Eu e meu amigo Gustavo decidimos ir juntos para o alistamento militar. A gente não queria pegar e tinha muito medo do que podia acontecer. Então estaríamos juntos para um dar força pro outro. No dia marcado, acordamos bem cedo e chegamos lá antes das oito da manhã.
Documentação, papelada, burocracia. Várias idas até o exército. Nós sempre íamos juntos. Até que então chegou o dia mais temido. O dia do exame médico. Eles podiam muito bem fazer de maneira individual, um de cada vez, só essa pessoa na sala com o médico do exército. Mas não, tem que fazer na frente de todo mundo, e todos em círculo, pra todo mundo ver o pinto um do outro. Acho que é de propósito, para fazer passar vergonha e humilhar o cara que tem pinto pequeno ou que fica de pau duro.
Não posso negar que estava gostando da ideia de ver o pinto dos caras. Não é sempre que se consegue ver pintos expostos assim. O medo era só de ficar de pau duro, mesmo. Nem me importava que os outros olhassem pro meu pinto, eu só não podia ficar de pau duro. E também não podia deixar que vissem que eu estava olhando, não seria legal ficar com fama de manja rola naquele lugar. Mas eu sei que todo mundo estava olhando pro pinto uns dos outros. É inevitável. Nem o mais hétero dos homens resiste em dar uma olhada, nem que seja pra comparar, saber se o seu está legal.
Eu já tinha olhado o pinto de uns cinco caras quando chegou a minha vez. Eu olhava e rezava. Dava uma boa analisada no pinto, e pensava em geometria, no sermão do padre no batizado do meu primo. Deu certo. Meu pau deu até uma leve crescidinha (o que era bom, nesse momento de ser exposto), mas não chegou a endurecer.
Obedecendo as ordens, abaixei a cueca (estávamos todos só de cueca). Segura o pau pra cima, coloca o outro braço na boca e assopra. “Tudo certo, pode subir a cueca”. Ufa, sobrevivi. Exibi um pinto legal, mas normal. Não fiquei de pau duro. Nada pra me envergonhar. Agora podia só curtir, olhar o pinto dos outros. Só não podia ficar de pau muito duro, senão ia dar pra ver o volume dentro da cueca preta.
Chegou a vez do Gustavo, que estava ao meu lado. Mesmo ritual. Abaixa a cueca. Eu estava olhando de canto de olho e tomei um susto. Até agora, todo mundo com o pinto mais ou menos igual, meio que do mesmo tamanho. Não o do Gustavo. Era muito grande. E ele era um garoto pequeno, magrinho, branquinho, o que fazia o tamanho parecer ainda maior. Deu pra ouvir uns suspiros de susto, de prender a respiração. Até o cara que fazia o exame se espantou. Demorou uns segundos olhando antes de mandar segurar o pau pra cima e assoprar o braço.
Todo mundo na sala ficou espantado. Mesmo mole era muito grande. Duro, devia ser que nem os pintos de atores pornô. Enfim: “segura o pau pra cima, assopra o braço”. “Pode soltar o pau”. Pausa de uns longos segundos. “Tudo certo, pode subir a cueca”.
Seguiram com o exame dos outros caras que faltavam. Continuei discretamente olhando para os pintos. Todos mais ou menos igual ao meu e dos caras antes de mim. Encerrados os exames, após um pouco mais de burocracia, podíamos ir embora. Alguns, uns oito caras, os mais altos e fortes, continuaram pra fazer outros testes, estes deviam pegar. Nós deveríamos voltar outro dia para ver se caímos mesmo no excesso de contingente.
Voltamos conversando, no metrô, sobre como odiávamos a ideia de servir. Como era um absurdo ser obrigatório. Por que era obrigatório para nós e nada para as garotas? Como todos eram grosseiros e autoritários lá. Saindo do metrô, uma caminhada até nossas casas. A minha era a primeira no caminho, a dele era umas ruas pra baixo.
- Guto, já perdemos aula, mesmo, quer entrar e jogar fifa?
- Beleza, minha mãe só tá me esperando pro almoço..
Fomos para o meu quarto. Ligamos o Playstation, começamos a escolher time, campo, essas coisas. Eu devia ter ficado quieto, mas não consegui evitar:
- Porra, Guto, como é que você, baixinho e magrelo assim, tem um pau tão grande?
- É meio grandinho, mesmo...
- “Meio grandinho”? Meio grandinho é o meu. O seu é uma tora!
- Ah, sei lá. Só é assim. O do meu irmão também é grande assim. O do meu pai é ainda maior!
- Coitada da sua mãe! Mas lá na salinha, nenhum outro cara era assim, tudo mais ou menos igual ao meu. Até o médico ficou surpreso!
- Ih, o cara... Ficou olhando pros pintos, é?
- Ah, vai se fudê! Todo mundo ficou olhando, até você, que eu notei. E todo mundo ficou espantado com seu pinto!
- Apaixonou, é? Quer dar uma mamadinha? – zoou.
- Tá doido. Claro que não! Não sou viado, não. E tenho até medo de imaginar duro, o tamanho que deve ficar...
- Fica ainda maior. Quer ver?
- Não, né? Seria estranho... – falei, sem muita convicção.
- Estranho, nada. A gente é amigo! Se quiser ver duro, eu mostro, sem problema algum.
- Tá querendo se exibir, né? Tá bom, mostra aí...
E, na maior tranquilidade, ele tirou a bermuda e a cueca, ficando pelado da cintura pra baixo. De novo, vejo o pinto enorme dele na minha frente. Fico até meio encabulado de olhar. Meu amigo nota.
- Pode olhar. Se quiser, pode pegar, eu não conto pra ninguém...
Sem pensar direito, me ajoelho na sua frente e coloco a mão no seu pinto.
- Puta que pariu, é ainda maior do que eu tinha notado! – falo, sem parar de tocar e sentir.
- Você tinha que ver o do meu pai!
- Já falei, coitada sua mãe...
- Continua mexendo que já fica duro – falou, com seu pau endurecendo.
O meu já estava completamente duro. Ele colocou sua mão por cima da minha, dando umas punhetadas.
- Pronto, agora tá duro... – falou, todo exibido.
- Nossa, é uma tora, mesmo!
- Mostra o seu, vamos comparar.
- Eu, não! Eu tenho um pinto normal, você vai ficar me zoando...
- Não vou, eu juro. Eu sei que o meu é que é fora do normal!
- Não vai sacanear, mesmo?
- Claro que não. Vamos só comparar...
- Tá bom, então.
Tirei minha bermuda e minha cueca, ficando também pelado da cintura pra baixo.
- Já tava de pau duro, safado!
- Falei que você ia zoar... – falei, querendo colocar de volta a cueca.
- De boa, eu também ia ter ficado duro se te visse duro antes... Agora coloca aqui, encosta no meu.
Encostei meu pau no dele. Porra, eu não tenho um pau pequeno, mas o dele era o quase o dobro do meu. E bem mais grosso.
- Eu juro que meu pau não é pequeno! – falei, meio envergonhado.
- Eu sei, eu sei. O meu que é uma aberração... – falou, pegando no meu pinto.
- Eu viraria ator pornô, se fosse você.
- Quem sabe? Agora, vamos bater uma, já que estamos assim?
- Tá bom...
- Eu bato pra você e você bate pra mim?
- Tá bom... Mas posso tirar uma foto dos nossos pintos antes, pra registrar a diferença?
- Tudo bem...
Tirei várias fotos, de vários ângulos. Todas, mostrando a diferença de tamanho dos nossos pintos. Depois, começamos a nos punhetar. Brinquei bastante com aquele baita pintão. Pau, saco, bolas. E ele curtiu muito o meu pinto, como se não fosse menor que o dele. Gozamos. Primeiro ele, e eu logo depois.
Depois de limpar as nossas porras do chão, ele foi colocar a cueca.
- Péra, não veste, não. Posso tirar uma foto mole?
- Pode tirar quantas quiser, desde que não mostre pra ninguém...
- Pode deixar, é só pra lembrar...
- E também você pode ver ao vivo quando quiser, só pedir. E sempre que quiser, podemos bater punheta juntos, que nem hoje.
- Eu topo – falei, já tirando fotos do pinto dele, agora mole.
- Tira junto, de novo.
- Tá bom.
Coloquei meu pinto ao lado do dele. O meu, quando endurece, dobra de tamanho. O dele não cresce muito, já é enorme mole. Isso quer dizer que o dele estava quase do mesmo tamanho, mas o meu reduziu pela metade. Juntos, o pinto dele era o triplo do meu, quando moles.
- Porra, o meu fica parecendo ainda menor!
- Deixa ver o meu duro e o seu mole... – falou, começando a se punhetar.
Eu fechei os olhos e virei a cabeça. Se eu ficasse olhando ele endurecer, eu ia endurecer também.
- Pronto, tá duro de novo... – falou.
Eu abri os olhos e vi, pertinho, o pinto gigante dele duro e o meu mole.
- Assim, o seu fica umas quatro vezes o meu.
- Tira foto.
Obedeci. Tirei várias. Ele começou a bater o pau dele duro no meu pinto mole, que começou a endurecer.
- Você não tá chateado, não, né? – perguntou.
- Por quê? Porque seu pau imenso é muito, mais muito maior que o meu?
- É.
- Sei lá, acho que dá uma vergonhinha, sim. Mas tô achando mais é engraçado essa diferença toda.
- Não precisa ter vergonha, não. Seu pinto é mó bonito! – falou, voltando a pegar no meu pinto, que já estava duro.
- Valeu...
- Quer bater outra?
- Bora!
Novamente, batemos punheta um pro outro. Novamente, ele gozou primeiro. Depois de limparmos mais uma vez o chão, ele falou?
- Vamos jogar Fifa?
- Beleza.
E sentamos os dois no chão, encostados na minha cama, pelados da cintura pra baixo, como se fosse a coisa mais normal do mundo, como se fizéssemos isso todo dia. Ambos exibindo seus pintos moles. O meu, de tamanho normal. O dele, imenso.
Ficamos assim mais de meia hora. Então ele falou, se levantando:
- Preciso ir embora. Quer dar uma última pegadinha aqui?
Comecei a dar uma bela apalpada naquele pinto gigante.
- Nem uma mamadinha? – zoou.
- Vai se foder, oh! – falei, dando um tapa no pinto dele.
- Meu saco! – ele falou, se curvando um pouco.
- Pra parar de ser trouxa!
Ele se vestiu e foi embora.
Dia seguinte, fomos para a escola, normalmente. No horário de sempre, Gustavo e Felipe passam na frente da minha casa. A gente mora bem perto e sempre íamos juntos para a escola.
- E aí, como foi o alistamento ontem? – perguntou Felipe pra mim – O Gustavo tava me contando...
- Ah, é? E o que ele contou? – perguntei, meio preocupado.
- Ah, que é como eu falei que tinha sido comigo no ano passado. Tudo horrível, todo mundo escroto, te fazendo sentir um lixo, ameaçando.
- É exatamente isso, como você tinha contado! – concordei, aliviado.
- E o exame médico?
- O que tem o exame médico? – perguntei, novamente preocupado.
- Horrível, né? Ficar exposto na frente de todo mundo.
- Sim, horrível. Podia ser numa salinha, só com o médico.
- Fazem isso para humilhar, mesmo...
- Ainda pior quando tem um jegue no grupo! – acabei deixando escapar.
- Ficou olhando o pinto dos caras, manja rola? – me zoou Felipe, enquanto Gustavo me olhava feio.
- Não teve como não olhar. Até o médico se espantou.
- Caralho, não acredito. É verdade, Gustavo?
- É, tinha um cara com um pau um pouco maior que o normal... – amenizou.
- Gustavo não achou nada demais. Você que deve ter um pintinho! – zoou Felipe.
- É porque o jegue é ele! E, pro seu conhecimento, meu pinto é bem normal, até maior que a média, segundo li na internet.
- Ah, você só pode estar de zoeira. Gustavo é mó raquítico, impossível!
- Não tá acreditando, pede pra ver depois.
Chegamos na porta da escola. O assunto morreu. Aula normal, chato como sempre. Almoçamos na escola, tinha futebol à tarde. Depois do futebol, fomos embora, os três juntos, como sempre. Chegando em frente à minha casa, sugeri:
- Fifa?
- Pode ser... – topou Gustavo.
- Beleza! – concordou Felipe.
Já no meu quarto, o assunto voltou, como era óbvio que voltaria.
- Ainda não acredito nessa história do Gustavo ser um jegue... – disse Felipe.
- Mostra pra ele, Gustavo... – sugeri.
- Não vou mostrar nada. Não quer acreditar, não acredita. Não tenho que provar nada!
- Mostra aí, Gustavo. Não tem nada demais mostrar. O Felipe mostra o dele também, pra comparar...
- E você vai ficar olhando nossos pintos, ô manja rola?
- Não seja por isso, você também pode olhar o meu! – falei, abaixando minha bermuda e cueca até o joelho, expondo meu pinto – Tá aí, eu mostro também, sem problema algum. Tá vendo, normal. Agora mostra o seu, valentão.
Felipe abaixou a bermuda e a cueca até o joelho, como eu tinha feito. Pinto normal, parecidíssimo com o meu, só um pouco mais pentenlhudo e com a pele mais longa.
- Sua vez, Gustavo, vamos ver se é verdade agora – falou Felipe.
Gustavo abaixou sua bermuda e cueca até os tornozelos.
- Puta que pariu! – berrou Felipe, ao ver o pinto de Gustavo – O que que é isso?
- Não falei... – comentei.
- Eu não tô acreditando nos meus olhos! – seguiu Felipe, sem tirar os olhos do pinto do Gustavo.
Eu, entretanto, não conseguia tirar os olhos do pinto do Felipe. Foda-se que o pinto do Gustavo é gigante. O que me atraía era o do Felipe, até porque parecia muito com o meu. Péra, como assim, “me atraía”? Não, não, era só curiosidade! Mas era uma curiosidade que estava me deixando com tesão, e meu pau começou a crescer.
- Vamos comparar, duros! – sugeri, já colocando a mão no meu pau pra disfarçar que ele estava crescendo independentemente de precisar me punhetar.
- Tá, mas tenho até medo... – disse Felipe, começando a se punhetar.
Eu fiquei instantaneamente duro. Até tirei a mão do pau, pra deixar bem visível. Felipe logo ficou duro e também tirou a mão do pau. Gustavo demorou mais pra começar a se punhetar e a ficar completamente duro, mas enfim exibiu seu mastro firme.
- Porra, não tô acreditando nisso! – falou Felipe.
- Chega mais perto, coloca seu pau junto do Gustavo – sugeri.
- Eu que não vou encostar nisso...
- Não precisa encostar, só chegar perto, assim... – falei, levando me pau até do lado do pau do Gustavo, encostando levemente.
Felipe veio do outro lado, e colocou o pau dele junto ao pau do Gustavo, do outro lado.
- Puta que pariu, é muito maior!
- É quase o dobro do nosso! – falei.
- O dobro do seu, não do meu. O meu é bem maior que o seu! – protestou Felipe.
- Claro que não, são do mesmo tamanho! – falei, saindo de perto do pau do Gustavo e indo do lado do Felipe – Ó, são iguais... – falei, pegando no pau dele e puxando pra encostar no meu.
- Ou, ou, ou – falou Felipe, tirando o pau da minha mão.
- Para de frescura, vem cá, encosta direito, senão vou achar que seu pau é menor que o meu.
Ele voltou e chegou com o pau bem perto. Peguei novamente e encostei bem forte no meu. Minha cabeça tocando seus pelos, e a cabeça dele nos meus pelos.
- Mesmo tamanho, mesma grossura... – falei.
- É, acho que são bem parecidos, mesmo.
- Iguais – concordou comigo Gustavo.
Eu não queria tirar a mão do pinto do Felipe. Eu estava com muito tesão, e a ponto de gozar sem me punhetar. Enfim tirei a mão do pinto dele, que já estava ficando estranho.
- Vamos aproveitar e bater uma? – propus, já que estava perto de gozar de qualquer jeito.
- Vamos, mas você vira essa coisa bem pra longe! – disse Felipe pra Gustavo, sentando na minha cama.
Eu sentei do lado do Felipe e Gustavo sentou na cadeira da escrivaninha. Ficou na nossa frente, mas bem perto. Seus pés estava na cama, do nosso lado. Pernas bem abertas, pra expor bastante o pinto gigante. Felipe não parava de olhar pra Gustavo, e eu não conseguia não olhar pro pinto do Felipe. Me masturbei o mais leve que conseguia, pra não gozar tão rápido. Eu estava mais fingindo do que me masturbando mesmo.
Gustavo gozou, então eu acelerei o ritmo e gozei logo. Felipe ainda demorou um minuto pra gozar. Ele gozou muito, devia estar com muito tesão. Peguei papel higiênico para nos limpar.
- Fifa? - sugeri, tirando de vez a bermuda e a cueca.
- Pelado? – questionou Felipe.
- É, ué? Acho que já não tem nada pra esconder... – disse.
- Tá bom, então.
Tudo limpo, sentamos os três no chão do meu quarto, em cima do tapetinho. Eu no meio, Felipe do meu lado direito e Gustavo do esquerdo.
Ficamos jogando por cerca de uma hora. O assunto “pinto” não foi tocado nenhuma vez, mas estarmos pelados da cintura pra baixo depois de batermos punheta juntos deixava um clima meio tenso. Fora o cheirão forte de pinto, depois de suar no futebol e bater uma juntos. Gustavo anunciou:
- Preciso ir embora, tenho aquele trabalho de reforço de física pra amanhã, fui mó mal na prova.
- Acho que vou, também... – falou Felipe.
- Porra, Felipe, você tirou nove e meio na prova! – falou Gustavo.
- É cara, fica aí, não tem nada pra fazer...
- Só mais um pouco, então.
Gustavo colocou a cueca e a bermuda. Se despediu, dando um leve soquinho na minha mão e na do Felipe, que continuávamos sentados.
- Bate a porta lá que depois eu tranco – falei.
- Ok. Até amanhã.
Gustavo mal tinha batido a porta quando Felipe falou:
- Porra, ainda não acredito no tamanho o pinto do Guto!
- Não falei? E você ficou me zoando quando contei!
- Eu não podia imaginar que fosse assim tão grande! É muito, mas muito maior que os nossos!
- Isso que você não viu comparando o dele duro e o meu mole...
- Como assim?
- Não vai contar nada nem me zoar?
- Claro, cara!
Peguei o celular e mostrei as fotos que tirei no dia anterior.
- Por que você tirou fotos?
- Sei lá, cara. Vai querer ver ou me zoar?
- Já falei que não vou zoar.
Mostrei. Ele falou:
- Porra, olha isso! Olha como seu pinto mole fica minúsculo perto do dele duro.
- O seu é do mesmo tamanho do meu, acabamos de ver.
- Sim, mas é o seu na foto.
Ele pegou o meu celular e deu zoom na foto. Primeiro, no pinto do Gustavo. Depois, no meu. Ficou olhando bastante tempo.
- Nossos pintos são muito parecidos, mesmo!
- Só que você tem mais pentelhos aqui... – falei, dando um leve toque em seus pelos pubianos.
Ele só me olhou de canto de olho.
- E você tem uma pintinha aqui no saco – falou, tocando levemente meu saco com seu dedo indicador.
Eu não falei nada e só abri um pouco mais as pernas.
- Você pegou no pinto dele? – perguntou.
- Peguei. Que nem peguei no seu hoje...
- Como é pegar no pinto dele?
- O meu não é grande, mas se quiser saber como é pegar no pinto de outro cara, pode pegar aqui...
Ele me olhou e começou a tocar meu pinto, que logo começou a endurecer. O dele também começava a endurecer.
- Pode pegar no meu, também... – autorizou.
Comecei a tocar no pinto dele.
- Não sei es isso tá certo, não... – ele falou.
- Ninguém precisa saber...
- Rolou com o Guto?
- Não! Só peguei pra comparar, como fiz com o seu mais cedo... – menti – Mas no seu queria pegar mesmo, de verdade, porque é igual, como se estivesse pegando no meu...
- Só pegar?
- Como assim?
- Ah... Se você me chupar um pouco, eu te chupo um pouco também...
- Já fez isso antes, Lipe?
- Não, claro que não! Mas é como você disse, são tão parecidos que seria como se eu estivesse chupando o meu. Eu já tentei chupar o meu, mas não alcanço...
- Hahahaha, eu já tentei também, e também não consegui.
- Então, quer?
- Tá bom, mas você me chupa primeiro!
- Sem problema. Mas não vai esperando muito, nem sei o que fazer... Deita na cama.
Deitei e ele veio por cima. Foi com a cabeça em direção ao meu pinto. Começou a lamber meu saco, e aos poucos foi subindo, lambendo todo meu pau como se lambesse um picolé. Então, colocou a cabeça toda na boca e começou a chupar. Ah, que delícia! Depois de pouco tempo, falei.
- Para, para, senão vou gozar na sua boca.
Ele parou de me chupar e levantou. Trocamos de lugar. Mas, antes de começar, fiquei admirando seu pinto e falei:
- Ainda bem que não é o Guto. Nunca ia caber na minha boca!
- Nem na minha!
- Viu, muito mais legal ser do nosso tamanho.
- Então vai logo e me chupa!
Imitei tudo que ele tinha feito. Lambi e chupei tudo. Ele também avisou que estava perto de gozar e pediu para eu parar. Obedeci e deitei do lado dele. Ele voltou a me chupar. Depois de pouco tempo, avisei novamente.
- Vou gozar!
Ele tirou a boca do meu pau sentou sobre minhas pernas. Encostou seu pinto no meu e começou a nos punhetar juntos. Eu gozei sobre todo meu peito e barriga. Ele gozou em cima de mim, logo depois.
Fui tomar uma ducha, e ele foi comigo no banheiro. Lavou seu pau na pia. Saí do banheiro e joguei a toalha na cama.
- Bom, agora acho que vou embora... – falou.
- Quer tomar uma coca, um guaraná?
- Não, acho melhor ir embora, mesmo...
- Beleza, então...
Fui dar a mão pra despedir, e ele me puxou pra perto e me deu um abraço apertado. Não era normal a gente se abraçar. Ainda mais eu estando completamente pelado e ele ainda pelado da cintura pra baixo. Eu sentia seu pinto encostando no meu.
- Lembra que o silêncio é a alma do negócio! – falou.
- Pode ficar sossegado, não vou contar pra ninguém!
- Porque, se ficar entre nós, pode rolar novamente. Quer dizer, se você quiser...
- Claro que vou querer! E também não quero que ninguém saiba.
Felipe cumpriu o combinado e não contou pra ninguém da nossa brincadeira. Mas, pelo jeito, esqueci de pedir para ele não comentar sobre o tamanho do pinto do Gustavo. A sala inteira só comentava disso. E, claro, ele colocou toda a culpa em mim.
Ou seja, Gustavo era o “jegue” e eu era o “manja rola”. E o fofoqueiro do Felipe saindo ileso. Claro que, assim que consegui, peguei o filho da puta de lado e falei:
- Caralho, que porra é essa? Como assim você contou pra todo mundo?
- Calma, foi só do pinto do Gustavo...
- É, mas olha como você contou. Me deixou com fama de manja rola!
- Mas você manjou, mesmo...
- E você também, depois. E se eu contar pra todo mundo que você gozou chupando a minha rola?
- Calma, cara. Foi mal. Fica de boa que eu arrumo isso!
- Acho bom! E logo!
- Prometo. E você vai ver, vai dar bom...
- Como assim?
- Tô arranjando uma parada que você vai gostar. Nós vamos. NósO que é?
- Ainda não tá tudo confirmado...
- Fala logo!
- Então, como ninguém tá acreditando que o Gustavo é um jegue, tô falando pra todo mundo ir pra minha casa depois da aula pra conferir. Mas tô avisando que todo mundo vai ter que mostrar o pinto também. E, pra coisa ficar mais legal, vamos medir o pinto de todo mundo pra comparar os tamanhos.
- E os caras tão topando?
- Sim! Ninguém acredita que o Gustavo é um jegue, todo mundo achando que o seu próprio pinto é o maior. E nós dois vamos medir os pintos.
- Como assim?
- Ué, nós vamos ser os medidores, vamos pegar no pinto de todo mundo, na frente de todo mundo, e ninguém vai achar nada demais.
- Você é louco!
Eu não estava botando fé no “plano infalível” do Felipe, e nem acreditei quando, no final da aula, uns vinte caras nos acompanharam até a casa do Felipe. Praticamente todos os caras da nossa sala e alguns do segundo ano também.
Entramos todos e fomos para o quintal dos fundos. Felipe dava as ordens:
- Bom, quem tá aqui é porque tá curioso com os dotes de nosso amigo Gustavo. Mas como aqui não é circo e ele não é a mulher barbada pra ser exibido pra todos, todo mundo vai mostrar o pinto também. E, pra ter noção do absurdo do membro do nosso amigo, vamos medir os nossos pra ver a diferença com o dele.
Houve um burburinho, mas ele continuou:
- Todo mundo ficando pelado. Quem não quiser, só ir embora. Quem ficar, vai entrar na brincadeira. E quem já estiver de pau duro, já vem medir. Eu vou ser o primeiro – falou, tirando a bermuda e a cueca de uma só vez, exibindo o pau já duríssimo.
Pegou um caderno e uma régua da mochila e jogou na mesa de plástico, tipo de bar. Olhou pra mim e disse:
- Vem medir, depois eu messo o seu...
Sentei na cadeira de plástico, junto à mesa, e ele sussurrou pra mim:
- Pega firme, com vontade, e deixa todo mundo ver você encostando bem forte a régua no meu pau.
Ficou de lado, pra que todos vissem seu pinto. Peguei firme, e coloquei a régua em cima.
- Aperta bem a régua no pau, e afunda bem na barriga, nos pelos. Vamos fazer igual pra todo mundo – ordenou, e eu fiz como mandou – Agora, antes de anotar, deixa eu tirar uma foto, pra que não haja dúvida e se alguém que estiver longe quiser conferir depois. Vou apagar todas no final, não se preocupem! – depois de tirar a foto do próprio pinto com a régua em cima e minha mão segurando tudo, seguiu – agora anota meu nome e o tamanho do lado. Todo mundo vai poder dar uma olhada. No final, vamos queimar a folha. Pronto. Deixa eu medir o seu.
Me levantei já tirando a bermuda e a cueca, como Felipe tinha feito, exibindo meu pinto duro. Só então notei que todos os caras já estavam pelados, salvo Gustavo, que depois soube que tinha sido orientado por Felipe para que tirasse as roupas só no final.
Felipe pegou a régua e mediu meu pinto, tirando a foto e fazendo a anotação. Mesmo tamanho (apesar de achar que o meu era meio centímetro maior que o dele).
- Pronto, quem tiver de pau duro, pode vir... – falou.
Todos obedeceram. Fizeram mais ou menos uma fila. Todos se punhetando pra ficar com o pau o mais duro possível. Felipe ficou encarregado das fotos e das anotações. Deixou pra mim segurar os paus e colocar a régua pra medir. Um a um, fui pegando firme nos seus paus.
Por mais de uma vez, achei que ia gozar, mas consegui me conter. Enfim, chegou a vez de Gustavo. Ele já estava sem camiseta e tirou a bermuda e a cueca, exibindo seu pau já duro. Seu pau, não, seu mastro imenso. Foi uma gritaria. “Caralho”, “puta que pariu”, “é uma outra perna”, e por aí vai. Ninguém acreditava no que via.
- Deixa comigo esse – falou Felipe, pegando a régua e me entregando o celular.
A multidão se abriu, perplexa, para assistir Gustavo passar com sua tora indicando o caminho até nós. Felipe pegou aquela jeba e colocou a régua em cima. Eu tirei a foto. Pela primeira vez, Felipe anunciou o tamanho:
- 29 centímetros e meio! Vamos dar uma forçadinha na régua, pra inteirar 30 centímetros. Segura dura aí pra quem quiser dar uma olhada.
Quase todos vieram olhar de perto. Ninguém acreditava no que via. Quase todos olhavam pro pau do Gustavo e depois pro próprio pinto.
- Bom, é isso. Agora todos comprovaram. Todos aqui entre 12 e 18, tudo normal, como a gente viu na aula de putaria, “educação sexual”. Mas ele, não. Ele tem 30. Pra deixar todos mal. Mas nós somos em maioria, o Gustavo é que é de outro planeta. Bom, se ninguém quiser conferir as fotos ou ver a lista, vou eliminar tudo.
Todos estavam chocados. Ninguém quis conferir nada. Felipe mostrou pra todos que apagava as fotos e queimou a folha com um isqueiro. Aos poucos, todos foram se vestindo e indo embora. Sobramos eu, Felipe e Gustavo. Os três ainda pelados. Quer dizer, eu e o Felipe estávamos de camiseta. Mas os três já de pau mole.
- E aí, como se sente a mais nova celebridade do colégio? – perguntou Felipe.
- Eu, não. Ele... – falou, pegando no pinto e balançando.
- É, mas como não tá separado do teu corpo, o dono é você! – falei.
- Agora todas as gatinhas vão ficar sabendo e vão correr atrás de você, você vai ver...
- Tomara. O colégio tá acabando, quero comer o máximo de mina possível! Bom, vou nessa, que minha mãe já mandou várias mensagens.
Ele se vestiu e foi embora, deixando eu e Felipe sós.
- E aí, curtiu pegar no pinto de todo mundo? – perguntou Felipe.
- Todo mundo menos o do Gustavo, que você ficou segurando por meia hora...
- Mas esse você já tinha pegado antes. Fora ele, deixei você pegar no pinto de todo mundo. Sou um puta amigo, né? Mas, e aí? Curtiu?
- Porra, muito! Acho que vou trocar a engenharia por medicina, vou ser urologista só pra passar o dia todo vendo o pinto de todo mundo!
- Eu também queria passar o dia todo vendo pinto. Mas não o de todo mundo. Só um... Só o seu!
A gente se olhou nos olhos.
- Também prefiro o seu ao de todos os outros!
Ele pulou em cima de mim e começou a me beijar. Eu beijei de volta. Começamos a nos pegar forte. Nossos corpos se esfregando, nossos pintos se esfregando. Mas nossas mãos estavam agarrando um ao outro num abraço apertado, pra não deixar sair. Eu gozei só com meu pinto se esfregando no dele. Quando sentiu que gozei, ele começou a esfregar mais forte e logo gozou, também.
Nos soltamos, enfim.
- E agora? – perguntei.
- E agora, o que?
- Nós...
- Sei lá, vamos deixar rolar, ver o que dá... – sugeriu, tirando a camiseta toda suja com nossas porras.
- Tá bom... – falei, também tirando a camiseta – Vou precisar de uma camiseta emprestada pra ir embora.
- Depois eu pego. Mas antes, eu tenho outro presente pra você... – falou, pegando o celular e mostrando as fotos dos pintos de todo mundo.
- Ué, eu vi você apagando tudo. Como estão aí?
- Sim, apaguei do celular. Mas tinha colocado a opção de salvar na nuvem também! Sou mais esperto do que pensam...
- Você é um gênio! Me passa as fotos!
- Claro, são pra você!
Fomos para o quarto dele e passamos o resto da tarde olhando e comparando os pintos. E punhetando os nossos, enquanto isso, claro.
As fotos ficaram incríveis, mostrava bem o pinto todo. O pau, o saco, minha mão segurando os paus com a régua do lado. O número medido. E a gente sabia qual pinto era de quem, porque ele pegou o caderno e passou lápis na página de baixo da que foi queimada, surgindo a ordem dos nomes dos donos dos pintos.
Pinto grande, pequeno. Grosso, fino. Com pele, sem pele. Bolas grandes, bolas pequenas. Com muito pelo, todo depilado. Pinto claro, escuro. Cabeça rosada, roxeada, marrom. Reto, torto. Todos muito legais.
- Mas os mais bonitos de todos são os nossos! – disse Felipe.
- Concordo, os mais bonitos! Agora, o único problema dessas fotos é que não tem cheiro...
- Ah, safado! Gosta de cheiro? Cheira aqui! – falou, deitando na cama e abrindo bem as pernas, oferecendo seu pinto pra mim.
Comecei a cheirar todo aquele pinto que eu tinha passado a adorar. Eu realmente estava adorando, como se adora um ídolo. Em instantes, já estava chupando ele todo. Ele me puxou e ficamos em posição de 69, nos chupando até gozarmos um na boca do outro.
Estamos firmes no nosso relacionamento até hoje. Não damos nome, não chamamos de namoro ou nada assim. Mas nos vemos e transamos quase todos os dias. Ainda não tivemos coragem de fazer penetração, mas já conversamos e, quando estivermos prontos, vai rolar.
Ah, ele seguiu nos planos e está cursando engenharia. Eu fiz um ano de cursinho e entrei em medicina. Está decidido, vou ser urologista!