Entre levantar e me arrumar, já eram quase meio dia quando fui até a cozinha Afonso, Amanda e Luana estavam tomando café da manhã.
De repente me lembrei que as duas se pegaram comecei a encarar sem nem perceber. Luana perguntou se eu está bem e disse que sinhá voltando ao “normal”.
- Então gente....chamaram a gente pra sair hoje. Comentou Amanda.
- É, o Eliéser comentou sobre um passei de barco.
- Ele disse barco?!? E tanto ela quanto Afonso começaram a rir.
- Esse Eliéser é fogo. Falou rindo.
- É um iate, Carlos!
Não me surpreendi. Com uma casa daquelas um iate não deveria ser muita coisa pra ele.
Me virei pra Luana e pergunto se ela queria ir e ela concordou como achei que faria.
Tudo certo, Amanda se retirou pra falar com Roberta.
O porto fica em São Sebastião e decidimos que seria melhor irmos todos no mesmo carro. A viagem levou quase uma hora.
O “barco” do Eliéser tinha em torno de uns 25 metrôs e era muito bem construído, muito bonito mesmo.
Fomos muito bem recebidos como esperando pelo casal e nosso quarto já nos aguardava. Tinham 3 suítes e Eliéser era o capitão.
Pude ver que os ajudantes eram Jonas, Juliano e Michel.
Isso explica da onde se conheciam eu acho.
Já em alto mar um dos rapazes tomava conta da churrasqueira enquanto bebia e conversava. Tá a muito bom. Muito sol, uma boa brisa e a meninas já meio alegres pelas bebidas.
As três estavam uma delícia naqueles biquínis e dava pra ver bem suas tatuagens, com excessão da Roberta que não tinha nenhuma.
Acabamos nos dividindo em grupos.
Os cornos, os comedores e as casadas.
Eles conversarem entre eles, nós entre nós e elas só dançavam.
Eliéser então puxou papo...
- Ficamos contentes que vocês aceitaram, obrigado.
- Eu que agradeço o convite, e ainda bem que aceitamos. É um barco muito bonito e a vista então.....nem se fala.
- Sua mulher falou com você sobre ontem?
- Comentou por cima.
- Certo! Teria algum problema se eu participasse de alguma coisa com ela hoje?
- Se ela concordar, por mim tudo bem.
Pelo jeito que ele me olhou, acho que esperava que eu pedisse o mesmo, mas não falei nada pois meu alvo era outro.
Continuamos conversando e a participação de Afonso no bate papo foi mínima.
Ele parecia em outro mundo encarando sua esposa a todos momento.
Bebemos todos mais um pouco e logo os rapazes já começaram a danar com as meninas e talvez já sabendo o que estava pra acontecer, Eliéser levou o iate pra mais adentro no mar.
A paquera tava animada e logo começaram as roçadas, mãos bobas, uma bobagem ou outra no ouvido.
De repente as meninas começaram a gritar enquanto corriam e eram perseguidas por eles que davam vários tapas nas sua bundas.
- É....já vai começar...eu vou indo...fiquem a vontade pessoal. E lá foi Eliéser.
Afonso não disse nada mas se retirou logo em seguida, mas eu permaneci.
Queria chegar na hora que Amanda estivesse fodendo pra meter nela também e me segurando ao máximo fiquei ali no deck por pouco mais de 20 min.
Fui pra dentro já apertando meu pau pra deixar bem duro....ia comer muito aquela mulher. As portas tinham uma janela redonda que dava pra ver dentro e já de primeira vi Amanda já de quatro na cama sendo comida por um deles enquanto olhava e falava alguma coisa com Afonso.
“É agora!” ...pensei.
Mas pra minha decepção Afonso trancou a porta.
Só podia ter sido ele!
Fiquei PUTO de raiva!
Não acreditei que ia perder essa oportunidade.
Pensei em bater na porta mas não tive coragem.
Ia me sentir um ridículo fazendo isso.
Fui pro próximo quarto e abri a porta sem olhar. Quem estava nesse era Roberta que montava em um dos rapazes na mesma posição de “Aranha” que só ela sabia fazer e quando percebeu alguém entrando, parou pra ver quem era mas apenas sorriu quando viu que era eu.
Precisava muito descontar mina raiva em alguém e ia ser nela!
Sem muita conversa tirei minha roupa e fui me arrumando pra trás dela, que apesar do espanto não reclamou.
Eu pouco tempo eu já estava judiando com força daquele rabinho.
Roberta chegou a pedir que eu fosse mais devagar, não era a minha intenção machucar mas não me importei muito com isso e em pouco tempo eu tinha gozado.
Saí de cima dela e fui tomar banho e quando eu saí, Roberta me chamou pra me juntar a eles, mas disse que voltava depois e me retirei.
Quis ver como Luana estava e ela só podia estar no último quarto.
O que eu presenciei foi coisa de louco!
Minha mulher estava sendo usada e abusada!
Luana estava pelada de quatro sendo chupada no cu e na buceta por Michel e Eliéser, que estranhamente ainda estava vestido, segurava ele firme pelos cabelos, com força mesmo.
- Vira o rostinho pra mim putinha, vira!
Mandou em tom baixo e calmo, mas com autoridade.
Luana virou e ele deu um tapa tão forte que fez minha mulher gritar.
Quase intervi pra parar com aquilo mas ele foi mais rápido.
- Gostou?
- Gostei! Respondeu ela com voz de choro.
- Então pede mais, pede!
Quase chorando Luana obedeceu.
- Bate na minha cara!
- Fazendo....
E ela completou.
- Favor...
- Por favor...bate na minha cara!
E gemeu com a chupada que levava de Michel.
Eliéser virou o rosto dela e deu mais dois...um seguido do outro.
Então falou pro Michel...
- Da só uma passadinha com a rola na buceta dela, mas sem colocar... só pra ela sentir.
O rapaz começou a esfregar a ponta da rola nela e Luana jogava bunda pra trás tentando forçar uma penetração mas ele sempre recuava na hora. Depois passou a base no meio do seu rabo e deu árias batidas com o pau. Luana começou a implorar por rola.
- Não faz iissooo....e se deitou com a bunda bem pra cima.
- Mete em mim....me come por favor...
- Quer que ele te come?
- Quero....quero muito.
Luana pedia e gemia de um jeito que parecia desesperada.
Com certeza aquilo devia estar sendo uma tortura pra ela e eu tava adorando assistir a tudo.
- Então pede, mas pede com jeitinho.
- Deixa ele me comer?
- Pra mim não meu amor....tem que pedir pra ele.
E apontou o dedo pra mim. Só aí Luana me viu e parece que ao me ver o tesão dela ultrapassou qualquer limite e ela começou a chorar....me aproximei tá acabar com aquilo mas antes de chegar perto minha mulher pediu.
- Deixa ele me comer moh....eu não aguento mais.....eu quero gozar...manda ele meter em mim , por favor.
Fiquei de boca aberta vendo aquela cena!
Nunca na minha vida eu vi uma mulher chorando enquanto implorava pra gozar.
- Dá licença! Falei com Michel praticamente empurrando o rapaz pro lado.
Coloquei a rola na sua buceta e comecei a meter como se estivesse desesperado.
- AAAHHH.....IIIISSSOOO......ME COME.....AAAHHH....EU TO GOZAANDO.....AAIIH CARAAALHO QUE... DELÍCIA..
E Eliéser dava vários tapas a cara dela.
- Goza cadelinha...goza que você tá linda assim...
E Luana gozou tendo múltiplos orgasmos e quando terminou, caiu na cama chorando de tanto prazer dizendo que nunca tinha gozado tanto.
Ficamos ali os três vendo ela daquele jeito e a cama ficou ensopada.
Eu estava espantado e Eliéser com um sorriso de canto como se estivesse com a sensação de deve cumprido.
Senti um toque no meu ombro e era Michel.
- Posso?
Dei o lugar pra ele que pegou Luana pelas ancas, colocou de novo de quatro de forma bruta e começou a meter.
Ela gemia mas não tenho certeza se estava consciente....parecia grogue.
Perguntou se Eliéser não ia participar.
- Mas eu já estou participando. Respondeu sereno.
Logo quem gozou foi Michel.
Luana descansou mais um pouco e disse que a voltava indo ao banheiro.
Fui atrás dela e tomamos um banho juntos.
Perguntei se estava tudo bem e ela disse que sim.
- Se quiser parar a gente vai embora agora. Não irei que você faça nada forçado.
- Não Moh...tá tudo ótimo ... você viu como eu gozei, né
Realmente não tive como negar....foi puro cinema aquilo!
Assim que voltamos Michel tina trocado o lençol e Eliéser começou a dar ordens.
- Michel, vai tomar um banho meu amigo.
- Luana meu amor...chupa o pau dele, chupa.
Fui deixado pra ver até onde ia e no final acabou sendo muito, mas muito prazeroso mesmo.
Fizemos de tudo com a minha mulher.
D.P foram duas...uma comigo atrás e outra com Michel comendo seu cuzinho.
Revezamos um de Ada vez e trocávamos de buraco sempre que Eliéser mandava.
No fim...esperamos os dois na cara dela que foi obrigada a agradecer pela porra na cara.
Não me entendam mal!
Em nenhum momento fui ofendido, xingado ou diminuído. Mesmo que fosse minha própria esposa eu estava ali como um comedor qualquer naquele momento e ela como uma qualquer também. Simples assim!
E ficamos todos plenamente satisfeitos.
Nossa foda deve ter demorado mas que a dos outros pois quando aparecemos, Amanda comentou...
- Nossa.... até que enfim. Tava bom o negócio lá heim.
Rimos um pouco mas não respondemos nada.
Estávamos todos exaustos e concordamos que era hora de ir embora.
No trajeto até a terra firme Eliéser acabou se abrindo comigo.
- Sabe porque eu não participei, Carlos?
Ele contou que sofria de impotência.
Era muito ativo sexualmente antes mas acabou adquirindo um tipo de câncer que acabou ocorrendo esse problema. Já havia tentado de tudo, remédios, injeções e tudo mais que o dinheiro pudesse comprar.
Os médicos sugeriram pra ele uma prótese peniana massageadora ele negou, pois segundo seu modo de pensar, ainda queria preservar o resto de dignidade que lhe restava mas conseguia se satisfazer mentalmente com um pouco de sadismo.
Ainda agradeceu por termos deixado ele ficar com a gente.
Perguntei se Luana sabia disso e ele disse que achava que sim, provavelmente alguém deve ter contado pois na casa dele em nenhum momento ela foi indelicada ou maldosa durante a noite na mansão.
Entendi tudo que ele me disse, mas não sei se tomaria a mesma decisão sobre um problema desses. Porém, o respeito era e sempre será o mesmo.
Nos despedimos já com um convite pra voltarmos quando quisermos e fomos direto pra casa de Afonso e Amanda.
Passamos a noite lá e voltamos pra SP no outro dia, é muito gratos pelo convite e recepção.
A noite, já em casa, Luana subia e descia no meu pau comigo dando tapas na sua cara .
- Era assim sua puta?!?
- Era Moh....bem forte...
- Então toma...
E continuamos até gozar...