade, acabei em uma situação de convivência forçada com colegas de classe, que eu julgava terem problemas comigo, e acabei percebendo que era mais coisa da minha cabeça. Eu é que estava sendo dramática, o problema se resolveu.
No mesmo período também resolvi a questão com meu, agora, ex-namorado. Não tínhamos nada sério e deveríamos ter acabado quando eu decidi ir estudar em outro estado. Seguimos cada um na nossa. Ele não acreditou que eu não tinha arranjado outro, e não aceitou muito bem, mas quanto a isso não posso fazer nada, nem indicar cantor sertanejo pra consolar eu consigo.
Voltando ao início do semestre. No mesmo quarteirão de casa havia um “micro shopping”, na verdade um mercado, com academia, banco e um punhado de çojas (a maioria de serviços) e uma pequena praça de alimentação. Como convivia pouco com meus colegas, e me dava ansiedade de ficar muito tempo sozinha, acabei tornado esse “miro shoping” uma extensão de casa. Além da rotina “academia - aula - academia turno 2 (quando não terminava o treino) ainda comia por lá quando estava com preguiça de cozinhar. Também, para não ficar em casa com frequência pegava livros e o computador e arranjava um canto para estudar por lá mesmo.
Durante a tarde, o movimento mesmo era só no mercado, no correio e no banco. De resto, algum ocasional estudante ou um morador da vizinhança em busca de um lanche ou da área de serviços. Como me viam lá com frequência, em algum momento vinham falar comigo. Em pouco tempo fiquei conhecida e até fiz algumas amizades entre o pessoal que trabalhava por lá e os frequentadores mais habituais.
Inevitavelmente, também apareciam pessoas tentando me passar uma cantada, mas com isso eu já estava acostumada. Normalmente isso não me incomodava, pelo contrário, acharia até estranho caso passasse em branco. Quando chegava a incomodar eu vinha com o famoso “tenho namorado”, que até o meio do ano técnicamente era verdade, ninguém ali precisava saber quão longe ele estava, nem que, mesmo antes de me mudar, eu já pensava em terminar. Assim acalmava os mais atirados, até porque nessa região não faltava gente bonita, e é menos fácil arranjar esse tipo de confusão quando se tem opção (mas minha auto estima nesse ponto é bem alta, com certeza eu me garanto contra a concorrência rsrsrs).
Mesmo os que não desistiram passaram a ser mais discretos. Só tiveram dois casos mais chatos e que precisaram de intervenção da segurança (que naquela altura eram todos meus amigos). O Sérgio e o Pedro sempre me falavam que lá eu estava segura pois o time estava sempre de olho em mim. E é aí que morava o “problema”. O time de segurança era pequeno. Durante o dia, em geral 5 seguranças trabalhavam por turno. Também tinha o supervisor, o Pedro, que rodava por outras unidades e tinha o próprio horário.
O Sérgio era o coordenador da escala da tarde e em geral ficava na academia, mas costumava ficar por perto quando eu estava estudando por lá à tarde. Não que precisasse, mas sem nada melhor para fazer ele às vezes se sentava para conversar comigo por um tempo. O resto do time tinha o mesmo comportamento e, não raro, eu me via monopolizando o time com até três deles na mesa ao meu redor por 15 ou 20 minutos. O que aparentemente estava “ok” com o chefe, pois o próprio Pedro se juntava a nós quando estava por lá.
O contato com o pessoal do turno da manhã era bem menor. Eu ia para fazer academia e às vezes tomava café por lá, mas o tempo era sempre curto porque minhas aulas eram na sequência. Mesmo assim, costumava parar para cumprimentar e trocar uma palavrinha ou outra com quem estivesse por lá.
Não tinha como esconder que eles me davam atenção diferenciada, mas mesmo que tivesse sim um fundinho de segundas intenções por parte deles, era uma atenção bem vinda já que eu me via isolada do resto da classe. Só que não ficou só nesse fundinho de segunda-intenção.
Como tinha menos contato com o pessoal da manhã, foi com eles que eu percebi, depois de meses, ser alvo de uma “cantada coletiva”. Antes de chegar a essa conclusão, eu tive o cuidado de ficar uns dias reparando com atenção nas conversas que tinha com pessoas de ambos os times, e também com o Pedro. Nitidamente estavam dando em cima de mim e parecia até que de maneira coordenada.
Me importei? Nem um pouco. Pelo menos nos primeiros meses era mais um modo de falar, que era diferente, umas olhadas mais intensas, mais linguagem corporal do que verbal. Eu não via problema e sinceramente, gosto da atenção. E continuei a não ver problema e a apreciar a atenção quando as abordagens foram ficando mais óbvias. Eu já tinha certeza que estavam todos agindo de modo deliberado. O modo como cada um deles ia ficando mais insinuante não tinha como ser acaso. Mas saber disso me deixava ainda mais interessada.
Em minha defesa, imaginem uma pessoinha de 18 anos, em estado de carência de atenção, a semanas ou meses longe do namorado (mesmo querendo romper o relacionamento, para algumas coisas ainda sentia falta dele rsrsrs) … pois é… Eram alguns momentos que massageavam o ego e me ajudavam a passar o dia mais feliz.
E a noite também. Mesmo antes deles começarem a ser mais diretos, de repente não era mais no meu namorado que eu pensava a noite brincando com meu vibrador. Começou com o Pedro (ironicamente o que eu menos gosto, é um cara grandão com tamanho e jeito de soldado de filme de ação, mas é todo sarcástico e desbocado, me passa uma vibe de canalha… mas…).
Mas logo migrou para outros, ou melhor, outros juntaram-se a ele… Não demorou muito e meu namorado já não tinha espaço nas minhas fantasias, eram sempre meu bajulador do dia.. Com mais um, dois, ou todos os colegas.. O Chato era que eram só eu, meu único vibrador e minha imaginação, que era menos fértil do que hoje…
Comecei a procurar inspiração em vídeos e, principalmente, contos eróticos, que passei a preferir pela variedade e detalhes que atiçam a imaginação. Foi aí que conheci este site! Eu acabei viciada em contos de menage, sexo grupal, gang-bang. Não sou pudica ou guardiã da moral, mas até coisas que, até então, eram um pouco tabu para mim viraram favoritos, como contos de traição e hotwifes (tanto com a mulher dominante quanto submissa), talvez porque eu, tecnicamente ainda namorando, comecei a me identificar com esse tipo de conto. As coisas melhoraram, agora eram eu, minha imaginação, um vibrador e um tablet com um conto bem picante.
O inverno foi chegando, a temperatura estava em baixa, mas o clima entre mim e meus “admiradores” foi ficando cada vez mais quente. Já não havia nenhuma tentativa de dissimular o interesse deles por mim, tipo eles já discutiam que roupa mostrava melhor os resultados do meu treino. Eu já sabia que mais cedo ou mais tarde ia rolar, só faltava o último passo. Que por algum motivo estava difícil de sair.
Eu já estava “vencida”. Depois de 5 meses de aquecimento só tava esperando alguém chamar para sair ou, sei lá, se oferecer pra consertar o chuveiro em lá em casa, mas já estava demorando. Até pensei em dar um empurrãozinho para acelerar, mas não conseguia decidir para quem. No final, essa indecisão impediu meu namorado de levar um par de chifres, e o semestre acabou sem nada acontecer de verdade.
Como antecipei, meus problemas com o pessoal da faculdade se resolveram antes do reinício das aulas, e meu namorado virou história antiga. Retornei no meio de agosto, já com as aulas já iniciadas e meu reencontro com meus seguranças favoritos foi… explosivo.
Na terça-feira à tarde estava indo para o segundo treino na academia quando vi um mini comitê de boas vindas me esperando. Até parecia que ainda era junho, nos 10 minutos que fiquei com eles vi que estavam todos tão animados quanto no final do semestre. Talvez por ter passado um mês e meio longe, com a cabeça em outros assuntos, estranhei um pouco e acho que até fiquei meio sem graça, o pessoal notou e o Pedro não deixou passar falando:
“Opa é o frio ou voltou tímida? Se preocupa não que o pessoal aqui já está acostumado (apontando para as lojas e lanchonetes em volta), E ainda emendou “ou será que tem novidade? ficou noiva do dito-cujo lá?”.
Só pra não deixar o clima esquisito respondi que era o frio, mas que já já esquentava… e que na verdade eu tinha desmanchado, e já fui saindo, meio trotando para dentro da academia (até porque tava um vento frio mesmo, minha roupa não tava segurando).
Uma das coisas que o Pedro falou me fez perceber algo pela primeira vez. Estávamos dando muito na cara faz tempo. Quanto mais eu pensava nisso, mais certeza eu tinha que todo o pessoal da lojinhas lá já estava pensando besteira, pensando bem eu já tinha notado, já a algum tempo, uns olhares meio estranhos quando eu passava por lá. Mas não tinha associado uma coisa com a outra. Acho que todo mundo já estava achando que eu já estava de caso com a galera…
Passei o resto do dia pensando nisso, com a cabeça viajando… comecei a imaginar cenas do dia a dia, imagens de eu na fila da hamburgueria e o pessoal me olhando com ares de “eu sei o que você fez”, ou andando pela loja de suplementos e os caixas cochichando sobre a tarada que entrou. E quanto mais delirava, mais me exitava, e daí viajava mais… no final já imaginava o Pedro me comendo na mesa da praça, com o Sérgio nu do lado esperando a vez dele e uns 15 lojistas assistindo e incentivando e o barbudo da loteria (sei lá porque ele) vinha e gritava “vai Pedro! Mete com força que ela aguenta!” E as senhoras dos caixas do mercado olhando com cara de reprovação mas com as calcinhas pingando de inveja… E as cenas não paravam, meu vibrador teve que fazer hora extra naquela madrugada
Nos dias seguintes ficou tudo confuso. Depois de seis meses de “devagar e sempre”, resolveram, todos, vir para o finalmente no cada um por si. Eu me assustei um pouco porque foi tudo muito agressivo, tipo viajem de formatura onde vc acaba de se esquivar de um e logo vem outro tentar a sorte, às vezes dois ao mesmo tempo para dar coragem.. só não dei uma cortada porque apesar de um pouco assustada estava adorando o caos.
Mas não me comprometi com nada, a ausência do Sérgio me incomodava. O Pedro era o chefe, mas o Sergio era aquele tipo de líder nato que todos respeitavam e seguiam, e era o único deles que o Pedro ouvia de verdade. Então fiquei naquele “atiça e foge” por uns dois dias, e nem apareci no fim de semana.
Na segunda, o Sérgio tinha voltado da folga e estava lá de manhã. Nunca tinha visto ele por lá naquele horário, e já imaginei que era alguma coisa comigo. Claro que era, ele subiu comigo para o andar de cima da academia, onde ficavam os vestiários e as salas para as aulas. Lá dava para falar sossegado enquanto as aulas estivessem rolando porque ninguém ficava no corredor.
Ele era sempre bem humorado, mas dessa vez estava sério e já veio me dando bronca. Foi meio longa.. Mas resumindo falou que tava na hora de eu parar de molecagem e cortar a brincadeira. Falou que eu sabia bem o que estava fazendo, que eu sabia faz tempo que todo mundo lá tava querendo me comer e eu ficava de joguinho. Falou que isso já estava dando problema e ia piorar. Continuou falando que no semestre passado eu podia ter já cortado a palhaçada ou escolhido qualquer um ali que os outros iam ficar de boa, mas não dava mais, já tinha dado até briga entre eles, por conta de um comentário que ele tinha feito sobre mim.
Daí ele voltou pro tom safado/bem humorado dele e falou:
‘Você tem duas opções, já corta tudo hoje ou… manda fazer fila e dá pelo menos uma chance para todos… Lógico que eu prefiro a opção 2…”
Eu não sabia o que falar, só sabia o que eu queria mandar ele juntar todo mundo e levar lá para casa… Mais na base do pânico, acabei pedindo um tempo pra pensar e para ele falar com os “meninos”. Ele respondeu que faria isso, mas se eu ia pensar, ele já sabia qual seria a resposta. E ficou me olhando com cara de safado.
Minha mente estava um caos, vinha tanta coisa na cabeça que acabei ficando meio parada até que do nada perguntei para ele o que ele tinha falado de mim pra dar briga. Ele deu um sorrisinho malandro, e me olhando muito sério falou: “vamos lá no quartinho do depósito que eu te conto”
Eu assustei mesmo, mas senti o calor subir entre as pernas. Olhei para os lados para ver se não tinha ninguém por perto e só respondi um “não sei..” Ele ainda insistiu, animado e falou que eu não precisava me preocupar em ser vista, que ia ficar tudo bem” e emendou “eu já bato uma pra você a meses, você podia pelo menos me dar uma chupadinha, o que você acha?”
Eu já estava doida de tesão, mas de tensão também. Mesmo enquanto tomava bronca já sentia oss biquinhos do peito duros raspando no sutiã, e já estvam doendo um puquinho, ma também estava com aquele frio na barriga. A ansiedade venceu. Falei que estava nervosa demais, e ele parou de insistir.
No dia seguinte ele voltou à carga, e no outro dia também, mas eu ainda estava tentando colocar a cabeça no lugar. Só que na quinta-feira não teve jeito. O Sérgio veio cheio de animação. Não perdeu tempo e já foi direto me perguntando se era hoje que eu ia fazer a felicidade dele, falou que eu estava muito gostosa e que ele não tava mais aguentando e novamente insistiu para irmos lá para o depósito, desta vez não resisti e fui com ele para um quartinho atrás da escada, logo após a catraca.
Ele abriu a porta indicando para eu entrar. Quando passava pela porta olhei pro lado e vi o Pedro do outro lado da catraca olhando com cara de safado, tomei um susto, mas o Sérgio já veio por trás e entramos juntos. Ele fechou a porta e já veio me agarrando e me beijando, sem me dar tempo para pensar.
Eu ainda estava meio desnorteada, e só retribuía o beijo e abraçava de leve as costas dele, mas o Sérgio já estava a toda e apertava minha bunda com uma mão enquanto sentia meus seios com a outra por cima da roupa fininha que eu usava na academia. Não demorou para eu entrar totalmente no clima e me apertava contra o corpo dele explorando-o com as mãos (era todo duro! Parecia madeira coberta com couro).
Percebendo isso o Sérgio pegou e colocou minha mão em cima do pau dele e falou para eu tirar ele pra fora, e eu nem pensava mais só obedecia, o problema era a porcaria do uniforme dele cheio de cintos e botões tive que me afastar um pouco para usar as duas mãos, assim que consegui ele pôs minha mão no pau dele voltou a me beijar e me agarrar.
Com uma mão eu voltei a explorar as costas dele e com a outra eu segurava no pau, não dava pra fazer muito mais que isso porque ele me espremia contra o corpo dele e agarrava minha bunda, apertando forte, às vezes com as duas mãos, tirando para apalpar meus seios e depois voltava.
Ele começou a falar um monte de coisas. Que parecia um sonho, que eu era uma delícia, que não estava acreditando que finalmente ia me comer. Eu já estava mais que pronta, me excitava muito ouvir ele falar tudo isso enquanto me apertava forte. Eu já estava querendo ir para a ação, mas ele continuava a falar como se ainda precisasse me convencer. Falava: “não vejo a hora de meter forte na sua xana… você deixa, né?”. Eu não respondia só dava umas apertadas no pau dele, mas ele continuava a falar e me pedir para deixar ele me comer.
Não sei o que se passa comigo mas às vezes falo coisas sem pensar… às vezes sai torto, algo que nem era o que eu queria… e desta vez saiu um “Nâo”... Ele me olhou com uma cara confusa por uns instantes mas voltou a me apertar falando “deixa de fazer doce.. Como você pode falar uma coisa dessa com a mão no meu pau… vai, fala que sim, pede para eu meter logo…”
Novamente veio a resposta automática… “hoje não”... Eu não acreditava em mim mesma, não sei de onde saiu esse não.. Eu queria sim, do momento que eu topei entrar na salinha já tava claro isso, o que que ele tinha que ficar perguntando? Mas quando eu virei para falar isso, vi que ele estava com um sorriso gigante. Parecia que tinha ficado mais feliz com a negativa do que se eu tivesse concordado… Acho que a palavra chave foi o “hoje”... ele deve ter entendido que seriam mais vezes, que isso ia continuar. Bom… entendeu corretamente (//_//),
Antes que eu pudesse falar algo ele colocou a mão nos meus ombros e me pressionando para baixo falou “então ajoelha pra mamar”. Eu obedeci prontamente e já fui com a boca em direção ao pinto dele, que era bem interessante, por sinal.. Não era enorme, mas era de bom tamanho, usando minha mão como parâmetro deve ter qualquer coisa entre 15 e 20 cm, e tinha uma leve curvatura para baixo que dava um charme a mais pois fazia ele parecer curvado com o peso, mesmo estando super duro.
Eu comecei colocando a ponta do pau dele na boca e lambia, tirava um pouquinho, lambia a parte de baixo do pau voltava a cupar a cabecinha e cada vez que fazia isso colocava um pouquinho mais do pau dele dentro da boca. Senti o Sérgio colocar uma mão na minha cabeça e ia me acariciando e me incentivando, já com a respiração pesada.
Eu mudei um pouco de posição para abaixar o shortinho e conseguir ir com a mão até o meio das pernas e voltei a laber a parte de baixo do pau e chupar uma parte cada vez maior do pinto enquanto me masturbava. Estava entrando naquele estado que a mente fica meio “enevoada”, já não ouvia tudo o que o Sérgio falava, pegava uma frase ou palavra aqui e ali mas já estava meio em transe. Mesmo assim percebi que ele parou de acariciar minha cabeça e colocou uma mão na minha nuca enquanto massageava meu ombro com a outra.
Percebi também que quanto mais do pau dele eu colocava na boca, mais ele firmava o braço na minha nuca, e ele começou meio a forçar, meio a guiar minha cabeça num movimento de vai e vem e, quando eu já estava com pouco mais da metade do pau dele na boca, comecei a sentir a cabecinha batendo na entrada da garganta.
Ele mudou de posição apoiando uma perna em uma caixa, ele me puxou um pouquinho pra frente e colocou-se um pouco mais para cima. Isso tirou um pouco do meu equilíbrio, me forçando a colocar uma mão na estante ao lado para compensar e a manter a cabeça mais pra cima. Ele parou segurando firme minha cabeça com as duas mãos e perguntou “tem certeza que não quer esse pau na bocetinha hoje?”
Eu já ia responder que queria sim.. Mas ele segurava minha cabeça firme no lugar e eu não conseguia falar com o pau na boca, já quase na garganta. Eu só pensava “pqp me come logo”, mas ele me olhava com cara de safado e continuou “não? Então vou foder sua boquinha mesmo” e retomou a empurrar agora com a pontinha do pau já entrando garganta a dentro.
O Sérgio não tentou forçar muito manteve nessa distância por um um tempo. Mesmo sendo a posição não muito confortável e mesmo as vezes engasgando um pouco quando a cabecinha entrava na garganta, eu ficava mais excitada a cada minuto e massageava meu gelinho sem parar. Até tentava fazer eu mesma o movimento de engolir o pinto dele, mas nesta posição não conseguia.
O Sérgio só me falou para relaxar e me concentrar em chupar o pau dele, ele cuidava do resto. Percebendo que eu já estava mais à vontade, ele passou a enfiar mais pra dentro da garganta e voltou a falar um monte de coisas que eu só entendia algumas frases isoladas.
A maioria eram elogios, ele me falava como eu estava linda com o pau dele na boca, como eu chupava bem, como ele queria que eu pudesse ver como eu combinava bem com pau dele entrando e saindo, mas também falou umas coisas que demorei para entender… Coisas tipo que era bom mesmo eu treinar com o pau dele na boca senão eu não ia aguentar a tora do Pedro e que em uns meses eu já ia ser expert em todo tipo de pinto.
É eu sei, bem óbvio, ele estava insinuando que eu ia rodar o time todo, mas na hora eu estava mais tipo “Pedro? O que ele tem com isso” e demorou uns momentos para encaixar as idéias. Quando encaixou eu lembrei que o Pedro tinha nos visto entrar, provavelmente já sabendo o que ia acontecer. De repente começou a vir na minha cabeça imagens dele esperando do lado de fora para me ver sair, depois de todos os seguranças esperando do lado de fora…
Enquanto isso o Sérgio ia fodendo minha boca e eu já sentia que às vezes encostava na base do pau, e ele já enfiava a cabeça inteira e mais um pouco dentro da garganta, e eu já não engasgava tanto….
Eu não tinha parado de me masturbar, na verdade tinha acelerado muito o ritmo e já estava sentindo o orgasmo chegar. Era a primeira vez que eu ia gozar com um pau na garganta, com meu ex “oral” era para dar uma aquecida. Mas momentos antes de eu conseguir gozar o Sérgio tirou o pau da minha boca e nem deu duas bombadas antes de começar a ejacular na minha cara.
Já no segundo jato eu comecei a gozar também e, percebendo, ele voltou com o pau na minha boca, a tempo de ainda pegar o último jato e me mandou chupar até deixar ele limpinho. Obedeci direitinho, depois fiquei uns momentos sentada tomando fôlego e sentindo o gozo dele escorrendo pelo rosto e já pingando no meu decote enquanto ele me olhava com cara de felicidade.
Ele começou a levantar a calça e se arrumar. Eu também puxei minha toalha para limpar o rosto. Ficou um silêncio meio estranho, meio que parecia que ainda faltava algo, só que o tempo já estava curto, considerando que estávamos num depósito de uma academia em plena tarde de quinta-feira.
O Sérgio abriu a porta e falou para eu esperar, se estivesse livre eu podia sair. Estava livre, na verdade a academia parecia até fechada, não tinha nem barulho vindo das salas (e eu fiquei estranhamente decepcionada do Pedro não estar lá esperando). Eu pensei em ir para o vestiário, mas já tinha desistido dos exercícios do dia e resolvi voltar para casa pra cuidar de uns assuntos (tipo… meu vibrador tinha trabalho pra fazer…).
Eu dei tchau (de repente meio encabulada) mas aproveitando que não tinha ninguém a vista o Sérgio chegou por trás apertando minha bunda e cochichou no meu ouvido falando que da próxima vez não ia deixar eu me limpar, ele ia me escoltar até em casa pra me ver circulando pela rua com a cara gozada. Meu cérebro mandou ficar revoltada, como uma menina normal, mas a bocetinha não concordou e acendeu o forninho entre as pernas… Eu nem respondi, só dei um risinho e sai.
O resto do dia foi inútil. Não tinha muita coisa pra fazer mas não conseguia me concentrar e acabei levando a tarde toda só pra fazer o mínimo. Acabei indo dormir cedo exausta pois a sexta-feira ia ser corrida. Não haveria aula na semana seguinte, semana da pátria. Mas antes de ir para a casa dos meus pais ainda eu iria viajar com um grupo da faculdade para um evento de 4 dias na Capital
Voltei no outro domingo à tarde, mas acho que esta parte já extensa demais, então melhor deixar a continuação para depois….
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Bom, o conto é esse. Daqui pra frente é de informativo: A personagem principal é esta aqui escreve e conto em si pode ser verdadeiro, fantasia, ou uma mistura saudável entre os dois rsrsrs.
Cortei muita coisa porque tinha detalhes demais e pode ter ficado um pouco desconexo (e espero que não tenha sobrado detalhes demais demais).
Cortei o final porque ainda era muito grande e ainda precisaria de uma boa revisão para chegar no publicável. Provavelmente devo publicar nos próximos dias.
Fico muito agradecida por comentários.