Sou Tina, trepadeira mor da turma, casei com Claudio e agora estamos em lua de mel, na suíte de cobertura de um hotel ainda não inaugurado. Quem quiser saber mais coisa, vá lá ler a primeira parte deste conto, que não vou ficar aqui repetindo...
Com o priquito batendo palma, de tão ansioso, e a pica de Cláudio mais dura do que tudo, brincamos e engolimos um champanha (que depois o sacana do meu marido disse que estava batizado), e começamos a nos pegar. Só que desde que chegamos, havia um brilho fixo, ao lado da lua, a que não dei muita importância, a não ser quando nos beijávamos, que o brilho aumentou e se fez uma forte luz amarela, invadindo a varanda e se materializando a nossa frente, na forma de dois corpos.
A gente até pensou que era mais uma surpresa de um dos nossos amigos – o dono do hotel –, mas logo descartamos essa possibilidade. Puta que me pariu! Não me faltava mais nada... ter a minha lua de mel interrompida por sei-lá-o-que-diabo era aquilo. Mas o que poderíamos fazer senão esperar para ver o que rolaria. Assim o fizemos, nus como estávamos, e meio tontos das bebidas e farras do dia, cegos pela forte luz amarela.
O que pintou em seguida foi algo estranho pra caralho, digno de qualquer filme de ficção. Quando a luz foi se dissipando, dois seres estavam na varanda. Tinham características físicas humanoides... e que características da porra! Era um casal; ele, um rapaz extremamente gostoso, bonito, sorriso lindo, estranho piercing em uma das orelhas (parecia fazer parte da pele), peito estufado, coxas fornidas – o pau não dava para avaliar, pois estava coberto por folgada bermuda; ela, uma mulher gostosa, linda, tipo cavalona, rosto muito belo, sorriso que preenchia todo o rosto (não usava brinco), peitos durinhos e atrevidos, cintura rivalizando com a minha, bunda espetacular, coxas grossas e reluzentes – transpiravam tesão aqueles dois. Parecia mesmo coisa de IA.
Embasbacados, nada falávamos, enquanto os admirávamos. O cara foi quem tomou a iniciativa, num português perfeito sobre uma voz aveludada – salvo discreto sotaque.
– Boa noite. Não somos daqui, nem importa saberem de onde viemos. Somos pesquisadores especializados em comportamentos de acasalamento, e achamos muito interessante o de vocês. Estamos acompanhando vocês desde o ritual de sensualidade coletiva de há pouco. Até nos empolgamos e usamos nossa luminosidade para chegar mais perto. Ficamos impressionados como exploram os prazeres corporais, e como todos estão envolvidos no mesmo propósito. Então os acompanhamos até aqui, e temos uma proposta para vocês, levando em conta o desbunde moral do casal.
Minha buceta estava uma enxurrada, e eu sentia meu líquido descer pelo interior das minhas coxas. O cacete de Claudio pinotava, chegando a tocar na barriga – o safado contribuía para isso, naturalmente; decerto queria impressionar a gostosona ali, que olhava fixamente, sem qualquer disfarce, para a rola duraça do meu marido. Foi ela que, tomando a palavra, continuou a falar sobre a proposta:
– Vimos, assistimos, anotamos e avaliamos tudo que vimos. Agora gostaríamos de experimentar na prática toda essa sensualidade, esse acasalamento. A nossa proposta é passarmos a noite (ou o restante dela) juntos, em conjunção carnal [caralho! – pensei...], eu com seu marido e ele com você – o final da fala foi dirigida especificamente a mim.
– Salientamos que é um experimento científico, sem qualquer tipo de envolvimento afetivo ou financeiro, nem qualquer risco de contaminação ou gravidez – e nos mostrou o que seriam atestados de sanidade e esterilidade.
– Se quiserem alguns minutos para conversarem e decidirem, esperamos...
– Topamos! – A resposta foi uníssona, que nossos corpos não aguentavam mais de desejo por aquela inusitada aventura.
Até pensamos que seria uma sessão de swing, mas explicaram que precisava ser em ambientes separados, para não interferir nas hipóteses científicas da pesquisa. “Tudo bem!” – concordamos.
E enquanto Claudio se dirigia ao lado da mulher, para um dos quartos (o safado já começava a bolinar o cuzinho dela, por cima da fina e transparente roupa que ela vestia), levei o cara para a suíte. Ele vira o meu marido bolinando a mulher, resolveu fazer a mesma coisa comigo, no caminho para o quarto – seu dedo suave passou pelo meu rego, eriçando meu cu e se atolando na minha xoxota...
Ao chegarmos ao aposento (que seria) nupcial, ele me pediu gentilmente para que eu deitasse na cama, enquanto ele subia numa cadeira de vidro (como nos vira na festa), e passou a retirar suavemente a roupa. A camisa saiu como flutuando, mostrando um tórax definido, braços musculosos sem exagero, sem pelos. Em seguida, num gesto meio teatral, colocou-se de costas para mim e retirou a bermuda, apresentando-me uma bunda como poucas que já vi em homens, na minha vida de cama e foda. Ao se virar para mim, no entanto...
Sabe aquela música chocha dos joguinhos de computador, quando você perde uma partida? Foi o que tocou dentro de mim. Pela promessa do restante do corpo, eu sonhava com uma puta vara, digna de um Titão do Olimpo. Oxe! Que nada, véio! Era uma ridícula pitoquinha, durinha e babada, fina e pouco maior que meu dedo “maior-de-todos” – que eu senti vontade de mostrar pra ele, não fosse minha educação de dama, e o desejo de experimentar as “compensações” daquele corpo.
Devo ter demonstrado minha decepção em décimos de segundos nos meus olhos, que ele percebeu e, com uma gentileza encantadora, aproximou-se de mim, e pediu que eu fosse franca e falasse o que acontecera... Animei-me com o espaço que ele me deu, procurei todas as formas de dizer, construí mentalmente, em segundos, mil frases que não o ferissem nem arruinassem o clima, mas, quando dei por mim, tinha falado, cruamente:
– Seu pau é muito pequeno!
Seu rosto se iluminou, num sorriso: “Ah, é isso?”
Então aproximou-se devagar, abraçou-me, pegou minha mão e levou até sua orelha, depositando-a sobre o tal piercing – somente então percebi que não era de metal, nem de qualquer outro material estranho ao corpo, mas uma espécie de protuberância própria da orelha. “Esfrega teus dedos...” – ele pediu. Fiz isso, e, de repente, senti algo grosso e duro passando entre minhas coxas.
Puta que me pariu!!! O cacete daquele cara crescia, diminuía, engrossava ou afinava de acordo com os toques no carocinho atrás da orelha...
Ah, agora sim, estava perfeito. Deixei sua rola num tamanho de respeito e passei a chupar avidamente, que era um pau muito gostoso. E o cara gemia horrores, o que me deixava ainda mais excitada. Depois ele percorreu meu corpo com sua língua, deixando arrepio por onde passava. Sugou, lambeu meus mamilos, arrancando-me ganidos de fêmea no cio. Mas quando chegou na minha buceta, aí foi foda, cara! Que banho de língua! Que competência dum caralho! Sua língua me penetrava como um graveto molhado, massageava meus lábios e quando chegava no grelo, eu só faltava ir à loucura.
Mas o melhor ainda estava por vir: quando ele se montou para me foder, e consegui chegar ao seu cu, num fio-terra atrevido, seus olhos quase escaparam das órbitas, depois se fecharam entre grunhidos de um prazer inédito. Ele então deitou-se sobre meu corpo, de forma que eu conseguia manipular seu botãozinho. E eu pude adequar o tamanho do seu pau às fases da penetração. Arreganhei as pernas e o recebi, aos solavancos de prazer, dentro de mim. Uma vez enfiado, eu fazia com que o seu pau aumentasse e diminuísse, afinasse e engrossasse... Que prazer da porra!!! Uma rola aumentando e diminuindo de tamanho e de espessura dentro da minha buceta era tudo! Fui ao delírio! Gozei tantas vezes e tão fortemente que eu já estava preocupado com um infarto, tão destrambelhadamente batia meu coração...
Depois ofereci meu cuzinho, que ele tratou de lambuzar e chupar com uma perícia ímpar. Ele deitado sobre mim, eu de costas pra ele, manipulava o controle de sua pica, deixando-a fininha na introdução, e aos poucos engrossando-a. Quando estava do tamanho e grossura ideais, passei a usar meus recursos de quenga, rebolando bem devagar, massageando sua rola com as pregas do meu cu, aumentando e diminuindo a velocidade, até parar de vez e sentir a rola pulsando dentro de mim, para em seguida recomeçar...
Quando acelerei os movimentos, senti uma quentura boa dentro do cu e um rosnado extremamente sensual no meu ouvido, que foi ganhando altura até que explodiu num ganido intenso, no exato momento em que senti nitidamente seu líquido saindo aos jatos e inundando meu rabo, durante bem mais tempo do que eu estava acostumada a sentir as rolas dos homens gozarem dentro do meu cu.
Ao concluir, sua rola manteve-se tesa, dentro de mim. Ele então foi retirando-a devagar, e o roçar de seu membro em minhas pregas, misturando-se ao seu abundante líquido dentro de mim, me dava uma sensação extraordinária de prazer. Quando saiu tudo, uma enxurrada espessa acompanhou, e eu me vi como se estivesse mijando grosso pelo cu. Um cheiro bom, algo almiscarado, tomou conta do ambiente, e foi me envolvendo num sono gostoso... acabei dormindo.
Acordei com o sol acariciando meu corpo nu, que todo rescendia ao cheiro do amante estelar. Meu corpo estava com uma disposição plena, meus desejos sexuais renovados. Levantei e fui até a varanda, onde logo reconheci a bunda de Claudio, ele debruçado sobre a grade, mexia displicentemente no nariz, na rola, na orelha, nos mamilos... Ao me aproximar, ele se virou – estava de pau duríssimo – e nos abraçamos e nos beijamos. Estávamos super a fim de foder (afinal nossa lua não havia acontecido ainda, em sua plenitude) mas a curiosidade pelo que acontecera com o outro, durante a noite, foi muito maior.
Sentamo-nos num fofo sofá, frente a frente, pernas cruzadas, pau duro e priquito vazando, e lhe pedi a narração pormenorizada de tudo que acontecera entre ele e a gostosona. Ele contou, sem muita concatenação dos fatos, narrou ao sabor da emoção:
– De fato, Tininha, a mulher era muito, muito gostosa. Tudo nela era cheiroso, sabe? Algo meio almiscarado. Ao tirar sua roupa, mostrou-se um corpo simplesmente perfeito, que eu explorei com todas as técnicas que aprendi ao longo da vida. Ela se contorcia e gemia e pedia mais. Chupei sua buceta de um jeito que ela se remexia e gemia loucamente. Gozou algumas vezes, e com espalhafato, na minha boca. E beijava maravilhosamente. Passava a ponta da língua sobre meus mamilos e os mordiscava, de um jeito que me enlouquecia. Mas quando essa mulher se apoderou da minha rola e me chupou, eu vi estrelas, Tininha. Ela usava uma técnica que me fazia chegar a milímetros do gozo, quando então ela mudava de lambida e o gozo iminente virava prazer pleno e quente, mas contido. Que demônios era aquilo? Então comi a buceta dela, bem lubrificada, e ela dava um jeito de seu clitóris roçar no meu pau, fazendo-a gozar mais algumas vezes. Em seguida, me ofereceu o cu: que buraquinho mágico, meu amor! Entrei com tudo e ela rebolava e engolia mais e mais meu pau; quando não aguentei mais e explodi em gozo, foi maior do que todos os prazeres que já tive na minha vida...
Gente, eu estava literalmente me derretendo pelo priquito, com aquela narração. Eu não sabia se conseguiria contar minha noite, antes de foder magistralmente com meu marido. Mas eu precisava tentar. Quando eu ia começar, ele me fez um gesto de espera, para ele fazer mais um comentário:
– Sabe Tina, só teve uma coisa que não entendi: durante boa parte da noite, ela mexia direto na minha orelha: puxava, apertava, arranhava... Ó como tá vermelho o lóbulo... Não entendi esse fetiche!
