As Mulheres da Família - O Box - Parte 23

Um conto erótico de Dr. Prazer
Categoria: Heterossexual
Contém 2556 palavras
Data: 14/04/2026 19:31:42

Passados cerca de dez minutos, percebo Beth encarando Thiago e Pedro de maneira evasiva, enquanto Patrícia continua com os olhos fixos em mim. Um clima estranho começa a tomar conta da sala. Ainda assim, seguimos conversando, até que, em certo momento, Pedro comenta:

— Nossa, Juh, ainda não estou convencido de que essa mulher linda é a sua mãe.

— Pois pode se convencer, guri. É sim a minha mãe.

— Sua mãe é muito nova. Parece sua irmã.

— Eu também acho. Se não fosse sua mãe, eu estaria aqui xavecando — diz Thiago.

— Ei, sua namorada está bem ao seu lado — retruca Beth.

— Minha namorada não tem ciúmes. Principalmente de mulheres lindas.

Fico de olhos arregalados com o que ele diz — e, para piorar, Juliana ainda coloca mais lenha na fogueira:

— Olha que minha mãe está há anos sem transar.

— Julianaaa! Para de falar da minha vida íntima!

— Mas é verdade, mãe.

A conversa pesa, o clima muda, e por alguns instantes ninguém parece saber exatamente como reagir.

Dois minutos depois, vejo Beth se levantar e ir até a cozinha. Logo em seguida, Thiago vai atrás. Olho para a namorada dele, Marcella, e percebo seu olhar desviado, fixo em Pedro. Patrícia continua me observando. Quando olho para a Ju, noto que ela também me encara. É nesse momento que tudo começa a fazer sentido — ali estavam os mesmos amigos da orgia de que ela havia falado pouco tempo antes.

Levanto-me, tentando agir com naturalidade, e sigo até a cozinha. Paro discretamente na porta — e então vejo Thiago por trás de Beth, abraçando-a.

Ouço Beth dizer, em tom contido:

— Para, menino… Sua namorada está aí. Você é amigo da minha filha.

E ele responde, baixo, mas firme:

— Minha namorada disse que quer você também.

— Para com isso… você é muito jovem.

— E é isso que é bom… quer ver?

Fico ali, imóvel, tentando entender até onde aquilo iria.

Vejo Beth se virar — e, sem hesitar, os dois se beijam. Aquilo é o suficiente. Me afasto em silêncio, com a sensação clara de que algo grande está prestes a acontecer.

Vou até o meu quarto, pego meu pó que dá aquela energia, retorno à cozinha — agora vazia —, misturo com um pouco d’água e bebo. Em seguida, volto ao quarto por um instante e então sigo para a sala.

Os seis estão lá, conversando como se nada tivesse acontecido. Os copos de cerveja são esvaziados como água. Olho para o relógio: 1h30 da manhã.

Passo a observar com mais intenção. Lanço olhares mais diretos para Patrícia e Juliana, deixando claro o interesse — e as duas correspondem. Em seguida, olho para Marcella e percebo que ela também me encara.

A conversa continua leve na superfície, mas carregada por baixo.

Alguns minutos depois, vejo Beth se levantar e ir em direção à cozinha para pegar mais cerveja. Antes de sair, pergunta:

— Alguém quer mais cerveja?

— Eu quero, mãe — diz Juliana.

— Também quero — alguém completa.

— Pega uma pra mim também, Beth — digo.

— Tá bom.

Ela segue para a cozinha. Logo em seguida, Thiago se levanta:

— Espera aí que eu vou te ajudar.

Pedro também entra:

— Eu também. Aproveito e pego um vinho.

— Pega mais pra mim, amor? — pede Patrícia.

— Claro, amor.

E, assim, um a um, eles vão se levantando… deixando a sala cada vez mais vazia — e o clima, cada vez mais inevitável.

Fico na sala com as três. O ambiente muda aos poucos — trocas de olhares mais intensas, respirações mais pesadas, uma tensão difícil de ignorar. Elas continuam conversando, mas eu permaneço em silêncio, apenas observando.

Pego minha cerveja… vazia.

Levanto-me e sigo até a cozinha. Antes mesmo de entrar, porém, paro na porta. A cena diante de mim muda completamente o rumo da noite.

Pedro e Thiago estão muito próximos de Beth, encurralando-a junto à pia. O clima ali é direto, sem disfarces.

— Aguenta dois ao mesmo tempo? — provoca um deles.

Beth responde, com um sorriso carregado de intenção:

— Aguento todos os homens daquela sala, meu amor. A loba aqui tem energia de sobra.

Pedro, à frente dela, a beija. Thiago, por trás, começa a apalpar a sua bunda. Por um instante, parece que ela hesita — ou apenas estabelece um limite:

— Aqui em casa, não…

Thiago responde rapidamente:

— Então vamos pra casa da minha mãe. Ela não está lá.

— E as suas namoradas? — Beth pergunta.

— Elas vão, ué.

— E a minha filha? E o tio dela?

— Eles também vão… — ele diz, com naturalidade — é só a continuação da festa.

Fico ali, parado, absorvendo tudo. Já não era mais só uma suspeita — agora estava claro que aquela noite estava prestes a sair completamente do controle.

— Guri, isso é loucura demais. Tá todo mundo bêbado!

— Melhor ainda. Ninguém vai saber o que aconteceu amanhã. - Responde Thiago.

Vejo que Beth volta a dar um beijo de língua em Pedro. Thiago dá um tapa na bunda da minha irmã e ela empina ainda mais aquela raba para ele.

— Tá, vamos. É loucura. Mas tô bêbada demais pra dizer não.

Os três se soltam, e eu entro na cozinha, ainda ouvindo o Pedro falar:

— Ô, tio da Juh! Vamos pra casa do Thiago continuar a festa lá. Pega a cerveja e bora!

Ao mesmo tempo, a Beth pega uma garrafa de catuaba na geladeira e já abre. Eu pego a minha cerveja e volto pra sala. Então ouço:

— Vamos, menina! Vamos pra casa da minha mãe, a festa vai continuar lá!

— Cê tá doido, Thiago? A gente encheu o cú de cachaça. Como é que vamos dirigir? - Pergunta, Juh.

— Ah, gente, dá um jeito. A casa da minha mãe não fica nem a 15 minutos daqui. Vamos, Juh, sua mãe também vai.

— O quê? Minha mãe?

— Sim! Vai, vai, vai logo. Pega sua bolsa. - Diz Beth

— Você consegue dirigir? No meu carro não cabe todo mundo... - Pergunta Thiago.

— Acho que sim… é perto, né? Então dá. Qualquer coisa, o tio dirige.

— Seu tio vai? — pergunta a Patrícia.

— Mas é claro.

E eu vejo a Patrícia fazer uma cara de safada, como se fosse me devorar ali mesmo.

A Beth vai até o quarto pegar a bolsa, e a Juh repete a cena logo em seguida. Em poucos minutos, todo mundo já está saindo. Pedro, Thiago, Patrícia e Marcella vão em um carro; Juh, Beth e eu, em outro.

Nós sete estávamos muito bêbados. No carro, ninguém falava coisa com coisa. O trajeto, que deveria durar 15 minutos, levou quase 40, porque o carro da frente errou o caminho várias vezes, entrando em ruas aleatórias.

No nosso, a catuaba que a Beth pegou virou nossa melhor amiga. A gente foi secando a garrafa durante o caminho. Quase batemos o carro três vezes, mas, no fim, chegamos.

Descemos cambaleando e, quando olhei pra casa — com tudo girando —, percebi que era enorme. O Thiago abriu o portão, e entramos. A casa era grande mesmo. Ele nem fez questão de mostrar tudo e já foi falando:

— Minha mãe tá viajando, não tem ninguém. Tem cerveja, licor e vinho na geladeira… acho que tem uma pinguinha também. Vou pegar.

Ele voltou com as bebidas enquanto a gente se jogava no sofá, tentando se acomodar.

Depois de uns 15 minutos, o Thiago falou:

— Gente, vocês precisam ver o banheiro lá de cima. É enorme!

— É mesmo… — concorda a Patrícia, me olhando de um jeito meio atravessado.

— Vem, vou mostrar.

E todo mundo vai atrás. O banheiro era realmente gigante: tinha banheira, um box com chuveiro e ainda sobrava um espaço enorme. O Thiago olha em volta, satisfeito, e completa:

— Dava fácil pra gente morar aqui — diz, rindo.

— Menos, né, Thiago — corta a Patrícia.

Logo depois, ele mostra o quarto. Eu reparo na cama da mãe dele — enorme também. Tudo naquela casa parecia grande demais.

Voltamos pra sala e retomamos a conversa e a bebida. Quando olho pro relógio, já eram quase três da manhã. Tirando a gente, tudo estava em silêncio — típico de cidade pequena.

De repente, o Thiago fala:

— Alexa, toca uma música bem sexy.

A música começa a tocar, preenchendo o ambiente. E foi ali que eu senti… alguma coisa diferente. Como se a maior loucura da minha vida estivesse prestes a acontecer — ou pelo menos, até aquele momento.

Então o Thiago se vira e diz:

— Amor e Juliana… tenho uma coisa pra falar pra vocês.

— O que foi, amor? — pergunta a Patrícia.

— Eu e o Pedro vai ter que dar um trato nessa loba que está louca por duas rolas. Vocês não ficarão triste, né?

— Eiii, olha o palavreado. Minha filha está aqui.

Na mesma hora, olho para a Juliana e ela diz:

— Se minha mãe quiser… ela é de maior. Além disso, ela tá precisando.

Ela fala arrastado, com aquela característica de quem já bebeu demais.

— Não, gente, eu tava brincando — se apressa a Beth. — Não dá, minha filha tá aqui.

— Ela não se importa — diz o Pedro, já se aproximando.

Foi quando a Marcella fala:

— Eu também tô afim de experimentar essa loba!

Minha sobrinha a olha e diz:

— Aproveita mãe. Ninguém vai falar nada pra ninguém. Aqui esse segredo vai estar bem guardado.

Beth olha para ela, me olha, e diz:

— Jovens... Vou mostrar a força de uma loba.

E puxa o Pedro e começa a beijar. Thiago vai atrás dela e com as mãos começa a levantar seu vestido, e aos poucos a calcinha vermelha começa a ficar amostra.

Paralelamente Marcella levanta e vai em direção a eles e Thiago a puxa e começa a beija-la. Patrícia que estava me olhando levanta de onde estava e vem em minha direção e fica ao meu lado e diz:

— É tio, você é meu.

E ela tenta me beijar. Naquele momento, eu olho pra Beth e vejo ela tão vulnerável, no meio daqueles dois caras desconhecidos e de outra mulher, que me vem a sensação clara de que aquilo ia acabar muito mal. Foi quando eu levantei do sofá de repente.

— Não, gente. Ela tá bêbada. Para, para, para!

E puxo a Beth pelo braço, tirando ela de perto deles.

— Vamos, vamos, vamos embora.

— Calma, não fica nervoso — diz o Thiago.

— O que aconteceu aqui, morre aqui. — complementa o Thiago.

— Ah, claro que vai… porque se eu souber de qualquer comentário a mais daqui, eu volto e encaro um por um.

Naquele momento, eu tava agindo mais por instinto do que qualquer outra coisa. Um sentimento de proteção, de que aquilo podia dar muito errado a qualquer segundo. Claro que também tinha toda a confusão do álcool e das emoções misturadas, mas alguma coisa em mim só mandava parar tudo.

— Vamos, Juh, pega as chaves. Vamos embora.

— Tá bom, tio… — diz a Juliana, com cara fechada.

Saímos da casa e entramos no carro. Eu mesmo dirijo de volta pra casa delas.

Durante o caminho, a Beth não parava de falar:

— Caralho… ia ser gostoso. Você é um chato mesmo, não me deixou viver nada.

— Até que o Thiago e o Pedro são bonitinhos, vai…

E quando já estávamos perto da casa, ela continua:

— Pensando bem, filha… é melhor não ter acontecido nada. Imagina se eles saem por aí falando pros amigos que você… sabe.

Quando estávamos entrando, Juh diz:

— É, tio… eu vacilei.

— Nós vacilamos. Mas eles não vão falar nada, ficaram com medo. — Respondo.

— Não vão falar não, tio. Eu sei de muita coisa do que eles já fizeram. Se falar eu conto tudo...

E entramos. A casa estava cheia de latas e garrafas espalhadas. Olho no relógio: 4h45 da manhã.

— Vai tomar um banho. — Digo a Beth.

— Vou sim.

A Beth vai pro banho. Eu começo a recolher as latas e dar uma ajeitada na casa. Ainda bêbado, com tudo girando, pego mais uma cerveja e continuo bebendo enquanto organizo tudo. A Juliana também me ajuda. Uns dez minutos depois, é ela quem vai pro banho. A Beth fica no sofá, me olhando.

Quando minha sobrinha sai do banho, já tinha conseguido juntar tudo, colocar o lixo pra fora e deixar só a louça pra lavar. Dou um tempo e vou tomar meu banho também. Percebo que meu pau está começando a endurecer devido ao pó que tomei mais cedo e ao fato de não ter feito sexo ainda. Penso em até bater uma no banho, mas não faço. Tomo um banho rápido e, cinco minutos depois, saio. Quando volto, vejo a Juliana e a Beth com dois copos plásticos na mão.

— O que é isso?

— Catuaba. — Responde Beth.

— Bebendo de novo? Vocês quase fizeram uma merda enorme essa noite.

Eu olho para os corpos de Beth e Juliana. A minha irmã não tinha colocado roupa ainda, continuava de roupão no sofá enquanto minha sobrinha tinha vestido a sua calça Lycra apertada e uma camiseta larga.

— Você ta brava comigo porque estou bebendo? — Pergunta Beth.

— Relaxa, já foi. Nem tô preocupado com isso.

Pego a minha cerveja e sento no sofá menor. Olho para elas e Beth continua:

— Tô brava com você!

— Porque?

Ia sentar em um pau depois de tanto tempo. Uma não, em duas...

— E se eles falarem para alguém que meteram a rola em você?

— Você acha mesmo que eles iam falar isso sabendo que você iria comer as namoradas deles? — Diz Juliana.

Eu fico quieto, pois não tinha pensando nisso.

— Agora ninguém vai transar essa noite. — Diz Beth.

Vejo a Beth se levantar e vir na minha direção. Ela se senta ao meu lado e me abraça.

— Pelo menos uma coisa boa… gostei da sua atitude de irmão — diz ela.

Meu olhar vai direto para a Juliana e vejo que ela está usando sua calça Lycra sem calcinha, pois a sua boceta está bem marcada quando abriu as pernas. E logo em seguida Beth diz:

— Ainda tô sem pau.

E ela vira o resto de catuaba em seu copo.

E a Juliana diz:

— É tio, ficamos sem sexo pro sua causa.

— Porque minha?

— Você nos trouxe embora.

— Pois é Juliana. — Diz Beth, ainda falando arrastado.

— Vocês estão bêbadas. — Respondo.

— Você também. — Diz Beth puxando a frase e mal conseguindo concluir o raciocínio.

— Três bêbados e sem pau, sem boceta, sem sexo, sem gozar. — Lamenta Juliana.

— Vejo a Juliana levantar e pegar a catuaba. Enche o seu copo e depois o da sua mãe e por último o meu.

— Toma tio. Toma um pouco.

Eu bebo metade em uma golada só. E as duas voltam a colocar na boca aquele líquido verde.

A Beth se ajeita no sofá, e percebo que o roupão dela se moveu um pouco enquanto ela se acomodava, deixando em evidente as curvas dos seus seios.

A Juliana continua em pé, e eu tento mudar o foco da minha atenção, e meu olhar vai direto para aquela calça Lycra colada que marcava toda a boceta da minha sobrinha. Meu pau começa a endurecer e ouço a Beth falar:

— Hoje vou ficar sem sexo né? Que chato, acho que vou até dormir. Queria tanto sentar em uma rola....

Foi quando eu disse, bravo:

— Se você me disser mais uma vez que quer rola eu vou te dar uma rola.

— Me mostra vai, me mostra ela. — Diz Beth.

Na mesma hora eu tiro o meu pau, meio duro para ela ver. Tanto Beth como Juliana olha para o meu membro e a minha irmã diz:

— Está meio mole, né? O que acha filha?

— Acho que vamos ter que endurecer, mãe.

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Foto de perfil genéricaDoutor do Prazer Contos: 26Seguidores: 97Seguindo: 0Mensagem O tesão acumulado fez eu começar a fazer loucuras. Hoje vivo em uma situação que não é normal para a maioria. E nela mais 4 pessoas convive comigo essas experiências. Então decidi compartilhar aqui para ver se eu acho mais pessoas que tiveram essa experiência.

Comentários

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Cara, esse personagem enfim fez alguma coisa certa, tirar a irmã daquele lugar, pra não era nem para ter ido.

Agora falando sério, esse personagem é um pouco devagar, dormiu três dias na cama com a irmã e mesmo ela querendo ele não comeu ela, mas bastou o Pedro do Thiago jogar uma conversa no ouvido dela por alguns minutos e ela já ia dar para os dois em uma dp.

Fora que o personagem principal foi para a casa delas no sul,com a intenção de comer a sobrinha,deixou passar uma semana e não pegou ela,acho ele muito beta,já tinha que chegar e pegar a sobrinha de jeito,o namorado não é desculpa,pois ela fica com outros caras enquanto namora.

Falando sério,tem tomar atitude,ser um alfa, (o conto é as mulheres da família),mas ele vacila muito.

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