Meus 3 Enteados Capítulo 11- Viagem para Angra

Da série Madrastra
Um conto erótico de Fernanda Escritora
Categoria: Heterossexual
Contém 1170 palavras
Data: 17/04/2026 20:57:47

Ricardo acabou indo para Angra conosco. Ele tinha mudado de ideia no último minuto, dizendo que precisava de um fim de semana longe do escritório. Eu fiquei nervosa no começo — afinal, era a primeira viagem em família desde que os meninos tinham voltado a morar em casa e a rotina secreta havia se tornado ainda mais intensa. Mas os três irmãos agiram com naturalidade. Sorriram, ajudaram com as malas e trataram o pai com o mesmo respeito de sempre.

Chegamos ao hotel em Angra na sexta à tarde. Ricardo estava animado, falava em fazer um passeio de lancha no dia seguinte. Porém, na manhã de sábado, depois do café, ele reclamou de uma dor de cabeça forte e disse que preferia ficar no hotel descansando e trabalhando um pouco no notebook.

— Vão vocês — falou ele, dando um beijo na minha testa. — Eu fico aqui. Aproveitem o mar.

Carlos, Rodrigo e Eduardo trocaram olhares rápidos. Eu senti um frio na barriga de excitação. Eles pagaram um valor extra para alugar uma lancha maior e poder pilotá-la eles mesmos, sem marinheiro. Queriam privacidade total.

Saímos do hotel os quatro. Eu vesti um biquíni preto bem pequeno por baixo de um short jeans e uma blusinha fina. No caminho até o porto, os meninos já estavam diferentes — mãos subindo pela minha coxa no carro, piadas com duplo sentido, olhares famintos.

Quando chegamos à lancha, Carlos assumiu o leme e saiu navegando para longe da costa, buscando uma baía isolada entre as ilhas. O mar estava calmo, azul-turquesa, o sol forte. Rodrigo preparava as bebidas geladas. Eduardo sentou ao meu lado no banco acolchoado, passando protetor solar nas minhas costas com as mãos já ousadas.

Depois de quase uma hora navegando, Carlos ancorou a lancha em uma pequena baía cercada de pedras e vegetação, completamente deserta. Não havia mais ninguém por perto. O silêncio era quebrado apenas pelo barulho suave das ondas batendo no casco.

— Agora sim — disse Carlos, desligando o motor e tirando a camisa. — Ninguém vai nos atrapalhar o dia inteiro.

Eles não perderam tempo.

Carlos me puxou para o convés aberto. Tirou minha blusinha e o short com um movimento só. Rodrigo desamarrou o top do biquíni. Eduardo, com um sorriso tímido mas malicioso, puxou a calcinha para baixo. Em segundos eu estava completamente nua, exposta ao sol e ao vento do mar.

— De joelhos — ordenou Carlos.

Eu me ajoelhei no convés quente de madeira. Os três abriram as bermudas. Três paus duros ao meu redor.

O sexo começou selvagem desde o primeiro segundo.

Carlos segurou meu cabelo com força e enfiou o pau até o fundo da minha garganta. Rodrigo e Eduardo davam tapas nos meus seios e na minha bunda enquanto eu chupava. Eles me viraram de quatro sobre um dos bancos largos. Carlos cuspiu no meu cu e meteu fundo sem aviso. Rodrigo enfiou na minha boceta. Eduardo segurava minha cabeça e fodia minha boca com estocadas profundas.

O barco balançava levemente com nossos movimentos. O som molhado dos corpos se chocando misturava-se ao barulho das ondas. Eu gemia alto, o corpo suado brilhando sob o sol.

Foi então que Eduardo mostrou o que tinha trazido na mochila.

— Olha o que eu comprei ontem — disse ele, tirando um par de prendedores de seios de metal com correntes pequenas.

Ele se ajoelhou ao meu lado, puxou meus seios para baixo e prendeu os dois grampos firmemente nos meus mamilos. A dor foi imediata e forte — um aperto agudo que fez meu corpo inteiro tremer.

— Ahhh! — gemi alto, a voz abafada pelo pau de Rodrigo.

Eduardo puxou a correntinha, torcendo os prendedores. A dor misturada com prazer era insana. Ele sorria, já mais solto depois de duas latas de cerveja.

— Gostou, madrasta? Eu sabia que você ia ficar louca com isso.

Carlos riu e meteu ainda mais fundo no meu cu.

— O caçula tá aprendendo rápido.

Eles me foderam sem piedade por quase uma hora. Trocaram de buraco várias vezes. Um no cu, outro na boceta, outro na boca. Tapas fortes, socos leves nas costelas, puxões na corrente dos prendedores de seios. Cada vez que Eduardo torcia os grampos, eu apertava os paus dentro de mim e gozava mais forte, gritando.

No clímax, eles gozaram quase ao mesmo tempo.

Carlos encheu meu cu. Rodrigo gozou dentro da minha boceta. Eduardo tirou da minha boca e explodiu no meu rosto — jatos grossos, quentes, que acertaram meus olhos, nariz, bochechas e boca aberta. A porra escorria pelo meu queixo, pingava nos meus seios e nos prendedores de metal.

— Hoje ninguém limpa — decretou Carlos, ainda ofegante. — Vai ficar com a cara melada o resto do passeio.

Eu fiquei de joelhos, o rosto completamente coberto de porra branca e brilhante, os mamilos ainda presos e latejando, o corpo suado e marcado.

Eles não me deixaram limpar nada.

Eduardo, já bem alegrinho depois de mais algumas latas, ficou ainda mais safado. Ele me fez deitar de costas no convés, abriu minhas pernas bem abertas e mirou o pau.

— Agora o caçula vai dar um banho especial — anunciou, rindo.

O jato quente de mijo acertou meus seios, minha barriga, minha boceta exposta e até meu rosto já melado de porra. Ele mijou devagar, mirando onde queria, enquanto Carlos e Rodrigo caíam na gargalhada.

— Porra, Edu tá solto pra caralho hoje! — riu Rodrigo.

— Olha a cara dela… nem reclama — completou Carlos, achando graça.

Eu senti o líquido quente escorrendo pelo meu corpo, o cheiro forte de urina misturado com porra e suor. A humilhação era total. Mas eu não achei ruim. Pelo contrário. Meu corpo tremia de excitação. Abri mais as pernas, deixando ele mirar direto na minha boceta inchada, gemendo baixinho.

— Ela tá gostando… — murmurou Eduardo, surpreso e satisfeito.

Ele terminou de mijar, sacudiu o pau e deu um tapa no meu rosto melado.

— Você é nojenta, madrasta… e eu adoro isso.

Ficamos navegando mais duas horas. Eu continuei nua, sentada no banco, rosto e corpo sujos de porra e mijo, os prendedores de seios ainda apertando meus mamilos. Eles me faziam chupar de novo de vez em quando, puxavam a corrente, me fodiam mais um pouco e riam toda vez que olhavam para o meu estado.

Quando o sol começou a baixar, Carlos ligou o motor para voltar ao porto.

Eu permaneci assim o caminho inteiro — cara melada, corpo marcado, prendedores ainda presos. O vento do mar batia no meu rosto sujo, secando a mistura de fluidos.

No caminho de volta, os três ainda brincavam:

— Imagina se o pai visse a gente chegando assim… — disse Rodrigo, rindo.

Eduardo, ainda rindo, passou a mão na minha coxa:

— Ela é nossa. Pode ficar suja o quanto quiser.

Eu olhei para o mar, o rosto grudento, o cheiro forte de sexo e urina no ar, os mamilos latejando dentro dos prendedores, e senti uma mistura profunda de vergonha, tesão e entrega total.

Ricardo estava esperando no hotel, achando que tínhamos feito apenas um passeio inocente de lancha.

Ele nunca imaginaria o que realmente aconteceu no meio do mar.

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