Primo cowboy tem quase 27cm de pica, mas ainda tá aprendendo a cavalgar

Um conto erótico de André Martins
Categoria: Gay
Contém 4515 palavras
Data: 18/04/2026 12:12:30
Última revisão: 18/04/2026 16:23:06

Depois de tomar leitada dos meus primos Yuri e Téo, saí do estábulo quase mancando, andando meio torto e contraindo o que restou do cuzinho, pra gala não escorrer. Meu corpo fedia a mijo, eu tinha leite de moleque marrento retido na garganta e as pregas ardiam em fogo, embebidas no esperma da dupla. Só eu sei como fiquei amassado, moído e cansado da trepada gostosa com esses dois pirocudos.

Pra você ter ideia do estrago, eu não apareci pra terceira e nem pra quarta rodada do esconde-esconde na fazenda, só me enfiei no meio do mato e fui em direção ao riacho, no intuito de me lavar e, quem sabe, voltar depois. Passei pelo pomar da tia Zilda, atravessei a trilha improvisada e ouvi o barulho da água caindo na cachoeira, o foda é que eu não tava sozinho. Havia mais alguém, uma sombra que só reconheci quando me aproximei da beira do rio.

- Ocê não devia se aventurar nessas mata, não, Pablim. – Sebastião me tirou de baixo a cima e terminou de enrolar seu tabaco orgânico na folha seca, rústico que só ele.

- Ah, é você? Então quer dizer que é aqui que o peãozão gosta de relaxar depois do serviço na fazenda, é? Maneiro.

- É o paraíso, piá. Eu fico à vontade aqui, visse? – ele desceu as alças do macacão encardido, exibiu o abdome peludo todo suado e sentou no chão, bem relaxado.

- É... Tô vendo... – me perdi naquele corpo graúdo.

Pra ser sincero, não sei nem por onde começo a descrever o primo mais velho, de tão insuperavelmente gostoso que ele é. Yuri e Téo são bonitos, deliciosos e cada um tem sua beleza, seu jeito específico? Sim, claro, mas não existe comparação com o Bastião, que é fazendeiro raiz e cowboy de berço, alguém nascido e criado no trabalho rural pesado.

- Quê que ocê veio fazer nessas banda cá? Acabou a brincadeira docês, foi? – ele coçou o barbão estilo lenhador, ergueu os braços pra se despreguiçar e eu pirei na floresta de pelos dos sovacões.

- N-Não, ainda tá rolando. – até gaguejei com o cheiro forte das axilas. – Eu vim tomar banho no rio, não sabia que você tava aqui. Tô atrapalhando?

- Atrapaia nada, ocê é famía. – Sebastião pôs a mão grossa na minha cintura e me puxou pra perto de si, grudando nossos braços.

Tive medo de ele sentir o cheiro de mijo e de leite em mim, mas acabei cedendo, deixei nossas peles tocarem e foi muito difícil não piscar o cu nessa hora, porque o suor do primão tem um cheiro suculento de madeira boa que me tira do sério. Quanto mais me concentrei em manter as pregas contraídas, mais pisquei o cuzinho e derramei mingau no gramado, sorte que ele não percebeu.

- Que cara é essa, Pablim? Tá com cara de quem chupou limão e num gostou.

- É que... Esse seu cheiro... – fiquei meio sem graça.

- Ê, égua. Ocê perdoa eu. Tô fedendo do trabaio. Ainda num tomei ducha e tô agarrando ocê. Sem querer. – ele farejou debaixo dos próprios braços, fez cara feia e me olhou, se sentindo culpado.

- Pior que nem tá fedendo, cara.

- Como num tá?

- Eu gosto desse cheiro. – alisei seu braço musculoso, deixei o dedo escorregar na axila e Sebastião começou a rir, sentiu cosquinha.

Eu poderia falar de como esse macho bruto da terra é um trintão parrudo, peludaço, brutamontes e do peitoral cabeludo que nem bichão do mato, mas o que me pega forte no Bastião é que ele passa imagem de peão brabo e invocado, porém é doce por dentro. É essa mistura do rústico com o amável que faz ele ser meu primo favorito, sempre me sinto bem perto dele. Até mesmo quando o morenão tá ensopado de suor e exalando testosterona vencida.

- Impossível ocê gostar desse cheiro, piá. Tô que nem galinha de mercado, porra!

- Já te falei, é cheiro de trabalho. Eu gosto. – toquei seu peitoral, senti a firmeza nos músculos e a textura dos pelos suados esquentou meus dedos.

- Ocê vai desculpar, mas eu duvido. Como que pode o cabra gostar disso? – ele abriu as coxas, coçou o saco folgado e fez cara de dúvida.

- Que nem ontem, quando você tirou a botina lá no quarto e reclamou que tá com chulé. Não senti cheiro ruim, Bastião, juro pra você. – tentei não reparar na mala empilhada entre as pernas dele, mas as dobras no macacão não facilitaram.

Quanto mais Sebastião coçou a saca, mais ela sobressaiu, encheu a roupa e seduziu minha visão. Nunca vi um macho tão maludo quanto ele, foi até difícil me concentrar no papo descontraído à beira do riacho depois que o primão começou a se coçar. Pior de tudo era saber que ele tava se coçando porque é peludo e por estar ensopado de suor pós trabalho.

- Ocê num sentiu o futum podre nas botina, piá? Né possível. Tá ruim do nariz?

- Senti nada! Tô falando sério. – fiz de tudo pra ele me provar que tava com chulé.

- Arremaria, Pablim. Hoje tá pior, óia.

Não deu outra. Bastião removeu as botinas, meteu-lhe o nariz dentro delas e sua única expressão possível foi de nojo. Mas você me conhece e sabe como eu sou viciado num bom cheirão de macho, não sabe? O primo peão me desafiou, pôs o calçado na minha fuça e não botou fé quando eu inalei com todas as forças. Respirei o mais fundo que pude, CHUMBEI meu cérebro naquela testosterona passada e minhas narinas entupiram imediatamente, a cara chegou a ficar vermelha.

- Num tá fedorzão da peste?

- Não... Tô... Sentindo... Nada... – minha mente anestesiou, o corpo dopou e me senti muito drogado, viajando na marola dos pés do Sebastião.

- Égua, Pablim! Num existe, ocê é doido! – ele largou as botinas no gramado, voltou a fumar o tabaco e ficou rindo de mim, enquanto eu perdia o fôlego dentro delas.

A maioria dos chulés que se vê por aí tem aquele cheiro azedo e peculiar que beira o amargo e lembra queijo vencido, mas a chulezada desse cowboy é totalmente diferenciada. Ela repete o padrão amadeirado do suor dele, dá uma sensação gostosa de frescor no olfato e me deixou de cuzinho piscando ali na grama, fazendo mais leite do Yuri e do Téo vazar de mim.

- Por que ocê tá sentado de lado, primo? – ele notou.

- Ah... Digamos que eu corri à beça lá no esconde-esconde, caí de bunda e me sujei na lama. Aí vim pra cá dar um mergulho e limpar a sujeira. – menti.

- Lama? Mas eu num tô vendo lama nocê.

- É que não sujou taaanto assim.

- Tendi. Falando nisso... – o grandão ficou de pé, terminou de tirar o macacão e, como sempre, não viu o menor problema em ficar pelado na minha frente.

Nu, nuzinho, cru diante dos meus olhos. Ele abaixou pra remover a calça dos pés, eu vi seus glúteos peludos enrijecerem e quase babei com a visão das costas largas e cabeludas do peão mais gostoso que já vi. O foda é que o Sebastião ostenta testosterona e exala virilidade sem se dar conta disso, ele não tem ideia do poder que possui.

- Meu Deus, Bastião, vai começar o naturismo? – fechei os olhos e fingi que não queria ver nudez.

- Arre, Pablim. Ocê que vai começar de frescura, parece que nunca viu pomba. Heheheh! Te acostuma, piá. – o danado tirou minha mão da cara, sacudiu a cintura na minha frente e me obrigou a ver o caralhão chicotear entre as coxas, quase uma terceira perna.

O que eu vi pendurado no púbis dele não era um pau, e sim uma bengala, uma muleta, isso porque tava completamente flácida, molengona e sem qualquer sinal de meia bomba. Um caralhão uncut mais escuro que a pele morena do meu primo, do prepúcio soltinho e pingando o resto da última mijada que ele deu durante o trabalho.

- Na moral, Bastião... Não dá. Não consigo me acostumar a te ver pelado, é demais pra mim. Muita informação.

- Ocê larga de ser fresco que nós é primo, Pablim. Onde já se viu? – ele falou grosso.

- Porra, mas não dá! Você é todo grandão, todo forte, aí pra completar... – olhei pra penca do piruzão balançando perto de mim e perdi a voz.

- Pra completar...?

- Pra completar, teu pau é enorme! Não canso de dizer.

- Nada, ocê quer é elogiar eu. Ontem ocê fez a mesma coisa. Hehehe!

- Não é elogio, é a verdade! Teu cacete tá mole e ultrapassa um palmo, olha aqui. – medi com a mão de perto, sem tocar, e deu quase um palmo e meio de giromba.

Daqueles paus que a pele cobre a cabeça quando tá molinho, mas ainda assim você vê o contorno saltado e a silhueta da glande cabeçuda na ponta do bichão. Mesmo mole, a grossura disputou com meu antebraço e o comprimento botou nossos primos Yuri e Téo no chinelo, sem sombra de dúvidas. Repito: tudo isso mole, tem noção da monstruosidade? Agora imagina essa lapa de madeira em horário de pico, já pensou? Mata um.

- É grande mesmo. – ele riu e admitiu. – Grande e pesado, visse?

- Pesadão? Deve fazer estrago. – abri a palma da mão, ele entendeu o recado e fez exatamente o que eu quis que fizesse.

Sebastião deu com a madeira na minha mão, fez o barulho da carne estalar e mais uma vez meu cu piscou, com direito a leite dos meus primos pingando na grama. Tentei andar na linha, mas sentir o impacto do charutão na minha pele foi excitante demais, sobretudo naquele estado suadão pós trabalho, daí eu apertei de leve, segurei um tempo e primão deixou, não se incomodou com o contato.

- Tá molenga e o peso já é exagerado, vai se foder!

- Hehehe. É por isso que Teodoro mais Yuri chama ocê de fresco.

- Mas eu tô mentindo, Bastião? Fala com sinceridade, é mentira minha? Seu pau é levinho, por acaso?

- É não, é pesado mesmo. É que nem tora, óia. Hehehe! – o danado insistiu na mania de bater a chibata na minha mão, achou graça do que fez e eu também me diverti, afinal de contas tirei muitas casquinhas pegando na tromba dele.

Na noite anterior não fiquei tanto tempo no quarto do Sebastião e não deu pra manjar o picão por muito tempo, mas agora, só nós dois ali na beira do rio, tive todo o tempo do mundo pra admirar e me deleitar com cada detalhe atraente no corpo desse macho barbudão. Além das coxas super cabeludas, dos pés veiúdos e do peitoral peludão de peão casca grossa, o visual pesado das bolas foi outra coisa que me deixou babando.

- Desculpa perguntar, primo. Curiosidade minha. Quando foi a última vez que você transou?

- Pra que ocê quer saber?

- Não vou mentir, tô impressionado que seu saco é enorme! Deve tá cheio de leitinho, aposto. Tá não?

- Pior que tá, Pablim. Tem tempo que num jogo gala fora.

- Sabia! Por isso que eu perguntei. Quando foi sua última foda?

- Última? Xô vê... – Bastião fez conta nos dedos e pensou. – Nunca, ocê acredita?

- Nunca o quê? – não entendi.

- Nunca trepei, piá. – ele até abaixou o olhar na hora de admitir, meio acanhado.

A frase me atravessou de fora pra dentro, eu travei e fiquei sem reação. Como é possível um trintão gostoso feito ele nunca ter experimentado o gostinho da carne, o barulho do pelo no pelo, o ritmo de um mete-soca gostoso? Que crime, que pecado! Um corpo carregado de testosterona, um brutamontes esculpido em virilidade rural e nunca provou o lado bom de ser macho carnívoro. Meu cu caiu da bunda com a confissão.

- CARALHO! VOCÊ É VIRGEM, SEBASTIÃO?! – berrei sem querer.

- Égua, Pablim... Perdoa eu, eu sou cabaço mesmo. – seu sotaque saiu carregado de vergonha, coitado.

- Não, que isso! Não é motivo pra pedir desculpa, é só que... É raro hoje em dia o cara chegar nos 30 sendo virgem. Mas parando pra pensar... Tem a ver com a Rosinha, não tem? Puta merda...

Ele coçou a cabeça, fechou a cara e fez que sim.

- Ao mesmo tempo que acho bonito você se guardar pra ela, também é triste. A Rosinha não te merece, homem. Você tem que arranjar alguém que goste de você de verdade, ela só quer te usar.

- Mas eu quero que Rosinha use eu, uai. Quero que ela use meu corpo todim e ensine tudo que eu tenho que aprender, visse?

- Te entendo, primo. Mas e se ela não quiser? Tipo, se ela nunca se apaixonar por você, cê vai ficar esperando pelo resto da vida? Vai ficar até os quarenta, até os cinquenta de saco cheio e envelhecendo sozinho, enquanto ela tá lá casada com o traste do Herculano? Esses são seus planos?

O peão parou, ergueu a sobrancelha e pensou bastante no que eu perguntei. Dei uma volta ao redor dele, o observei, apertei seus ombros malhados e senti a pele quente me cumprimentar, até que minhas mãos escorregaram pra parte da frente, alcançaram o peitoral chapado e meu dedo deslizou no mamilo escuro do primão. Bastou. Foi a primeira vez que senti o cajado dele engrossar na minha mão, quase como num reflexo ao estímulo no bico do peito.

- Você precisa de alguém que te valorize e que dê exatamente o que você quer. Alguém que te dê o que você precisa, Bastião. Um bom chá, que é pra você aprender o que é sexo.

- Pior que eu fico numa secura do diacho, doido de vontade. Tem dias que eu queria um cadim de buceta, só um cadim, mas Rosinha nada. Num tá nem aí pra eu.

- Aí, tá vendo? Você merece mais, muito mais. Tem que ter alguém que dê cuzinho pra você, isso sim.

- Cuzinho?

- Que surpresa é essa? Nunca ouviu falar de sexo anal? Não banca o inocente.

- Os cabra aqui da fazenda que são chegado nesses assunto. Eu num sou assuntado não, sô.

- Mas você sabe o que é comer cu. Cê é virgem, mas não é ignorante.

- Claro que eu sei o que é toba. Nunca comi, mas eu sei. – a mamba negra deu outro salto prepotente entre meus dedos, ameaçou o bote e eu percebi que falar de sexo deixou Sebastião instigado, a ponto de ele não conseguir controlar os estanques da própria caceta.

Segurei nela com vontade, deslizei como quem não queria nada e ele não impediu, apenas ficou me olhando enquanto eu tentei envolver ambas as mãos no talo da cobra. Só que não adiantou, meus dedos não se encontraram ao redor da peça, de tão larga e espessa que ela é. Minha mão esquerda seguiu rodopiando no mamilo do grandão, a direita arregaçou a cabeça do caralho e meu nariz pegou fogo com o cheiro forte que subiu da glande cheia de rastros brancos.

- Foi mal, piá. Ainda vou duchar, hehehe. Cheio de queijim.

- Foi mal de quê?

- Tô sujo, Pablim.

- E daí? O que importa é que... – espremi a trolha da base à ponta, ela ganhou curvatura e liberou um gotão de baba grossa. – Você precisa de atenção, Bastião. Senão daqui a pouco o leite empedra e vira queijo no saco, sabia? Faz mal não esvaziar o tanque. Alguém tem que trocar teu óleo, cara.

- Mas a Rosinha não quer ficar mais eu, uai. E eu num tenho paciência pras moça daqui, não. Prefiro ficar na bronha, é o meió que eu faço. – ele se lamentou.

- Não, claro que não. Um homão de 30 e tantos anos batendo punheta? Negativo, não aceito. Deixa eu te ajudar, Sebastião.

- Ajudar como, piá? Só se ocê apresentar uma amiga pra eu. Tem?

- Não, eu quero te ajudar de outra forma. Você confia em mim?

- Mas claro que confio. Pra quê?

- Então fecha os olhos e deixa o resto comigo. – pedi.

- Pablim, Pablim... – meu primo me olhou atravessado e desconfiou, mas pôs as mãos pra trás do corpo, fechou os olhos e respirou fundo.

Ajoelhei na grama e senti uma puta adrenalina de estarmos no meio do mato, porém foi oportunidade única e não pensei duas vezes antes de cair de boca na pica do Sebastião. Primeiro ele abriu os olhos e se assustou, meio que tentando entender como eu tive coragem de mamar naquele estado suado e sujo; depois o safado riu, soltou a cintura e viu eu tragar cada centímetro dos seus quase 27cm de giromba.

- Ôce é frango mesmo, num é? Agora eu entendi que que Yuri mais Teodoro implicam com ocê o tempo todo, teheheh! Franguim!

De boca cheia, nem parei pra responder. O gosto amadeirado da testosterona batida consumiu meu paladar, a piroca dobrou de tamanho e eu tive que botar a língua TODA pra fora pra conseguir engolir, caso contrário não haveria espaço suficiente pra caber tanto piru. O mais tentador no meio disso tudo não foi meus beiços arreganhados, o sacão batendo no meu queixo ou a cabeçona amarrotando minha garganta, mas sim a cara que ele fez ao ganhar a primeira chupada da vida.

- SSSSS! CARAI, PABLIM! PERA LÁ, PIÁ!

- Que foi?

- Meió ocê parar, num vô segurar. Hmmm!

- Por que, homem, já quer gozar?

- Sei não. Tá dando uns negócio estranho neu...

- Mas é estranho bom ou estranho ruim?

- É bão, uns formigamento. Hehehe.

- Então ótimo, relaxa e se solta. Confia em mim, eu sei o que tô fazendo.

- E sabe mesmo. FFFF! Assim ocê vai deixar eu limpim, limpim... – ele mordeu a boca, arqueou as sobrancelhas e não escondeu o tesão à flor da pele com a mamada no talo. – Isso que é chupeta, piá!? SSSS! Só ocê pra salvar eu, hehehe!

- UHUMM! UHHRR! – tentei responder de boca cheia.

Seu saco pareceu uma sacola pesada carregando ovos de avestruz, tipo sacão pelancudo de touro. E uma vez em ereção, a tromba se transformou num tacape megalomaníaco na extensão e mais assustador ainda na espessura, simplesmente a maior cabeça de pica que já vi na vida. A glande preta ficou tão imensa quanto um punho fechado, pulsante tal qual um coração batendo e mais escura do que antes, quase beirando o roxo.

- AAARFF! Pior que tá quentim, piá!

- Tá gostando?

- Bão toda vida, pó continuar! SSSS!

- Mmmm! – e eu engasgando pra valer, suando à beça pra engolir tudão.

Deu gosto de mamar naquele tronco até botar ele em pé com o poder da minha sucção. Mexe com a luxúria de todo e qualquer boqueteiro, você se sente o mestre engolidor de espadas quando o queixo escora no saco e o nariz mergulha na pentelhada suada do macho. Meus joelhos afundaram no gramado à beira do rio, mas nada disso me parou ou me freou de gargarejar na cabeça da rola do primo mais velho.

- Por isso que os cabra fala que chupeta é bão, Pablim? OOORFF!

- Isso mesmo, hahaha! Não quero ficar falando dela, mas, com sinceridade? Que pena da Rosinha.

- Pena por que, uai?

- Porque isso aqui é rola cabeçuda de fazer buceta chorar, qualquer uma sai larga de uma estaca dessa. Ela não sabe o que tá perdendo. Duvido que o insuportável do Herculano tem uma piroca obesa assim dentro das calças. Hahahaha.

- Lá vem ocê com essa de querer elogiar eu, hehehe! Freeesco, fresco. Fresquim, ocê. – o sacana me zoou.

- Se eu tenho que ser fresco pra engolir sua pica, então que seja. Pago o preço e pago o boquete também, não tô nem aí. – voltei a mamar, bati punheta pra ele com a boca encaixada no piruzão e tive minha vaidade aguçada ao ver um trintão delicioso que nem o Sebastião se deliciar pela primeira vez com um bola gato.

Não é todo dia que a gente encontra um peão gostoso e virgem com fome de sexo, concorda? Nem eu, que sou primo dele. Agora você entende como me senti quando olhei pra cima, com a boca entalada na jeba do Bastião, e vi suas feições de quem tava adorando ser sugado. A caceta endureceu além do limite e se mostrou tão pesada que não conseguiu ficar de pé, sendo naturalmente curvada pra baixo pra fazer jus ao cabeção.

- SSSS! Ocê mama tudim, eu fico doido nocê!

- Comigo é até o talo, eu gosto de engasgar na pica. Será que Rosinha engoliria assim? Acho que não, hein... Não é querendo me gabar. Hahaha. – foi minha vez de zoar.

- Engole nada, Herculano falou que ela é fraca de sexo. Nem de meter gosta.

- Meu Deus, Sebastião! O cara é casado com ela e fica contando da intimidade deles pra você? Puta que pariu... E você bem gosta de ouvir, né? Seu safado.

- É papo fiado de mesa de bar, uai. Nós enche os corno e bota as mágoa pra fora, piá, faz parte. Quem nunca?

- Saquei. É... Faz parte. – por falar em fazer parte, eu fiz o essencial.

Quando você cai de boca na vara, o que mais faz parte do sexo oral? Alisar as pernas peludas do macho pra fazer o cheiro do suor amadeirado aflorar, dar aquela massagem caprichada nos culhões enquanto engasga no caralho, chupar os bagos, cheirar sovacão, abraçar a cintura... Até a botina eu peguei pra farejar durante os engasgos, aí sim chorei de verdade.

- Ocê gosta mesmo de cheirão, num é? SSSS!

- Demais! Não viu que deixei tua rola limpinha? – mostrei a cabeçona brilhando e me senti orgulhoso.

- Tô vendo. Hehehe! Aspiradorzim. FFFF! Para, para, meió parar!

- Por que, o que foi?! – fiquei preocupado.

- Não, é que tá dando os formigamento de novo...

- Assim que é bom, sinal que você vai gozar. – voltei a mamar sem pena.

- AAARSS! Num sei se é gozar, piá, parece mais... – de repente o mastro entrou em riste, mirou na minha garganta e disparou jatos certeiros de mijada, eu quase morri afogado no susto.

- Eita, porra! Vai em frente, eu quero!

- Arremaria, Pablim, ocê quer mijão? Ah, não! Que porcaria, égua! – ele se indignou.

- Depois de cheirar sua botina, limpar teu pau com a boca e lamber teu suor, você acha mesmo que eu vou recusar mijo? Nunca! Confia, abre logo a torneira.

- Ô, miserê... Certeza, piá?

- Absoluta. Esvazia a bexiga na minh-

- Sssss... Tão toma, ocê que pediu. – ele começou a mijar e encheu minha boca.

Só que, você sabe, um homem alto tem bexiga grande e pode ficar um minuto diretão mijando, ainda mais se tiver bebido cerveja nas últimas horas. Foi precisamente o que aconteceu, passei pouco mais de um minuto dando goladas na mijada farta do primão e enchi o bucho com a aliviada dele. Sebastião, por sua vez, não imaginou que sentiria tanto tesão diante da minha submissão e terminou o mijo tendo que dar pulsadas com a pica, de tão encaralhado que ficou.

- Num falei que deu uns formigamento? Tehehe.

- Cê queria era mijar, isso sim. Delícia de mijo, tudo em você é gostoso. Vou limpar sua pica de novo, vem cá. – retornei ao sexo oral, enfiei tudo na boca e me empenhei em dar o melhor boquete da vida do meu primo.

O clímax foi quando me prendi no quadril parrudo dele, peguei suas mãos e pus atrás da minha cabeça, daí ele descobriu o que é malícia de verdade e mudou a dinâmica do sexo oral: antes era eu que tava mamando o Bastião, agora foi ele quem me botou pra mamar. A prova disso é que seus dedos calejados atravessaram meu cabelo, prenderam minha cabeça e o morenão debruçou na ponta dos pés pra fuder minha boca.

- GRRRR! Assim que ocê gosta que faz, é, putim?!

- Aham! Pode abusar, você merece! É sua primeira chupada, não é? Me usa, macho, usa minha boca. Mmm!

- Já que tamo aqui, vou mais é usar mesmo. Fresco, guloso! Quer pau, toma pau! Quer pomba? Toma pombada na cara, toma! – às vezes ele tirava a tromba da minha boca e dava com ela na minha fuça, só pra lambuzar de saliva e babão.

Mas o que ele mais gostou mesmo foi de esconder um palmo e meio de piroca garganta adentro e ver que eu aguentei. Sebastião não apenas provou o gostinho do sexo pela primeira vez, ele mergulhou de cabeça nas taras acumuladas ao longo de 30 anos sem fuder e resolveu extravasar em grande estilo, segurando minhas orelhas e chumbando minha goela sem piedade.

- OOORGH, SSSS! Assim vou acabar viciando nocê, Pablim!

- É pra viciar. Quero cuspe, tem? – não me segurei.

- Ah, o viadim quer cuspida? Abre o bocão, sua puta! Sua égua! FFFF! – ele mandou, eu obedeci e ganhei as cusparadas que tanto pedi, uma seguida da outra.

O brutamontes cuspiu na minha cara, sacou a pica no meu rosto e terminou de melecar a porra toda, combinando seu cheiro amadeirado com o aroma do mijão do Yuri e a fragrância da porra do Téo. Foi como se meu corpo virasse uma tela que cada um deles ajudou a pintar no sábado, e agora chegou a vez do Bastião me sujar de branco também.

- Xô fuder tua boca um cadim, deixa? Tô precisado, piá. Doido pra dar uns trato, pode? – até o jeito de pedir mexeu comigo.

Quem é que ouve um pedido desse sendo feito com sotaque quase puxado pro mineiro e diz não? Não tem como, eu me rendi 100%.

- Faz o que você quiser comigo, eu deixo. Gosto de ser teu brinquedo, pode me explorar à vontade. – mal terminei de falar e a jeba dele deu um pulo, feliz com a minha resposta.

- Então ocê vai ser meu fresco, Pablim. Fica de joelho e abre bem o bocão, vou desgarrar essa goela.

- Isso, é assim que eu gosto de servir. Vem na fome, macho, fica com pena não. – ajoelhei de novo, arreganhei a boca e ele fez do meu jeito preferido, botou pra fuder.

O filho da puta esqueceu que é caralhudo, abraçou meu crânio e se enfiou inteiro na minha faringe, suas bolas chegaram e entrar na minha boca junto com a pica. Achei que não ia conseguir dar conta e meio que escapei pro lado, mas Sebastião guiou meu rosto, me impediu de fugir e insistiu em cavar a anaconda no fundo da minha garganta, aí sim chorei de tesão gargarejando no talo do caralho.

- FOGE NÃO, ÉGUA! MINHA EGUINHA! SSSS! Ocê quis ensinar o que é chupeta, agora eu quero ver!

- GHHHR! GGGHRR! – o som dos meus engasgos competiu com o da água na cachoeira.

- QUER LEITIM!? OOORSS!

- Pera, ainda não! – parei de mamar.

- Uai, vai parar agora? Tava pertim de leitar, tehehe!

- É que eu tive uma ideia melhor. Já que cê é virgem e quer tanto fuder, tenho um presentinho pra você. Deita aqui. – bati a mão na grama ao meu lado.

- Tem certeza, Pablim? Óia lá, seu fresco.

- Eu sei que você confia em mim. Deita, vem.

- Tá bão. – ele deitou peladão de barriga pra cima, apontou a piroca pro alto e eu me preparei pra sentar e rebolar gostoso nela.

Continuação no On Now.

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