intimidade familiar

Um conto erótico de Allyson
Categoria: Heterossexual
Contém 545 palavras
Data: 15/04/2026 10:05:04

Sai do meu jogo de videogame e fui na cozinha. Olhei na sala e lá estavam os dois se beijando. Beijo de língua. Meu pai ficou sem graça, mas minha mãe disse: não precisa ficar com vergonha, não, porque nas festinhas ele beija as meninas na nossa frente. Ri e falei: Ué, todo mundo pode namorar, né!?

Ela beijou meu pai e eu saí. Da cozinha ouvi ela dizer: aí, chupa minhas tetas. Meu pai falou: depois, agora não. Ela respondeu: tá com vergonha do Allyson!? Ouvindo meu nome voltei para a sala. Perguntei se tinha me chamado fazendo de bobo esperto. Ela falou que meu pai estava passando a mão nos seis dela, mas não queria chupar por minha causa. Eu ri e disse: já mamei o suficiente, agora pode mamar.

Ela levantou a camiseta e tirou do sutiã um seio. Era grande, com bicos delicados. Ele começou a lamber de qualquer jeito e apertava a teta. Tirou o outro e esfregava o rosto neles. Eu estava explodindo de tesão. Ela falou, tá vendo como gosta de mamar! Ele segurou as bolas e falou: tenho uma mamadeira cheia aqui pra você. Ela disse: vamos para o quarto que já sei como vai terminar.

Eles foram para o quarto, eu olhando. Ela fechou a janela, a cortina, apagou a luz e pediu para eu fechar a porta. Fui ficando pra fora, mas ela disse que se eu quisesse poderia ficar, mas que tinha que ser tudo escuro.

Sentei na bairada da cama, sentindo tudo. A respiração e o calor do casal. A certo ponto ouço barulho de sucção. Era ela chupando o pau. Depois ela diz: faz carinho no cuzinho, faz. Ela esbarrou o pé em mim, me levantei da cama. Depois ela pediu ofegante para meu pai: me come de quatro. Ele deu risada, mas logo percebi que encaixou o pau. Ela pediu: fala aquelas coisas. Ele disse que não, que eu tava ali. Ela repetiu alto. Ele começou a falar. Eram coisas bem pesadas, reproduzo algo aqui. Dizia: geme, vagabunda, geme. Minha puta. Arreganha a buceta. Ele socava forte, ela gemia muito. Trocaram de posição. Ela gritou : no cu, não. Depois ele corrigiu a rota e meteu com muita força. Cada socada um grito. Depois veio o orgasmo. Meu pai gozou dentro dela. .

No outro dia, ela fez de conta que nada tinha acontecido. Dias depois ela estava saindo do banho só de calcinha vermelha e eu fiquei vidrado. Ela parou para conversar comigo daquele jeito. Ela sentou do meu lado no sofá, viu que meu pau estava duro. Tocou nele e disse que estava grande, como o do meu pai. toquei na coxa dela e perguntei se podia, ela disse que só ali, inatantaneamente questiounei: só. ela se virou e falou, na bunda pode. Coloquei as duas mãos e fiquei acariciando. Ela falou praa eu bater punheta com uma mão e outra passar na bunda. Tentei deslizar pra buceta, mas ela não permitiu. Depois comentou que um primo meu se masturbava com as calcinhas da mãe, e ela disse que não queria que eu fizesse isso, mas que poderia passar a mão na bunda dela que ela gostava. Só a bunda, explicou. Passei muito a mão ali...

Era assim. Interessante e gostoso.

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