No final da primeira rodada de esconde-esconde na fazenda da tia Zilda, boa parte dos primos já tinha sido descoberta e só faltava o esconderijo do Téo vir à tona, mas ninguém sabia exatamente onde ele tava.
Eu continuei escondido no celeiro, Yuri saiu de lá despreocupado demais e acabou sendo pego, não conseguiu correr a tempo de se salvar. Chegou a vez dele de contar até cem, começou aquela correria pra geral se esconder e eu meti o pé pra parte de trás da fazenda, curioso pra saber onde o gostoso do Téo se escondeu.
O primo nerd sumiu tão bem que nem apareceu no fim da primeira rodada, ele continuou escondido pra segunda. Já eu, por outro lado, precisei correr pra arranjar um lugar onde ainda não tivesse gente escondida, foi assim que cheguei no estábulo e me vi diante dos cavalos de titia.
- Aqui não. Aqui não. Aqui também não... – fui andando pela cocheira, passei de baia em baia e procurei uma que estivesse vazia, mas todas tinham um cavalo dormindo ou comendo.
Quando cheguei na última baia, escutei um barulho engraçado de música de fundo, tipo filme, e em seguida vieram os gemidos femininos estranhos. Desconfiei, meti a cara lá dentro e não encontrei cavalo nenhum... Aliás, na verdade, encontrei sim. Um cavalão, e dos bons.
- Téo? – chamei e ele se assustou.
- P-PABLO?! – meu primo quase derrubou o celular quando me viu.
- O que cê tá fazendo aqui?
- Tô me escondendo, por quê? – o jeito apreensivo de responder entregou que ele tava aprontando alguma.
- Ainda? A primeira rodada acabou, meu querido, tamo na segunda e você nem deu as caras. Tá tudo bem?
- Tudo, tudo sim! – Téo escondeu o celular atrás do corpo, levantou do banquinho no canto da baia e tentou transparecer normalidade, mas bastou ele ficar de pé pra eu entender a dimensão drástica do que tava acontecendo ali.
Põe drástica nisso, viu? Quase tive que sair do caminho pra tromba ficar à vontade na hora que ele virou de lado. A sunga não era pequena, a piroca do Téo que é imensa, e tava tão dura que faltou pano suficiente pra dar conta. Ele viu que estava em apuros, agarrou o volumão com as duas mãos e lutou pra esconder, mas seu movimento desajeitado quase fez o saco vazar pela virilha da sunga.
- É... Parando pra pensar, faz TOTAL sentido você estar aqui. – eu manjei, manjei de novo, manjei pela terceira vez e deixei ele ver meu excesso de atenção à jeba. – Óbvio que você se escondeu aqui, tipo, que lugar mais óbvio!
- Óbvio? Como assim, Pablo?
- Pensa, Téo. Lugar de cavalo é no estábulo. – mandei na lata.
- Ah, seu viado, tu me respeita! Sou mais velho!
- O mais velho é o Bastião, não surta.
- Eu sei, porra, mas eu sou mais velho que tu. E sou hétero, seu merda, não esquece.
- Tudo bem, Teodoro. Mas nada disso muda o fato de que você é cavalo. Tá maluco de negar, cara? Tô falando contigo e tua piroca rosnando pra mim, sai fora!
- BEUEHU! Sossega a porra do facho, viado. Me deixa, eu tava quieto na minha até tu chegar. – ele riu o sorriso metálico, eu vi os aparelhos nos dentes e fiquei com tesão.
Aí você pergunta: “ficou excitado com aparelhos dentários, Pablo?”. Sim, fiquei. E a explicação é que meu primo tem maior imagem de nerd bobinho na família: trabalha com TI, entende de programação, usa óculos de grau e o cabelo loiro penteadinho, sempre emplastrado de gel. Então sim, fiquei excitado quando ele riu, coçou a pica e não negou que, acima de nerdão, é um pirocudo jumento do caralho.
- Ah, lá! Tá rindo, né, safado? Sabe que é dotado e nem esconde, hahahah! Gostou do elogio?
- Para de palhaçada, seu viado. Fica na tua. Hehehe.
- Não tô falando pra te elogiar, não, Téo, cê sabe que eu não preciso bajular ninguém. Tô falando de verdade. É a realidade!
- Sei... Sei bem. – admitiu.
- Você é um cavalo, cara! Fico até sem graça do teu lado.
- Também não é pra tanto, Pablo.
- É sim, ó! – cheguei a mão em frente à cintura dele, medi o palmo de longe e fiz cara de assustado. – Vai se foder! Isso aqui põe qualquer cavalo da tia Zilda no chinelo, você foi escolhido pela natureza! Parabéns, Teodoro.
- Tá, viado, chega. Fala logo o que tu quer. Tá elogiando muito, alguma coisa tu tá querendo. – ele ajeitou o óculos no nariz, espalhou protetor solar na pele branca e continuou fingindo que não fez nada.
- Fala a verdade, seu nerd. Você é nerd, mas eu sei que cê é viciado em pornografia. Tava vendo pornô no celular, tava não? Não mente.
- Ex-viciado em pornografia. – Téo me corrigiu.
- Ah, para. Vai dizer que nunca teve uma recaidazinha de leve? Nem pra bater punheta?
Ele não respondeu, só me olhou e desviou o olhar.
- Não precisa ficar tímido perto de mim, Téo. Eu sou gay e observo cada homem que passa, contigo não é diferente.
- Tá querendo dizer o quê, que tu me olha?
- Isso mesmo. Claro que olho! Toda vez que você veste essa sunga branca, eu fico te olhando de longe e tirando casquinha dessa mala tua. – confessei.
- Caralho, seu bicha! Tá falando sério?! Né possível.
- Para de graça, né? Você pode olhar pras nossas primas de biquíni, por que eu não posso te olhar de sunga? Bem-vindo à realidade. – debochei.
Ele pensou por um momento e eu aproveitei esses segundos pra alisar seu abdome liso e sarado de macho que frequenta academia. Diferentemente do Yuri, que mantém os pelos curtos, e do Sebastião, que é peludo, Teodoro raspa tudo e deixa poucos pelos no corpo. Esses poucos pelos são loirinhos que nem ele, detalhe que me pegou desprevenido ali no estábulo.
- Agora que eu sei que você tava vendo putaria, me conta. É pornô hétero ou pornô gay?
- Tá doido, Pablo? Sou macho, porra! Respeita.
- Ah, então você admite que tava vendo pornô? Eu sabia, Teodoro, eu sabia. Cê não vale nada. – zoei.
- De vez em quando acontece, faz parte. Pelo menos não tô viciado que nem antes, isso que importa.
- Sei... Se você tá dizendo, eu acredito.
- Na boa, viado, pra que tu quer saber da minha vida?
- Relaxa. Curiosidade minha, é coisa de primo. – eu o tranquilizei. – E vem cá, você nunca fez o teste?
- Teste? Que teste?
- Nunca botou pornô de homem comendo cu de homem pra ver se teu pau sobe?
- Claro que não sobe! Quer saber mais que eu!? Se eu assisto uma porra dessa, sinto é nojo!
- Ótimo. Então você não vai ficar galudo se eu botar pornô gay aqui no celular, certo? – tirei meu telefone da bermuda e coloquei Téo numa encruzilhada.
Ele se viu entre a cruz e a espada. Dizer que não fica galudo e ter que sobreviver à prova de fogo, ou dizer que fica galudo e admitir que já assistiu pornô gay? Meu primo pensou bastante antes de responder.
- Eu me garanto, viado. Pode botar o pornô que tu quiser aí, minha rola não sobe. Sou hétero, porra, já falei. Tuas boiolagens não funcionam comigo.
- Ah, é?
- Tô dizendo, porra. Bota aí. Coloca o vídeo mais brabo que tu conhece. Duvido que minha pica sobe com essa nojeira. – ele apertou o pau na sunga, fez o bichão sossegar e murchou rápido.
- Então tá.
Fui num site de vídeos amadores, abri minha playlist de favoritos e selecionei um dos melhores boquetes que eu já vi. Nem coloquei vídeo de sexo anal, porque sabia que o viciado do Téo encaralharia fácil, preferi chamar num de mamada e virei a tela pra ele. Era a cena de um pedreirão todo suado no canteiro de obras, ele para pra mijar e aparece um ajudante pra tomar o mijão, limpar a pica e cair de boca.
- Tá de sacanagem, Pablo?! Maluco fedorento, o outro mamando a rola nesse estado. Nunca que eu vou ficar de pau durão com essa merda. Tu acha isso excitante, viado? Suor?
- Pra você ver como homem não tem nojo de outro homem. Até suado ele tá mamando, ó.
Chegou no momento que o ajudante de obras foi engolindo cada polegada da pica do pedreiro, engasgou no talo e sustentou quinze segundos engasgando na marreta sem pedir arrego. Seus olhos lacrimejaram, o pedreirão segurou a cabeça do passivo e se entregou, começou a foder a goela e a bater com o saco no queixo dele sem piedade.
- Eita, porra... – meu primo deu a primeira pegada na sunga, disfarçou e fingiu que não me olhou de canto de olho, seus olhos fixos na tela do meu celular.
- Gostou?
Ele não respondeu. No vídeo, o ajudante parou de sugar o caralho pra dar aquela atenção gulosa nos bagos do pedreiro. Fez o favor de engasgar nelas, lustrou a pele do saco do cara e não fez qualquer cara de nojo no cheiro do suor, pelo contrário, deu pra ver que o boqueteiro tava adorando aquela putaria amadora no canteiro de obras.
- Como que esse filho da puta tem coragem de mamar o mano nesse estado, viado? Fala sério... – Téo sacou a segunda mãozada cheia na rola, demorou mais do que devia e eu percebi a primeira pulsada obtusa.
- Tô te falando, primo. Quando o cara gosta, gosta muito. Você, por exemplo.
- O que tem eu?!
- Cê não gosta de buceta?
- Porra, pra caralho! É só falar que eu já fino animado, tehehe! – ele deu dois pulos e achou graça da giromba pulando junto na roupa de banho.
- Recusaria uma pepeca só por que tá suada?
- Lógico que não. Não recuso pepeca nenhuma, tá doido?!
- A mesma coisa esse cara aí. Ele gosta tanto de homem que não recusa nem o pedreiro suadão. Olha como ele engasga nessa pica, se liga na vontade, na disposição, na sede dele...
Téo suou frio do meu lado e eu notei que ele não parou de dar pequenas patoladas e coçadas na pica, meio que lutando consigo mesmo pra não ficar excitado. Mas não teve jeito, seus olhos não saíram mais da tela do meu telefone depois que a fodeção de boca teve início.
- Tá tudo bem se você ficar de pau duro, primo. Falando sério, é natural. – brinquei.
- Sai fora, comédia! Tá pensando que eu sou tchola que nem tu? Gosto de buceta, isso aí né nada pra mim. – o loiro se manteve irredutível, apesar das mãozadas cada vez mais insistentes no volume.
A piroca aumentou de tamanho e pesou na sunga, ele não hesitou e deu o primeiro grande aperto que eu tanto queria ver. Os primeiros foram tímidos e disfarçados, mas esse não, esse foi na cara de pau, aquela mãozada escrota de quem não tem mais como disfarçar a ereção chegando pra valer. A tora empenou, disparou em mais latejadas grotescas e chegou a saltar na sunga, Téo ficou vermelho feito um pimentão.
- Tô entendendo qual é a sua, Teodoro. Você é tímido pra caralho, desconta tudo na pornografia e vive nesse ciclo de aliviar na punheta. Saquei qual é a tua.
- É, mas eu tô tratando. O tratamento tem funcionado, tu não viu como eu tava antes. Antes não tava nem vivendo, Pablo, sem brincadeira. – ele não tirou os olhos do celular nem pra me responder. – Caralho...
- Que foi? Gostou da cena?
- Não, nada. Deixa quieto... Porra...
Meu primo não precisou dizer que tava galudão e cheio de tesão ali comigo, a rola dele já fez isso. Ela ficou tão imensa que envergou pra cima, a cabeça ameaçou vazar pelo elástico da cintura e os ovões incharam no tecido, pareciam os airbags de um macho a mil por hora.
Enquanto isso, no vídeo, o mamador devorou a trolha do pedreiro novamente, gargarejou nela com vontade e massageou-lhe os culhões, tipo serviço completo. O ator chegou a contorcer os dedos dos pés quando sentiu a goela do passivo fechar, eu também fiquei duraço.
- É ou não é boqueteiro profissional? – fiquei curioso.
- Maluco representa no boquete! Ó! Dando a vida. Que isso... – Téo deu mais pegadas e apertos no pau.
- Gostou?
- Tipo... Sou hétero convicto, mas tenho que admitir que esse aí é guerreiro. Nem mulher chupa assim, viado! Tu mama que nem ele?
- Quem disse que eu faço essas coisas? – me fiz de sonso.
- Corta o papinho. Sou teu primo e nós somos homens. Pode abrir o jogo. Não vou perguntar de novo: tu mama que nem esse doidão aí?
- Mamo até mais. Engulo no talo, sou especialista em garganta profunda. Comigo é sem frescura. – mandei na lata.
- Caralho... – agora sim ele passou a mão pra dentro da sunga e danou a apertar o bichão. – Cadê, tem vídeo desse maluco aí dando o cu?
- Tem. Mas pra quem se diz hétero, até que você tá bem animadinho com as habilidades do cara, né?
- Tô curioso, porra, que que tem? Bagulho é biológico, faz parte do tesão.
Troquei a cena do sexo oral no canteiro de obras por uma do mesmo passivo sendo rebocado por três machos diferentes no banheiro do posto. Esse foi o motivo do colapso do Teodoro, eu definitivamente acertei algum gatilho dentro dele que o fez virar um bicho descontrolado. Meu primo saiu completamente do esconde-esconde na fazenda, ensaiou um punhetão descarado e não escondeu a nata de babão esbranquiçado que vazou na costura.
- Tem certeza que tu aguenta na garganta que nem ele, viado?
- Aguento até mais, já falei.
- Cadê? Quero ver. – ele abaixou a sunga e mostrou o que eu sempre quis ver, cheguei a ficar eufórico com a atitude.
Foi de repente e sem elaborar muito. Téo simplesmente mostrou a bengala, sacou 23cm de calibre grosso e eu não sei qual reação me dominou primeiro, se foi a sensação de sede, a vontade de ajoelhar, os olhos secos no tamanho da bazuca ou o cheiro de pica que subiu na baia.
- “MEU DEUS DO CÉU! AVE MARIA...” – minha mente berrou.
A trolha do Téo é maior que a do Yuri, porque além de comprida também é pra lá de grossa, bem calibrada do talo à ponta. Só a cabeça deve ter papo de três dedos de largura, com as bordas infladas e a uretra vertiginosa super destacada na parte inferior. Apesar do tamanho obrigar a pica a ficar torta de lado pra caber na sunga, ele é reta e não faz uma curva sequer, nem pra esquerda e nem pra direita. Até que a jararaca endureceu e apontou pra cima, mas continuou reta.
O tipo de piroca que não mente no tesão, pois logo mira pro alto e rouba as atenções pra si. Todo mundo vê quando ela quer comer, não existe disfarce pra uma torreta dessa proporção.
- CA-RA-LHO! Tá vendo só?! Sempre soube que de nerd você nunca teve nada! Tomar no cu, esse pau é uma aberração!
- Olha só, tu tem que parar com esse preconceito de achar que todo nerd é a mesma coisa, Pablo. Esse estereótipo tá ultrapassado, viado. Atualiza a fita aí, chega disso. Tamo conversado?
- Pera lá, tô zoando. É brincadeira, não me leva a sério. A única coisa séria aqui é... – segurei na vara e tive que usar as duas mãos pra envolve-la por inteira. – Tamo mais que conversado! Puta merda!
Você não imagina o poder que senti quando minhas mãos fecharam ao redor do taco e o sacana do Téo latejou nos meus dedos. Foi como se eu sentisse toda a potência, a envergadura e o calibre do instrumento do meu primo apenas com base nas inchadas que ele deu no calor da palma da minha mão, e o mais impressionante foi perceber que ele não tava 100% ereto, mas algo entre a meia bomba e a ereção completa. Ou seja...
- Bora, quero ver se tu mama que nem ele. Qual foi, ficou com medo? – ele me desafiou e ganhou mais centímetros entre meus dedos, deve ter batido 25 sem fazer esforço.
- Eu ainda não acredito que tá acontecendo. Vai mesmo deixar eu mamar?
- Vou ter que repetir? Mas ó, se tu for ruim de boca, vou fingir que nunca aconteceu. Tu vai sair de maluco se contar pra alguém, tô te avisando.
Sunga nos joelhos, celular na mão, os olhos vidrados na tela e o vídeo do passivo sendo torado por três caralhos rolando. Teodoro de pé numa baia vazia do estábulo da nossa tia, a trolha envergada pra cima, dura igual o aço e me chamando. Eu ajoelhado em feno, de boca aberta e prestes a dar a mamada esperta que a cabeçona tanto merecia. Assim que fechei a boca na glande, Téo tirou os olhos da tela por poucos segundos, me olhou e mordeu o beiço.
- SSSSS... Isso, mama o primo! Engole minha pica, quero ver se tu é isso tudo. – seus dedos agarraram os chinelos de dedo, a pele das coxas arrepiou e eu me agarrei nelas pra ir até o talo.
Só que não foi fácil, não tem como já chegar engolindo tudo numa tora megalomaníaca feito a dele. Tive que iniciar tranquilo e sem fome, arreganhei os lábios e fui engolindo parte por parte, primeiro metade, depois entalando pra alcançar a base. A jeba engrossou nas minhas amídalas, a glande bateu na goela e minhas engasgadas iniciais combinaram com o som do cuzinho do ator tomando pirocada de um dos atores.
- AAARFF! Abre a boca, abre tudo! – ele iniciou os movimentos de cintura pra foder minha cara, terminou de enterrar tudo na garganta e sua mão direita travou minha cabeça pra me impedir de escapar.
Com a esquerda, Téo continuou segurando o telefone e se manteve totalmente absorvido pela pornografia, sua única forma de se comunicar comigo foi através de imitar o que os caras estavam fazendo no vídeo. Os atores revezavam o cu do passivo, enquanto meu primo debruçou na ponta dos pés e empurrou a cintura pra simular que estava fazendo minha boca de cuzinho, a ponto do saco estalar no meu queixo e temperar minha mandíbula de suor.
- GRRRR! Continua, isso... Faz teu serviço, alivia teu primo! Tá gostoso, boca macia... Delicinha de socar! – ele gemeu baixinho, meio que grunhindo entre os dentes, e não me olhou.
Alojar uma estaca borrachuda no fundo da goela não foi tarefa fácil e eu também suei à beça. Como disse, no início não foi simples, mas logo acostumei com a sensação de ter a garganta soterrada, me agarrei nas pernas lisas do Téo e o abracei pela cintura, daí ele retribuiu, abraçou meu crânio e se fechou durante bons segundos na minha boca.
Nesse momento, tudo que eu senti foram ferroadas na faringe, gosto de babão doce e o saco pesado roncando no meu queixo.
- SSSS! Caralho, pior que tu engole legal! Nenhuma mina nunca mamou assim, viado!
- Tô aprovado? Hahaha!
- Ô, se tá! Chegou no talo, me ganhou. Tehehe. Cadê, xô fuder essa goela um pouco. Abre bocão pro primo. – ele cavou fundo de novo, voltou a atenção pra pornografia e continuou desferindo empurrões na minha cara, verdadeiro macetador de boca.
- GLOGH, GLOGH, GLOGH! – o som do meu gargarejo ecoou entre as baias do estábulo, a sorte é que só tinha a gente se escondendo ali.
Um dos maiores prazeres na vida de um boqueteiro é mamar e ao mesmo tempo explorar o corpo do macho, na intenção de perceber os sinais físicos do tesão. Eu mamei o Téo e subi as mãos pra alisar os poucos pelinhos loiros ao redor dos mamilos dele, aí eles endureceram nos meus dedos, o safado gemeu alto e a anaconda largou um bote violento na minha goela, achei até que ele fosse gozar.
- AAARGH! Que boca é essa, viado?! Porra... – mais uma vez, meu primo torceu os dedos dos pés nos chinelos de dedo.
Desci as mãos, senti as panturrilhas enrijecerem conforme ele se equilibrava pra foder minha boca, apertei seus dedos e a firmeza dos dedões me deixou quente, nunca paguei um bola gato tão guloso quanto esse. O cheiro do suor do Teodoro dominou a baia, meus joelhos arranharam no feno do chão e nem assim eu parei ou desisti, jamais. Cada bombada da mangueira no céu da boca me motivou a chupar até ficar de maxilar dormente.
- Se mamando tu dá aula, emprestando o cu deve ser uma beleza. Já pensou essa rola inteira atolada na tua bunda, viado? – ele cresceu o olho gordo no meu lombo.
- Sai fora, Téo. Não tem como eu dar pra um pirocudo igual você, só se eu não tivesse pena do meu cu. Fora que tamo no meio do esconde-esconde, se alguém entra aqui e vê... Seria o fim do mundo.
- Ah, para de frescura. Tu é viado ou não é? Só uma voltinha, bora? É rapidinho, cuzão, nem vou demorar contigo. Ninguém vai ver, só tamo nós dois aqui. – o sem vergonha já veio abaixando minha bermuda e me virando de costas.
Eu queria dar pro primo nerd ali no estábulo? Queria, claro! Por tesão, por ele ser gostoso, pela adrenalina de estarmos no meio de um jogo na fazenda da tia Zilda e também por toda a tensão que rola entre nós. Só que, antes de tudo, eu precisava ver o Teodoro, um autodeclarado “hétero”, desejando meu cuzinho e me convencendo a liberar o rabo pra ele, então me fiz de difícil, fingi que não queria dar e banquei o fresco.
- Aqui é arriscado, Téo, melhor a gente segurar a onda.
- Arriscado nada, aposto que geral deve meter escondido na fazenda. Só a mamada não vai me fazer gozar, viado, preciso de mais. Sei que tu é bom de buraco, não vai me deixar na mão. – ele bateu a trolha na minha bunda, escorregou o dedo no meu cuzinho e preparou meu caminho pra levar madeira.
- Hmmm... Tua pica é imensa, vai machucar.
- E quando viadinho empresta cu não é pra sair machucado? SSSS! – penetrou a cabeça e gemeu na minha orelha.
- AAAHNN! VOCÊ VAI ME ABRIR NO MEIO! – dei uma trancada de leve, pulsei o cuzinho e fui liberando pra ele escorregar dentro.
- Vou só a cabecinha, relaxa. – o puto viu que encaixou...
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