Dei Moradia a um Amigo e Minha Vida Mudou – Parte 8

Um conto erótico de Sussurro Proibido
Categoria: Heterossexual
Contém 2159 palavras
Data: 17/04/2026 16:30:27

A quarta-feira seguiu depois daquela foda a tarde… Mas eu não conseguia tirar da cabeça o que tinha acontecido — eu entrando na sala e pegando Helena gemendo no colo de Carlão, a boceta engolindo tudo e ele socando fundo, e eu entrando na "brincadeira" depois. Tinha sido quente pra caralho, mas eu estava incomodado.

À noite, depois que os meninos dormiram, o clima em casa ainda estava carregado. Chamei Helena pro quarto e fechei a porta.

— Precisamos conversar sobre hoje mais cedo, Helena.

Ela deitou-se na cama, me olhando com aquela mistura de carinho e safadeza que só ela tem.

— O que foi, amor?

Eu respirei fundo, sentindo o peito apertado.

— Pegar vocês dois no meio da foda, me incomodou. Não foi aquele mesmo ciúmes com tesão, sabe?! Você não me esperou. Não me chamou. Não me deu tempo nem de processar. Eu sei que entrei e participei, claro… mas você já estava completamente entregue pra ele. Gemendo daquele jeito, pedindo pra ele te foder forte… como se eu nem existisse até eu aparecer. Me senti meio… de fora. Como se o jogo tivesse escapado do meu controle por uns minutos.

Helena baixou um pouco o olhar, mas não parecia 100% arrependida de verdade. Eu me aproximei, segurando o queixo dela pra ela me olhar nos olhos.

— Amor… eu não planejei. A gente estava conversando na cozinha, uma coisa levou à outra, o Carlão estava me roçando ali, antes de sair você viu… e quando dei conta, já estava louca de tesão. Naquele momento eu só queria sentir. Foi forte demais. Desculpa se te deixou incomodado.

— Não é só isso. Eu gosto do jogo, gosto de ver você safada… mas pareceu que você cruzou uma linha sem me consultar primeiro. Eu participei, gozei pra caralho junto com vocês dois, mas depois fiquei pensando: e se eu não tivesse chegado? Você teria parado? Ou teria deixado ele te comer até a tarde toda, sem eu saber?

Helena ficou em silêncio por uns segundos. Depois se levantou, colou o corpo no meu e passou a mão no meu peito.

— Amor… eu amo você, sou louca por você. Confesso que errei feio nisso, mas quando o tesão bate forte assim, eu me entrego, você sabe disso. Naquela momento, cega pelo tesão, eu deixei rolar. Eu te magoei, me desculpa…

O ciúme, a chateação ainda queimava, mas o tesão misturado com ele era mais forte, meu pau reagiu ao ouvir ela falando assim.

A mão de Helena começou a descer pela minha barriga até chegar em meu pau. Helena sorriu de canto, sentindo minha ereção.

— Tá vendo? Você também gosta dessa sensação… do ciúme, da raiva, do tesão tudo junto.

Eu segurei o rosto dela com mais força.

— Não faz mais isso sem me consultar, me dar pelo menos um sinal. Se for pra brincar, quero estar na brincadeira desde o começo.

— Tudo bem… prometo! — ela sussurrou, roçando os lábios nos meus. — Mas agora… já que o Carlão vai embora sábado, né?… que tal a gente dar um presente de despedida pra ele que ele nunca vai esquecer?

— O que tem em mente?

— A gente pode ir ao motel com ele. Nós três. Uma transa daquelas!... Quero que ele foda meu cuzinho com aquele pirocão até eu chorar de tesão. Pode até filmar se quiser, e depois você goza na minha cara enquanto ele goza dentro de mim. Uma despedida gostosa.

Eu senti um arrepio forte. A conversa não tinha apagado completamente o desconforto, mas estava transformado um pouco dele em desejo.

— Eita… vai ser gostosa mesmo.

Fodemos gostoso naquela noite e dormimos.

Na quinta-feira, pela manhã, chamei Carlão para conversar e combinar o final de semana com ele. Helena não estava presente na conversa.

— Mano, deixa para ir embora no domingo... Sábado queremos dá uma "lembrancinha" para você. Saímos 19h, tomamos umas no boteco, uma colega da Helena vai cantar lá, depois te levo num lugar para você conhecer. Só confia.

— Confio, irmão. Tô dentro, cuida! — Ele sorriu de canto, já sabendo.

A quinta e a sexta-feira seguiram normal e tranquilamente. Helena agia normalmente, mas evitava trocar olhares com Carlos, que também seguiu agindo normalmente, sem tocar em quaisquer assuntos sobre o ocorrido.

A obra na casa do Carlão estava na reta final. Pintor dando o último retoque, eletricista trocando os spots. Na sexta-feira ele já estava com as malas feitas, duas malas grandes e uma mochila, carro pronto para viagem, tudo pronto pra pegar a estrada domingo cedinho pro interior.

Já no Sábado, às 18h50.

Deixamos os meninos na casa da minha sogra com a desculpa de “aniversário de um amigo”.

Fomos direto ao boteco — esse boteco é bastante famoso e ótimo ambiente —, tomamos alguns chopes, rimos lembrando os velhos tempos.

Às 22h30, após o fim da apresentação da amiga da Helena, fomos embora. Eu dirigi até o motel ficava na região do boteco: suíte com pole dance, hidro, espelho no teto, cadeira erótica, paredes e luzes vermelhas e meio alaranjadas.

Quando a porta se fechou atrás da gente, Helena já estava com fogo nos olhos. Levantou a saia longa num só movimento, mostrando o raba gostosa. Carlão soltou um “puta que pariu” baixinho.

O som ambiente rolando um R&B lento, sentamos na cama.

— Mas antes de começarmos, é o seguinte...

Carlos franziu a testa, já percebendo o tom mais sério. Helena e Carlos me olhavam atentos.

— Ontem, quando eu peguei vocês dois na sala… vocês já estavam no meio da foda pesada. Eu entrei, participei, e foi bom pra caralho. Mas fiquei chateado pra porra. Vocês não me chamaram, não me esperaram. Pareceu que tinha virado coisa só de vocês dois. Eu me senti meio… excluído dentro da minha própria casa. Isso não era o combinado com ela nem com você.

Carlão passou a mão no rosto, e me olhou direto nos olhos. Não desviou.

— Mano… eu entendo. De verdade. Quando estávamos na cozinha, o bagulho esquentou rápido demais. A gente deixou rolar… a gente não parou pra pensar. Foi tesão puro. Desculpa se te deixou com essa sensação ruim. Você é meu irmão, eu nunca quis te passar pra trás.

Ele fez uma pausa curta e continuou, com a voz mais baixa:

— Mas vou ser sincero: sua mulher é foda. Quando ela se entrega daquele jeito, é difícil segurar. Eu me empolguei. Se te magoei, cara, me desculpa mesmo. Não vai mais acontecer. Se rolar alguma coisa de novo, você vai ser o primeiro a saber… ou vai estar bem no meio como deve ser.

Eu respirei fundo, sentindo o peso sair um pouco do peito.

— Tá bom. Eu precisava botar isso pra fora. Vocês são importantes pra mim, os dois. Só não quero que essa brincadeira vire bagunça e acabe com nossa amizade ou com meu casamento. Combinado?

Carlão se levantou, estendeu a mão e eu apertei firme, ficando de pé.

Helena sorriu safado de canto, aliviada e mandou Carlos sentar na cama e esperar pois começaria comigo.

Helena abriu minha calça primeiro, chupou meu pau até o talo. Peguei meu celular para filmar tudo. Ela chupava olhando pra câmera. Depois foi pro Carlão. Quando ela tirou aquele pauzão de dentro da cueca, a cabeça já babava. Ela gemeu só de ver. E engoliu.

— Meu Deus… vou sentir saudade disso aqui…

Depois foi pro show particular dela: dançou, rebolou no colo do Carlão, subiu na cama e sentou na cara dele, com a boceta toda melada. Carlão com língua de fora passando na boceta o no cuzinho dela.

Eu assistia, punhetando devagar, dando ordens:

— Isso, amor… mostra pro Carlão como tu mama gostoso… engole tudo…

— Abre esse cuzinho pra ele, amor… mostra pro Carlão o que ele vai levar de recordação.

— Bora, Carlos, chupa o cuzinho dessa puta...

Depois ela subiu no colo dele, ainda de frente pra mim, sentou de costas no pauzão. Entrou devagar, centímetro por centímetro, boceta já arregaçada dos últimos dias. Quando chegou no talo ela soltou um gemido longo.

— Ai, porra… tá me rasgando de novo…

Carlão segurava a cintura dela, socando de baixo pra cima. Eu me aproximei, enfiei o pau na boca dela enquanto ela quicava. Ela babava, engasgava, gemia com a boca cheia.

Depois veio a parte que ela mais queria. Ela se deitou de bruços na beira da cama, empinou aquela bunda redonda, olhou pra trás com os olhos marejados de tesão:

— Vem, Carlão… fode meu cu com essa piroca grossa. Quero sentir tu rasgando meu cu. Quero ir embora sentada de lado no carro de tanta dor gostosa.

Ele caprichou no lubrificante, foi devagar, centímetro por centímetro. Helena gemia alto, unhas cravadas no lençol, lágrimas de tesão nos olhos. Quando entrou tudo, ela gritou:

— Ai, caralho… tá me partindo… Ai… ai… tá rasgando… continua… não para…

Quando entrou tudo, os ovos dele encostados na boceta, ela soltou um berro rouco. Carlão começou a bombar, primeiro lento, depois mais rápido. A cama rangendo, tapas na bunda deixando marca vermelha, Helena gritando sem parar:

— Tá acabando com meu cu… ai, caralho… Amor, olha… o Carlão tá me arrombando…

Carlão segurava a cintura dela, socando firme. Eu me aproximei, enfiei o pau na boca dela de novo.

E ele fodeu. Fodeu como se fosse a última vez da vida dele. Eu gravei cada estocada, cada tapa na bunda, cada gemido rouco dela pedindo mais. Aí veio o gran finale.

Quando ele avisou que ia gozar, Helena se ajoelhou no chão, nós dois de pé na frente dela. Ela masturbava os dois paus, olhando pra cima, boca aberta, língua de fora.

— Goza na minha cara… os dois… quero levar a porra de vocês…

Carlão foi o primeiro: jatos grossos, quentes, acertando a testa, a bochecha, a boca aberta. Eu entrei logo em seguida, gozei tanto que escorreu pelo queixo dela até os peitos, misturando nossa porra enquanto ela lambia tudo. Ela lambia tudo, esfregava no rosto, ria com aquela cara de puta feliz, perdida de tesão.

— Isso… marca a puta de vocês…

Ficamos ali os três, suados, ofegantes, rindo baixinho.

Depois ainda teve a segunda rodada na hidro. Ela sentou agasalhando meu pau com a boceta, Carlão entrou no cu por trás. Dupla penetração dentro d’água, ela gritando que estava sendo partida ao meio, nós dois socando juntos, água espirrando pra todo lado. Gozamos quase ao mesmo tempo: eu dentro da boceta, ele dentro do cu, ela gozando tão forte quase desmaiando.

— Vocês dois acabaram comigo — Carlão falou, voz mole.

— Que nada, ainda faltam muito para isso… lembre-se que terá sempre um quartinho aqui para você… E, claro, uma boceta e cuzinho também — Helena respondeu

Nos últimos minutos da suíte, beijei Helena vorazmente, nos acariciando como se ninguém quisesse que aquela noite acabasse.

Domingo de manhã, 8h30, após de excelente café da manhã.

Carlão, no portão, malas no carro, abraço forte em mim, abraço e beijo na testa da Helena. Falou baixinho:

— Vocês foderam minha cabeça. Nunca vou esquecer essa porra — ele disse, rindo.

— Nem a gente — respondi.

— Cuida bem dessa piroca no interior, hein. E se quiser aparecer qualquer dia desses, será bem-vindo e tem sempre um lugar seu aqui — Helena respondeu, piscando.

Ele entrou no carro, buzinou duas vezes e sumiu na esquina.

A casa ficou vazia de novo. Mas o cheiro de sexo, de aventura, de liberdade… esse ficou.

Naquela noite, deitados na cama, Helena de conchinha comigo, ela falou baixinho:

— Tô com o cu ardendo até agora… e já tô morrendo de saudade dele.

— Eu estou com saudade dele.. Carlão é gente boa demais – Eu ri, beijei a nuca dela e continuei.

— Tu aproveitou bem aquele rola, né, safada?

— Aproveitei cada milímetro, amor.

Fiquei quieto um segundo, depois falei:

— Então agora é minha vez, acho que mereço experimentar uma bucetinha nova também, né? Tu aproveitou bem aquela piroca esses dias todos.… só pra deixar tudo equilibrado...

Ela virou de frente, sorriu e mordeu meu lábio, olhos brilhando:

— Claro, amor. Regras são regras. Mas discreto, com respeito. Sei que eu falhei com você naquele momento, quero recuperar a confiança 100%... mas tu pode. E eu vou adorar ver e até experimentar também.

Beijei ela com força, mão já descendo pra boceta ainda inchada da noite anterior.

— Agora estou curiosa para saber se realmente é tão gostoso chupar uma buceta, como tanto falam...

— Para nos homens a melhor coisa para se chupar é um boceta e um cuzinho pronto para ser invadido...

— Então tá combinado.

A vida continua…

E a gente começou, de verdade, a procurar realizar nossos fetiches, com um pouco de medo ainda (claro), mas sempre com cautela e sem volta. E claro, nossos acessórios eróticos estão trabalhando mais que nunca!...

Fim... (Ou talvez, quem sabe, só o começo de muitas outras.)

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Sussurro Proibido

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Comentários

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Aí sim marido, gostei. Se posicionou como o dona da brincadeira, é isso q esperamos dos contos de corno. O marido tem q se impor se não vira bagunça, vc viu q mulher não consegue dizer não quando está com vontade de pau, Ainda mais grande como foi colocado no conto outra coisa q tem q mudar, parar de vangloriar os amantes dando dotes colossais. Mas seu conto ficou legal.

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Ela traiu e tal, o corno perdoou, mas acho que isso, infelizmente, plantou uma sementinha do proibido nela. Acho que, futuramente, ela ainda vai aprontar com o Carlos sem o marido saber.

Dito isso, parabéns pela conclusão (???) da série.

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O marido deixou claro pra esposa q se sentiu traído, mas acho q ele corre um sério risco de tomar bolada nas costas novamente, pois ela mesmo disse q quando bate o tesão forte deixa rolar, ou seja o marido está do perto ou não, quando ela estiver com muito tesão....vai rolar , ela disse q não consegue se segurar, ou seja se ele der brecha vai sim ser traído novamente, até porque ela já sentiu q ele pode ser facilmente manipulado l, basta mexer com o tesão de corno dele q ele se esquece q foi traído e deixado de lado

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faz sentido sua observação, vamos como vai ficar

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Isso, tem de organizar isso. Agora é sua vez eu gostei disso e espero que nos conte aqui como foi, e parabéns pela coragem e pelo posicionamento

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Se posicionou e agora é sua vez. não deixe de contar pra gente. parabéns pela coragem e pelo posicionamento.

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Pronto agora que o Emílio botou ordem na casa e deu o papo reto ,a esposa vai respeitar mais o marido ,afinal sem ele não dá pra rolar as brincadeiras .

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