Vou contar pra vocês como tudo aconteceu, do começo ao fim, com todos os detalhes da sedução que me deixou completamente louco.
Eu era casado na época. Na primeira vez que saímos e minha esposa e a irmã dela já fiquei alucinado com o decote dos peitos grandes delas, minha esposa estava de preto, sorrindo. Do lado dela, de branco, estava minha cunhada — morena, peitos enormes e firmes, cintura fina, bundinha empinada e um sorriso que parecia dizer “eu sei que você me quer”.
A sedução começou sutil, mas foi ficando cada vez mais descarada.
A primeira vez que senti o perigo foi no almoço de família. Eu filmava todo mundo com o celular novo. Procurei ela e a encontrei sozinha na sala de jantar.
— Dá um tchauzinho pra câmera! — pedi.
Quando apontei pra ela, que comia sobremesa com creme branco, ela olhou direto pra lente, lambeu a colher bem devagar, enfiou a língua toda e simulou uma chupada lenta e safada. Depois sorriu e falou baixinho, só pra mim:
— Hummm… que creme gostoso, grosso e branquinho… me lembra outra coisa que eu adoraria lamber… você não acha?
Meu pau deu um pulo na calça. Ela piscou e continuou comendo normalmente, como se nada tivesse acontecido.
Outro dia ela me levou em posto de gasolina para comprar cigarro, ai ela elevou o nível. Saia curta, blusinha de zíper. Quando voltei do caixa, ela estava recostada no carro com a saia subida até o alto da coxa e o zíper aberto até quase o umbigo, mostrando o vale profundo entre os peitos.
— Demorou, hein? — disse ela com voz manhosa. — Tava ficando entediada… resolvi me arrumar um pouco pra você. Tá gostando?
— Você tá louca… sua irmã tá em casa — respondi, mas não conseguia tirar os olhos.
Ela se aproximou, encostou os peitos no meu braço e sussurrou:
— Meu namorado não me olha mais assim… mas você olha bastante, né? Eu percebo quando você disfarça.
As despedidas viraram tortura lenta. Toda vez ela se aproximava devagar, me dava um abraço apertado e posicionava aqueles peitos enormes bem na altura do meu rosto, roçando de leve, demorando uns segundos a mais.
— Tchau, cunhadinho… — sussurrava no meu ouvido. — Sente como eles estão quentinhos hoje? São bem macios, né? Queria que você sentisse melhor…
Eu ficava duro na hora e só conseguia responder:
— Para com isso… alguém vai ver.
— Ninguém vê nada… ou talvez sua esposa veja e finja que não viu — respondia ela, sorrindo.
Em casa a provocação era constante. Ela usava pijaminhas curtíssimos, quase transparentes, e ficava andando pela sala “sem querer”. Um dia apareceu de lingerie preta pura, rendada, que mal cobria os bicos dos peitos.
— Gostou da minha roupa nova? — perguntou girando devagar na minha frente. — Comprei pensando em você… queria saber se te deixaria excitado.
Minha esposa viu tudo e ficou quieta. Mais tarde ela me falou:
— Minha irmã disse que eu preciso emagrecer e me cuidar mais… senão vou te perder. Falou que você com certeza já deve estar comendo outras mulheres…
Eu respondi só:
— Sua irmã é louca.
No dia seguinte, minha cunhada me chamou no canto e perguntou baixinho:
— Ela te contou o que eu falei? Tá com medo de me perder pra mim, cunhadinho? Ou tá com medo de não conseguir resistir?
O dia que ficamos sozinhos foi o ponto sem volta. Eu tinha bebido um pouco. Comecei a elogiar ela:
— Você é a mulher mais gostosa que eu já vi… esses peitos são perfeitos, essa bunda…
Ela sorriu, os bicos endurecendo visivelmente na roupa de ginástica.
— Então por que você nunca fez nada? — perguntou, passando o dedo devagar na buceta por cima da legging. — Eu fico molhada toda vez que você me olha… quer ver?
— Porra… você tá me matando — respondi, quase sem ar.
— Eu quero que você me coma… quero ser sua putinha escondida — confessou ela, mordendo o lábio.
Até que chegou o dia que a casa ficou vazia.
Ela apareceu de micro biquíni floral. Parou na minha frente, rebolando devagar.
— Chega de provocação… — disse com voz rouca. — Hoje eu quero tudo. Vai continuar disfarçando ou vai pegar o que é seu?
Eu puxei ela com força pela cintura:
— Tô cansado de disfarçar. Hoje eu vou te foder como você merece.
Ela gemeu baixinho:
— Finalmente… me come, cunhadinho. Come a irmã gostosa da sua esposa.
Sentei no sofá. Ela se colocou na minha frente e eu desamarrei o lacinho da tanguinha vermelha. Enfiei o rosto nos peitos enormes, chupando os bicos duros enquanto ela gemia:
— Isso… chupa bem forte… morde… eu sempre quis sua boca aqui.
Virei ela de costas, apertei aquela bunda empinada e enfiei os dedos na buceta encharcada.
— Tá pingando pra mim… — falei.
— É tudo pra você… mete logo… me fode bem fundo — implorou ela.
Sentei ela no meu colo e meti tudo de uma vez. Ela cavalgou com vontade, peitos pulando na minha cara:
— Ai que delícia… você é bem maior que meu namorado… me fode mais forte… me faz sua vadia!
Coloquei ela de quatro e meti com força, estapeando a bunda:
— Você é a putinha que eu sempre quis… muito mais gostosa que sua irmã.
Ela gritava de prazer:
— Sim! Sou sua putinha… me humilha… me fala que você sempre quis me comer nas costas dela!
Quando ela gozou tremendo e esguichando, eu meti mais fundo e gozei tudo dentro dela. Ela ainda gemeu, ofegante:
— Goza dentro… me enche… agora a gente vai fazer isso sempre que ela sair… ou quem sabe um dia a gente deixa ela assistir.
Depois, lambendo o dedo com meu gozo, ela sorriu safada:
— Nossa aventura mal começou, cunhadinho.
E foi assim que a sedução lenta e cruel virou uma transa alucinante e proibida.
