Meus 3 Enteados Capítulo 12

Da série Madrastra
Um conto erótico de Fernanda Escritora
Categoria: Heterossexual
Contém 1708 palavras
Data: 17/04/2026 21:06:07

Quem ainda não leu os contos anteriores eu recomendo que facam isso

Quem ainda não meu conhece sou Fernanda e escrevo aqui

Caso queiram algum conto personalizado com algo que te aconteceu ou contar um do zero me chama em: fernandaescritora1992@gmail.com

Segue a parte 12:

A volta de Angra para São Paulo foi silenciosa no carro, mas carregada de tensão sexual. Ricardo dirigia, conversando animado sobre como tinha descansado no hotel e perguntando se tínhamos gostado do passeio de lancha. Eu respondia com sorrisos forçados, ainda sentindo o cheiro forte de porra, mijo e suor grudado na pele, mesmo depois do banho rápido no hotel. Os prendedores de seios que Eduardo tinha usado tinham deixado meus mamilos vermelhos e sensíveis, roçando contra o sutiã a cada solavanco da estrada. Os três irmãos sentados atrás trocavam olhares cúmplices e, de vez em quando, uma mão discreta subia pela minha coxa quando Ricardo não estava olhando.

De volta à rotina em casa, tudo voltou ainda mais intenso. Os três moravam definitivamente na casa do pai e usavam cada oportunidade para me lembrar do meu lugar. Acordava chupando um por um, passava o dia sem calcinha, pronta para ser chamada a qualquer momento. À noite, quando Ricardo dormia, eu descia e virava o brinquedo deles — boceta, boca e cu à disposição, tapas, cuspe, humilhação. Eu tinha aceitado completamente: era a vadia submissa da casa, o alívio sexual particular dos meus enteados.

Mas o ciúme nunca dormia.

Um sábado à tarde, o dia estava quente e ensolarado. Ricardo resolveu fazer um churrasco simples só para a família. Júlia, a namorada de Carlos, tinha vindo passar o dia. Ela estava linda, de biquíni azul claro e saída de praia, rindo e ajudando na cozinha como se já fosse da família. Eu servia as bebidas e as carnes com um sorriso no rosto, mas por dentro queimava.

Carlos estava especialmente carinhoso com ela — mão na cintura, beijos no ombro, sussurrando coisas que a faziam rir. Rodrigo e Eduardo também estavam por perto, mas o foco do meu ciúme era Carlos.

Enquanto todos estavam na área da piscina, eu fui até a cozinha pegar mais gelo. Quando voltei, Carlos tinha sumido. Meu celular vibrou com uma mensagem dele:

“Banheiro da piscina. Agora.”

Meu coração acelerou. Achei que ele queria um boquete rápido enquanto todos estavam lá fora. Entrei no banheiro da área da piscina e fechei a porta atrás de mim.

Carlos estava lá, bermuda abaixada, pau meio duro na mão. Ele me olhou com um sorriso sádico.

— Abaixa. De joelhos.

Eu obedeci imediatamente, ajoelhando no chão frio do banheiro. Abri a boca, língua para fora, achando que ia chupar ele.

Mas não foi isso que aconteceu.

Carlos mirou o pau na minha cara e, sem aviso, soltou um jato forte e quente de mijo direto no meu rosto. O líquido acertou minha testa, escorreu pelos olhos, nariz, boca e queixo. Eu fechei os olhos instintivamente, mas não me mexi.

— Fiquei com ciúmes do Edu, bebê — disse ele, voz baixa e rouca, continuando a mijar. — Vi como você abriu as pernas pra ele mijar em você na lancha. Agora é minha vez. Toma meu mijo, vadia suja.

O jato quente continuou, molhando meus cabelos, pingando nos meus seios por cima do biquíni. O cheiro forte encheu o banheiro pequeno. Eu sentia a humilhação profunda, mas minha boceta latejava de tesão.

Carlos terminou de mijar, sacudiu o pau e deu um tapa leve no meu rosto molhado.

— Isso… fica aí com a cara melada do meu mijo. E olha que a Júlia tá lá fora, na piscina, toda bonitinha e certinha. Ela nunca ia deixar eu fazer isso com ela. Nunca.

Ele segurou meu queixo com força, obrigando-me a olhar para ele enquanto a urina escorria pelo meu rosto.

— Você nunca vai ser a donzela como ela, Fernanda. A Júlia é pra mostrar pros outros, pra aparecer em foto, pra dormir abraçada comigo na cama como namorada. Ela é limpa, educada, a menina que o pai aprovaria. Você? Você é a mulher pra casa. A puta suja que mora aqui. A que acorda chupando pau dos três enteados, a que leva no cu e na boca ao mesmo tempo, a que fica com o rosto melado de mijo e porra enquanto a namorada do namorado dela tá rindo lá fora.

Ele cuspiu na minha cara, misturando saliva com o mijo.

— Diz pra mim. Repete o que você é.

Eu tremi, voz rouca e molhada:

— Eu sou… a vadia suja da casa… a mulher pra casa… nunca vou ser como a Júlia…

Carlos sorriu satisfeito, guardou o pau na bermuda e abriu a porta.

— Isso mesmo. Agora volta pra piscina. Não limpa o rosto. Quero você servindo as bebidas com meu mijo escorrendo pela cara. Se alguém perguntar, diz que caiu água da mangueira ou qualquer merda. E se reclamar… vai ser pior quando todo mundo dormir.

Ele saiu primeiro. Eu fiquei mais alguns segundos no banheiro, o rosto encharcado de mijo dele, o cheiro forte, o biquíni molhado nos seios. Meu corpo inteiro latejava de humilhação e desejo.

Saí do banheiro e voltei para a área da piscina. Júlia estava sentada na borda, rindo de algo que Eduardo dizia. Ricardo virava as carnes na churrasqueira. Eu servi mais cerveja para todos, sentindo o líquido ainda escorrendo lentamente pelo meu queixo e pescoço. O cheiro era perceptível de perto, mas ninguém comentou nada.

Carlos me olhou de longe, com um sorriso possessivo e cruel.

Eu era a vadia suja deles.

A mulher pra casa.

E, mesmo com o ciúme queimando, eu não conseguia imaginar ser outra coisa.

Depois daquele dia na piscina, Carlos não guardou segredo do que tinha feito.

Naquela mesma noite, quando Ricardo já estava dormindo, os três me chamaram para o quarto de Carlos. Eu entrei ainda com o cheiro fraco de mijo no cabelo, mesmo depois de ter tomado banho. Carlos estava sentado na cama, sorrindo enquanto contava aos irmãos:

— Vocês precisavam ter visto a cara dela hoje no banheiro da piscina. Eu mandei ela abaixar achando que ia chupar, mas mijei direto na cara dela. Bem na frente da Júlia que tava lá fora. Ela ficou toda molhada, olhos fechados, mas a boceta pingando. Disse pra ela que fiquei com ciúmes do Edu ter mijado nela na lancha. E que ela nunca vai ser como a Júlia… que a Júlia é a namorada bonitinha e ela é só a vadia suja da casa.

Rodrigo riu alto, batendo na perna de Carlos.

— Porra, mano. Você tá ficando pior que eu.

Eduardo, que já tinha bebido algumas cervejas, sorriu com aquele olhar sádico que tinha desenvolvido:

— E ela gostou?

Carlos olhou para mim, que estava parada perto da porta.

— Responde, vadia. Gostou de levar meu mijo na cara enquanto a minha namorada tava a poucos metros?

Eu baixei os olhos, voz baixa:

— Gostei… sim.

Carlos sorriu satisfeito.

— Viu? Nossa puta ama ser tratada assim.

Dois meses depois

A rotina tinha se tornado ainda mais pesada e constante. Os três irmãos bebiam cada vez mais quando Ricardo viajava ou dormia cedo. E quando bebiam, o sadismo deles aumentava.

Uma noite de sexta-feira, Ricardo tinha viajado para o interior a trabalho. Carlos, Rodrigo e Eduardo ficaram na sala de TV bebendo várias latas de cerveja e um litro de vodka. Eu estava na cozinha limpando quando recebi a mensagem de Carlos:

“Desce agora. Sala de TV.”

Quando cheguei, os três estavam sentados no sofá grande, já bem alterados. Havia latas vazias espalhadas pela mesinha. O cheiro de álcool era forte.

Carlos foi o primeiro a falar, voz arrastada mas autoritária:

— Tira a roupa toda e ajoelha no meio da sala.

Eu obedeci. Tirei o short e a regata, ficando completamente nua. Ajoelhei no tapete, no centro da sala.

Os três se levantaram, formando um semicírculo ao meu redor. Abriram as bermudas quase ao mesmo tempo.

— Hoje você vai tomar banho dos três — disse Carlos, já segurando o pau. — E vai engolir o que conseguir. Entendeu, vadia?

Eu assenti, coração acelerado.

Eduardo, o mais bêbado dos três, foi o primeiro. Ele mirou o pau na minha cara e soltou um jato forte e quente de mijo. Acertou minha testa, escorreu pelos olhos, nariz e boca. Parte entrou na minha boca aberta.

— Engole, madrasta… engole o mijo do caçula — ordenou ele, rindo.

Eu engoli o que consegui, tossindo um pouco com o gosto forte e salgado. O resto escorria pelo meu queixo, pescoço e seios.

Rodrigo veio em seguida. Ele mirou mais baixo, molhando meus seios e minha barriga, depois subiu e mijou direto na minha boca.

— Abre mais. Engole tudo, puta. Não desperdiça.

Eu tentei engolir, mas era demais. Mijo escorria pelos cantos da boca, pingava no chão. Eu tossia, engasgava, mas continuava com a boca aberta.

Carlos foi o último. Ele segurou meu cabelo com uma mão, puxando minha cabeça para trás, e mijou lentamente, mirando na minha boca aberta.

— Isso… toma o mijo do seu enteado preferido. Engole bastante. Você é a vadia suja da casa, lembra? A que nunca vai ser namorada de ninguém. Só buraco pra gente mijar e gozar.

O jato era forte. Eu engoli várias vezes, sentindo o líquido quente descer pela garganta. Lágrimas escorriam misturadas com mijo. Meu corpo inteiro estava encharcado — cabelo, rosto, seios, barriga, coxas. O tapete embaixo de mim também estava molhado.

Os três riam enquanto mijavam, fazendo piadas bêbadas:

— Olha o estado dela… parece uma cachorra no banho — disse Rodrigo.

— Ela tá engolindo mesmo… que vadia gulosa — completou Eduardo, ainda rindo.

Quando terminaram, os três paus ainda pingando, Carlos segurou meu queixo e olhou para o meu rosto destruído.

— Agora você vai ficar assim um pouco. Sentada no chão, toda mijada, até a gente mandar levantar. E amanhã, quando a Júlia vier aqui, você vai lembrar que enquanto ela senta bonitinha no sofá, você estava aqui engolindo mijo dos três.

Eu fiquei ali, nua, encharcada de mijo dos meus três enteados, o cheiro forte dominando a sala, o gosto salgado na boca e na garganta.

O ciúme ainda existia.

A humilhação era constante.

Mas eu já não conseguia mais viver sem isso.

Eu era a vadia suja da casa.

E eles eram meus donos.

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A degradação está atingindo níveis insuportáveis. Até quando Fernanda vai aguentar isso?

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