Meus 3 Enteados Capítulo 14- Eduardo

Da série Madrastra
Um conto erótico de Fernanda Escritora
Categoria: Heterossexual
Contém 604 palavras
Data: 18/04/2026 19:41:55

Às vezes, quando eu ficava sozinha no quarto depois de uma noite especialmente pesada, eu pensava em como tudo tinha se transformado. Nem sempre era os três juntos. Nem sempre era uma foda coletiva, selvagem e barulhenta. Muitas vezes era só um deles. Um a um. Cada um com seu jeito próprio de me usar, de me quebrar, de me fazer sentir exatamente o que eu era: a vadia particular da casa.

Vou contar como era com cada um… começando pelo caçula.

Eduardo.

Ele era o mais novo, o mais tímido no começo. Mas, depois que entrou de vez na nossa rotina, Eduardo se revelou o mais sádico dos três. Não era o mais forte fisicamente, nem o que tinha o pau mais grosso. Mas era o que sabia exatamente onde doía mais, onde humilhava mais, onde me fazia gozar de vergonha e tesão ao mesmo tempo.

Com ele, quase nunca era rápido. Eduardo gostava de preparar o terreno.

Ele me chamava para o quarto dele quando os outros não estavam em casa ou quando queria ter exclusividade. Mandava eu vestir lingerie — sempre. Tinha até um gaveteiro só para as peças que ele comprava: conjuntos vermelhos transparentes, pretos com abertura na virilha, cintas-ligas, meias 7/8. Eu tinha que me arrumar como uma puta de luxo antes mesmo de entrar no quarto dele.

Uma vez, ele me fez vestir uma lingerie branca rendada, quase de noiva, e me mandou ficar de quatro na cama dele. Depois me virou de frente, abriu minhas pernas e ficou olhando enquanto eu me tocava devagar, obedecendo à ordem dele.

— Se masturba olhando pra mim — dizia ele, voz baixa. — Quero ver a vadia da casa se tocando pra mim.

Quando eu estava molhada e gemendo, ele se aproximava. Primeiro cuspia na minha cara. Sempre. Um cuspe grosso, lento, que escorria pelos meus olhos ou pela boca. Depois dava um soco firme na costela — não forte o suficiente para machucar de verdade, mas o bastante para tirar meu ar por um segundo e fazer uma onda de dor prazerosa percorrer meu corpo inteiro. Eu apertava a boceta e gemia mais alto.

Ele adorava isso.

— Olha como você aperta só com um soco… — murmurava, sorrindo daquele jeito quase inocente que contrastava com a crueldade. — Você é doente mesmo, né, madrasta?

Depois ele me fodia. Às vezes na boceta, às vezes no cu, sempre com força controlada. Mas o momento que ele mais gostava era o final.

Eduardo quase nunca gozava dentro de mim.

Ele tirava o pau, se masturbava rápido em cima de mim e gozava no chão. Jatos grossos e brancos no piso do quarto. Depois me olhava com aqueles olhos que tinham perdido toda a timidez.

— Limpa. Com a língua.

Eu descia da cama, ainda de lingerie, ainda tremendo do orgasmo, e lambia a porra dele do chão. Ele ficava sentado na beira da cama, me observando, às vezes puxando meu cabelo para guiar minha boca exatamente onde queria.

— Isso… lambe tudo. Não deixa nenhuma gota. Você é a empregada da porra agora.

Quando eu terminava, ele me puxava pelo cabelo, cuspia de novo na minha cara e dizia baixinho:

— Boa vadia. Amanhã você vai vestir a preta pra mim.

E assim era com Eduardo.

Nem sempre os três.

Às vezes era só ele, o caçula sádico, me fazendo sentir a puta mais suja e mais desejada do mundo.

Carlos e Rodrigo tinham seus próprios jeitos… mas isso eu conto outro dia.

Por enquanto, só sei que, quando Eduardo me chamava sozinho, eu já descia molhada antes mesmo de vestir a lingerie.

Eu era completamente deles.

Um a um.

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