Meus 3 Enteados Capítulo 7

Da série Madrastra
Um conto erótico de Fernanda Escritora
Categoria: Heterossexual
Contém 1813 palavras
Data: 16/04/2026 08:11:15

As semanas seguintes solidificaram algo que eu nunca imaginei que aconteceria: eu havia me tornado oficialmente a amante particular de Carlos e Rodrigo.

Não era mais só uma aventura escondida com Carlos. Agora éramos nós três. Eles me usavam sempre que sentiam vontade, como um pedaço gostoso de carne feito especialmente para aliviar o tesão deles. E o pior — ou o melhor — era que eu adorava isso.

Durante o dia, quando Ricardo estava no trabalho, eles me chamavam para onde estivessem. Às vezes na sala de TV, eu ficava de joelhos chupando um enquanto o outro me fodia por trás. Outras vezes na lavanderia, um me comia em pé contra a máquina enquanto o outro enfiava o pau na minha boca. Eles me tratavam como uma vadia particular: me mandavam ficar sem calcinha em casa, me faziam rebolar no colo deles enquanto assistiam futebol, e sempre terminavam gozando dentro de mim ou no meu rosto.

Carlos continuava sendo o mais dominante. Ele dava as ordens. Rodrigo era mais silencioso, mas igualmente intenso — gostava de me olhar nos olhos enquanto metia fundo, como se quisesse ver minha alma se rendendo.

Eu tinha virado o alívio sexual deles.

Qualquer hora, qualquer lugar (desde que Ricardo não estivesse por perto), eu era chamada.

“Vem aqui, vadia.”

“De quatro.”

“Abre a boca.”

E eu obedecia. Rápido. Molhada. Ansiosa.

Mas então veio o dia em que tudo ganhou um gosto amargo.

Era um sábado à tarde. Ricardo tinha convidado toda a família para um almoço em casa. Carlos avisou que traria a namorada nova para apresentar oficialmente. O nome dela era Júlia — 22 anos, loira, corpo magro e pernas longas, estudante de Direito. Quando ela chegou, sorridente e educada, eu senti um aperto forte no peito.

Ciúmes.

Eu servi o almoço com um sorriso forçado no rosto. Via Carlos sendo carinhoso com ela — mão na cintura, beijo no rosto, rindo das piadas dela. Rodrigo também conversava normalmente, como se nada estivesse acontecendo. Enquanto isso, eu lembrava que, na noite anterior, aqueles mesmos dois tinham me fodido na sala de TV: Carlos no meu cu (pela terceira vez), Rodrigo na minha boca, e os dois gozando no meu rosto enquanto eu de joelhos.

Agora ele estava ali, apresentando uma namorada para o pai e para mim — a “madrasta”.

Durante o almoço, Júlia sentou ao lado de Carlos. Eu sentei em frente, ao lado de Ricardo. Cada vez que Carlos passava a mão na coxa dela por baixo da mesa, eu sentia uma pontada de raiva e desejo misturados. Quando ela riu de algo que ele disse e colocou a mão no braço dele, eu quase derrubei a taça de vinho.

À noite, depois que Júlia foi embora e Ricardo subiu para dormir, eu não aguentei.

Carlos e Rodrigo estavam na sala de jogos. Eu entrei sem bater, o rosto ainda quente de ciúmes.

— Por que você trouxe ela aqui? — perguntei direto para Carlos, a voz baixa mas carregada. — Apresentando namorada pra família como se fosse um menino bonzinho?

Carlos pausou o jogo e olhou para mim com aquele sorriso preguiçoso.

— Ciúmes, madrasta?

Rodrigo só observava, encostado no sofá.

— Eu sou a vadia de vocês, né? O pedaço de carne pra aliviar o tesão de vocês quando quiserem. E agora você desfila uma namorada bonitinha na minha frente?

Carlos se levantou, se aproximou e segurou meu queixo com firmeza.

— Exatamente. Você é nossa puta particular. A gente te fode quando quer, como quer. Júlia é só uma namorada. Bonita, educada… mas ela não engole dois paus ao mesmo tempo nem goza gritando enquanto leva no cu e na boca. Entendeu a diferença?

Eu tremi de raiva e excitação.

Rodrigo se aproximou por trás, levantou minha saia e enfiou dois dedos na minha boceta já molhada.

— Tá encharcada de ciúmes — murmurou ele. — Que vadia ciumenta.

Carlos abriu a bermuda, tirou o pau duro e empurrou minha cabeça para baixo.

— Agora ajoelha e chupa. Isso vai te lembrar qual é o seu lugar.

Eu me ajoelhei ali mesmo na sala de jogos, ainda vestida, e comecei a chupar os dois alternadamente enquanto eles voltavam a jogar um pouco, rindo baixo das minhas lambidas desesperadas.

Depois eles me foderam ali mesmo — Carlos na boceta, Rodrigo no cu — me usando com mais força que o normal, como se quisessem reforçar que eu era só o alívio sexual deles.

Quando os dois gozaram (um na boca, outro dentro de mim), Carlos acariciou meu cabelo e disse:

— Pode ficar com ciúmes à vontade, Fernanda. Mas lembre-se: você é a amante secreta. A putinha da casa. Júlia é só fachada. Agora vai se limpar antes que o pai acorde.

Eu subi para o quarto com as pernas bambas, porra escorrendo entre as coxas, o peito apertado de ciúmes… mas a boceta latejando de tesão.

Eu tinha virado completamente o brinquedo sexual dos dois irmãos.

E, por mais que doesse ver Carlos com outra, eu não conseguia parar de querer mais.

O ciúme estava me consumindo por dentro como um veneno lento.

Desde o dia em que Carlos apresentou Júlia para a família, eu mal conseguia dormir. Toda vez que via as fotos dela no celular dele, toda vez que ele saía com ela e voltava cheirando a perfume feminino, toda vez que ele me fodia rápido e sem carinho porque “tinha que guardar energia pra ela”, eu sentia uma raiva misturada com um tesão doentio. Eu era a vadia da casa, o pedaço de carne deles, o alívio sexual. Mas Júlia era a namorada oficial. A que ele levava para jantar, a que ele apresentava para o pai, a que dormia abraçada com ele quando ficava em casa.

E eu… eu era só a boca e a boceta que eles usavam quando queriam.

No domingo seguinte, Ricardo resolveu fazer um churrasco grande para a família. Todo mundo estava lá: Rodrigo, Eduardo, alguns tios, primos… e, claro, Júlia. Ela chegou linda, de short jeans curto e cropped, rindo e ajudando na cozinha como se já fosse da família. Carlos não desgrudava dela. Passava a mão na cintura dela, dava beijinhos no pescoço, sussurrava algo no ouvido que a fazia rir.

Eu servia as carnes com um sorriso congelado no rosto, mas por dentro estava pegando fogo.

Quando o churrasco estava no auge, com todo mundo rindo na área da piscina, eu não aguentei mais. Subi as escadas correndo, entrei no quarto de Carlos e fechei a porta atrás de mim. Meu coração batia tão forte que parecia que ia sair pela boca.

Ele apareceu dois minutos depois, fechando a porta com força.

— Que porra você tá fazendo aqui em cima, Fernanda? Todo mundo tá lá embaixo!

Eu estava tremendo. As lágrimas já ameaçavam cair.

— Eu não aguento mais ver você com ela, Carlos. Toda vez que você toca nela, que você sorri pra ela… eu sinto que vou explodir. Eu sou a sua vadia, né? Eu sou a que engole seu pau todas as manhãs, a que leva no cu e na boca ao mesmo tempo com o seu irmão. E ela… ela é o que? A namoradinha certinha?

Minha voz falhou. Eu me aproximei dele, agarrei a camisa dele e implorei, quase chorando:

— Por favor… me fode agora. Só um pouco. Eu preciso sentir você. Eu tô molhada pra caralho só de imaginar você com ela. Me fode, Carlos. Me usa.

Ele ficou puto. Os olhos escureceram de raiva.

— Você é louca? Tá arriscando tudo porque tá com ciúmes de uma namorada? Eu avisei que você é só o nosso alívio, porra!

Carlos me agarrou pelo cabelo com força, me virou de costas e me empurrou contra a parede do quarto. Levantou minha saia de uma vez, puxou minha calcinha para o lado e enfiou o pau grosso na minha boceta com uma estocada violenta, sem aviso.

Eu gemi alto. Ele tapou minha boca com a mão.

— Cala a boca, vadia ciumenta. Se alguém ouvir, acabou tudo.

Ele começou a me foder com raiva, estocadas brutas, profundas, como se quisesse me castigar. Segurava meu cabelo como rédea, puxando minha cabeça para trás. Com a outra mão, deu um tapa forte na minha bunda.

— Você acha que pode vir aqui implorar enquanto minha namorada tá lá embaixo? Achou que eu sou seu namoradinho?

De repente ele saiu de dentro de mim, me virou de frente e me empurrou de joelhos. Segurou meu rosto com as duas mãos e cuspiu direto na minha cara — um cuspe grosso, quente, que escorreu pela minha bochecha até o queixo.

— Abre a boca.

Eu abri. Ele cuspiu de novo, dentro da minha boca, e enfiou o pau até o fundo da minha garganta, fodendo meu rosto com força.

— Isso… engole meu pau enquanto eu te trato como a puta que você é.

Ele me fodeu a boca com brutalidade, lágrimas escorrendo pelo meu rosto misturadas com a saliva e o cuspe dele. Depois me levantou, me jogou de bruços na cama dele e voltou a meter na minha boceta, ainda mais forte. Segurava meus braços para trás, me imobilizando completamente.

— Nunca mais faça isso, entendeu? Nunca mais me interrompa quando eu estiver com ela. Você é só carne. Só buraco pra eu gozar quando eu quiser.

Ele cuspiu de novo na minha cara, duas, três vezes, enquanto metia sem parar. O cuspe escorria pelos meus olhos, pela boca. Eu gemia, chorava e gozava ao mesmo tempo, o corpo traidor tremendo de prazer.

No final, ele tirou o pau, me virou de frente e gozou forte no meu rosto — jatos grossos misturados com o cuspe dele, me marcando inteira.

Ofegante, ele segurou meu queixo com força, me obrigando a olhar para ele.

— Limpa isso tudo e desce. E nunca mais venha me provocar desse jeito.

Eu, ainda de joelhos, o rosto melado de porra e cuspe, não consegui me calar. O ciúme ainda queimava.

— E a Júlia sabe disso, Carlos? — provoquei, voz rouca. — Ela sabe que você cospe na cara das mulheres? Que você gosta de tratar a “madrasta” como uma puta barata enquanto ela tá lá embaixo sorrindo pra família?

Carlos apertou meu queixo com mais força, os olhos brilhando de raiva.

— Ela não precisa saber. Porque ela é a namorada. E você… você é só o segredo sujo da casa. Agora some daqui antes que eu te foda de novo até você aprender a ficar no seu lugar.

Eu me levantei devagar, pernas tremendo, o rosto destruído, e saí do quarto limpando o cuspe e a porra com as mãos.

Lá embaixo o churrasco continuava animado. Júlia ria ao lado de Carlos como se nada tivesse acontecido.

E eu, com o gosto dele ainda na boca e o cu e a boceta latejando, só conseguia pensar que o ciúme estava me destruindo… mas eu não conseguia parar de querer mais.

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Comentários

Foto de perfil de Dom Harper

Éééééé... Fernanda...

Teus enteados te adrstraram pra ser uma boa puta! Vadia não tem o direito de ter ciúme, aceita e aproveita...

Toma rola e fica quieta!

Beijo no grelo🤫😈♥️

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