Meu nome é Pedro. Tenho 24 anos, sou bem-dotado (todo mundo que já me viu pelado sabe disso) e estava namorando a Larissa há seis meses. Ela é uma morena gostosa pra caralho: cabelo castanho liso até a cintura, olhos grandes e safados, corpo curvilíneo e uma bundinha que não para quieta. A mãe dela, Vanessa, era viúva e morava sozinha com a filha numa casa grande e confortável nos fundos de um condomínio tranquilo. Quando Larissa me convidou pra passar uma semana inteira lá enquanto os pais dela viajavam (na verdade era só a mãe dela que morava com ela, mas enfim), eu aceitei na hora.
— Vai ser ótimo, amor — ela disse no carro, sorrindo. — Eu e a mamãe vivemos bem à vontade em casa. Você vai ver.
Eu não fazia ideia do que “à vontade” significava pra elas.
Cheguei numa sexta-feira à noite. Assim que a porta abriu, meu pau já deu um sinal de vida dentro da calça.
Larissa estava exatamente como na foto que eu guardei na memória: cabelo castanho com aquele lacinho rosa de cabeça, o mesmo top cinza bem justo e transparente que mal cobria os seios grandes e firmes. Os mamilos rosados apareciam nitidamente através do tecido fino, marcando o contorno perfeito. A parte de baixo era um shortinho de renda verde-escura que mal cobria a metade da bunda redonda e empinada. Ela estava descalça, unhas pintadas de rosa, e me recebeu com um beijo molhado na boca.
— Oi, amor… bem-vindo à nossa casinha — sussurrou ela, roçando os peitos contra meu peito.
Do fundo da sala veio a voz rouca e quente da sogra.
— Finalmente o famoso Pedro chegou!
Vanessa apareceu caminhando devagar. Era a versão mais madura e ainda mais safada da filha. Cabelo ruivo laranja caindo nos ombros, corpo farto, peitos enormes e uma bunda que parecia ter vida própria. Vestia um top verde justo que deixava a barriga lisinha à mostra e uma calcinha rosa bem pequena que sumia entre as nádegas grossas. Os mamilos dela também marcavam o tecido, duros e evidentes.
— Pode ficar à vontade, genrinho — disse ela, me dando um abraço demorado, apertando os peitos contra mim. — Aqui em casa a gente não usa roupa direito. Calor demais, né?
Larissa riu baixinho e me puxou pela mão.
— Vem, amor. Seu quarto é o de hóspedes, mas se quiser dormir com a gente…
A primeira noite foi só provocação.
Jantamos os três na cozinha. Eu mal conseguia comer. Larissa sentava de lado no banco, abrindo e fechando as pernas, o shortinho de renda subindo e mostrando a bordinha da buceta lisinha. Vanessa andava pela cozinha rebolando, a calcinha rosa entrando mais fundo na bunda a cada passo.
— Pedro, você é bem grandão, hein? — comentou Vanessa de repente, olhando descaradamente para o volume na minha bermuda. — Larissa me contou que você tem um pauzão. É verdade?
Larissa quase engasgou com o suco, mas riu.
— Mãe! Para de ser safada logo no primeiro dia!
— Que isso, filha? Ele vai passar a semana inteira aqui. Melhor já deixar claro que a gente é bem direta — respondeu Vanessa, lambendo o lábio inferior. — Eu e a Larissa vivemos sozinhas faz tempo… e a gente gosta de se divertir.
Eu só consegui gaguejar um “é… verdade” enquanto meu pau latejava dentro da bermuda.
No sábado pela manhã eu acordei com barulho de risadas na sala. Fui até lá e quase gozei só de ver.
Larissa estava deitada de bruços no sofá, o mesmo top cinza subido até quase os ombros, a bunda toda empinada pra cima, o shortinho de renda verde enfiado entre as nádegas. Vanessa estava ajoelhada no chão ao lado dela, passando protetor solar nas costas da filha… mas as mãos dela desciam cada vez mais, apertando a bunda da Larissa.
— Bom dia, genrinho — disse Vanessa sem parar. — Vem cá ajudar. A Larissa queimou um pouco ontem.
Eu me aproximei. Larissa virou o rosto, olhos pidões.
— Amor… passa nas minhas coxas também? Tá quente pra caralho hoje.
Enquanto eu passava o creme nas coxas grossas da minha namorada, Vanessa se levantou, ficou atrás de mim e sussurrou no meu ouvido:
— Você tem mãos grandes… aposto que segura bem um pau grosso. Ou uma buceta molhada.
Larissa gemeu baixinho quando meus dedos roçaram perto da virilha dela.
— Mãe… para de provocar ele. Ou então provoca direito.
Vanessa riu e se afastou rebolando.
— Eu vou tomar banho. Se quiserem me acompanhar…
O domingo foi o dia que quebrou tudo.
Eu estava na piscina dos fundos. Larissa veio primeiro, só com o top cinza molhado colado nos peitos, mamilos duros como pedrinhas. Sentou no meu colo dentro da água.
— Amor… tô com saudade do seu pauzão — sussurrou, rebolando devagar na minha ereção. — A mamãe tá louca pra ver também.
Vanessa apareceu logo depois, só de calcinha rosa, peitos livres balançando. Entrou na piscina e veio direto.
— Chega de enrolação — disse ela, voz rouca. — Eu sei que você tá de pau duro desde que chegou. Larissa me contou que você é bem dotado. Quero ver.
Larissa sorriu safada e puxou minha bermuda pra baixo dentro da água. Meu pau saltou, grosso, veioso, cabeça rosada brilhando.
— Caralho, filha… olha o tamanho dessa rola — gemeu Vanessa, olhos arregalados. — É maior que o do seu pai.
Larissa segurou meu pau com as duas mãos.
— Eu te disse, mãe. É um monstro. E ele goza muito.
Vanessa se aproximou, apertou meus ombros e falou olhando nos meus olhos:
— Então escuta aqui, genrinho. Essa semana você vai comer as duas. A filha e a mãe. Quando quiser, onde quiser. Entendeu?
— Sim, senhora… — respondi, a voz falhando de tesão.
Larissa se virou de costas pra mim, empinou a bunda dentro da água e falou:
— Começa por mim, amor. Enfia essa rola grossa na bucetinha da sua namorada enquanto a mamãe assiste.
Eu segurei a cintura dela e meti devagar. O calor apertado da buceta dela me engoliu centímetro por centímetro. Larissa gemeu alto:
— Aaaahhh porra… que delícia… mete fundo, amor… abre minha buceta toda…
Vanessa se sentou na borda da piscina, abriu as pernas e enfiou dois dedos na própria buceta, olhando pra gente.
— Isso, genrinho… fode minha filha gostoso. Olha como ela rebola nessa rola grande. Depois é minha vez. Quero sentir esse pauzão esticando minha buceta madura.
Eu metia cada vez mais forte. A água batia, fazendo barulho obsceno. Larissa gritava:
— Me fode, Pedro! Me fode como uma vadia! A mamãe tá olhando… mostra pra ela como você me arromba!
Vanessa se masturbava mais rápido.
— Que rola linda… grossa… cabeçuda… quero ela na minha garganta depois. Quero engasgar com esse monstro enquanto você fode minha filha.
Eu gozei primeiro dentro da Larissa, enchendo ela de porra quente. Ela tremeu inteira, gozando junto, apertando meu pau com a buceta.
Vanessa não esperou nem um segundo. Puxou minha rola pra fora da filha ainda gozando e enfiou na boca.
— Hmmmm… gosto de buceta da minha filha misturado com sua porra… que delícia.
Ela mamava com fome, babando, engolindo até o talo. Larissa ficou atrás dela, apertando os peitos da mãe.
— Mama gostoso, mamãe. Engole esse pauzão. Depois ele vai te foder também.
A semana inteira foi assim.
De manhã eu acordava com as duas chupando meu pau juntas. À tarde fodia Larissa no sofá enquanto Vanessa sentava na minha cara. À noite as duas se revezavam cavalgando, gemendo alto, falando as maiores safadezas:
— Me enche de porra, genrinho… quero vazar sua porra a semana inteira.
— Olha sua namorada olhando enquanto eu levo no cu, amor… tá gostando de ver a sogra virando puta pra você?
No último dia, as duas se deitaram lado a lado na cama, bundas empinadas, bucetas molhadas e abertas.
Larissa olhou pra trás e falou:
— Vem, amor… fode a gente junto. Alterna entre a buceta da namorada e da sogra.
Vanessa lambeu os lábios:
— E quando for gozar… goza nas nossas bocas. Quero dividir sua porra com minha filha.
Eu fodi as duas por quase uma hora, alternando, sentindo as bucetas apertadas e molhadas. Quando não aguentei mais, puxei o pau e gozei forte. Jatos grossos acertaram o rosto delas. Larissa e Vanessa abriram a boca, línguas pra fora, dividindo minha porra, se beijando com meu leite escorrendo entre elas.
No final da semana, quando eu estava indo embora, Larissa me deu um beijo longo e sussurrou:
— Semana que vem você volta, né amor?
Vanessa, ainda só de calcinha rosa, apertou minha bunda e completou:
— E da próxima vez traz mais porra… porque aqui em casa a gente nunca fica satisfeita.
Eu sorri, pau já latejando de novo só de pensar.
Afinal… ainda faltavam muitas semanas até o fim do ano.
